12 modelos de gestão para colocar em prática na sua empresa

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Tempo de leitura: 18 minutos

Escrito por Equipe TOTVS
Última atualização em 02 December, 2025

Sabe quando você se esforça para fazer algo, mas por algum motivo que você desconhece, não consegue os resultados desejados na gestão de negócios? Uma das razões pode estar nos modelos de gestão adotados.

Existem diversos tipos de gestão empresarial e quando uma organização opta por um modelo inadequado, muito dificilmente será bem-sucedida em suas ações.

Essencialmente, essa escolha depende dos objetivos a serem atingidos. Continue a leitura para conhecer os principais modelos e entender qual deles se encaixa na sua empresa.

Resumo:

  • A escolha do modelo de gestão adequado é essencial para alinhar processos, equipes e objetivos organizacionais, evitando falhas como retrabalho, conflitos e metas não alcançadas.
  • Existem diversos tipos de gestão, como por desempenho, horizontal, OKR e comportamental. Eles podem ser combinados conforme os objetivos, cultura e estrutura da empresa.
  • Ferramentas como check-ins de metas, reuniões 1:1 e feedbacks contínuos potencializam qualquer modelo de gestão ao promover alinhamento, engajamento e desenvolvimento constante da equipe.

Por que os modelos de gestão são importantes para as empresas?

Os modelos de gestão são estruturas que definem como a empresa organiza seu trabalho, distribui responsabilidades e direciona suas equipes. Eles funcionam como um guia para alinhar processos, pessoas e estratégias.

Na gestão organizacional, existem modelos com diferentes métodos e abordagens que ajudam a empresa a alcançar os resultados desejados.

Definir o modelo certo é importante para direcionar a empresa para organizar, planejar e gerenciar os colaboradores de maneira eficiente.

Empresas que não definem um modelo adequado à sua realidade correm o risco de enfrentar desafios em diversas frentes, como:

  • Comunicação desalinhada;
  • Retrabalho;
  • Conflitos entre colaboradores;
  • Não atingimento das metas.

Quais são os principais modelos de gestão?

Você pode escolher entre diferentes modelos de gestão, cada um com suas próprias características, abordagens e objetivos. Conhecer os detalhes por trás deles facilita a decisão, por isso preparamos uma lista com os 12 principais. 

A seguir, você descobre como funciona cada modelo, quais os benefícios e pontos de atenção de cada um. 

1. Modelo de gestão por resultados

Como indica o nome, é um modelo com foco em resultados. Ou seja, o foco fica no que precisa ser entregue e não no número de horas trabalhadas ou nos métodos utilizados para chegar lá.

Esse tipo de gerenciamento normalmente é adotado quando a empresa precisa de agilidade e adaptação rápida. 

Na prática, ele exige planejamento orientado a objetivos, equipe e lideranças comprometidas e acompanhamento contínuo de indicadores.

Pontos positivos:

  • Maior foco nos resultados e metas da empresa;
  • Aumento da eficiência e da produtividade;
  • Tomada de decisões baseadas em dados e métricas.

Pontos de atenção:

  • Pode levar a uma ênfase excessiva nos resultados em detrimento do bem-estar dos funcionários e da satisfação do cliente;
  • Pode gerar pressão e estresse dos colaboradores;
  • É necessário cuidado para não criar metas inatingíveis.

2. Gestão horizontal

Conhecida também por gestão democrática, este modelo foca na participação igualitária dos colaboradores. Ou seja, todos têm voz para tomar decisões. 

Esse tipo de gestão promove um ambiente participativo, no qual líderes atuam como mediadores, buscando um consenso e ajudando no desenvolvimento profissional de seus liderados.

Pontos positivos:

  • Foco na colaboração e participação dos colaboradores;
  • Redução da hierarquia e da burocracia;
  • Promoção de uma cultura de transparência e comunicação aberta;
  • Estímulo à criatividade e inovação, já que as ideias e sugestões dos colaboradores são mais valorizadas.

