Biocombustíveis: como são feitos, exemplos e mais!

Equipe TOTVS | 22 novembro, 2022

Em muitas empresas do setor logístico, o uso de biocombustíveis como alternativa aos combustíveis fósseis não é nenhuma novidade. Além de serem uma opção de melhor custo-benefício, eles também possuem um impacto positivo sobre o meio ambiente.

Esse tipo de fonte de energia tem origem em diversas matérias-primas de produtos agrícolas e vegetais, como milho, mamona e cana-de-açúcar.

O impacto econômico gerado pelo desenvolvimento de biocombustíveis é um tema bastante interessante para quem atua no setor de transportes e logística. 

Afinal, é sempre importante ficar de olho nas novidades tecnológicas que surgem para melhorar a produtividade e desempenho das entregas, o que inclui também o bom uso de combustíveis.

Para saber mais sobre como os biocombustíveis são produzidos, além de conhecer alguns exemplos, siga a leitura!

O que são biocombustíveis?

Biocombustíveis são um tipo de combustível produzido por meio de materiais vegetais renováveis e resíduos orgânicos.

O tipo de biocombustível mais comum é o etanol, que é feito de milho, cana-de-açúcar ou outros materiais vegetais.

Ele pode ser usado como combustível por carros e caminhões, e também é frequentemente adicionado à gasolina para ajudar a reduzir as emissões de gases poluentes.

O biodiesel, por sua vez, é outro tipo de biocombustível. Ele é feito de óleo de cozinha reciclado, gordura animal ou outros produtos residuais.

Esse biocombustível pode ser usado no lugar do diesel em muitos motores, e “queima mais limpo” do que o diesel tradicional.

Os biocombustíveis oferecem uma série de benefícios potenciais sobre os combustíveis fósseis, incluindo a redução das emissões e uma menor pegada ambiental.

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Um pouco sobre a história dos biocombustíveis

A história dos biocombustíveis pode ser traçada desde os primeiros tempos do automóvel. No dia 10 de agosto de 1893, Rudolf Diesel projetou um motor que funcionava com óleo de amendoim, e seu motor se tornou o protótipo dos motores diesel modernos.

Nos anos seguintes, vários óleos vegetais diferentes foram usados como combustível para carros e caminhões, mas o desenvolvimento de combustíveis à base de petróleo acabou levando à sua ampla utilização.

No século 21, o planeta passa por uma crise climática e necessita da adoção ampla de alternativas aos combustíveis fósseis. Por isso, a demanda por biocombustíveis está cada vez maior.

Qual a importância dos biocombustíveis?

Nos últimos anos, os biocombustíveis têm se tornado uma fonte de energia cada vez mais importante, pois, ao contrário dos combustíveis fósseis, que são recursos finitos que liberam carbono, um dos gases responsáveis pelo efeito estufa na atmosfera, os biocombustíveis são renováveis e relativamente amigáveis ao meio ambiente.

É bem simples: enquanto os combustíveis fósseis retiram carbono de baixo da terra e liberam-no na atmosfera, os biocombustíveis utilizam-se de plantas, que fazem parte da tarefa de captura de carbono, uma das medidas mais efetivas para combater às mudanças climáticas.

Mas, além de serem renováveis, os biocombustíveis também têm uma série de outras vantagens.

Eles são menos caros que os combustíveis fósseis e podem ser utilizados na infraestrutura existente com modificações mínimas.

Além disso, os biocombustíveis produzem menos emissões do que a gasolina ou o diesel, tornando-os uma opção atrativa para reduzir o impacto ambiental.

Por este motivo, na medida em que o mundo procura maneiras de reduzir sua dependência dos combustíveis fósseis, é provável que os biocombustíveis desempenhem um papel cada vez mais importante.

Exemplos de biocombustíveis

Confira, a seguir, os principais exemplos de biocombustíveis:

  • Biodiesel: é o biocombustível mais produzido no Brasil e é feito por meio de óleos vegetais. Ele pode substituir o óleo diesel utilizado em automóveis, tratores, caminhões e, até mesmo, geradores de energia elétrica;
  • Biogás: é uma mistura de gases obtidos por meio da decomposição de matéria orgânica e pode ser obtida em aterros sanitários, pântanos e internos de animais. Trata-se de uma alternativa excelente para adereçar o problema da destinação do lixo das cidades;
  • Bioetanol: é feio pela extração do etanol em plantas como cana-de-açúcar, milho e celulose;
  • Biometanol: é produzido a partir da biomassa de eucalipto, podendo ser muito utilizado na indústria, na produção de plástico. Entretanto, é bastante inflamável, o que pode torná-lo perigoso para certos usos;
  • Óleo vegetal puro: é produzido ao se retirar a gordura de plantas oleaginosas e, apesar de ainda possuir um alto custo, tem grande potencial de crescimento para o futuro.

