Computação em nuvem: o que é, aplicações, tipos e vantagens

A computação em nuvem é um modelo de entrega de serviços digitais pela internet. Eles podem ser tanto infraestruturas inteiras, plataformas de desenvolvimento ou aplicações de softwares. Mas o que é computação em nuvem na realidade do seu negócio? Bom, a resposta vai muito além. Hoje, é praticamente impensável imaginar uma empresa que não utilize …

Equipe TOTVS | 11 fevereiro, 2022

A computação em nuvem é um modelo de entrega de serviços digitais pela internet. Eles podem ser tanto infraestruturas inteiras, plataformas de desenvolvimento ou aplicações de softwares. Mas o que é computação em nuvem na realidade do seu negócio? Bom, a resposta vai muito além.

Hoje, é praticamente impensável imaginar uma empresa que não utilize a nuvem — mesmo que não saiba disso.

Softwares simples, como programas de planilhas ou documentos de texto, são oferecidos via nuvem, eliminando a necessidade da empresa instalar o pacote inteiro, um a um, nos computadores do escritório.

Mas veja bem: esse é apenas um exemplo entre vários.

Fato é que a computação em nuvem pode realmente transformar o seu negócio. Essa palavra, inclusive, é um termo-chave aqui.

A computação na nuvem é um dos vetores para a transformação digital, tecnologia que foi capaz de descentralizar infraestrutura de TI e aplicações, melhorando a entrega de serviços e produtos aos clientes finais.

Se você navegar pelos dados, vai ver o quão impactante a computação na nuvem é: até 2025, a Statista estima que o setor vai ultrapassar a casa dos US$ 679 bilhões em valor.

Não há tempo a perder: as empresas não devem apenas conhecer a computação na nuvem, mas entender todos os aspectos acerca dessa tecnologia e das possibilidades que ela oferece.

Para ajudar nessa missão, preparamos um guia completo sobre o assunto. Que tal seguir a leitura conosco?

O que é computação em nuvem (cloud computing)?

A computação na nuvem refere-se à oferta de serviços pela rede — que podem ser acessados com uma conexão de internet. Ou seja, trata-se de retirar os recursos físicos de hardware e de rede do domínio da sua empresa, para que sejam oferecidos — em escala — por provedores de serviços.

Na prática, a nuvem é o espaço no qual dados, softwares, aplicativos e serviços são hospedados por esses provedores. Seu acesso é feito por meio de uma conexão à internet ou rede privada.

Ou seja, os clientes (sejam empresas ou pessoas) não precisam armazenar esses recursos em seus computadores ou bancos de dados pessoais.

Isso porque os serviços de computação na nuvem são contratados sob demanda e hospedados ou gerenciados por provedores especializados.

Um exemplo simples: quando você abre algum aplicativo da suíte do Google, como o Google Docs, não precisa baixar nenhum software no seu computador, certo?

Tudo que é preciso é: acessar o ambiente do Google, procurar pela aplicação, abrir ela dentro do navegador e começar a utilizá-la. Isso é a nuvem!

Quando surgiu a computação em nuvem?

A história da computação em nuvem é bastante ampla e até mesmo antiga. Na verdade, a origem da tecnologia data da década de 1950, com tecnologia militar destinada a conectar terminais de computadores em uma matriz interna.

A partir daí, a tecnologia evoluiu para a comunidade científica e acadêmica e passou a ser utilizada e evoluída.

Essa foi uma oportunidade de reduzir os custos de computação que, naquela época, ficavam na casa dos milhões de dólares.

O termo “cloud computing” só foi dar as caras em 1996, cunhado em um documento interno da Compaq, empresa de computação americana.

Sua popularização aconteceu também por causa da Apple, que criou o conceito de computação distribuída na General Magic, empresa que foi criada dentro da Apple no fim dos anos 1980.

Por que o termo computação em nuvem é utilizado?

A “nuvem” é utilizada para descrever a entrega de produtos e serviços em uma rede ou na Internet. Ao acessá-los, os usuários geralmente utilizam uma rede remota e não precisam ter nem software e nem hardware.

Neste caso, a nuvem refere-se aos muitos data centers localizados em todo o mundo e que abrigam o hardware necessário para oferecer os serviços e produtos online.

Ou seja, chama “nuvem” pois todas as informações, infraestruturas, plataformas e aplicações acessadas são encontradas remotamente em um espaço virtual.