Pontos de atenção:

  • Pode haver dificuldades na definição de papéis e responsabilidades, já que a hierarquia é menos definida;
  • Resistência de alguns colaboradores ou gestores mais acostumados com modelos de gestão hierárquicos e tradicionais;
  • Pode ser difícil manter o foco nos resultados e metas da empresa, já que a tomada de decisão é mais distribuída e descentralizada;

3. Gestão vertical

É o oposto do modelo horizontal: na gestão vertical, a empresa possui uma hierarquia bem definida, no formato top down (de cima para baixo).

Isso significa que os líderes são os responsáveis pelas tomadas de decisão e cabe a eles comunicar aos colaboradores sobre as decisões tomadas.

Neste modelo, os funcionários não têm participação nenhuma nas decisões e devem apenas acatar o que foi definido.

Pontos positivos:

  • Definição clara de papéis e responsabilidades;
  • Estrutura organizacional mais rígida, o que pode garantir maior controle e disciplina;
  • Maior controle sobre a execução de tarefas;
  • Maior clareza em relação aos objetivos da empresa.

Pontos de atenção:

  • Pode haver falta de flexibilidade na tomada de decisão, já que a autoridade está concentrada na hierarquia superior;
  • Falta de autonomia e criatividade dos colaboradores, já que o modelo é mais prescritivo;
  • Pode haver falta de motivação e engajamento dos colaboradores, já que a participação na tomada de decisão é limitada;
  • Falta de inovação e adaptação a mudanças, já que a tomada de decisão é mais centralizada e pode ser mais lenta.

4. Gestão meritocrática

Nesse modelo de gestão de pessoas, os colaboradores são avaliados por seu desempenho individual. Isso faz com que os funcionários sintam-se incentivados a melhorarem suas competências e trazerem melhores resultados.

Para adotar a gestão por méritos, é importante que o líder seja imparcial e transparente, e que cuide para que não haja uma competição negativa entre os colaboradores.

Adicionalmente, é preciso encontrar maneiras eficientes de medir os resultados atingidos, para que ninguém se sinta prejudicado. 

Uma das melhores maneiras de fazer isso é por meio da avaliação de desempenho.

Pontos positivos:

  • Incentivo à melhoria contínua da performance dos colaboradores;
  • Reconhecimento dos esforços e resultados dos colaboradores;
  • Melhoria na retenção de talentos;
  • Estímulo à competição saudável entre os colaboradores, o que pode aumentar a produtividade e a eficiência.

Pontos de atenção:

  • Pode haver dificuldades em medir a performance dos colaboradores de forma justa e precisa;
  • Falta de cooperação e colaboração entre os colaboradores, já que a competição é estimulada;
  • Ressentimento por parte dos colaboradores que não foram recompensados, o que pode levar a desmotivação e baixa performance;
  • Falta de reconhecimento e valorização de outras habilidades e qualidades além da performance, como criatividade e inovação. 

5. Gestão por cadeia de valor

Esse é um dos modelos de gestão mais comuns em empresas de tecnologia, que precisam ficar de olho nas necessidades e expectativas de seu público, as quais mudam constantemente. 

Isso porque esse tipo de gerenciamento busca agregar valor aos clientes. Portanto, empresas que adotam essa abordagem estão acostumadas a atender demandas personalizadas.  

Em outros termos, em vez de terem processos padronizados, as organizações gerenciadas por cadeia de valor possuem processos personalizados.

Pontos positivos:

  • Maior foco na satisfação do cliente e criação de valor;
  • Incentivo à inovação e à melhoria contínua;
  • Aumento da fidelidade do cliente.

Pontos de atenção:

  • Difícil definir e medir o valor criado para o cliente;
  • Haver uma tendência a se concentrar em um único tipo de cliente ou mercado, deixando outros mercados ou clientes de lado;
  • Pode haver uma maior complexidade na gestão dos processos.

6. Gestão por desempenho

A gestão por desempenho prioriza e estimula o desenvolvimento do capital humano. Para isso, ela é focada em conhecimentos, habilidades e atitudes (CHA).

Empresas que aplicam esse modelo investem no aprendizado constante e criam planos de desenvolvimento individual (PDI). Elas também aplicam avaliações de desempenho. 

Destacamos ainda que, para adotar a abordagem de gestão por desempenho, os colaboradores precisam ter metas individuais, além de conhecimento dos objetivos que a empresa espera atingir.