Biocombustíveis classificados conforme sua matéria-prima

Os biocombustíveis podem ser classificados de acordo com a matéria-prima em quatro gerações. Entenda:

1ª geração – vegetais

A primeira geração de biocombustíveis é composta por etanol, biodiesel e biogás, que são  feitos usando como matéria-prima diversos tipos de vegetais.

Eles já são produzidos em larga escala e alcançam ótimos índices de descarbonização, pois possuem uma baixa pegada de carbono quando comparados às suas alternativas fósseis.

O etanol de cana-de-açúcar, por exemplo, ajuda a reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 80%, quando comparado à gasolina.

2ª geração – vegetais não comestíveis

A segunda geração contempla alternativas como o etanol celulósico, que é feito a partir de vegetais não comestíveis, árvores, algumas espécies de plantas e até mesmo resíduos agrícolas e industriais.

Em alguns casos, podem ser utilizadas enzimas e microorganismos para auxiliar na quebra da celulose e lignina, facilitando a obtenção dos açúcares contidos na biomassa.

Os biocombustíveis de segunda geração tem um potencial de reduzir em até 90% a emissão de gases carbônicos na atmosfera.

3ª geração – vegetais de rápido crescimento (microalgas)

Os biocombustíveis de terceira geração são aqueles que conseguem prover a intervenção direta na produção de biomassa no campo da genômica.

Para isso, é preciso fazer um projeto prévio das colheitas destinadas à energia, utilizando técnicas eficientes para a procriação rápida.

A ideia é gerar plantas que possuem propriedades mais apropriadas para converter produtos em bioprodutos ao mesmo tempo em que se otimiza a captura de carbono.

4ª geração – árvores geneticamente modificadas

O foco da quarta geração de biocombustíveis é a retirada de gás carbônico da atmosfera, sendo que a captura acontece por meio da criação de plantas geneticamente modificadas para obter e reter mais gases do efeito estufa em seus troncos, galhos e folhas.

A biomassa, nesse caso, é transformada em combustível e gases, então, além de renovável, a quarta geração é classificada como carbono-negativa. Ou seja, ela promove o processo de retirada do CO2 da atmosfera, revertendo as causas das mudanças climáticas.

Como é feito o biocombustível?

Como vimos, os biocombustíveis são feitos a partir da transformação de matéria orgânica em diferentes tipos de óleos vegetais, gorduras e gases que podem ser utilizados no lugar da gasolina, diesel e de outros combustíveis fósseis.

Por esse motivo, o biocombustível é considerado uma fonte de energia renovável e com baixos índices de poluição.

Como os biocombustíveis podem ser utilizados?

Os biocombustíveis podem ser utilizados como substitutos dos combustíveis fósseis tradicionais, sendo necessárias somente pequenas adaptações nos motores dos automóveis e outros veículos que já circulam com combustíveis fósseis.

Ou seja, carros, motos, ônibus, caminhões, tratores e quaisquer outros veículos movidos a motor podem ser adaptados para consumir biocombustível.

Quais são as vantagens e as desvantagens do uso de biocombustíveis?

Confira a seguir as vantagens e as desvantagens da utilização de biocombustíveis:

Vantagens

A principal vantagem do biocombustível é que ele é uma fonte renovável de energia e, portanto, menos danosa ao meio ambiente e ajuda a reduzir os impactos humanos nas mudanças climáticas.

Dentre as outras vantagens, podemos citar:

  • Maior diversificação de fontes de energia, diminuindo a dependência de um tipo específico;
  • Diminuição da emissão de gases poluentes na atmosfera, retardando os efeitos do impacto humano nas mudanças climáticas;
  • Grande variedade de matérias-primas vegetais;
  • É relativamente mais barato do que os combustíveis fósseis tradicionais.

Desvantagens

Entretanto, apesar de serem fontes de energia renovável e serem menos poluentes, os biocombustíveis também podem gerar impactos no meio ambiente, especialmente se o cultivo intensivo em larga escala não for bem planejado pelos órgãos governamentais.

Nesses casos, pode haver um aumento dos índices de desmatamento em áreas ilegais, avanço da monocultura (o que pode causar impacto na produção de alimentos) e impactos ambientais no solo, ar e água, frutos das plantações.

