Cloud Computing: O que é, tipos, serviços e vantagens

Não há como negar que o cloud computing é a tecnologia da geração. É a base para o sucesso de um negócio — o começo, meio e fim de vários processos e entregas. Em questão de mercado, a computação em nuvem vem mostrando taxas de crescimento constantes. Ano a ano, o cloud computing é motivo …

Equipe TOTVS | 10 fevereiro, 2021

Não há como negar que o cloud computing é a tecnologia da geração. É a base para o sucesso de um negócio — o começo, meio e fim de vários processos e entregas.

Em questão de mercado, a computação em nuvem vem mostrando taxas de crescimento constantes.

Ano a ano, o cloud computing é motivo ou potencializador de inovações que, na maioria das vezes, revolucionam o mercado corporativo.

Por essas e outras razões, o cloud computing é uma tecnologia transformadora.

E pensar que tudo isso surgiu de uma solução para armazenar e gerenciar arquivos, não é?

Acontece que a computação em nuvem evoluiu e logo se tornou muito mais do que uma única solução — mas um terreno amplo para a criação de outras.

Hoje, o cloud computing pode ser considerado quase o principal pilar para uma transformação digital..

Mas, afinal, quais são os motivos para tamanho sucesso? A verdade é que o recurso revolucionou o setor de TI e trouxe diversos benefícios ao universo empresarial.

No entanto, mesmo sendo uma realidade no mercado brasileiro, falta conhecimento sobre suas funcionalidades — e possibilidades — aos gestores.

Pensando nisso, preparamos este conteúdo, um guia completo sobre a tecnologia que revolucionou o mundo corporativo e possibilitou muitas das inovações que cada empresa utiliza em seu dia a dia.

Continue a leitura para conhecer os tipos de cloud computing e tudo o que sua empresa tem a ganhar com esse investimento!

O que é cloud computing?

Acredite, há certa confusão sobre o que é cloud computing.

Apesar de difundida, a tecnologia não possui contornos muito certos. Por isso, é fácil ler conceituações erradas por aí. Como resolver o problema?

Acertou quem pensou em dicionário!

De acordo com o Dicionário Oxford, cloud computing é “a prática de usar uma rede de servidores remotos hospedados na Internet para armazenar, gerenciar e processar dados, em vez de um servidor local ou um computador pessoal.”

Ou seja, é uma tecnologia com base na cultura de serviços.

Sua empresa (ou mesmo você, pessoa física) contrata o serviço de armazenamento, gerenciamento e processamento de dados junto a um provedor.

Assim, não precisa lidar com os custos, manutenções e demais preocupações de manter uma infraestrutura física de hardwares e softwares para a tarefa.

(Muito embora a computação em nuvem possibilite também que a empresa utilize servidores on premise, mas esse é um conceito para depois.)

Para acessar os recursos, basta estar conectado à internet ou  intranet da empresa.

Na nuvem, você pode armazenar dados, arquivos, programas, sistemas… Tudo! E o melhor: de maneira segura, digitalizada com baixa taxa de erros ou perdas de dados.

No entanto, como você já leu, o cloud computing vai muito além dessa definição.

Para chegarmos a esses outros conceitos, é importante entendermos os gastos que uma empresa possui com a nuvem.

De acordo com dados publicados na Forbes, cerca de 32% do orçamento da área de TI das empresas será totalmente dedicado à nuvem e seus recursos.

Isso mesmo: recursos.

Pois ainda conforme a matéria da revista americana, 92% das empresas dizem que seu ambiente de TI depende da nuvem.

Aqui, falamos de tudo: infraestrutura, aplicativos, análise de dados, etc.

O cloud computing, portanto, pode ser definido como uma tecnologia que revolucionou não apenas a forma de armazenar informações, mas de utilizá-las.

Tanto que, hoje, é impensável considerar uma empresa no topo da corrida contra concorrência sem que ela possua tecnologias e recursos em nuvem incorporadas em sua estratégia.

Como surgiu a cloud computing?

Uma das primeiras menções ao termo cloud computing vem de um plano de negócios (ainda disponível) desenvolvido por profissionais da Compaq.

