ImplementaçãoPara a implementação da NF-e, e redução de riscos de interrupção no faturamento, será necessário seguir cinco passos.
Estes cinco passos foram extraídos do manual de homologação da NF-e do Estado de São Paulo e do acompanhamento de todo o processo de implantação em nosso cliente-piloto. Se a empresa-usuária possuir pontos de emissão de Nota Fiscal em mais de um estado, deverá seguir estes passos para cada um deles. PASSO 1 A NF-e SEFAZ requer assinatura digital, conforme definido no "Manual de Integração do Contribuinte". Esse certificado pode ser obtido em diversas empresas credenciadas pelo governo federal, denominadas ‘Autoridades Certificadoras - AC', ou em muitos casos por meio do credenciamento da empresa na SEFAZ de origem.
O certificado digital fornecido pela SEFAZ somente possibilita o uso da NFe em ambiente de homologação, necessitando a posterior aquisição do certificado digital em uma AC. Com o certificado digital em mãos, solicite à SEFAZ de origem a habilitação da NF-e. Cada SEFAZ adota um procedimento diferente para essa tarefa, portanto, consulte a SEFAZ do seu estado para mais detalhes.
Os certificados digitais serão exigidos em dois momentos:
Importante: Antes de instalar o serviço do SPED, certifique-se de que a biblioteca de assinatura Nfe.zip ou Nfe.tar foi descompactada no diretório correspondente ao Application Server. No ambiente Windows ela deve ser descompactada no mesmo diretório do Application Server e no Ambiente Linux um diretório abaixo. Para completar a instalação da biblioteca, antes de iniciar o serviço no ambiente Linux, execute o comando 'export LD_LIBRARY_PATH=:$LD_LIBRARY_PATH'.
Conversão de Certificados ‘PFX' para ‘PEM' Ao receber um certificado digital do tipo A1, será necessário analisar alguns pontos importantes, para que não haja problemas com a conexão SSL3 e com a Secretaria de Fazenda. O primeiro passo é instalar o certificado para poder visualizá-lo. Para tanto, siga estes passos:
PASSO 2
Antes de iniciar a transmissão da NF-e para a SEFAZ", revise os cadastros de Clientes e Fornecedores (SA1/SA2).
Verifique se todos os clientes/fornecedores válidos possuem preenchidos corretamente os campos CNPJ/CPF, Inscrição Estadual, Código do Município do IBGE (A1_COD_MUN e A2_COD_MUN) e Endereço (logradouro, CEP, bairro, cidade e UF).
Em caso de transmissão errada de uma dessas informações, a NF-e poderá ser recusada na transmissão para o TOTVS Services SPED (falha de schema XML) ou na SEFAZ (IE e ou CNPJ/CPF inválidos).
Para a distribuição da NF-e, conforme padrões estabelecidos pela SEFAZ, haverá a necessidade do preenchimento do campo A1_EMAIL e A2_EMAIL (os clientes só receberão os e-mails quando o status estiver em Produção). Além da verificação, é importante assegurar que para os novos clientes esses campos sejam preenchidos.
Cadastro de Empresas (SIGAMAT – SM0) - Verifique se estão preenchidas corretamente as informações de:
CNPJ, Inscrição Estadual, Código de município do IBGE (neste cadastro é solicitado o código da UF), NIRE, Data no registro de empresas e Endereço (logradouro, CEP, Bairro, Cidade e UF).
Em caso de transmissão errada de uma dessas informações, a NF-e SEFAZ pode ser recusada na transmissão para o TOTVS Services SPED (falha de schema XML) ou na SEFAZ (IE e ou CNPJ/CPF inválidos).
Cadastro de Produto (SB1) - Verifique se campo "Código de Origem" (B1_ORIGEM) está preenchido corretamente para todos os produtos válidos e se o código de barras (B1_CODBAR) é valido para a codificação EAN – caso não seja, haverá duas opções:
A primeira opção é a de alterar todo o cadastro de produto informando um código EAN ou retirar o código de barras. A segunda opção é a de alterar o script de geração do XML da NFe para não processar esse campo.
