Capital humano: a importância da gestão para empresas de serviços

A evolução tecnológica dos meios de produção, a participação cada vez mais ativa de recursos de automação e a demanda por produtos e serviços mais alinhados às requisições da sociedade reforçaram a necessidade das empresas sobre máquinas e equipamentos. Ao contrário do que muita gente pode pensar, porém, esse cenário não retirou do capital humano sua real importância.

Hoje, paralelamente a parques tecnológicos extremamente complexos e automatizados, há também a presença de profissionais mais especializados, engajados e alinhados com os valores corporativos.

Nesse sentido, especialmente quando falamos sobre o mercado de prestação de serviços, o capital humano desponta como um dos ativos de maior relevância para as organizações, contribuindo diretamente para a boa execução dos processos e o alcance dos resultados desejados.

É por esse e por tantos outros motivos que esse fator só ganhou força dentro dos negócios ao longo dos anos, passando a ser mais valorizado e também demandado. A gestão desse importante ativo se transformou, portanto, em uma necessidade urgente.

Preparamos aqui um material completo para mostrar a importância de uma gestão precisa, eficiente e moderna do capital humano para empresas de serviços. Acompanhe!

Antes de mais nada, o que é capital humano?

No contexto empresarial, o termo capital humano tem sido elevado a uma posição de destaque cada vez maior. Na medida em que a competitividade se tornou uma marca do mercado, maior se tornou também a pressão para que empresas de todos os portes e segmentos busquem por alternativas para entregar resultados mais expressivos, bem como mais valor para seu público. Aí é que entram as equipes.

Os colaboradores têm se mostrado como um dos grandes pilares capazes de sustentar as operações empresariais, além de figurarem como estratégias eficientes para elevar a qualidade operacional dos negócios. Atualmente, o que se percebe é que não é suficiente deter uma infraestrutura moderna, um inventário completo de ativos físicos e instalações robustas. Mais que isso, é necessário ter também o suporte de bons recursos humanos, preparados para extrair máximo proveito da estrutura corporativa.

É nesse contexto que o conceito de capital humano se mostra tão relevante. Na prática, o termo pode ser entendido como uma medida de valor extraída a partir do conjunto de atributos e habilidades dos funcionários. Trata-se, assim, do conjunto de conhecimento, habilidades, técnicas e posturas que favorece a execução do trabalho de maneira eficiente, gerando valor econômico.

O termo traduz a ideia de que os recursos humanos de uma empresa são vistos como ativos — assim como é o capital financeiro, por exemplo. Desse modo, podemos dizer que nenhum trabalho desenvolvido por pessoas é igual a outro. Cada profissional, cada equipe, tem valor singular, que pode ser aumentado a partir de capacitação técnica, educação e incentivos organizacionais.

Quando essa denominação se tornou tão importante?

O termo capital humano foi cunhado na década de 1950 pelo economista Theodore Schultz, que em 1979 conquistou o Prêmio Nobel de Economia ao lado de William Arthur Lewis. Por mais que já fosse perceptível nessa época a importância dos fatores humanos sobre os resultados das empresas, ainda não havia um grande movimento de transformação dentro das próprias organizações que fizesse desse conceito algo prático.

Com o passar dos anos e o acirramento da competição no meio empresarial, contudo, passou-se a perceber que o capital humano poderia ser um diferencial enorme dentro das empresas.

Pense bem: equipamentos, maquinários e recursos físicos de modo geral estão ao alcance de qualquer negócio. Isso significa que todas as vantagens competitivas que esse tipo de capital representa estão acessíveis a todas as empresas. Diferentemente dessa noção, o capital humano carrega uma compreensão mais singularizada: cada empresa obtém um valor diferente de seus recursos humanos.

Em muitos casos, isso dependerá da maneira como os profissionais são gerenciados, como são valorizados e como são estimulados a crescer e se desenvolver tanto como profissionais como também quanto pessoas.

Aliás, atualmente não é nada difícil encontrar exemplos de empresas dos mais diferentes ramos que investem massivamente na qualificação do capital humano e, mais que isso, no bem-estar, na motivação e na saúde de seus colaboradores.

Esses negócios perceberam que é possível ser mais produtivos, eficientes e competitivos sem para isso ter que fazer grandes investimentos em infraestrutura, focando apenas na qualificação do ambiente de trabalho e do vínculo com os profissionais.

