Os wearables como suporte da Indústria 4.0

Equipe TOTVS | Biblioteca | Uncategorized | 01 outubro, 2018
Quando queríamos dizer que um profissional estava engajado com as metas da

empresa, que ele se importava em realizar um bom trabalho e estava sempre

crescendo profissionalmente, dizíamos que ele vestia a camisa da empresa.

Com o uso cada vez mais comum dos wearables a expressão acima torna-se uma

realidade mais tangível de ser gerenciada, com a aplicação dos equipamentos vestíveis e um bom roteiro de operações, podemos ter o profissional certo, realizando a tarefa correta e sendo gerenciado.

Equipamentos como: relógios, pulseiras, óculos, crachás e outros equipamentos

inteligentes que virão, ajudarão a empresa a se comunicar de forma mais efetiva com

seus funcionários. Neste novo cenário de comunicação entre as tecnologias vestíveis

com os operadores, também teremos um universo de novos sensores auxiliando nesta

tarefa. Identificadores de posição, temperatura, velocidade e vários outros itens de

controle que irão trazer para este novo mundo altamente conectado informações que

sejam usadas por toda a empresa. Agora literalmente, todos os elementos do processo estarão vestindo a camisa da empresa.

Esta convergência digital entre sistemas, máquinas, sensores e pessoas irá contar de

forma expressiva com os wearables ou até com os insideables, uniformes e

equipamentos ajudarão na execução mais precisa de tarefas e permitirão uma maior

flexibilidade da força de trabalho.

Novas tecnologias como esta poderão ajudar na inserção mais rápida de novos

colaboradores, conhecimentos serão enviados de forma gradativa e quando

necessária, processos, etapas, instruções de trabalho a disposição do funcionário.

Imaginem a seguinte situação. Recebemos um grande pedido e precisamos deslocar

outros funcionários para a área de expedição, para realizar tarefas comuns aos

operadores daquele setor, mas que não são conhecidas pelos outros funcionários,

neste caso os colaboradores receberiam as instruções através de um óculos ligado as

ordens de serviço e aos roteiros de operação, conforme o funcionário executa um

tarefa vista na lente, ele indica que realizou a tarefa através de um apontamento ou o

próprio dispositivo poderia reconhecer a tarefa realizada, fazendo com que a próxima

instrução seja enviada e assim sucessivamente até terminar o processo.

Neste exemplo simples as informações contidas no ERP foram enviadas a um

dispositivo vestível “O óculos” levando o conhecimento necessário a realização de uma tarefa, este mesmo dispositivo poderia ter lido um código de barras ou um qrcode

confirmando o processo e retroalimento o ERP com as etapas cumpridas. Execução,

executor, tempo, assertividade teriam sido levados ao bigdata da empresa para que

indicadores e melhorias pudessem ser identificadas realizadas.

O ERP com seus cadastros e processos torna-se cada vez necessários pois é nele que estão cadastradas as informações a serem enviadas aos dispositivos e é para ele que as informações captadas serão enviadas, estes dados irão para um grande banco de dados para que processos corretivos e preventivos sejam realizados de forma natural pela administração.

No nosso exemplo e em vários outros já existentes temos sistemas, pessoas,

máquinas, dispositivos, sensores, todos os elementos trabalhando juntos em uma

atmosfera cibernética para uma convergência digital cada vez mais próxima da nossa

realidade!

Se você acredita que sua empresa pode ajudar o processo de revolução da indústria

nacional, conte com a TOTVS nesta jornada!

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