Você está por dentro das principais inovações tecnológicas na indústria?

O setor industrial tem tido um ótimo sinal de melhora após a crise que afetou o Brasil a partir de 2014, conseguindo se estabilizar em 2017. Esse dado positivo pode significar uma retomada do seu crescimento, principalmente se adotadas as inovações tecnológicas que compõem o panorama da indústria 4.0 e que prometem moldar as fábricas do futuro.

Essas soluções vêm transformando a maneira de se produzir e comercializar bens, gerando vantagens competitivas para as empresas que as adotam. Algumas ainda aprimoram a linha de produção, reduzindo custos e tornando-a mais eficaz, enquanto simplificam e melhoram a gestão da cadeia produtiva.

Preparamos um guia com exemplos para você sobre as principais inovações da área industrial e sobre como provocam mudanças em nível mundial, além de dados de cenários ligados a elas no Brasil. Continue lendo e descubra quais são!

Automação de chão de fábrica e Indústria 4.0

A automação do chão de fábrica é um processo que já se estende há anos. Contudo, tem ganhado fôlego com a integração de equipamentos e sistemas gerenciais graças à Internet of Things (IoT), ou Internet das Coisas.

Além dela, outras tecnologias, como Cloud Computing, ou Computação em Nuvem, e sistemas ciberfísicos contribuem para a sua ampliação. Falaremos melhor sobre essas soluções adiante.

Vale destacar, porém, que a junção delas e de ferramentas de automação está dentro da revolução chamada Indústria 4.0, que gera as “fábricas inteligentes”. Elas administram processos de maneira descentralizada e autônoma, proporcionando ambientes autoadaptáveis às necessidades dos clientes por itens personalizados.

Essas instalações contam com linhas de produção integradas. Além disso, possibilitam ajustar os produtos às demandas de cada consumidor, de maneira individualizada. Também é possível empregar instrumentos de realidade aumentada para monitorar os seus processos.

No entanto, é preciso mencionar que o Brasil ainda dá os primeiros passos rumo a essa direção, ou seja, há bastante espaço para o desenvolvimento de inovações ligadas à automatização por aqui.

Isso é confirmado pelo Índice de Automação do Mercado Brasileiro 2017 que, em uma escala entre 0 e 1, aponta que a média brasileira se encontra em 0,22. Especificamente na indústria, o resultado é de 0,26 — um pouco melhor, mas ainda há margem para investimentos e otimizações na área.

Entre os benefícios da automação e da era 4.0, também conhecida como quarta revolução industrial, dá para ressaltar a redução de custos operacionais. Aliás, de acordo com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a Indústria 4.0 pode proporcionar, na matriz produtiva nacional, uma economia de R$ 73 bilhões por ano.

Também tem como benefício o aumento da produtividade industrial e a melhora na segurança no chão de fábrica. Isso porque atividades tidas como de alto risco passam a ser executadas por equipamentos.

Internet das Coisas

A Internet das Coisas envolve uma rede em que equipamentos estejam interconectados, via Internet, entre si e com sistemas virtuais. Dessa forma, não apenas eletrônicos, computadores, notebooks e smartphones podem acessar a Web, mas também eletrodomésticos, máquinas industriais, veículos etc. Mais do que isso: conseguem trocar dados entre si.

Graças a esse processo, os sistemas podem ser automatizados de maneira mais eficiente, especialmente com o uso de Inteligência Artificial (IA). Afinal, com os dados obtidos, soluções assim podem gerar aprimoramentos de forma automática, além de corrigir defeitos sem que seja necessária a interferência humana.

Os equipamentos passam a “cooperar” entre si, gerando informações valiosas nesse processo até mesmo em tempo real. Aliás, elas podem ajudar na implantação de uma gestão baseada em dados na linha de produção.

Inclusive, vale destacar um dado importante que reforça o aumento da importância da IoT: de acordo com previsões da Cisco, o tráfego IP (Internet Protocol) — composto por pacotes de dados que se movem na rede por meio desse protocolo gerado entre módulos Máquina a Máquina (M2M) aumentará 49% até 2021.