É daí que vem o conceito “acessível de qualquer dispositivo e de qualquer lugar”, pois apenas basta uma conexão estável à internet.

Como funciona a computação em nuvem?

A cloud computing, ou computação em nuvem, é o fornecimento de serviços de computação via internet. Esses serviços podem ser servidores, sistemas de gestão, armazenamento, banco de dados, entre outros. 

É uma forma de as empresas terem acesso às inovações mais rapidamente, sem precisar investir muito em infraestrutura, reduzindo gastos operacionais.

Também possibilita que os serviços sejam acessados de qualquer lugar, o que dá mais mobilidade para a companhia.

Da parte dos provedores, a computação na nuvem funciona da seguinte maneira: construindo infraestruturas robustas capazes de oferecer os diferentes serviços para os clientes. É o que chamamos de “data centers” ou “bancos de dados”.

De acordo com dados publicados pela Forbes, 83% de todas as cargas de trabalho corporativas em 2021 foram armazenadas e processadas na nuvem.

No entanto, não se tratam apenas de ambientes de armazenamento de informações, mas servidores, racks, soluções de conectividade, de backup e recuperação de desastres, entre muitos outros.

Quando falamos de cloud computing pensando no armazenamento, existem 3 tipos de nuvens que explicamos no tópico seguinte, mas que são: nuvem pública, privada e híbrida.

Já os tipos de serviços oferecidos variam, incluindo IaaS, PaaS, SaaS e XaaS — explicamos mais sobre os principais logo a seguir.

Assim, da parte do usuário, basta ter uma conexão com a internet para acessar seu servidor ou executar um aplicativo. Isso poupa os computadores da companhia, já que o serviço está sendo executado online.

Quais são os modelos de serviços de computação em nuvem?

Quando o assunto são modelos de serviço de computação na nuvem, é possível seguir por horas descrevendo os diferentes tipos. No entanto, três se destacam como principais: IaaS, PaaS e SaaS.

Você provavelmente já ouviu sobre algum deles, certo? A sigla pode até parecer estranha, mas é bem simples de entender. O sufixo “aaS” siginifica “as a Service“, ou seja, “como serviço“.

Graças à computação na nuvem, os provedores puderam democratizar o acesso a soluções de alta tecnologia e capacidade.

Afinal, as empresas e clientes não mais precisam investir uma enorme quantidade de dinheiro em hardware on-premise, software, manutenção tecnológica e local físico.

Por isso, vale a pena entender um pouco mais sobre os diferentes modelos de serviços de cloud computing. Confira!

Infraestrutura como serviço (IaaS)

Na IaaS, ou Infraestrutura como Serviço, o provedor oferece aos usuários acesso remoto ao servidor, hardware e recursos de armazenamento.

Plataforma como serviço (PaaS)

Na PaaS, ou Plataforma como Serviço, há a oferta de plataformas de computação. Essas plataformas geralmente incluem sistemas operacionais, bancos de dados, servidores web e diversas variedade de aplicativos.

Software como serviço (SaaS)

E o SaaS, ou Software como Serviço é o modelo de nuvem mais comum, que oferece aos usuários acesso a aplicativos prontos por meio de uma rede remota.

As soluções populares, como Google Docs e Google Planilhas, ou mesmo os ERPs e sistemas de gestão da TOTVS, são consideradas SaaS.

Tipos de computação em nuvem

Para entender melhor o que é computação em nuvem, é preciso saber que existem alguns tipos diferentes de cloud computing, e cada um tem suas particularidades. 

No entanto, antes de escolher o seu, é importante entender como funcionam e qual é ideal para o seu negócio.

Pensando nisso, explicaremos quais são esses tipos de computação em nuvem e as diferenças entre eles. Confira a seguir:

Nuvem pública

A nuvem pública pertence a um provedor público, ou seja, um fornecedor de serviço terceirizado.

Portanto, toda a infraestrutura de suporte é de propriedade do provedor de nuvem e também é gerenciada por ele. 

Nuvem privada

Já a nuvem privada é para as empresas que pretendem armazenar informações confidenciais do negócio.

Isso porque esse tipo de nuvem é mais seguro, pois a infraestrutura é hospedada dentro da companhia. Além disso, pode facilitar também o acesso dos colaboradores aos serviços e aplicativos.

Nuvem híbrida

Como o próprio nome diz, a nuvem híbrida é uma mistura das duas anteriores. Ou seja, possui provedores públicos e privados.

É uma versão recomendada para quem precisa armazenar dados confidenciais, mas também necessita de um serviço acessível.

