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Kubernetes: O que é e quais suas vantagens?

Equipe TOTVS | DEVELOPERS | 26 Maio, 2020

Para fazer o uso de containers sem que eles se multipliquem em alta velocidade, uma solução é o uso do Kubernetes. Isso porque a ferramenta oferece orquestração e gerenciamento que são necessários para implantar containers em escala para grandes cargas de trabalho.

Entenda mais sobre o que é Kubernetes e quais as principais vantagens em utilizar essa ferramenta.

O que é e como funciona o Kubernetes?

Antes de entender mais sobre Kubernetes, é importante saber saber o que são containers Linux e sua função. Ele pode ser definido como um conjunto de um ou mais processos organizados isoladamente do sistema.

Podem ser portáteis e consistentes durante toda a migração entre o ambiente de desenvolvimento, o de testes e a produção. É importante saber que o container é diferente do processo de virtualização, que envolve a criação de uma versão virtual de alguma coisa.

Entendido isso, podemos dizer que o Kubernetes é uma plataforma open source (com código aberto) que faz a automatização das operações dos containers Linux. Com isso, é possível eliminar a maior parte dos processos manuais para implementar e escalar as aplicações em containers. Essa plataforma é ideal para hospedar aplicações nativas em nuvem.

Essa ferramenta permite que tanto elementos físicos quanto virtuais se comuniquem de maneira clara e transparente. Portanto, cada um desses grupos de elementos físicos e virtuais é chamado de cluster.

Os clusters podem se comunicar por meio de uma rede desenvolvida pela ferramenta para essa finalidade. Veja os mecanismos que fazem parte do Kubernetes:

  • Master: se trata do centro de tudo. É onde roda a API e os componentes mais essenciais que gerenciam o cluster que executa os containers;
  • Nodes: são máquinas virtuais ou físicas que capturam instruções da Master e depois processam o acesso às aplicações;
  • Pod: os pods são a menor unidade dessa ferramenta e é onde rodam os containers;
  • Deployments: auxiliam no controle e na organização do deploy dos Pods. Podem conter informações sobre o ambiente, mapeamento de volumes e tags;
  • Services: é onde os Pods executados são organizados a partir de tags;
  • Kubelet: é um serviço executado nos nods que faz a leitura dos manifestos do container, além de garantir que eles foram iniciados e estão em execução,
  • Kubectl: se trata da ferramenta de configuração da linha de comando do Kubernetes.

Organização do Kubernetes

Os componentes de um cluster geralmente assumem uma de duas funções possíveis: podem ser o master ou o node. Já os componentes que assumem a função de server, são incubidos de estabelecer a comunicação com outros clusters.

Por outro lado, os componentes node realizam os trabalhos designados pelas aplicações que são executadas neles. O Kubernetes Linux faz o gerenciamento dos elementos node por meio de containers.

O master repassa as instruções a serem executadas aos node dentro de cada cluster. Os nodes podem criar e eliminar containers para atender a essas instruções. Esses processos de criação e eliminação ficam parametrizados por regras de escalabilidade.

Já um Pod é uma unidade de trabalho do Kubernetes constituída por containers que trabalham dentro do mesmo node. Inclusive, chegam a compartilhar recursos entre si. Temos também os volumes, que são basicamente containers para persistência de informações de maneira transiente ou definitiva.

Por que implementar o Kubernetes?

O Kubernetes não é apenas um orquestrador, é também um mecanismo capaz de facilitar o desenvolvimento e a estabilização da aplicação. Veja os principais benefícios dessa tecnologia:

Modernização

É essencial que uma empresa modernize seu gerenciamento de redes e opte por ferramentas que promovam a inovação. Portanto, é preciso integrar sistemas existentes de forma ágil e deixar de utilizar soluções de forma rápida, também. O Kubernetes ajuda a acelerar a redução da carga operacional, que pode ser um gargalo em muitas companhias.

Experiência do usuário

Para evitar que um erro afete outras funcionalidades, essa ferramenta maximiza o isolamento de funcionalidades e reduz o espectro de impacto quando algo dá errado. Também reduz o tempo de recuperação, portanto, torna a experiência do usuário muito melhor.

Linguagem

Outra vantagem que vale a pena ser destacada é que essa solução não fornece e nem exige idioma ou linguagem específica para fazer a configuração dos sistemas. Desse modo, há mais flexibilidade no uso da ferramenta.

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