Da indústria ao check-out: a importância da gestão eficaz na distribuição dos medicamentos

Equipe TOTVS | Biblioteca | 13 outubro, 2015

Você já se sentiu decepcionado ao ir a uma farmácia porque algum item de sua preferência estava em falta? Quando o consumidor vai ao ponto de venda e não acha o que procura, é tomado por um sentimento de frustração e o varejista não é o único prejudicado com isso. Os distribuidores, bem como os fabricantes desses produtos, são tão ou mais afetados que as drogarias, pois mesmo que o cliente não encontre o item que gostaria, é provável que ainda efetue a compra de um similar no estabelecimento. Pesquisas apontam que mais de 80% das compras são decididas dentro da loja, no próprio ponto de venda.

Esse é um dos grandes desafios enfrentados pela cadeia de suprimentos: garantir que a mercadoria esteja sempre à disposição do consumidor. No caso dos produtos farma, com todas as suas especificidades, as empresas precisam estar bem amparadas e centradas em seus processos para que a tomada de decisão seja cada vez mais precisa. Tudo isso visando a garantir e elevar a competitividade dessa cadeia de distribuição.

A aplicação correta da tecnologia pode ajudar os distribuidores a serem mais conscientes dos riscos que enfrentam, além de servir como uma aliada para a minimização destes fatores. É o caso de um ERP que seja capaz de garantir integração de todas as operações e processos, resultando em eficiência e estabilidade. A importância de um sistema de gerenciamento especialista resulta na gestão segura de cada particularidade desse segmento, que possui exigências e políticas comerciais bastante específicas.

Os fabricantes e distribuidores que têm esse tipo de gestão implantada possuem maior probabilidade de não sofrerem impactos por interrupção na cadeia de suprimentos. Dentre os fatores essenciais para quem trabalha nesse setor, é importante ressaltar a segurança no controle de lote e data de validade – desde o momento que a mercadoria entra na empresa até venda e emissão dos relatórios obrigatórios –, atendimento às melhores práticas de acordo com o órgão regulador (Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa), monitoramento e escrituração de substância controlada e alvará de cliente e fornecedor.

Portanto, se sua empresa fabrica, distribui ou vende medicamentos ao consumidor final e você quer otimizar o seu dia a dia e potencializar sua produtividade, é hora de atentar-se às singularidades desse setor. Optando por aderir a uma ferramenta capaz de automatizar os processos da cadeia, você garante sua competitividade, tendo segurança de que o seu produto não faltará nas prateleiras.

por Luciana Moura
Gestora de Segmento Farma
luciana.moura@pcinformatica.com.br

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