Esses efeitos, contudo, só ocorrem se a produção de biocombustíveis não for bem regulamentada e planejada. Mas, ainda assim, tem um impacto muito menor sobre as mudanças climáticas do que a retirada de carbono de baixo da terra, já que os biocombustíveis, ao contrário dos combustíveis fósseis, podem agir como métodos de sequestro de carbono.

As respostas para as principais dúvidas sobre o tema

Confira a seguir uma lista de perguntas frequentes sobre biocombustíveis e as respostas para elas!

Qual a diferença entre biocombustíveis e combustíveis fósseis?

A principal diferença é que os combustíveis fósseis são gerados a partir de substâncias caracterizadas como não renováveis, como petróleo, gás natural e carvão mineral. 

Essas fontes de energia são resultado de um longo processo de decomposição, que leva milhares de anos para gerar esse tipo de matéria-prima.

Por conta da limitação dos recursos de extração, o custo também é mais elevado.

Além disso, elas possuem maior impacto sobre o meio ambiente, já que apresentam maior capacidade de poluição e emissão de carbono.

Os biocombustíveis, por outro lado, são originados de matéria orgânica. Ou seja, são produzidos de fontes renováveis e são menos poluentes.

Biocombustíveis são renováveis?

Sim, os biocombustíveis são fabricados a partir de fontes renováveis e que podem substituir, de maneira parcial ou total, os combustíveis fósseis oriundos de petróleo ou do gás natural, por exemplo, que são de fontes esgotáveis e mais poluentes.

O que faz um técnico em biocombustíveis?

Um técnico em biocombustíveis é responsável por monitorar os diversos processos que fazem parte da produção de biocombustíveis (sólidos, líquidos e gasosos), além de acompanhar e supervisionar a aquisição de matérias-primas para fabricação, comercialização e distribuição para controle de qualidade.

Também é uma parte importante do trabalho conhecer os processos de resíduos agropecuários e oportunidades de transformação de determinadas matérias-primas em biocombustíveis.

Quais os biocombustíveis mais utilizados no Brasil?

Os biocombustíveis mais utilizados no Brasil são o etanol e o biodiesel.

Quais são os maiores produtores mundiais de biocombustíveis?

De acordo com dados do Statista, os maiores produtores de biodiesel no mundo são os Estados Unidos, o Brasil e a China.

Quais são as principais tendências e progressos envolvendo esse tipo de combustível?

Um estudo da Scientific Reports sugere um futuro promissor para o biocombustível, especialmente no que diz respeito aos custos de produção.

Em outras palavras, a produção desse tipo de combustível tende a se tornar cada vez mais barata com o passar dos anos.

Isso porque moléculas auxiliares importantes no processo de criação de biocombustíveis, o dinucleotídeo adenina nicotinamida (NADH) e seu derivado (NADPH), têm um custo de produção muito alto, o que encarece a alternativa.

Contudo, recentemente descobriu-se uma forma mais barata e simples de produzir essas moléculas: em laboratórios, a partir de um eletrodo de níquel e cobre.

Esse é um grande passo na busca para tornar os biocombustíveis mais acessíveis e uma alternativa significativamente mais barata do que os concorrentes fósseis.

Outro estudo da Virginia Polytechnic and State University descobriu um método novo para separar os resíduos de cerveja em proteínas para alimentos e fibras para biocombustíveis.

Essa é uma forma de reduzir os desperdícios da indústria cervejeira, aproveitando os restos de um processo para produzir combustível renovável.

Para isso, os cientistas utilizaram uma espécie de bactéria Bacillus licheniformis para converter os açúcares em 2-butanol, um tipo de combustível que pode ser utilizado para diversos fins.

Os pesquisadores esperam encontrar mais enzimas e produtos químicos verdes adequados para tornar esse e outros processos ainda mais eficientes e sustentáveis, visando à adoção em escala e de maneira acessível.

Por fim, outro estudo realizado na Califórnia sugere que é possível utilizar o nosso oceano aberto para cultivar algas capazes de produzir biocombustíveis com uma baixa pegada de carbono, utilizando o próprio meio ambiente para mover nossos motores.

Os cientistas afirmam que essa seria — por dois motivos — uma opção muito mais atraente do que as plantações usuais de cana-de-açúcar, beterraba, milho e soja.

O primeiro é que, ao focar as safras de biocombustíveis nos oceanos, evita-se a competição por lotes de terras agrícolas e diminui-se a necessidade de uso de fertilizantes artificiais.