Pontos positivos:

  • Maior clareza em relação aos objetivos e metas da empresa;
  • Maior foco no desempenho e resultados;
  • Possibilidade de recompensar e reconhecer os colaboradores com base em seu desempenho, o que pode aumentar a motivação e o engajamento;
  • Maior feedback e acompanhamento do desempenho dos colaboradores.

Pontos de atenção:

  • Dificuldades em definir objetivos e metas que sejam mensuráveis e realistas;
  • Pode haver falta de colaboração e cooperação entre os colaboradores, já que o foco está no desempenho individual;
  • Falta de consideração de outros fatores que possam afetar o desempenho dos colaboradores, como recursos limitados ou fatores externos;
  • Pode haver ressentimento por parte dos colaboradores que não foram recompensados, o que pode levar a desmotivação e baixa performance.

7. Gestão por processos

O foco aqui é no planejamento. Esse modelo de gestão busca a otimização dos processos de toda a empresa a fim de reduzir custos e aumentar a eficiência e a produtividade. 

Para garantir isso, a gestão por processos consiste em uma avaliação contínua dos processos das empresas. É imprescindível que eles sejam bem estruturados, padronizados e monitorados de perto.

Pontos positivos:

  • Melhoria contínua dos processos e eficiência operacional;
  • Maior clareza nas responsabilidades de cada departamento;
  • Maior visibilidade dos processos para os colaboradores.

Pontos de atenção:

  • Tendência a focar excessivamente nos processos em detrimento dos objetivos da empresa;
  • Pode ser difícil implementar mudanças de processos em grandes organizações;
  • Uma maior burocracia e excesso de documentação.

8. Objective and Key Results (OKR)

Entre os modelos de gestão, o OKR tem como base metas-chaves que direcionam os resultados e ações da empresa. Ele se baseia em duas ações distintas:

  • Definição de metas 
  • Medição dos resultados

Os OKRs ajudam a empresa a definir prioridades. Dessa maneira, os colaboradores entendem o que precisam focar para apoiar no atingimento dos resultados. 

Essa também é uma maneira de motivar a equipe ao garantir que cada um entenda seu papel na organização.

Pontos positivos:

  • Maior flexibilidade na definição e adaptação de objetivos, já que eles são estabelecidos com base em ciclos curtos de tempo;
  • Possibilidade de acompanhamento regular do progresso dos objetivos, o que pode ajudar a identificar problemas e oportunidades de melhoria com agilidade;
  • Maior foco no resultado e impacto, o que pode aumentar a motivação e o engajamento dos colaboradores. 

Pontos de atenção:

  • Pode haver dificuldades em definir objetivos que sejam mensuráveis e realistas;
  • Falta de colaboração e cooperação entre as áreas e colaboradores, já que cada um pode focar em seus próprios objetivos.

9. Gestão comportamental

É um modelo de gestão que ressalta os pontos fortes de cada talento, enquanto busca desenvolver os pontos fracos.

A gestão comportamental entende que mais vale reter o profissional do que desligá-lo por conta de algumas lacunas que ele tenha. 

Por isso, empresas que adotam esse formato de gerenciamento oferecem treinamentos contínuos. Também são empresas que utilizam o feedback como ferramenta de desenvolvimento. 

Pontos positivos:

  • Possibilidade de entender e lidar com as expectativas e necessidades dos colaboradores;
  • Melhorar a comunicação entre colaboradores e gestores;
  • Identificar e corrigir comportamentos prejudiciais para a organização, como conflitos internos, desrespeito às normas e regras internas, entre outros;
  • Possibilidade de estimular o desenvolvimento profissional e pessoal dos colaboradores.

Pontos de atenção:

  • Pode ser difícil identificar as expectativas e necessidades dos colaboradores, já que são influenciadas por diversos fatores;
  • Dificuldades na padronização de ações de gestão comportamental, já que cada colaborador é único e pode ter necessidades diferentes;
  • Resistência por parte de alguns colaboradores em relação à mudança de comportamento. 

10. Gestão à vista

Na gestão à vista, os colaboradores conseguem acessar o andamento de projetos em tempo real, seja aqueles sendo realizados pelo seu departamento ou por outros setores.