Um panorama sobre a computação em nuvem no Brasil

No Brasil, assim como em todo o mundo, a computação na nuvem é uma tendência que segue em crescimento.

De acordo com o estudo “Mercado Brasileiro de Software: Panorama e Tendências“, de 2020, o mercado cresceu bastante já em 2019, em um cenário pré-pandemia. Na época, as soluções SaaS registraram crescimento de 48,7% e as soluções PaaS, 55,4%.

E conforme matéria da Convergência Digital, que se baseou em dados da IDC Brasil, os gastos com IaaS e PaaS em nuvens públicas no país atingiram cerca de US$ 3 bilhões só em 2021. 

Além disso, vale destacar o investimento com soluções ERP, os sistemas de gestão empresarial baseados na nuvem e que são cada vez mais essenciais para a administração do negócio.

De acordo com dados divulgados, o crescimento nesse campo atingiu 12,6% em 2021, totalizando US$ 3,4 bilhões.

Quais são as aplicações da computação em nuvem?

As aplicações da computação em nuvem são muito amplas. Hoje, é possível dizer que várias coisas comuns ao nosso dia a dia não existiriam sem a cloud computing.

Serviços de streaming, como Netflix, Prime Video e Spotify? Somente com a nuvem.

Armazenamento de fotos, arquivos e documentos? Sem a nuvem, você precisaria depender de hardwares, como HDs internos e externos ou pendrives.

Gestão dos dados do seu negócio? Sem a nuvem, eles precisariam ser preenchidos setor por setor, integrados manualmente para só então serem processados.

Na verdade, a automação de processos como um todo só acontece do jeito que conhecemos hoje por conta da computação em nuvem.

Além disso, outros usos da nuvem incluem:

  • Serviços de e-mail;
  • Gerenciamento de banco de dados;
  • Teste e desenvolvimento de aplicações;
  • Gestão de relacionamento com o cliente (CRM);
  • Backup de arquivos e recuperação de desastres;
  • Edição de documentos compartilhada e em tempo real.

Quase todas as empresas, governos e pessoas se beneficiam da computação em nuvem.

Em seu dia a dia, essa tecnologia tem a capacidade de transformar a produtividade, entregando melhores resultados e facilitando os caminhos para o sucesso.

Na verdade, de acordo com um levantamento da Skyhigh, um empregado médio utiliza cerca de 36 aplicativos baseados na nuvem em seu dia a dia.

Para que tipo de empresa a computação em nuvem é indicada?

A boa notícia sobre a computação em nuvem é que suas soluções não são específicas para um mercado ou outro apenas. Muito menos se destinam apenas ao segmento de TI.

Empresas de todos os tipos, tamanhos e setores podem se aproveitar de seus benefícios.

Afinal, lidar com dados, trocar e-mails, armazenar documentos e cópias de arquivos digitais, compartilhar contratos e, de forma geral, gerenciar o negócio são tarefas comuns a toda organização.

As soluções baseadas na nuvem podem ajudar as empresas a criarem sua base para operar digitalmente.

Exemplos de empresas que utilizam computação em nuvem

Ainda com dificuldades em entender qual a aplicação prática dos diferentes serviços baseados na nuvem? Não se preocupe, separamos alguns exemplos para cada um dos principais modelos. Confira!

  • IaaS: o modelo mais complexo, é um serviço em que os clientes alugam uma infraestrutura completa de TI (com servidores, bancos de dados, recursos de rede). É muito utilizado por empresas de tecnologia que trabalham com dados sensíveis, como fintechs, pois permite total controle sobre o ambiente.
  • PaaS: já esse modelo é ideal para empresas que querem uma plataforma para criar aplicações. É muito utilizado por desenvolvedores de softwares, pois permite criar, prototipar e testar (de forma colaborativa e descentralizada) aplicações web em ambiente totalmente controlado.
  • SaaS: e os softwares como serviço fazem parte da camada de entrega mais popular, os softwares prontos para uso. Quando uma empresa quer contar com os melhores ERPs do mercado para gerenciar seu backoffice, ela pode escolher uma das opções da TOTVS, implementá-la em seu ambiente de TI e pronto! É só utilizar. As ferramentas da suíte do Google também são exemplos de SaaS.