Em segundo lugar, a agricultura no oceano não representa uma ameaça tão grande aos habitats importantes, nem à biodiversidade que temos em terra, como a forma tradicional.

No entanto, os mesmos pesquisadores ressaltam que mais estudos ainda precisam ser feitos para confirmar a viabilidade em escala dessas hipóteses.

Além do uso de biocombustíveis, como reduzir os custos com o transporte em sua frota?

Existem várias formas de reduzir os custos de transporte na sua frota, seja optando por alternativas mais baratas de combustível ou apostando em soluções tecnológicas que otimizem a sua operação.

Alguns dos métodos mais eficazes incluem melhorar o planejamento de rotas, negociar com os fornecedores e investir em veículos eficientes no consumo de combustível.

Ao adotar uma abordagem estratégica para redução de custos, os gerentes de frota podem manter seus negócios funcionando sem problemas e com eficiência.

Um dos aspectos mais importantes para reduzir os custos de transporte é o planejamento de rotas e a roteirização.

Ao mapear cuidadosamente as rotas e considerar os padrões de tráfego, os gerentes de frota podem minimizar a quantidade de tempo e combustível desperdiçado em viagens improdutivas.

Além disso, um software de planejamento de rotas pode ajudar a otimizar automaticamente as rotas com base em dados em tempo real, reduzindo ainda mais o tempo e o combustível desperdiçados.

O TOTVS Planejamento de Rotas, por exemplo, ajuda você não só a criar rotas que gastam menos combustível, como também a organizar o fluxo de entregas para reduzir a ociosidade dos veículos, ou seja, evitar que eles trafeguem sem nenhuma carga.

Outra estratégia-chave para reduzir os custos de transporte é negociar com os fornecedores.

Ao trabalhar com fornecedores para negociar descontos ou desenvolver contratos de longo prazo, os gerentes de frota podem economizar quantias significativas de dinheiro em despesas de transporte.

Portanto, tente fazer parcerias e conseguir descontos especiais com os postos de combustível que a sua empresa mais utiliza no dia a dia, além de parcerias com oficinas mecânicas para conseguir fazer manutenções por um preço mais acessível e competitivo.

Finalmente, investir em veículos eficientes em termos de combustível também pode ajudar a reduzir os custos de transporte.

Ao selecionar veículos que consomem menos combustível, as frotas podem reduzir seus custos operacionais, ao mesmo tempo em que ajudam a proteger o meio ambiente.

Ao implementar estas estratégias de redução de custos, os gerentes de frota podem manter seus negócios funcionando de forma eficiente e lucrativa.

Os custos de transporte são uma parte importante para fazer negócios. Mas, ao adotar uma abordagem estratégica de gestão de custos, eles podem ser mantidos sob controle.

Outro software que pode ajudar você nessa árdua tarefa é um ERP de gestão, pois ele automatiza diversos processos administrativos e financeiros.

Ao planejar cuidadosamente as rotas, negociar com os fornecedores, investir em veículos eficientes no consumo de combustível e sistemas de gestão, você pode reduzir os custos de transporte e melhorar seus resultados significativamente.

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Conclusão

Os biocombustíveis são fontes de energia renovável e limpa, que têm se tornado cada vez mais importantes para o Brasil e o mundo.

Suas principais vantagens são a redução da emissão de gases poluentes na atmosfera e a diminuição do consumo de petróleo.

No entanto, os biocombustíveis também apresentam desvantagens, como o alto custo de produção e a dependência dos diferentes tipos de solo.

Além disso, é necessário investir em infraestrutura para sua utilização, pois não existem refinarias no país especializadas na produção desses combustíveis.

As perspectivas para o futuro apontam para diversas alternativas, como a criação de plantações nos oceanos, mas mais estudos ainda precisam ser feitos nessa área para comprovar a viabilidade dessa solução.

De qualquer forma, a humanidade precisa pensar em alternativas eficientes para substituir os combustíveis fósseis, pois as mudanças climáticas estão se tornando uma ameaça cada vez mais real e iminente, com efeitos duros, especialmente sobre os países mais pobres.

Do ponto de vista empresarial, portanto, usar biocombustíveis é uma ótima maneira de vincular a sua marca com a causa ambiental e conseguir um diferencial competitivo ao mostrar que a sua empresa se importa com o impacto que causa sobre o meio ambiente.

Outra forma de fazer isso é utilizando softwares que melhorem o desempenho do seu negócio, seja reduzindo o consumo de combustível ou a ociosidade dos veículos da sua frota, como é o caso do TOTVS Planejamento de Rotas.

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