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Por que programação é matéria básica das escolas

31/12/16 - por Rafael Pinheiro
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Ensino de programação nas escolas incentiva a criatividade dos alunos

Por Rafael Pinheiro, gestor de Oferta do Segmento Educacional da TOTVS

O ensino de programação nas escolas está ganhando adeptos no mundo. Isso porque, ao escrever em uma linguagem de computador, os alunos precisam testar maneiras diferentes de se chegar a um mesmo resultado, estimulando uma das habilidades mais desejadas na contemporaneidade: a criatividade.

Quando falamos de ensino de programação estamos nos referindo a professores e currículos que adotam jogos eletrônicos ou games, plataformas digitais, aplicativos e softwares educacionais para tornar as aulas mais dinâmicas, interativas e atraentes.

Ao oferecer aulas de raciocínio lógico aos alunos, por exemplo, as escolas garantem estudantes mais concentrados e que conseguem identificar estruturas de problemas com mais tranquilidade. Eles também se tornam mais participativos, principalmente quando são incluídas aulas de desenvolvimento de games. Para uma geração que já nasceu colaborativa, a lógica da programação possibilita a experimentação, o descobrir por “acidente”, o que é muito motivador.

Muitas escolas, principalmente na Austrália, nos Estados Unidos, na Inglaterra e na Finlândia têm inovado adotando o ensino de computação para a criação de jogos com o objetivo de os alunos melhorem sua linguagem e forma de se expressar. No Brasil, essa tendência começa a ganhar mais espaço.

Fazer o computador trabalhar em benefício dos jovens é também um dos objetivos de quem está investindo no ensino de programação. É importante que desde o início não se pense apenas no uso dessas ferramentas, mas também na produção por parte dos alunos. Pesquisas mostram que os jovens ficam mais motivados quando enxergam a aplicação prática da teoria de programação, ao invés de apenas ouvir sobre a tecnologia em sala de aula.

Trata-se, por exemplo, de usar softwares e ferramentas digitais para incentivar os alunos a criarem aplicativos ou mesmo plataformas para novos conteúdos. Aqui, podemos falar de resolução de problemas sociais ou de sustentabilidade que envolvam a comunidade em que vivem, ou até para melhor entenderem conteúdos de diversas matérias, como a construção de gráficos e mapas. Ou seja, é possível ensinar programação ou ensinar com programação.

Os softwares de programação disponíveis no mercado brasileiro são verdadeiras plataformas de produtividade e de colaboração para alunos e professores e trazem vantagens como a possibilidade das escolas melhorarem o desempenho e a qualidade do ensino; gerarem aprendizado mais participativo e colaborativo e ajudarem o próprio corpo docente reinventar seu papel nesse processo.

A adoção do ensino de programação e robótica com todas as ferramentas disponíveis no mercado não só atualiza os currículos como também colabora para reduzir custos operacionais das escolas e fidelizar alunos. É possível, assim, engajar, motivar e educar os alunos para estarem prontos para o futuro.

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