COVID – REDUÇÃO DOS DIAS DE AFASTAMENTO

Equipe TOTVS | 14 janeiro, 2022

Não é nenhuma novidade que ainda estamos em período de pandemia provocada pelo vírus do sars-covid (COVID-19) a aproximadamente 2 longos anos, período esse que tivemos que entender, estudar e vacinar a população, e claro entre eles a classe trabalhadora.

O Procedimento adotado quando o profissional possui sintomas é, geralmente a realização de alguns dos exames que possam comprovar a contaminação pelo vírus (teste rápido, auto teste ou PCR) e com o seu resultado positivo, o funcionário acaba se tornando paciente. Por esse motivo ocorre o afastamento e o seu isolamento por no mínimo 10 dias em sua residência, longe do seu ambiente de trabalho, prazo esse que a medicina determina ser o necessário para que o corpo recupere sua saúde e o vírus deixe de ser transmitido a outras pessoas.

No dia 10/01/2022 foi publicado no sítio do GOV.BR uma notícia pelo Ministério da Saúde, determinando um novo prazo para casos leves e moderados de COVID-19. O isolamento a partir de Janeiro de 2022, passa a ser de sete dias, desde que o empregado/paciente não apresente problemas ou sintomas respiratórios e febre por no mínimo vinte e quatro (24) horas sem o uso de remédios antitérmicos (usados para o controle de temperatura corporal).

Em casos no qual o paciente apresentar, no sétimo dia febre ou sintomas respiratórios, deverá permanecer em isolamento até no mínimo o décimo dia como fora antes estabelecido, além é claro de ter que realizar novas testagens.

Tal declaração e decisão foi baseada em novos estudos e procedimentos atualizados pelo guia epidemiológico.

Diante deste novo cenário apresentado, o Ministério da Saúde que até então havia estabelecido o prazo de 14 dias de isolamento, não fez nenhuma alteração em sua Portaria responsável pelas tratativas ao COVID-19. (Atualização essa que acreditamos sair em breve!).

Para as empresas, as novidades se mostram positivas, visto que nos últimos meses houve um grande impacto em seus quadros de funcionários por conta do grande número de infectados e consequentemente afastamentos.

Fonte: Ministério da Saúde

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