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Um breve panorama da Rio+20

Hoje é um dia muito importante para o futuro da humanidade, porque termina a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, a qual tem o objetivo de gerar um documento denominado “O Futuro Que Queremos”, em que estão todas as intenções demonstradas por chefes de Estados em relação à sustentabilidade, para que o mundo continue existindo.

Esta conferência está em sua 3ª edição: a 1ª foi em 1992 e foi chamada de Eco 92; a 2ª e também muito polêmica, aconteceu em 2002, foi chamada de Rio +10 e foi realizada na África do Sul; por fim, estamos assistindo à Rio +20.
 Ao contrário do que se pensa, não se trata de uma reunião para discutir somente sobre meio ambiente, mas sim como as esferas sociais e ambientais, além da econômica, também devem ser consideradas no desenvolvimento de um país.
A ONG OXFAM criou, de forma muito competente, um gráfico que ilustra o que é a conferência. Ele mostra que a vida humana existe entre um piso e um teto. O piso é a necessidade social de viver, de ter acesso à alimentação, água e conforto; o teto é o quanto o ambiente pode fornecer, sem afetar as gerações futuras. Veja:



A Rio+20 também não irá gerar metas ou protocolos, ela terá uma carta de intenções para os próximos anos, não muito diferente do que foi a ECO92. Lá, foram lançadas Conferências como a do Clima e de Biodiversidade que conseguiram atingir protocolos, como o de Kyoto (para as emissões de gases do efeito estufa) e o de Nagoia (para a biodiversidade).

Se você ainda não conhece, estes são alguns dos pilares da conferência:

Conseguir criar metas de sustentabilidade

  • Fazer com que os países adotem a economia verde.
    Embora pareça algo simples, há grandes dificuldades para os países entrarem em um acordo sobre o que é a economia verde. Atualmente, a definição mais básica para o termo é a que se opõe à economia marrom (a atual), ou seja, seria uma economia mais preocupada com a preservação do ambiente e sem o intenso uso de combustíveis fósseis, como carvão e petróleo, que são altamente poluentes.

    Pode até parecer lógico, mas dependendo de como for definido o texto final da Rio+20, alguns países do G77+China terão que aderir a padrões tecnológicos e de condicionantes ao financiamento das metas, os quais temem não conseguir cumprir. E, pior, acreditam que os países desenvolvidos podem usar destas regras para criar barreiras a produtos exportados por eles.
     
  • Encontrar um novo indicador de desenvolvimento.
    O PIB (Produto Interno Bruto) é hoje o principal indicador de desenvolvimento de um país. Quanto maior o seu PIB, mais desenvolvido ele é, teoricamente. Para alguns, se o PIB for per capita é um indicador ainda melhor. Mas a ideia que ganha fôlego naRio+20 é a de que o PIB não é suficiente para medir o desenvolvimento de um país. É necessário envolver também indicadores sociais e ambientais.


A TOTVS, , apoia toda decisão que dê suporte  a sustentabilidade, inclusive desenvolve soluções que ajudam a administrar recursos, evitando desperdícios e melhorando a gestão para que as corporações possam se organizar de forma assertiva.
Além disso, está sempre comprometida a desenvolver tecnologias que cada vez mais apoiem medidas sustentáveis.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2012/06/22/rio20-acaba-hoje-com-balanco-positivo-para-o-brasil-mas-polemico-para-movimentos-sociais.htm

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