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Como funciona o sensoriamento remoto na agricultura?

Equipe TOTVS | GESTÃO AGRÍCOLA | 06 agosto, 2020

O sensoriamento remoto na agricultura tem o objetivo principal de coletar dados de uma superfície terrestre de determinada área. Isso, porém, é feito à distância, sem que seja necessário um contato direto com a região.

Para que o produtor conheça melhor as características presentes em suas culturas, o sensoriamento remoto é uma ferramenta muito importante. Para conhecer melhor essa técnica e entender o funcionamento da tecnologia, continue a leitura deste artigo.

A importância do sensoriamento remoto na agricultura

O sensoriamento remoto na agricultura utiliza instrumentos de alta performance e sensores para obter dados, que são registrados, tratados e analisados. Além das próprias informações geográficas, é possível monitorar desmatamento e verificar fenômenos ocorridos na superfície, histórico de produção na região, etc.

Na agricultura de precisão, é essencial contar com um conjunto de metodologias que ajudem a entender as características da terra, para que a produtividade seja maximizada e os custos reduzidos. Nesse sentido, o principal aliado do produtor rural é a tecnologia.

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Por que utilizar o sensoriamento remoto na agricultura?

Na agricultura 4.0, o sensoriamento remoto permite obter uma análise detalhada sobre cobertura vegetal, tipo de solo, topografia e áreas que sofrem com erosão ou patógenos de solo. Entre os pontos que são possíveis identificar e auxiliam a melhorar a produção, podemos citar: 

  • Estimativa de área plantada;
  • Vigor vegetativo das culturas;
  • Previsão de produção agrícola;
  • Regiões com maior potencial de produção;
  • Determinação de faixas de solo com baixa produtividade;
  • Separação de áreas reservadas para preservação e silvicultura,
  • Apontamento de erros em processos de adubação, irrigação e preparo do solo.

Como funciona o sensoriamento remoto na agricultura?

Agora que você já sabe melhor para que serve o sensoriamento remoto, é hora de entender como ele é aplicado de fato, e quais são as técnicas utilizadas nessa prática.

Ao falarmos sobre como funciona o sensoriamento remoto, é importante saber que a coleta é possibilitada por meio do registro da radiação eletromagnética — conhecida como REM — refletida pelo alvo monitorado, ou seja, a superfície do solo e as plantações.

A obtenção dessas informações só é possível devido ao desenvolvimento de sensores e equipamentos de alto desempenho. O sensoriamento remoto trabalha com sensores que utilizam como princípio básico a geração de dados por meio da detecção da energia eletromagnética refletida por uma superfície. Dessa maneira, podemos classificar dois tipos de sensores remotos: ativos e passivos. 

  • Sensores ativos: não usam o Sol como fonte de radiação, trabalhando com uma fonte de radiação eletromagnética própria, como um canhão de laser, capaz de projetar raios na superfície terrestre e calcular o tempo gasto para a reflexão,
  • Sensores passivos: relacionam-se com informações externas preexistentes, coletando estímulos refletidos, principalmente, pela luz solar. As informações, então, são tratadas por algoritmos e sistemas integrados, que geram imagens e dados valiosos.

Dessa forma, a tecnologia no campo permite acompanhar de perto o desenvolvimento da lavoura e auxilia o gestor a colocar em prática as ações necessárias para o melhor andamento da produção. Entre os índices de monitoramento mais comuns, podemos citar:

  • NDVI: Normalized Difference Vegetation Index, ou Índice de Vegetação da Diferença Normalizada,
  • NDRE: Normalized Difference Red Edge, ou Índice de Vegetação Normalizada de Borda Vermelha.

Técnicas de sensoriamento remoto

O sensoriamento remoto na agricultura pode utilizar os sensores em aviões, helicópteros e satélites, mas o recurso mais aplicado atualmente são os drones — aeronaves não tripuladas e que atuam de forma segura.

Os drones são uma das mais versáteis tecnologias na agricultura, e alguns dos seus maiores diferenciais são sua ampla disponibilidade — diferentemente dos satélites —, operação que independe das condições climáticas, geração de menores custos e fácil controle.

Tecnologia TOTVS na agricultura 4.0

Ao longo deste conteúdo, falamos sobre o que é sensoriamento remoto na agricultura, sua importância, os benefícios trazidos e como as ferramentas tecnológicas são aplicadas durante o processo.

A solução da TOTVS voltada à gestão agrícola faz o sensoriamento remoto, contribuindo para o melhor desenvolvimento da agricultura digital e trazendo um diferencial para a produção, seja ela de pequeno, médio ou grande porte.

A TOTVS é uma empresa que acredita no potencial do Brasil que faz, e é referência em tecnologia e inovação há mais de 30 anos, atendendo clientes em toda a América Latina.

Se você se interessou pelo artigo e quer conhecer outras inovações do segmento, confira agora as aplicações da inteligência artificial na agricultura. Continue acompanhando o nosso blog e assine também a newsletter, para receber novidades diretamente em seu e-mail.

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