Farmácia hospitalar: tecnologia diminui perdas em hospitais

A farmácia hospitalar é uma unidade de atuação dentro de hospitais que possui como função a garantia do uso seguro e de forma racional de medicamentos, além do atendimento à demanda medicamentosa apresentada por pacientes que estejam internados ou hospitalizados.

Assim, por definição do Programa Regional de Medicamentos Essenciais da Organização Pan‑Americana de Saúde, a farmácia hospitalar também deve compreender a sistematização entre um medicamento chegar até o paciente de forma eficaz, na dosagem correta e dentro do prazo esperado.

Para quem atua na distribuição, conhecer as diretrizes do setor farmacêutico é fundamental. Determinados medicamentos só podem ser comercializados em pontos específicos. Por isso, é importante contar com uma estrutura que possibilite estar sempre atualizado com as normas e diretrizes judiciais.

Quais as funções da farmácia hospitalar?

Se na gestão de hospital você enfrenta problemas como padronização de processos, segurança do paciente, alto custo e glosas sem setores que dialogam entre si, com certeza também enxerga tais falhas no que tange à farmácia.

Para entender como otimizar os processos deste setor, o primeiro passo é compreender seu funcionamento. Abaixo, estão listadas as principais funções:

  • Selecionar medicamentos conforme o perfil assistencial da unidade de saúde, compondo a estrutura da farmácia ambulatorial;
  • Realizar o planejamento e aquisição de remédios e produtos necessários à farmácia clínica e hospitalar, além de armazenar, distribuir e o controlar respectivamente os processos;
  • Atuar na conscientização do uso seguro e prescrito de remédios e do controle estoque farmácia hospitalar;
  • Desenvolver e manipular fórmulas de produtos que atendam necessidades específicas de pacientes;
  • Implementar um sistema para atuar na farmacovigilância, isto é, identificar e prever reações adversas a tratamentos medicamentosos,
  • Realizar atividades preventivas sobre infecção hospitalar, selecionando germicidas, antimicrobianos e saneantes.

Por que investir em uma boa gestão da farmácia hospitalar

A atuação da farmácia hospitalar é complexa, principalmente em ambientes que realizam diversos tipos de tratamentos e possuem um alto volume de entrada e saída de pacientes. A complexidade dessa atuação envolve desde regimes terapêuticos prolongados até intervenções emergenciais.

Dentro dessa atuação, mostra-se a necessidade de um sistema de gestão. Afinal, recursos humanos e financeiros são utilizados com frequência durante o ritmo de assistência. Assim, é possível garantir a qualidade da farmacoterapia com responsabilidade e visando uma política de uso racional dos recursos.

farmácia hospitalar

Como evitar interações medicamentosas

Um dos pontos que mais requer atenção no dia a dia de um hospital é ter controle sobre interações medicamentosas. Em muitos casos, um mesmo paciente é atendido por mais de um médico e enfermeiro.

Assim, o ideal é centralizar as informações. Um ótimo exemplo é a adesão ao
Prontuário Eletrônico, que possibilita o acesso a informações como o quadro clínico e a gravidade do cenário antes de indicar alguma droga.

Como esse processo é contínuo, a equipe da farmácia hospitalar deve conseguir visualizar esses dados a fim de ter controle sobre as ações e até mesmo solicitar recursos ao estoque e setor de compra e vendas.

Eventos adversos: problemas provocados no tratamento

Eventos adversos são situações em que o problema de saúde se torna decorrente do próprio tratamento e não mais por doenças. São exemplos: erros de dosagem, aplicação inadequada de remédios, uso incorreto de equipamentos e infecções do tipo hospitalar.

De acordo com um estudo produzido pela Universidade de Basel, na Suíça, a partir da análise de 25 levantamentos internacionais, os resultados são alarmantes.

Segundo a análise, cerca de 10% dos pacientes enfrentam algum tipo de adversidade durante o período de assistência. Desses casos, pelo menos metade poderia ser evitada.

O que faz um software de gestão hospitalar?

Muitos erros provocados por farmacêutico hospitalar podem ser diminuídos em processos otimizados por meio de módulos de atuação. Embora a metodologia que mensura essas falhas seja digna de ajustes, os números demonstram a necessidade de cuidados.

O ERP para gestão hospitalar da TOTVS, por exemplo, atua nas frentes abaixo:

  • Atendimento;
  • Cadastros;
  • Cuidados com o Paciente;
  • Elaboração de Contas;
  • Estoques;
  • Faturamento 1.0;
  • Opções;
  • Prontuário;
  • Relatórios;
  • Tesouraria;
  • Unidades Diagnóstico,
  • Utilitários.

Já na especificidade da farmácia clínica hospitalar, você pode contar com suporte nas seguintes áreas:

  • Parametrização;
  • Repasse de Honorários Médicos;
  • Agendamento;
  • ImportaSUS;
  • Integração com Controle de Caixa EMS;
  • Integração com BackOffice Protheus;
  • Integração com Datasul EAI;
  • Controle de Documentos;
  • Controle de Glosa;
  • Controle de Visitantes;
  • Painel de Classificação de Risco;
  • Central de Material Esterilizado;
  • Registro de Doenças e Agravos;
  • Agenda Online;
  • Repasse SUS,
  • Painel de Chamadas.

Tendências para o hospital do futuro

A tecnologia tem atuado como aliada ao setor de saúde em prol de um atendimento mais assertivo, menor margem de erros e em prol da humanização do setor. O trabalho vem sendo desenvolvido em duas frentes: infraestrutura e software.

Em termos de equipamentos, itens como tablets, impressoras 3D e 4D são cada vez mais comuns. Em termos de software, modelos integrados com soluções complementares de inteligência artificial, Big Data e atendimento remoto são tendências.

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