Para permitir a fácil visualização de informações e indicadores, os dados são exibidos online. Existem muitas ferramentas de analytics e ERPs disponíveis no mercado que apoiam empresas nesse modelo de gestão. 

A gestão à vista tende a dar autonomia aos colaboradores para tomadas de decisão, já que eles próprios podem acompanhar atividades e analisar o que precisa ser ajustado. 

Pontos positivos:

  • Possibilita maior transparência e comunicação na organização, permitindo que todos os colaboradores tenham acesso às informações relevantes;
  • Facilita a tomada de decisão, já que os dados e informações estão disponíveis em tempo real;
  • Estimula o engajamento dos colaboradores ao permitir que eles acompanhem o desempenho da organização e contribuam para a melhoria contínua;
  • Possibilita a identificação de problemas e oportunidades de melhoria de forma ágil.

Pontos de atenção:

  • Resistência por parte de alguns colaboradores em compartilhar informações ou expor seu desempenho;
  • Necessidade de garantir a confidencialidade de algumas informações sensíveis;
  • Dificuldades em estabelecer indicadores relevantes e compreensíveis para todos os colaboradores;
  • Pode ser necessário garantir a precisão e a qualidade das informações compartilhadas.

11. Modelo Lean

Neste modelo, o foco está na eficiência e na eliminação de desperdícios. Ele se baseia na metodologia Lean, que busca uma operação mais enxuta, sem abrir mão da eficiência.

Os processos são otimizados e simplificados para aumentar a produtividade e reduzir os custos. Este é um dos modelos de gestão mais comuns em empresas de manufatura.

Pontos positivos:

  • Melhora a eficiência operacional, reduzindo o tempo de ciclo e o número de etapas nos processos produtivos;
  • Reduz desperdícios e custos, aumentando a rentabilidade da empresa;
  • Melhora a qualidade do produto ou serviço, garantindo a satisfação do cliente;
  • Estimula a inovação, já que a redução de desperdícios e a simplificação dos processos liberam recursos para investimentos em novas tecnologias e melhorias contínuas.

Pontos de atenção:

  • Pode haver resistência por parte dos colaboradores em relação à mudança de processos e cultura organizacional;
  • Pode exigir investimentos em treinamentos e capacitação de colaboradores para implementação da metodologia;
  • É necessário avaliar cuidadosamente a aplicabilidade da metodologia em cada processo produtivo, já que nem todos podem ser simplificados sem perda de qualidade;
  • Exige avaliação periódica dos processos, já que a metodologia Lean é baseada na melhoria contínua e adaptação às mudanças do mercado.

12. Modelo de gestão por competências

No modelo de gestão por competências, a empresa direciona suas estratégias a partir das habilidades técnicas e comportamentais que considera essenciais para alcançar seus objetivos. 

Primeiro, é necessário identificar quais competências são realmente críticas para o sucesso do negócio e depois, estruturar ações de desenvolvimento para fortalecer essas capacidades dentro da equipe.

Ferramentas como a avaliação de desempenho por competências são grandes aliadas deste método de gestão. 

Pontos positivos:

  • Valorização do potencial dos colaboradores;
  • Desenvolvimento de habilidades e conhecimentos;
  • Pode aumentar a motivação e a satisfação dos funcionários.

Pontos de atenção:

  • Pode ser difícil avaliar e identificar as competências necessárias para a empresa;
  • Difícil implementar uma estrutura de desenvolvimento de competências;
  • Pode haver uma tendência a valorizar demais as competências técnicas em detrimento das habilidades interpessoais.

Como escolher o modelo de gestão adequado para a minha empresa?

Escolher o modelo de gestão adequado para uma empresa requer uma análise cuidadosa das características da organização, do seu mercado, dos seus objetivos e da cultura e clima organizacional.

Cabe ressaltar que os modelos de gestão não são excludentes: eles podem se complementar para criar uma gestão mais personalizada conforme as necessidades da sua operação.