Cadastro de Tipos de Entrada e Saída (SF4) Verifique o preenchimento correto das informações de Sit.Trib.ICM (F4_SITTRIB), Cód.Trib.IPI (F4_CTIPI), Sit.Trib.PIS (F4_CSTPIS) e Sit.Trib.COF. (F4_CSTCOF). Lembramos que os códigos de preenchimento estão contidos no manual de integração do contribuinte.
Vendas realizadas pela interface Venda Assistida do módulo SIGALOJA Deve-se identificar os tipos de títulos a receber (campo E1_TIPO) que serão considerados Fatura, ou seja, que tenham o mesmo conceito do tipo de título NF emitido pelo Faturamento (SIGAFAT). Para isso, deve ser criado o parâmetro MV_LJTPNFE por meio do ambiente Configurador, opção "Ambiente/Cadastro/Parâmetros".
Gravar o valor bruto do item através do campo D2_VALBRUT, criado por meio do ambiente Configurador, opção "Base de Dados/Dicionário/Base de Dados". Para geração do Livro Fiscal On-line configure o parâmetro MV_LJLVFIS, que define a geração do Livro "On-line", sendo:
Importante: Paralelamente à revisão dos cadastros, levante as informações de personalizações contidas na impressão da nota fiscal modelo 1/1A e analise quais delas necessitam ser transferidas para a NF-e.
Lembre-se de que personalizações de impressão podem e devem ser desconsideradas: foque somente nas personalizações de informações. O próximo passo é estudar criteriosamente o layout da sua versão de NF-e e encontrar qual a melhor tag para inserir a sua informação.
Note que em algumas versões de leiaute da NF-e, a inclusão de novas tags não é permitida e em outras existe um local adequado para serem inseridas. Normalmente, somente as informações de mensagens da nota necessitarão de personalização, uma vez que para a NF-e o fisco separou as informações complementares em duas modalidades: Informações de interesse do cliente e do fisco. Postergue a alteração do Rdmake NfeSefaz para a próxima fase do projeto. PASSO 3 Nesta fase, sugerimos que sejam simuladas situações reais de não-conformidade na NF-e. O intuito dessa fase é preparar os faturistas para todas as situações que poderão ocorrer no dia-a-dia da empresa. Analise o manual do contribuinte ou o manual de homologação de sua Secretaria de Fazenda (http://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/integracao.aspx) para preparar um plano de testes com os códigos de mensagem de erro que poderão ser simulados.
Testes de SEFAZ inoperante; Testes de perda do link com a SEFAZ; Testes de perda do ambiente de comunicação com a SEFAZ – Totvs Services SPED. Assegure-se de ter um procedimento para substituir todo o ambiente rapidamente, considerando hardware e software; Testes de expiração do Certificado Digital de comunicação e assinatura; Testes de erro nos cadastros revisados no item anterior.
PASSO 4 Teste de emissão simultânea Nesta fase, sugerimos que sejam simuladas situações reais de emissão de nota fiscal. Todas as notas emitidas nos formulários 1/1A devem ser transmitidas para a SEFAZ de origem e aleatoriamente analisadas no ambiente da Secretaria de Fazenda (sítio do portal de homologação), a fim de validar as informações que foram entregues. Prepare um plano de testes, definindo as obrigações de cada um dos departamentos envolvidos. Exemplo: Departamento Fiscal, analisar diariamente tantas notas no sítio do portal de homologação; Departamento de TI, monitorar o consumo do link de comunicação e a utilização do hardware, etc.
É recomendável que, nessa fase, seja utilizado o certificado digital de produção para a assinatura da NF-e. Após um período mínimo confortável de testes, passe para a próxima fase. Recomendamos um mínimo de 1 mês de testes.
PASSO 5 Produção Após concluir as etapas anteriores, você estará pronto para entrar em produção. Verifique junto à Secretaria da Fazenda os procedimentos que ela exige para formalizar esse passo e comunique a SEFAZ de origem sua decisão, seguindo as instruções abaixo:
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