O contexto da utilização foi de mencionar a computação em nuvem como o futuro da computação.

Academicamente, o primeiro registro data de um ano depois, 1997, em uma palestra ministrada por Ramnath Chellappa. O professor de Sistemas de Informação é amplamente citado como precursor do termo.

Em termos de conceito que dão os contornos atuais da tecnologia, é possível citar dois principais nomes:

John McCarthy, um dos principais especialistas por trás da Inteligência Artificial, que abordou nos anos 60 a possibilidade de existir um sistema compartilhado de computação.

Para os curiosos, à época, ele nomeou o conceito de “Utility Computing”.

O outro foi Joseph Clark, físico com participação relevante na criação da Internet.

Ele criou a ARPANET, uma rede de compartilhamento de comunicação, que serviu de base para a computação em nuvem.

Comercialmente, há impasses por trás dos verdadeiros criadores.

Em geral, se apontam grandes nomes do mercado, como Google e a operadora de telecomunicações AT&T.

No entanto, o primeiro lançamento de produto cloud computing foi o da Amazon, em 2006.

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Qual o objetivo do cloud computing?

Até aqui, você já aprendeu que não há um único objetivo inerente à tecnologia cloud computing.

No entanto, para fins teóricos, é possível denominar alguns direcionamentos.

O principal sendo uma tecnologia que flexibiliza o armazenamento e gestão dos dados digitais.

Trata-se de uma tecnologia que, aos olhos do cliente, dispensa o uso de hardwares caros e complexos para abrir a possibilidade de utilizar um serviço de alta qualidade — que ofereça, no mínimo, o mesmo nível de armazenamento.

É aqui que esbarramos em outro objetivo da tecnologia: ser uma base escalável para os negócios.

Conforme a tecnologia inundou os escritórios e os chãos de fábrica, os dados se tornaram cada vez mais relevantes.

De repente, para se destacar no mercado, não bastavam apenas insights e decisões de negócios tomadas com base na experiência do gestor.

Aos poucos, o aspecto holístico perdeu destaque — embora seja ainda muito importante.

Dando lugar a análises mais precisas em um cenário em que  a exatidão ganhou força.

Dados, informações, perfis, números, métricas. Tudo isso compunha o planejamento estratégico de empresas bem-sucedidas.

Algo em comum entre elas? O uso das informações obtidas em suas várias frentes de negócio para refinar suas ações, estratégias, produtos e serviços.

Com esse insumo tão rico — que vinha direto de usuários, clientes e interessados — foi possível atingir em cheio o mercado.

O resultado foi um crescimento exponencial dessas empresas, muitas delas novas no mercado (como as redes sociais, sendo o Facebook o maior exemplo).

Assim, o objetivo por trás da cloud computing foi de não apenas servir de alternativa de armazenamento, mas plataforma para o processamento de dados.

E isso se deu de várias formas, especialmente com a evolução da tecnologia, que possibilitou não apenas guardar informações, mas desenvolver aplicativos nativos na nuvem, bem como plataformas de aplicativos e mesmo infraestruturas inteiras.

Hoje, é precursora de inovações tecnológicas muito antecipadas, como Internet of Things, Edge Computing, Inteligência Artificial, entre outras.

Como funciona o cloud computing?

Se engana quem pensa que entender o cloud computing é difícil. Seu funcionamento é bastante lógico e fácil, possibilitando que qualquer pessoa compreenda sua dinâmica.

E isso acontece pois muitas pessoas já utilizam a computação em nuvem em seu dia a dia, mas não sabem disso ainda.

Em geral, pode ser exemplificada pela ferramenta de e-mails:

Você não precisa instalar nenhum software para enviar, receber ou gerenciar os e-mails.

Basta acessar sua ferramenta via navegador ou aplicativo e acessar as mensagens, que estarão disponíveis a qualquer momento — pois estão armazenadas na nuvem do provedor do seu e-mail.

É o mesmo com os filmes e séries que você vê na Netflix ou vídeos do Youtube. Não é necessário instalar nada, basta acessar e usar!