Aqui estão algumas etapas que podem ajudar na escolha do modelo de gestão adequado:

  • Analisar as características da empresa: é importante compreender as particularidades da organização, como tamanho, estrutura, nicho de mercado, produtos ou serviços oferecidos;
  • Identificar os objetivos estratégicos: é preciso definir os objetivos de longo prazo da empresa e, a partir disso, buscar modelos de gestão que possam contribuir para alcançá-los;
  • Analisar o mercado: é fundamental conhecer o mercado em que a empresa atua e identificar as tendências e desafios que afetam a organização;
  • Identificar a cultura organizacional: avalie a cultura da empresa, as crenças, valores e comportamentos dos colaboradores para encontrar modelos alinhados a esses fatores;
  • Avaliar a viabilidade de implantação: é importante avaliar a capacidade da empresa de implementar o modelo de gestão escolhido e os investimentos necessários para isso;
  • Testar o modelo escolhido: teste o modelo escolhido em um projeto piloto, para avaliar sua eficácia e adaptar caso necessário.

É importante lembrar que não existe um modelo de gestão universal que sirva para todas as empresas, e que a escolha deve ser baseada nas particularidades de cada organização.

Ferramentas que podem ser usadas em todos modelos de gestão

Essas três ferramentas de gestão, somadas, podem fazer muito. Veja quais são: 

1. Check-in de objetivos e metas

Todos os colaboradores (sem exceção) devem saber para onde a empresa está caminhando. 

Se os times estão alinhados, as forças se somam para alcançar um grande resultado.

Agora, se os times estão desalinhados e algumas pessoas estão olhando para lugares diferentes, as forças podem se subtrair, impactando negativamente o resultado final.

Para isso, a metodologia OKR pode ajudar o seu modelo de gestão. 

Os OKRs podem ser feitos com ciclos mais curtos de execução (normalmente 3 meses), com objetivos mais difíceis (também chamados de stretch goals) e com acompanhamento contínuo desses indicadores (reuniões de check-in).

2. Reuniões 1:1

As reuniões 1:1 são de suma importância na criação de alinhamento e relacionamento entre líderes e liderados.

Esse tipo de conversa cria um espaço seguro para que os colaboradores possam debater sobre problemas ou preocupações que estão passando.

Algumas razões para fazê-las são:

  • Alinhamento;
  • Criação de relacionamento;
  • Desenvolvimento profissional;
  • Feedback mútuo.

3. Feedbacks contínuos

Os feedbacks são ferramentas importantes para direcionar o colaborador e mostrar quais pontos ele pode fortalecer para evoluir na empresa.

Existem, basicamente, dois tipos de feedbacks: feedback positivo e de desenvolvimento.

O feedback positivo serve para realçar algum comportamento ou atitude que um gestor considerou como correta. Por isso, todo feedback positivo deve conter o “quando”, “o quê” e o “porquê” algo foi bom.

Isso é importante não apenas para mostrar reconhecimento à outra pessoa, mas também para que seja identificado algum padrão a ser repetido na próxima vez.

O feedback de desenvolvimento é um pouco mais complexo, pois pode apontar um comportamento negativo ou ponto que precisa ser melhorado.

Para garantir uma conversa clara, respeitosa e tranquila, é importante:

  • Ser empático e ter escuta ativa;
  • Esperar o momento certo, mas não esperar demais;
  • Mostrar com clareza onde está o possível erro ou ponto de melhoria;
  • Esclarecer a gravidade da situação e ajudar a pessoa a se desenvolver naquele quesito.

Uma coisa importante em relação aos feedbacks contínuos é que, de fato, eles sejam contínuos. Mantenha a periodicidade e crie momentos para ouvir o time.

Para tornar seus modelos de gestão mais eficientes e estratégicos, vale contar com sistemas especializados em gestão de pessoas.

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Conclusão

Entender os diferentes modelos de gestão é essencial para estruturar equipes mais engajadas, produtivas e alinhadas ao que a empresa realmente precisa. 

Ao longo deste conteúdo, você conferiu os principais modelos e entendeu como cada abordagem funciona, quando aplicá-las e como elas podem apoiar o seu negócio. 

Agora que você já tem uma visão ampla das possibilidades, o próximo passo é fortalecer sua estrutura de gestão com boas práticas e ferramentas adequadas. 

Para isso, vale conferir nosso conteúdo sobre ferramentas de RH que ajudam a otimizar a gestão de pessoas e descobrir dicas para potencializar todo esse trabalho no dia a dia.

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