Loja sem vendedor: como a tecnologia viabiliza essa nova tendência do varejo

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Escrito por Equipe TOTVS
Última atualização em 27 fevereiro, 2023

Entrar em um estabelecimento, escolher seu produto, passá-lo no caixa, pagar e ir embora. Se antes isso era impensável, agora a ideia de loja sem vendedor já está começando a fazer parte da realidade do varejo.

Essa estratégia, baseada em honest market, é uma excelente oportunidade para alguns setores, que podem contar com menos custos e um atendimento mais eficiente aos clientes, quando feito de forma inteligente.

Mas como isso funciona, de fato? E como as empresas já têm aproveitado as lojas sem vendedores? Esses são alguns dos pontos que iremos abordar no texto. Para entender mais sobre essa tendência, continue lendo!

Como funciona uma loja sem vendedor?

Uma loja sem vendedor funciona semelhante a uma loja convencional (com pessoas vendendo dentro dela). O cliente entra no estabelecimento e seleciona os produtos que deseja comprar. No entanto, a diferença está na forma como o pagamento é conduzido.

Em um estabelecimento sem vendedores, o cliente pode escolher seus produtos sozinho e ele mesmo irá fazer o pagamento, geralmente em um caixa de autoatendimento ou então dentro de um aplicativo.

Ou seja, não existem pessoas para tirar dúvidas e também não há operadores de caixa. Tudo pode ser feito pelas instruções fornecidas dentro da loja ou do app.

Por isso, também o consumo é baseado na honestidade (daí o nome honest market), já que não há pessoas para confirmar que o cliente pagou a compra.

Quais são os benefícios da loja sem vendedor?

Uma loja sem vendedor proporciona diversos benefícios, tanto para a empresa quanto para os clientes. Para começar, há uma redução de custos, como salário dos funcionários e materiais de limpeza e manutenção.

Além disso, também há uma melhora na experiência do cliente, já que ele não precisa mais enfrentar filas para fazer sua compra.

Nenhum agente de loja estará lá para interferir na compra do cliente, o que também liberta do constrangimento de ter que pedir ajuda na loja. Para muitas pessoas, isso é bastante positivo.

Com esse modelo, os lojistas têm a chance de aperfeiçoar ainda mais o atendimento, principalmente porque tudo é feito em uma ferramenta tecnológica que pode rastrear essas ações, como os totens de atendimento ou pagamento e os apps.

Ou seja, estratégia possibilita a análise de dados em um espaço físico, incluindo em qual produto o cliente gastou mais tempo e quais etapas ele seguiu até concluir a compra.

Por que esse tipo de negócio representa uma tendência no varejo?

O mercado autônomo é uma tendência em ascensão, pois ela oferece uma loja inteligente com muita praticidade. Isso é particularmente interessante atualmente, quando o tempo é escasso e as pessoas têm pressa para comprar o que desejam.

Mas isso realmente reflete a demanda do mercado? Uma pesquisa da consultoria Ibope Inteligência, encomendada pela Associação Paulista de Supermercados (Apas) mostra esse cenário.

Entre as principais características esperadas pelo público, o autoatendimento é uma das principais no setor de supermercado — que, como vamos ver, é um dos maiores relacionados às lojas sem vendedores.

86% dos consumidores têm como principal vontade evitar filas e fazer o próprio atendimento. Portanto, acaba que a loja sem vendedor passa a ser uma excelente opção para essa vontade dos clientes.

Quais setores podem se beneficiar de uma loja sem vendedor?

Um dos principais setores que podem aproveitar essa tendência e que tem tido mais experiências de sucesso é o ramo de alimentos, conveniência e supermercado em geral.

Muitas vezes essas lojas têm o modelo de “mercadinho”.

Outro aspecto interessante é que, além de zonas de muita circulação de pessoas, muitos desses negócios tem aberto em condomínios fechados, em que o acesso a esses itens não pode ser feito a qualquer momento. E a loja sem vendedor funciona 24 horas.

Esse segmento acaba funcionando principalmente porque se trata de produtos prontos para consumo e industrializados, o que acaba facilitando a conservação e não há necessidade de interferência humana para manutenção.

Exemplos de loja sem vendedor que obtiveram sucesso

Para mostrar na prática o que falamos ao longo do texto, nada mais justo que mostrar alguns exemplos de loja sem vendedor que tem dado certo, não é mesmo? Conheça algumas das empresas, então:

As lojas Honest Market Brasil, Market 4u e Zaitt, nomes conhecidos, possuem uma proposta bem semelhante: funcionar como uma conveniência, na qual o cliente pode escolher entre produtos prontos para consumo, higiene pessoal e até mesmo bebidas alcoólicas.

Fora do Brasil, uma das pioneiras nessa tendência é a Amazon Go, nos EUA. Todas as propostas funcionam em uma operação padrão: compra feita pelo aplicativo da empresa, com self-checkout, sem precisar da presença de um vendedor.

O que é necessário para abrir e manter uma operação como essa?

Para abrir lojas sem vendedor, os lojistas precisam ter certeza que têm tudo que é necessário para isso: desde a estrutura que suporta a loja e todos os equipamentos até as ferramentas usadas para controlar as compras.

Basicamente, então, é preciso investir em tecnologia. É ela que vai dar sustentabilidade a esse tipo de loja. Além disso, o investimento pode variar de acordo com o tamanho da loja e o tipo de equipamentos que vão ser usados para armazenar os produtos.

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Compatível com todas as modalidades de pagamento e modelos fiscais como SAT, PAF, NFC-e e MFe, o sistema ainda oferece opções de parcelamento no cartão de crédito ao final da compra.

Além disso, permite envio de comprovante por e-mail, exibição de vídeos e imagens institucionais e resgate de pedidos para pagamento direto no autoatendimento.

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Conclusão

O honest market faz com que as pessoas possam simplesmente entrar, procurar seu produto e pegar, sem a participação de nenhum intermediário.

Ou seja, sem vendedor e com mais praticidade, essas lojas são uma tendência que chama atenção não só dos empreendedores, mas dos próprios clientes. O autoatendimento, como falamos, é um grande desejo dos consumidores.

Por isso, já existem muitas operações que têm apostado nesse formato, como é o caso do Market4u e o Amazon Go, fora do país.

Mas para dar certo, é fundamental contar com a tecnologia certa, como é o caso da TOTVS. E para não deixar de aprender mais sobre varejo e tendências tecnológicas, leia também nosso conteúdo sobre software para lojas!

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