Agora pense na realidade corporativa:

Ferramentas como o ERP ou CRM, que você acessa via navegador ou aplicativo (que apenas necessita de download da Internet e cujo acesso é via login e senha), também são nativos da nuvem.

Assim, você e seu time possuem acesso a todo um arsenal de recursos e funcionalidades processados na nuvem.

Além disso, realiza o armazenamento dos dados, centralizando o acesso.

Essa dinâmica é possível graças aos data centers que essas empresas possuem ou alugam, que ficam responsáveis por armazenar e processar os dados, programas, sistemas e infraestruturas que você e sua empresa acessam.

Qual é a importância do cloud computing para um negócio?

Tecnologia e crescimento empresarial são conceitos que caminham lado a lado. 

Atualmente, operar sem um bom sistema de gestão (ERP) é uma tarefa complexa e pode prejudicar bastante o funcionamento do negócio.

Nesse cenário, a cloud computing exerce um papel de protagonista. Aliás, o próprio processo de transformação digital deve muito a essa tecnologia.

Há alguns anos, era preciso investir tempo e recursos na contratação de servidores e licenças.

No entanto, a computação em nuvem mudou o mercado e se mostra muito mais eficiente e vantajosa.

O sucesso é tanto que, atualmente, podemos afirmar que a terceirização do armazenamento de dados e do desenvolvimento de soluções tecnológicas deixou de ser um mero diferencial.

Na verdade, é uma decisão estratégica para qualquer empresa — seja qual for seu porte ou sua área de atuação.

Vale destacar que, graças a essa tecnologia, as organizações passaram a ver os dados como instrumentos cruciais, o que aumentou a competitividade e proporcionou ao consumidor produtos e serviços de alta qualidade.

Quais são os tipos de cloud computing?

Ficou claro que essas soluções são fundamentais para o desenvolvimento de um negócio.

No entanto, esse é um mercado amplo e requer dos gestores um entendimento maior sobre os tipos de nuvem existentes.

Para tornar essa tarefa menos complicada, preparamos um breve resumo sobre eles. Confira!

Nuvem Pública

A Nuvem Pública é fornecida por um provedor que se responsabiliza pela hospedagem, manutenção, gestão e segurança dos dados de seus clientes.

A sua principal característica é o compartilhamento do servidor, o que reduz significativamente seus custos.

Com isso, o usuário se preocupa apenas em pagar pelas aplicações que precisar — softwares ou hardwares.

Diante disso, podemos dizer que o modelo é indicado para empresas que buscam se modernizar sem comprometer seu orçamento.

Nuvem Privada

A Nuvem Privada, como o nome sugere, tem funções semelhantes à pública, mas é construída por provedores especializados ou por uma equipe interna, para ser exclusiva de uma empresa.

Em resumo, não há compartilhamento e divisão de custos com usuários externos. 

Essa característica faz com que ela seja escolhida por médias e grandes organizações, especialmente as que trabalham com transações financeiras e precisam reforçar a proteção de seus dados.

Nuvem Híbrida

A Nuvem Híbrida é uma junção das anteriores.

Nesse caso, a empresa pode contar com uma nuvem privada para informações mais estratégicas e sigilosas e outra pública para dados e processos comuns.

Quais são os serviços oferecidos no cloud computing?

Além da classificação apresentada acima, é preciso conhecer três tipos de serviços em nuvem, que podem atender tanto às necessidades mais simples quanto às mais complexas e específicas.

Esses conceitos fazem parte do cotidiano de quem atua no setor de TI, mas devem ser compreendidos por qualquer gestor e empresário. Acompanhe!

Software como serviço (SaaS)

Os Softwares como Serviço (SaaS) são recursos hospedados na nuvem que podem ser acessados pelo usuário por meio de um computador, smartphone e outros dispositivos, como Smartwatch e Smart TV.

De acordo com um estudo da IDC, tal modelo é responsável por 68% da receita mundial de serviços de nuvem pública e, até 2022, o faturamento pode chegar a US$ 163 bilhões.

Trata-se de um serviço muito vantajoso e capaz de promover a escalabilidade empresarial, já que o serviço pode ser acessado por qualquer pessoa, independentemente do local em que esteja.

