Personalização de ERP: 8 coisas que você provavelmente não sabia

A personalização de ERP ainda é um assunto que gera muitas dúvidas em gestores que estão considerando adotar esse tipo de solução. Nem todo mundo sabe o que pode ser ajustado no software e como ele pode ser formatado para atender com exatidão às demandas de uma empresa.

ERP é uma sigla para Enterprise Resource Planning, uma categoria de software que integra dados sobre todos os processos em uma empresa, automatiza tarefas e potencializa a visão e a performance da gestão.

Para esclarecer 8 pontos importantes sobre essa ferramenta, conversamos com quem entende muito do assunto: Marcelo Nuzzi, gestor de serviços do segmento de manufatura da TOTVS e especialista no Protheus. Confira!

1. Tudo em um ERP pode ser personalizado

A proposta de um ERP muitas vezes pode soar ambiciosa: uma única ferramenta centralizando todo tipo de processo de uma empresa de forma integrada e eficaz. Mas isso é possível justamente porque o ERP é um tipo de software naturalmente flexível, que pode ser personalizado para atender às demandas específicas de cada tipo de negócio.

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“Tudo que o cliente desejar pode ser personalizado no Protheus. A ferramenta é extremamente flexível e feita para se adequar aos processos de todo tipo de negócio”, destaca Marcelo Nuzzi, com vasta experiência no ERP da TOTVS para o setor de manufatura.

2. A personalização de ERP começa na escolha dos módulos

Quando se fala em personalização de ERP, a primeira coisa que vem a cabeça é a personalização detalhada e os ajustes no software para que se encaixe perfeitamente nos processos da empresa.

Mas, na verdade, a personalização vai muito além disso e já começa na hora em que o cliente escolhe os módulos que serão utilizados pela empresa. Quem contrata um ERP não é obrigado a adotar todas as opções disponíveis e pode escolher apenas as funcionalidades que serão úteis para as suas atividades.

“Com o Protheus, você pode escolher não só os módulos que vai adotar como também o modelo de licenciamento, que pode ser, por exemplo, o SaaS, que é bem flexível e escalável”, considera Nuzzi.

3. É muito comum clientes utilizarem o Protheus padrão

É fato que um ERP pode ser personalizado de infinitas maneiras, mas nem sempre a personalização aprofundada, que envolve modificações drásticas no código e nas funcionalidades do software, é necessária.

“Muitos clientes utilizam o Protheus 100% padrão, sem nenhuma modificação no software. Isso acontece porque ele foi moldado utilizando as melhores práticas do mercado, que já são adotadas por muitas empresas”, avalia Marcelo.

Nesse caso, o usuário apenas personaliza o modelo da licença, os módulos adotados e as configurações básicas do ERP, o que agiliza e simplifica o processo de implantação da ferramenta e de suporte, que lidará com um produto sem modificações.

4. Não é permitido criar funcionalidades para descumprir a lei

Quando se diz que o Protheus pode ser personalizado para todo tipo de funcionalidade específica, existe apenas uma exceção importante: a TOTVS não realiza nenhum tipo de modificação no software que tenha a intenção de descumprir a lei brasileira, ou de qualquer outro país em que o cliente opere.

Seja por desconhecimento da legislação ou por má-fé, pode acontecer do processo de uma empresa não cumprir com as normas que regem a sua atividade, como regras trabalhistas, ambientais e fiscais.

Um dos propósitos do ERP é ajudar a empresa a cumprir com as suas responsabilidades perante a sociedade. Portanto, nenhum fornecedor sério desse tipo de software aceitará realizar mudanças que estejam contra a lei.

5. Compras e gestão de estoque são os módulos mais usados

Existem múltiplos módulos para um ERP, mas alguns deles são bem populares e estão entre as escolhas favoritas de empresas de quase qualquer setor. Entre eles, o maior destaque é o módulo de compras, que conta com funcionalidades importantes para praticamente todo tipo de negócio, já que sempre é preciso organizar bem os fornecedores e suprimentos da empresa.

Em seguida, o módulo de gestão de estoques também está entre os mais utilizados, pois simplifica uma responsabilidade que é muito complexa e requer atenção máxima em vários detalhes, especialmente na manufatura.

Outros módulos que boa parte dos clientes aderem são: faturamento, financeiro, livros fiscais, PCP e folha de pagamento.

6. A empresa só paga pelo que utiliza no ERP

Contratar um ERP não é o mesmo que pagar por um pacote fechado. É possível personalizar o software completamente, desde a escolha dos módulos até a implantação de novas funcionalidades para processos específicos ou sistemas legados de uma empresa.

Por essa razão, o custo dessa tecnologia também é bem variável: paga-se pelo que é utilizado. Portanto, se uma empresa consegue solucionar as suas demandas com relativamente poucos módulos, ela pagará menos que um negócio maior com uma necessidade mais ampla.

7. Um bom ERP se adapta a empresas de todos os tamanhos

Por ser uma ferramenta muito poderosa, o ERP pode até parecer inalcançável para quem tem uma empresa pequena. Mas isso não é verdade: o software pode atender a demandas de negócios de qualquer tamanho, já que é flexível e escalável.

“O Protheus se adapta a empresas de qualquer tamanho: P, M, G e GG”, brinca Nuzzi. “Ele é flexível e capaz de acomodar as demandas de qualquer um”, completa.

Em pequenos negócios, é natural que o custo da contratação seja bem menor do que o de uma grande multinacional, já que as necessidades dos dois modelos são bem diferentes.

Mas a tecnologia não é uma exclusividade de quem tem porte avantajado: o mesmo tipo de solução adotado em uma corporação pode ser utilizado em uma microempresa, apenas com uma escala diferente.

8. O sistema é sempre atualizado para acompanhar a legislação

A tecnologia evolui com muita velocidade. Esse é um dos medos de quem vai investir em soluções do tipo: pagar por algo que será obsoleto em pouco tempo. Mas esse é um risco que não ameaça os usuários do Protheus.

O sistema é atualizado regularmente com novas funcionalidades, ajustes técnicos e inclusive mudanças na legislação que possam impactar a sua operação. “O Protheus tem total aderência com a legislação brasileira e temos um time que é encarregado de cuidar dessas mudanças”, descreve Marcelo.

Quem adota o modelo on-premises, com instalação local, pode baixar as atualizações sempre que necessário, enquanto os clientes que utilizam o produto no modelo SaaS escolhem quando atualizarão os seus sistemas.

Portanto, o risco de ficar obsoleto é nulo aqui. Muitos clientes utilizam o Protheus há quase duas décadas e continuam servidos por um sistema atual, moderno e inovador.

Agora que você já sabe mais sobre a importância e a facilidade de realizar a personalização de ERP, que tal aproveitar para entrar em contato com a TOTVS e conhecer o sistema feito sob medida para a sua empresa?

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