Aplicações de IoT na indústria

A Internet das Coisas Industrial poderá ser empregada em diferentes frentes dentro do ambiente fabril, como na cadeia de suprimentos — especificamente no transporte logístico. Por exemplo, no monitoramento de tráfego e no gerenciamento da frota. Na entrega, também é possível fomentar uma coleta otimizada de produtos, graças a sensores que indicam onde estão os produtos desejados.

IoT ainda tem como ser aplicada no estoque, promovendo uma gestão inteligente da energia gasta em iluminação ou climatização do espaço (por meio de termostatos compatíveis com a Internet das Coisas). Dessa forma, dá para evitar desperdícios com luzes acesas ou equipamentos ligados quando não há necessidade.

Outro ponto positivo de IoT no estoque é a possibilidade de estruturar reposições automáticas mais precisas. Isso graças aos mesmos sensores citados, postos em prateleiras e estantes de maneira estratégica. Além de apontar onde estão determinadas mercadorias, também indicam quando há falta de produtos ou de insumos para a fabricação de mercadorias.

O aviso emitido, em um caso assim, pode acionar um equipamento responsável pela reposição ou a equipe de compras, para que adquira as matérias primas faltantes. Além disso, os mesmos sensores podem indicar que itens saem pouco do estoque, ajudando a entender os produtos mais e menos vendidos.

Há ainda os sensores implantados em equipamentos, de modo a diagnosticar, identificar ou estimar problemas neles. A troca de dados entre eles e sistemas gerenciais poderá ajudar, ainda, no planejamento do trabalho de manutenção.

IoT aplicada nas máquinas também contribui para o monitoramento do ritmo da produção para entender se está de acordo com o esperado. Além disso, dá para saber se as diversas máquinas do parque fabril estão trabalhando de maneira sincronizada.

Será possível antecipar o horário da equipe encarregada disso, para que ela solucione eventuais falhas nas máquinas antes que elas prejudiquem a produção. Dessa forma, obtém-se uma operação focada na prevenção a falhas, preservando a produtividade da fábrica.

Em uma indústria alimentícia, especialmente de itens congelados, o uso de geladeiras inteligentes, com sensores internos, permite monitorar a temperatura e a conservação dos alimentos. Também é possível checar se há falta de itens e, em caso positivo, acionar a produção para repô-los. Além disso, o próprio sistema poderá comprar insumos com fornecedores de maneira online e automatizada, imputando maior dinamismo à empresa.

Também existem soluções de IoT que empregam dados, algoritmos estatísticos e técnicas de machine learning (aprendizado de máquina) para prever as possibilidades de resultados futuros. Desse modo, aumentando a rentabilidade e fazendo estimativas mais eficientes em relação à cadeia logística.

Cloud Computing

A computação baseada em nuvem utiliza serviços remotos, interligados em rede (Internet), para a administração e o processamento de dados. Nesse modelo, grandes empresas tecnológicas disponibilizam servidores avançados e modernos para que pessoas e outras companhias armazenem sistemas e informações neles. Basicamente, dá para locar espaços nesses equipamentos para salvar bancos de dados, documentos (imagem, vídeo, áudio), softwares, entre outros arquivos.

Compartilhamento de dados

A solução na nuvem possibilita o compartilhamento de grandes volumes de dados entre sede e filiais, indústria e fornecedores, empresa e governo etc. Dessa forma, potencializa a conexão e a comunicação entre esses agentes, bem como o trabalho em equipe entre eles.

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Mobilidade e acessibilidade ampliadas

A computação em nuvem aumenta a mobilidade e a acessibilidade aos dados estratégicos do negócio, pois basta uma conexão à web para consultar informações. Isso significa que é possível conectar-se aos sistemas da indústria de qualquer local do mundo, em qualquer hora, via Web.

Para quem mantém equipes de vendedores externos, que precisam inclusive viajar constantemente, essa vantagem pode melhorar o trabalho gerando diferencial competitivo para o negócio. Isso porque eles conseguem acessar informações da empresa em tempo real, como quantidade de itens em estoque, histórico de relacionamento com um cliente, condições especiais que podem ser oferecidas para firmar um acordo etc. Logo, a probabilidade de realizar um bom atendimento aumenta e, consequentemente, a de fechar um negócio.