Vantagens da computação em nuvem

A computação em nuvem permite uma mudança no modo como a organização funciona, oferecendo novas possibilidades, como a automação de processos. Confira a seguir alguns dos principais benefícios adquiridos ao implementar essa tecnologia:

Redução nos custos

Como mencionamos anteriormente, quando se usa serviços em nuvem não é preciso que a empresa gaste com equipamentos caros e nem com sua manutenção.

Todos os serviços serão executados online, portanto, basta ter um computador comum para utilizá-los.

Além disso, sem essa inovação também seria necessário manter uma equipe de TI na empresa para reparo ou manutenção desses equipamentos. Isso seria mais uma despesa para a companhia.

Maior flexibilidade

A computação em nuvem também permite uma maior flexibilidade, já que é possível aumentar ou diminuir facilmente a sua infraestrutura tecnológica.

Então, se seu negócio expandir, essa tecnologia acompanhará esse processo de forma mais simples.

Independentemente do tamanho da sua empresa, a tecnologia em nuvem pode atender às suas necessidades. Essa pode ser uma grande vantagem, principalmente para os negócios que são mais sazonais e têm picos de movimento.

Utilização de software como serviço

O software como serviço tem sido cada vez mais utilizado pelas empresas exatamente por sua facilidade de acesso.

Em vez de investir em infraestrutura e compra de licenças, você pode aproveitar todas as vantagens de um software por meio da computação em nuvem.

Portanto, um sistema de gestão, por exemplo, pode ser implementado na empresa por meio dessa tecnologia. Assim, fica mais simples automatizar processos e otimizar a rotina de trabalho. 

Velocidade nas operações

O acesso a uma rede potente e robusta, como um servidor na nuvem, permite que as empresas utilizem sua capacidade da melhor maneira.

Deste modo, é possível maximizar ou minimizar sua capacidade de uso, sempre de acordo com a demanda e com apenas alguns cliques.

Por meio desses recursos combinados, as informações podem ser transmitidas mais rapidamente. Cálculos complexos podem ser realizados de maneira ágil, por exemplo, melhorando a capacidade de processamento.

Ou seja, sua empresa ganha em velocidade e pode utilizar toda a capacidade do provedor quando necessitar.

Maior eficácia e desempenho

A nuvem capacita a automação de processos, um dos grandes trunfos corporativos atuais.

Ao automatizar tarefas repetitivas e manuais, sua empresa ganha em desempenho e pode gerenciar com mais eficiência o tempo dos funcionários.

Maior segurança e confiabilidade

As empresas que oferecem serviços de computação em nuvem dependem muito de sua reputação para fornecer redes seguras, protegidas e privadas.

Para que continuem no topo do mercado, os provedores investem continuamente em tecnologia de cibersegurança e protocolos de segurança das unidades físicas.

Assim, os clientes têm a garantia de que seus dados, aplicações e infraestrutura estão em boas mãos.

Facilidade na recuperação de dados

Quando os dados estão na nuvem, sob a tutela de um provedor competente, eles estão sempre a salvo.

Caiu a luz? Um raio atingiu o data center? Ou mesmo um problema maior, como uma enchente, acabou danificando a estrutura física?

Sem problemas: os principais provedores contam com planos de disaster recovery que visam justamente proteger os dados.

Um plano de backup também é bem comum.

Assim, dependendo do contrato assinado, a cada dia ou mesmo hora, os dados são duplicados e salvos em um banco de dados “terceiro”, que serve justamente para proteger a integridade das informações.

Expansão em escala global

Os provedores de computação em nuvem permitem que seus clientes personalizem os serviços de várias maneiras, especialmente no que diz respeito à capacidade.

Assim, pode-se facilmente aumentar ou diminuir os recursos utilizados com base nas necessidades imediatas do negócio, respondendo com agilidade aos mercados mais voláteis.

Desvantagens da computação em nuvem

É quase impossível apontar uma tecnologia hoje que apresente apenas benefícios. Muito embora a computação em nuvem seja quase uma unanimidade, há pontos que devem ser melhorados e que as empresas devem ficar atentas.

Um deles é a perda de dados. Como o acesso ao ambiente de informações da empresa é remoto, qualquer um com o login correto pode fazê-lo.

Claro, há várias maneiras de limitar o acesso, estipulando uma hierarquia com diferentes níveis ou bloqueios geográficos.

No entanto, é uma dificuldade que as empresas precisam lidar, especialmente em relação aos dados sensíveis que armazenam e processam no seu dia a dia.

Para entender como melhor se proteger, recomendamos conferir o nosso guia sobre a Lei Geral de Proteção de Dados, que conta tudo sobre as diretrizes da lei.