Mas isso não é tudo! Podemos ainda destacar algumas vantagens interessantes, como:

  • Redução de custos — a empresa contrata apenas aquilo que precisa;
  • Redução da infraestrutura de TI — o funcionamento não depende de hardwares e infraestrutura interna;
  • Alta disponibilidade;
  • Mais mobilidade para os colaboradores;
  • Atualizações menos burocráticas e demoradas;
  • Facilidade de personalização.

Plataforma como serviço (PaaS)

A Plataforma como Serviço (PaaS) pode ser resumida como um ambiente de desenvolvimento localizado na nuvem capaz de entregar recursos que agilizam a criação e o gerenciamento de sistemas.

Isso significa que, além do software, essa plataforma gerencia e armazena as aplicações do sistema.

Com isso, o usuário não precisa se preocupar com a infraestrutura necessária para desenvolver um sistema, como servidores, sistemas operacionais e rede.

Por outro lado, a empresa responsável pelo fornecimento do serviço deve entregar a infraestrutura e o ambiente necessários para um desenvolvimento eficiente.

Lembrando que é possível contar com o modelo público — a equipe pode trabalhar em qualquer lugar — ou com o privado — a equipe só tem acesso ao serviço em um ambiente específico.

Diante disso, podemos identificar alguns benefícios interessantes nesse modelo de nuvem:

  • Menos tempo para implementação da plataforma;
  • Redução de custos para o desenvolvimento de sistemas;
  • Menos gastos com infraestrutura;
  • Adaptação às necessidades da empresa;
  • Possibilidade de focar em seu core business.

Infraestrutura como serviço (IaaS)

A Infraestrutura como Serviço (IaaS) é um serviço de computação em nuvem no qual o usuário contrata a infraestrutura necessária para armazenar as suas aplicações.

Observe que o cliente não precisa se preocupar com servidores e rede, mas é o responsável pela seleção, instalação e configuração dos recursos necessários para que o sistema opere adequadamente.

Essa característica exige que a empresa contratante providencie sistemas operacionais, softwares de armazenamento de dados, servidores, backups e recursos de segurança, por exemplo.

Muitas empresas estão avaliando a possibilidade de migrar seus dados e suas aplicações para esse tipo de infraestrutura.

Isso acontece graças aos seus benefícios, dos quais podemos citar:

  • Redução de custos;
  • Aumento da performance das aplicações;
  • Flexibilidade;
  • Agilidade para implementar mudanças e corrigir falhas;
  • Maior segurança dos dados.

Como o cloud computing pode ser utilizado?

O cloud computing é uma tecnologia capacitadora.

Ou seja, ela serve de base para que outras tecnologias sejam utilizadas, potencializadas e desenvolvidas.

Há uma série de segmentos que podem adotar a computação em nuvem, como:

Desenvolver apps

Hoje, é quase impensável desenvolver aplicativos e aplicações que não sejam nativas da nuvem.

É que a tecnologia permite que sua empresa, por exemplo, tenha à disposição toda uma infraestrutura para testar suas soluções. Um ambiente totalmente controlável, mensurável e customizado.

Assim, é possível tornar a busca por bugs e oportunidades de melhoria mais assertiva.

É algo muito comum para empresas que aderem à cultura DevOps, que unem a parte de desenvolvimento com operações para agilizar as entregas.

Armazenamento e recuperação de dados

O armazenamento na nuvem permite o desenvolvimento de um ambiente de trabalho muito mais estável e controlado.

Assim, o compartilhamento é simplificado e seus times podem trocar informações sem receio de perder dados — pois eles sempre estarão guardados na nuvem.

Backup

Com a nuvem, não há perigo real de você perder os dados.

O armazenamento descentralizado permite tamanha flexibilidade que, mesmo diante de desastres naturais, o provedor tem backups das informações armazenadas em seu banco de dados.

Claro, a frequência desses backups pode mudar de acordo com o contrato firmado (cópias feitas a cada dia, a cada hora, etc), mas o nível de integridade das informações ainda é super alto!