Menor necessidade de infraestrutura de TI própria e redução de custos

Outro benefício é que não é necessário manter infraestruturas robustas com servidores para armazenarem os dados da fábrica, o que beneficia uma gestão mais enxuta. Afinal, isso gera economia de esforços e até de custos.

Escalabilidade

A escalabilidade é outro ponto positivo, pois, à medida que a fábrica cresce, geralmente dá para adquirir mais espaço nos servidores da fornecedora da nuvem usada. O movimento pode ser duradouro para companhias em expansão que necessitam armazenar um volume crescente de informações. Também pode ser sazonal, quando há aumento momentâneo nas vendas, na produção de itens e, consequentemente, na geração de dados como em épocas festivas.

O contrário é igualmente válido. Em certos casos, se o negócio diminuir a necessidade de armazenar conteúdo, é possível negociar uma redução nos recursos computacionais alugados com a fornecedora de Cloud Computing. Algumas, por sinal, podem cobrar somente o que é usado.

Em épocas de baixa sazonalidade, isso ajuda a minimizar gastos — o que não ocorre com quem mantém os seus próprios servidores. Afinal, mesmo com espaço ocioso, os servidores precisam ainda de manutenção e de atualizações.

Possibilidade de backups

A indústria também se protege de riscos com perdas de dados ao adotar o armazenamento via Cloud Computing. Se algo ocorrer aos seus servidores, ela poderá ficar sem informações e sistemas importantes. Já na nuvem, há soluções, como de backup, que permitem a restauração de dados e asseguram a integridade deles.

Manufatura aditiva

A primeira impressora 3D foi inventada por Chuck Hull, na década de 80. Graças a ela, um novo conceito/modelo de produção tridimensional surgiu e ganhou destaque: a manufatura aditiva. Ela promete aprimorar a fabricação de mercadorias e reduzir resíduos, além de construir qualquer tipo de objeto.

Nela, produz-se um item físico tendo por base um desenho realizado no computador, por intermédio da adição de camadas. Para isso, utiliza-se um conjunto de sistemas e equipamentos para a impressão em 3D.

Por exemplo, um software de desenho digital que possibilita montar projetos em 3D, como as ferramentas de modelagem do grupo Computer Aided Design” (CAD), ou Desenho Assistido por Computador.

Partindo do projeto desenhado em um desses sistemas CAD, a impressora 3D confeccionará o item físico. Para isso, pode usar vários materiais, como metal, resinas, plástico etc.

A manufatura aditiva se diferencia da “subtrativa” em seu modo de operação. Nela, o item é modelado incluindo-se o material, ou seja, camada por camada. Dessa maneira, reduz-se ou até se elimina o desperdício de matéria-prima, que passa a ser aproveitada de modo mais eficiente.

Já no modelo “subtrativo”, como as utilizadas por máquinas fresadoras, é necessário empregar muito material que é esculpido até se obter o item pretendido. Isso gera resíduos, que precisarão ser descartados.

Esse modelo de manufatura avançada ganhou mais destaque recentemente graças aos avanços tecnológicos que tornaram essa solução mais acessível e menos custosa. Sendo assim, fábricas de diferentes portes poderão implantá-la em suas operações, podendo aproveitar-se de seus benefícios. Entre eles, a produção de itens personalizados com maior eficiência e a diminuição do tempo necessário para lançar novos produtos.

Aliás, de acordo com o 3° relatório anual “State of 3D Printing 2017”, da Sculpteo, a tecnologia de impressão 3D é empregada, principalmente, para aumentar a velocidade no desenvolvimento de produtos — 28% dos casos.

Além disso, 16% a utilizam para ofertar itens personalizados e 13% para elevar a flexibilidade na produção. Quando o assunto é aplicação da impressão 3D, prova de conceito (34%) e prototipagem (23%) aparecem na frente.

