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A distância entre Brasil e Japão quando o assunto é reconstrução

A cidade de Montes Claros, em Minas Gerais, recentemente, sofreu alguns abalos sísmicos (tremores de terra), um deles de aproximadamente 4 graus na escala Richter, que não puderam ser previstos por problemas técnicos, conforme declarou o Observatório Sismológico da UnB.

Pesquisadores dizem que o Brasil, por conta de sua posição geográfica, é onde há a menor incidência de terremotos ou sismos no mundo, o maior que pode acontecer por aqui é de aproximadamente 6,2 graus na escala Richter (o que devastou Porto Príncipe, no Haiti, foi de 7 graus).

Além disso, a SEDEC/MI - Secretaria Nacional de Defesa Civil/Ministério da Integração Nacional afirma que os observatórios ou departamentos sismológicos brasileiros são absolutamente competentes para tratarem da prevenção das atividades de placas tectônicas.

Contudo, independente da previsão, são poucas as catástrofes naturais que podem ser evitadas, previstas ou não, a maioria não deixará de acontecer. O importante é saber mitigar os riscos que elas ocasionarão e, principalmente, ter condições de reconstruir o que for prejudicado.

O Brasil já mostrou que tem grande dificuldade em lidar com esse assunto, haja vista a tragédia na região serrana do Rio, que, matou 911 pessoas, registrou demora de um ano nas obras para construção de casas populares após as chuvas , além de nenhuma das 75 pontes planejadas terem sido construídas. Sem contar que o plano habitacional previa construir 4.000 casas populares, mas o número de desabrigados estava próximo à casa do milhar.

Um ano depois da tragédia, as rodovias ainda passavam por reformas e o abastecimento de água, até pelo menos três meses depois, ainda era feito via caminhões pipa e só atendia a 65% da população.
Este cenário é exatamente o oposto do que se viu no Japão, o qual teve o pior cenário de catástrofe que um país pode imaginar.

Foi atingido por um tremor de quase 9 graus na escala Richter (o maior já registrado havia sido no Chile, em 1955, de exatos 9 graus que estipulou que a escala Richter iria até 9 – dado que pode ser alterado conforme novas magnitudes), um tsunami de mais de 6 graus da mesma escala e, como se não fosse suficiente, ainda houve vazamento nuclear.

Mesmo com tudo isso, duas semanas depois, já era possível circular por rodovias que foram COMPLETAMENTE destruídas, 18 dias após o desastre os aeroportos estavam funcionando e mais de 90% da rede de fornecimento de água e eletricidade atingida já estava recuperada em apenas 2 meses.

Sem contar que o governo japonês concedeu inúmeros empréstimos para que as pessoas reconstruíssem suas vidas.

Enfim, as pessoas podem dizer que não dá nem para comparar o Japão com o Brasil, que eles são muito mais ricos, etc. Mas não tem como não comparar. A diferença entre os dois países, não é o dinheiro, mas como lidam com o pós-tragédia.

É saber organizar, planejar, administrar recursos e saber lidar com a reconstrução, evitando burocracia e gerando processos simples.

Em menor escala, é isso que a TOTVS sempre procura oferecer aos seus clientes com as soluções de Construção e Projetos, que facilitam a obra, otimizam o tempo de execução, evitando desperdícios e desvios de recursos.
Por isso que a diferença entre Brasil e Japão não está no orçamento, mas nos recursos tecnológicos em que ambos investem e na agilidade nos processos.
 

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