Inteligência artificial

A Inteligência Artificial é uma tecnologia incrível, mas para ser realidade ela depende de muitas coisas, como o Big Data e o cloud computing.

Por isso, a nuvem é essencial para que máquinas e ferramentas IA possam processar dados e automatizar execuções, de forma a ganharem autonomia e realizar tarefas com mais eficiência.

Por que investir no cloud computing? Conheça 8 benefícios!

Resta alguma dúvida de que sua empresa precisa adotar o cloud computing? Se ainda sobrou alguma desconfiança, vamos te mostrar alguns benefícios da tecnologia.

A seguir, entenda por que sua empresa deve investir no cloud computing!

Escalabilidade

Com a nuvem, você não tem limite de armazenamento ou processamento. O potencial de escalabilidade no cloud é muito alto!

Afinal, a tecnologia é flexível e funciona com pacotes de assinatura.

Assim, caso sua empresa cresça 300% em 3 meses e precise de mais espaço para processar as informações, basta contratar junto ao provedor!

Redução de custos 

O cloud computing, apesar de dinâmico, é extremamente objetivo no uso de seus recursos.

Dessa forma, não há excedentes ou pacotes “enganosos” que te obrigam a pagar por funcionalidades que você nem precisa.

Com o cloud computing, você só paga por aquilo que usa e necessita, aumentando seu poder de previsibilidade sobre os custos do negócio.

Acessibilidade

A computação em nuvem é muito mais acessível ao usuário e à empresa que outras tecnologias.

Para acessar plataformas e aplicações, basta o login e senha via aplicativo ou navegador.

No caso de utilizar uma nuvem pública, esse potencial se expande:

Seus funcionários podem acessar os recursos onde estiverem, dependendo apenas de conexão com a Internet (WiFi ou via dados móveis).

Armazenamento ilimitado

Com o cloud, você pode armazenar quantos dados quiser.

Sem a necessidade de se prender à hardwares que limitam seu potencial, é possível guardar todas as informações com segurança nos bancos de dados na nuvem, sem limitar seu poder de acesso ou processamento.

Backup e recuperação de arquivos

O cloud computing possibilita total integridade dos dados, pois realiza backups automáticos para garantir cópias seguras das suas informações.

Assim, no caso de desastres ou problemas como apagões, é relativamente simples recuperar dados — além de ter uma baixa taxa de informações corrompidas.

Segurança da informação

Um dos grandes objetivos dos provedores de serviços na nuvem é garantir total segurança das informações para seus clientes.

Assim, as principais brechas (e mesmo as mais escondidas) são fechadas.

O que facilita o trabalho da sua empresa, que deve garantir a proteção também do seu lado:

Assegurando-se, por exemplo, que os acessos sejam controlados e que arquivos maliciosos não sejam inseridos dentro do ambiente.

Integração

As soluções na nuvem tem um diferencial bem interessante que é sua capacidade de integração.

Por serem flexíveis e abrangentes, podem ser implementadas em todas as áreas do negócio.

Além disso, no caso de utilizar ferramentas de diferentes fornecedores, muitas possibilitam a integração para melhor aproveitamento de dados — seja de forma nativa ou via API.

Onde encontrar um serviço de cloud computing?

Entenda que o cloud computing é uma necessidade nos dias de hoje e uma certeza para o futuro. Sua empresa, caso busque realmente se estabelecer e se posicionar como competidora, deve adotar a computação na nuvem!

E como toda empresa quer sempre a melhor solução, com o melhor custo x benefício, naturalmente os olhos se voltam para os produtos TOTVS.

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Conclusão

Conseguiu entender as características e as diferenças dos tipos de cloud computing?

Conforme mencionado, essa tecnologia está em alta e cada vez mais empresas apostam nos serviços em nuvem para hospedar e armazenar seus sistemas e dados.

Por isso, é essencial que você domine o assunto e tenha condições de tomar uma decisão vantajosa para o seu negócio.

Gostou deste artigo? Que tal aprender um pouco mais sobre o tema? Conheça os 7 desafios de cloud computing para as empresas brasileiras!

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