Sistemas ciberfísicos

Sistemas ciberfísicos correspondem a robôs que conseguem fazer tanto tarefas operacionais quanto “intelectuais”. Nas indústrias, executam múltiplos processos produtivos, como montagem de produtos complexos e realização de cálculos para otimização de processos. Em análise de dados, conseguem procurar informações e processar um grande volume delas em tempo real, por intermédio e apoio de soluções de Big Data.

É importante destacar que há ênfase nas ligações entre elementos computacionais e físicos nesses sistemas. Aliás, eles contribuem também para as já mencionadas “fábricas inteligentes”, sendo ativos importantes delas.

Jornada digital

A jornada digital (também conhecida como transformação digital) é um fenômeno de virtualização de fluxos de trabalho empresariais, que torna as organizações mais eficientes, conectadas e automatizadas. Nela, atividades físicas passam a ser realizadas de modo digital, de modo que operações e rotinas migram para o meio online.

Muitas empresas já foram impactadas por esse movimento. Por exemplo, as videolocadoras que deram espaço para plataformas de streaming de vídeo. Nesse caso, um modelo inteiro de negócio passou do físico para o digital.

É interessante destacar outra tendência relacionada a essa no ambiente industrial: os gêmeos digitais. Esse conceito se refere a “cópias” virtuais de itens físicos dentro do ambiente fabril, como componentes da indústria e da própria mercadoria final.

Em certos casos, para a fabricação de produtos, o projeto de engenharia de produção tem por base uma maquete digital da indústria com os seus equipamentos e robôs. Dessa maneira, dá para simular o processo de fabricação antes da montagem dos produtos, assim, garantindo máxima otimização dos elementos que serão empregados para a confecção do volume de bens esperado.

Por meio de maquetes digitais da produção, é possível simular alterações na produção para estimar como seriam os resultados no mundo físico. Sistemas de simulação conseguem apontar alterações para uma boa modelagem de processos, diminuindo custos de produção.

É possível monitorar indicadores de desempenho de várias áreas, como de produção, de manutenção e de qualidade. Eles são acompanhados para avaliações e melhorias dos produtos finais, com vistas a entregar itens de qualidade aos clientes.

Em suma, os gêmeos digitais são alimentados por informações com base em atividades reais, de modo a simular condições de desempenho e recursos de suas versões físicas. Quando feito antes de qualquer item ser fabricado, é possível reduzir desperdícios e otimizar a produção, a fim de acelerar o desenvolvimento de um produto de qualidade que possa ser lançado rapidamente no mercado.

Tecnologia para adequação de regras

Muitos sistemas são criados para facilitar às empresas se ajustarem a leis, normas, padrões de excelência etc. Adotar essas soluções pode ajudar a indústria a evitar problemas com a fiscalização, além de ficar em conformidade (compliance) com a legislação e com as boas práticas de seu mercado.

Para ilustrar melhor, vejamos o caso do Sistema Público de Escrituração Digital, conhecido como Sped Fiscal, e da certificação ISO 9001:2015.

Sped e Sped Fiscal

O projeto Sped foi instituído em 2007. Ele colabora no gerenciamento tributário de um negócio, pois unifica atividades de validação, autenticação e recepção de arquivos (livros e documentos) que compõem a escrituração fiscal e contábil de uma empresa, por via computadorizada. Também ajuda no armazenamento desses itens.

O Sped simplificou os processos da área e tornou mais fácil a implantação e adaptação de sistemas gerenciais a eles. Além disso, estabeleceu premissas, necessidade de utilização de assinatura digital com certificação digital (padrão ICP-Brasil), em transações. Isso para empresários, contabilistas e sociedade empresarial. Ainda definiu:

  • que o envio/entrega do documento fiscal eletrônico deve ser via Internet — de modo online em condições normais ou off-line, em situação de contingência;
  • ênfase no fato de o contribuinte ser o responsável legal pela guarda/manutenção dos arquivos virtuais que terão as escriturações;
  • identificar dispositivos legais, na esfera comercial e na fiscal, para fornecer suporte jurídico às escriturações fiscal e contábil digitais, incluindo para a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e).