Computação em nuvem e virtualização: quais as diferenças?

Apesar de semelhantes, os conceitos de computação na nuvem e virtualização não são sinônimos.

Enquanto o cloud computing é a entrega de diferentes modelos de serviços por meio da internet ou rede privada, a virtualização está relacionada à criação de múltiplos ambientes virtuais dedicados a partir de um único hardware físico.

Na prática, a computação em nuvem é um produto da virtualização. Porém, o que confunde é o fato de que a própria nuvem utiliza produtos virtualizados em sua infraestrutura.

Ou seja, enquanto a nuvem é uma metodologia, a virtualização é uma tecnologia de fato — as máquinas virtuais (VMs ou Virtual Machines) são exemplos de virtualização.

Qual a relação entre Internet das Coisas e computação em nuvem?

Apesar de serem conceitos distantes, um não funciona sem o outro. A Internet das Coisas necessita de toda uma base de cloud computing para ser viável.

Afinal, a IoT diz respeito a objetos físicos inteligentes, que podem ser conectados à internet, gerando e compartilhando dados entre si e com bancos de dados centralizados ou na borda (edge computing).

E a computação em nuvem é a responsável por receber esses dados, armazená-los e processá-los rapidamente para análise — tudo em tempo real.

A nuvem permite que a IoT exista, proporcionando mobilidade e flexibilidade para que todo o tipo de dados possa fluir pela infraestrutura da empresa.

Os desafios da computação em nuvem

Assim como a implementação de outras tecnologias, a computação em nuvem também tem os seus desafios. Há ainda uma certa preocupação por parte dos gestores em adotar completamente esse tipo de inovação na empresa. 

Isso porque essa mudança exigiria algumas adaptações, principalmente na rotina de trabalho.

Porém, os benefícios que a nuvem oferece podem ser ainda maiores do que esses desafios.

É o caso da redução de custos e também do aumento da produtividade devido à facilidade de utilização desse tipo de serviço.

Qual será o futuro da computação em nuvem?

O futuro da computação em nuvem é, cada vez mais, se estabilizar como a base para as operações corporativas digitais.

Especialmente em uma realidade pós-pandemia, em que as operações descentralizadas tendem a aumentar e se expandir.

De acordo com estudo da IWG de 2020, metade dos trabalhadores em todo o mundo já trabalha, pelo menos, 2,5 dias por semana fora do escritório.

E veja bem: o home ou anywhere office, bem como todos os outros modelos de trabalho remoto, necessitam da nuvem.

Portanto, é fácil pensar que o futuro da cloud computing é não apenas se tornar mais presente no dia a dia, mas melhor e mais robusta.

Um exemplo mais “residencial” é a tendência do Gaming as a Service, com provedores evoluindo suas infraestruturas a ponto de as pessoas poderem acessar videogames modernos e de alta exigência gráfica direto do navegador.

TOTVS Cloud

Com a TOTVS Cloud, você deixa a administração dos seus sistemas TOTVS com quem realmente entende do assunto. Assim, ganha tempo para focar no seu negócio.

A nuvem da TOTVS é totalmente paga em moeda nacional, com previsibilidade de custos e 45% de economia média em infraestrutura. 

Com hospedagem segura e controle financeiro, fica muito mais fácil gerenciar os sistemas que a sua empresa utiliza com agilidade e versatilidade.

E, claro, eles ficam sempre disponíveis para acesso, já que a TOTVS Cloud possui zonas de disponibilidade por todo o país, além de garantir total segurança e adequação à LGPD.

Que tal entender os diferenciais e benefícios do serviço? Veja tudo o que a TOTVS Cloud pode proporcionar para a sua empresa!

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Conclusão

As empresas hoje em dia estão buscando formas inovadoras de crescer e atingir seus objetivos. Com a computação em nuvem, sua empresa continuará crescendo no futuro.

Trata-se de uma metodologia poderosa e escalável, que continuará a crescer no futuro e fornecer muitos benefícios.

Gostou de aprender mais sobre o assunto? Esperamos que esse guia completo seja o suficiente para você compreender mais sobre a computação em nuvem, de forma completa e atualizada.

E agora, que tal seguir acompanhando os nossos conteúdos?Leia nosso artigo sobre os principais desafios em migrar para a computação em nuvem e entenda como superar cada um deles para que seu negócio obtenha todas as vantagens que essa solução tem a oferecer.

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