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Desafios do mobile payment

31/03/17 - por Equipe TOTVS
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O número de transações via mobile só cresce no Brasil. Em 2015, último dado disponível, foram registradas 11,2 bilhões de operações por este canal, alta de 138% frente ao ano anterior. De 2011 a 2015, esse tipo de transação teve elevação superior a 100 vezes. Ainda no mesmo período, saltou de 2 milhões para 33 milhões o número de contas habilitadas para realizá-las. A tendência de resolver tudo eletronicamente, que começou com o internet banking, agora se concentra na palma da mão com o smartphone e exige das instituições financeiras atenção redobrada com segurança.

Hoje, a demanda maior no mercado de softwares se concentra em soluções modulares, que contam com arquitetura flexível e possibilitam às instituições financeiras customizar o que necessitam para sua operação, além de assegurar a confiabilidade no processo de integração com outros sistemas – externos e internos.

“Nosso software core banking é componentizado, com vários níveis, além de ofertar várias funcionalidades. Embora a TOTVS customize o frontend ao gosto de cada cliente, utilizamos um backend padrão”, afirma Alessandro Vasconcelos Sales, coordenador da Central de Soluções TFS da TOTVS.

“Nosso sistema vem com um nível padrão de segurança, mas cada cliente normalmente contrata mecanismos ou uma equipe de segurança para o desenvolvimento de ferramentas específicas, como o token para operações de internet banking. A tecnologia da TOTVS permite que essas funcionalidades sejam plugadas, sem grandes traumas e custos de desenvolvimento”, explica.

Segundo Sales, o conceito de mobile first – pensar qualquer aplicação primeiro para celulares ou dispositivos móveis, para depois desenvolver para outras plataformas – é um caminho sem volta na indústria financeira.

“O mobile hoje atende a duas frentes: clientes e equipes de TI dos bancos. Os consumidores, por exemplo, podem fazer suas operações na palma da mão”, diz. “Já a equipe de TI pode acompanhar todas as operações, como o processamento diário de valorização de um fundo, remotamente. No passado, isso exigia computadores e servidores poderosos. Hoje, o mobile está plugado nesses grandes processamentos, o que permite ao TI monitorar a gestão do backoffice em qualquer lugar, por exemplo”, complementa.

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