O Sped possibilita modernização, padronização e transmissão de informações fiscais da empresa às administrações tributárias governamentais, envolvendo agentes dos níveis municipal, estadual e federal de maneira unificada. Ele ainda integra diferentes subprojetos, como:

  • NF-e;
  • Escrituração Fiscal Digital (EFD). Também chamado de Sped Fiscal, o EFD é um arquivo digital, constituindo-se de um grupo com escriturações de documentos fiscais e de outras informações de interesse de diferentes órgãos do fisco. Também inclui registros de apuração de impostos relacionadas às prestações e operações praticadas pelo contribuinte;
  • Escrituração Contábil Digital (ECD);
  • Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e);
  • Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e), entre outros.

Por meio do Sped, uma série de registros podem ser automatizados, proporcionando economia de tempo e de recursos. Sem falar na maior coerência entre as informações enviadas, o que reduz erros e retrabalho com correções.

Para simplificar o uso desse sistema e adequar a empresa a ele, muitas empresas de tecnologia têm desenvolvido soluções de gestão fiscal adaptadas às suas exigências. Além de integrar-se ao Sped, elas ainda fornecem métricas, análises de movimentações, demonstrativos etc. com base nas informações relacionadas a ele.

ISO 9001:2015

A ISO 9001:2015 é uma norma de sistema de gestão da qualidade (SGQ) com reconhecimento internacional. Ela é empregada por empresas que têm o intuito de comprovar a sua capacidade de fornecer serviços/produtos que satisfaçam as demandas de seus consumidores, além de requisitos legais e regulatórios. Isso com foco no aumento da satisfação do cliente, que ocorre por intermédio de avaliação de conformidade e otimizações de processos.

Obter a certificação ISO 9001:2015 pode ser vantajoso para qualquer indústria que deseje transmitir, ao seu público e ao mercado, a sua excelência em questões ligadas à qualidade de seus produtos. Para consegui-la, é preciso, por exemplo, manter uma avaliação de riscos e oportunidades. Entre os seus benefícios, temos:

  • adequação e confirmação de práticas aceitas internacionalmente, sendo reconhecidas para o gerenciamento da qualidade;
  • alinhamento aprimorado entre o sistema de gestão e os propósitos mais importantes da indústria, relacionados aos seus negócios;
  • utilização de linguagem comum/padronizada para atuar com fornecedores e clientes em todo o mundo.

Para conseguir essa certificação ISO, é importante adotar um sistema de gestão da qualidade desenvolvido e atualizado conforme os seus princípios.

ERP como facilitador de processos

Um sistema Enterprise Resource Planning (ERP) ajuda a aprimorar a gestão de fluxos de trabalho e de recursos da indústria, fornecendo informações detalhadas de procedimentos básicos e específicos do seu segmento. Ele também gera dados de performance que colaboram na mensuração das condições de uma fábrica, contribuindo para a resolução de ineficiências e para a busca de melhorias.

Além disso, essa ferramenta pode atuar como um facilitador de processos, como os relacionados às tecnologias mencionadas acima. Por exemplo, um ERP que pode ser integrado a soluções de IA e de IoT, otimizando a gestão dessas ferramentas na indústria.

Também pode ser unido a uma solução Business Process Management (BPM), que permite modelar e automatizar processos, além de pôr em prática workflows de modo a expandir a produtividade da indústria.

O ERP acaba tendo um papel mais voltado à gestão, ajudando a gerenciar os efeitos de muitas das mudanças e inovações tecnológicas destacadas neste guia. Portanto, é uma tecnologia que tende a manter a sua relevância, podendo até ampliá-la, em um mercado cada vez mais tecnológico.

Algumas inovações tecnológicas na indústria geraram revoluções, como a máquina a vapor na 1°, a energia elétrica e os motores movidos a combustíveis fósseis na 2° e a eletrônica e os sistemas computadorizados na 3°. Atualmente, as soluções citadas neste guia tendem a causar novos impactos na forma como o mercado funciona, estabelecendo os pilares da revolução 4.0. Portanto, é indicado acompanhá-las para que a sua fábrica não fique para trás.

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