Já não há dúvidas de que, hoje, o capital humano tem papel determinante nos rumos de qualquer negócio. Pode acreditar: desde que adequadamente preparadas, equipes menores são sim capazes de entregar resultados mais satisfatórios que times grandes, só que pouco coesos, pouco valorizados e pouco engajados nos projetos.

Há diferenças entre capital humano e capital intelectual?

Seguindo com nossa discussão, precisamos destacar a existência de uma questão que costuma surgir com certa frequência nesse contexto: a diferença entre capital humano e capital intelectual. Já podemos logo dizer que os termos têm significados distintos, devendo ser interpretados com as devidas ressalvas.

Quando falamos em capital intelectual, estamos fazendo referência a um conjunto de conhecimentos, habilidades e ativos intangíveis que geram algum tipo de valor econômico para a empresa. Trazendo uma noção bem mais ampliada, o capital intelectual inclusive engloba o conceito capital humano.

No fim das contas, o que você tem que guardar agora é que todo e qualquer ativo intangível de uma empresa pode ser visto como capital intelectual. Podemos citar como exemplos o conhecimento sobre determinada tecnologia, uma patente, know-how sobre negócios e assim por diante.

Por sua vez, o capital humano é a união de conhecimentos, habilidades, experiências e posturas que geram valor para o indivíduo. Temos na sua essência, portanto, a qualificação do fator humano para gerar valor para o negócio de maneira reflexa.

Como se transforma em vantagem competitiva?

Trazendo para a realidade das empresas de serviços, não é difícil entender por que o capital humano tem relevância ainda maior para negócios que lidam diretamente com o público. Colocando em termos mais práticos, é basicamente impossível dissociar o capital humano da própria essência dos serviços, que são prestados diretamente pelos funcionários.

A lógica é bastante simples: quanto mais qualificado e eficiente for o aparato humano da empresa, a tendência é que maior seja também a qualidade das entregas, a satisfação dos clientes e, claro, os resultados financeiros. Viu como investir em capital humano em empresas de serviços é praticamente uma questão de sobrevivência?

É por essa razão que as empresas de serviços precisam concentrar seus esforços em ações estratégicas envolvendo seus recursos humanos, como é o caso da gestão de talentos.

Nesse ponto, é necessário investir tanto na capacitação como na permanência de bons profissionais nos quadros corporativos. Uma vez identificado um talento, seja por meio de incentivos financeiros, pela possibilidade de ascensão ou pelo engajamento com os valores, o clima e o ambiente da empresa, o gestor deve correr atrás para que esse profissional se mantenha ali.

Quando falamos em empresas de serviços, portanto, a retenção de funcionários deve ser encarada como prioridade, uma vez que os colaboradores impactam diretamente a experiência dos clientes.

Como promover uma boa gestão de capital humano?

Como vimos até agora, o capital humano tem um caráter ainda mais importante nas empresas de serviços, certo? Por esse motivo, a gestão desse capital deve ser realizada de forma estratégica para que os colaboradores se mantenham na empresa e, mais que isso, para que sigam em um crescente de aperfeiçoamento.

Listamos a seguir algumas estratégias que podem ser aplicadas para tornar a gestão de capital humano ainda mais produtiva nas empresas de serviços. Confira!

Atração e retenção de talentos

Uma das maneiras mais eficientes e produtivas de se otimizar a gestão de capital humano é a partir de boas estratégias de atração e retenção de talentos para a empresa. Hoje, a depender do tipo de serviço prestado pelo negócio, os colaboradores podem fazer toda a diferença nos resultados obtidos.

Com isso em mente, é preciso desenvolver ações para que a empresa tenha os melhores profissionais à sua disposição, incluindo a oferta de salários mais atrativos, a possibilidade de uma maior flexibilidade de horários, oferta de benefícios e possibilidade de crescimento interno, por exemplo. Esse tipo de postura não só atrai bons profissionais externos como ainda ajuda na retenção dos colaboradores.

Desenvolvimento pessoal e profissional

Do mesmo modo, não é possível falar em gestão de capital humano sem pensar em estratégias para desenvolver pessoal e profissionalmente cada membro da organização. Aliás, a própria essência do termo capital humano traz esse desenvolvimento! É imprescindível, assim, oferecer alternativas para que os funcionários cresçam.

Nesse sentido, o negócio pode se voltar para cursos de especialização, treinamentos, capacitações internas e externas, além de muitas outras estratégias capazes de agregar conhecimento teórico e prático aos profissionais. E mais: também é preciso enxergar cada profissional como um ser humano, investindo em ações capazes de desenvolver atributos pessoais mais alinhados com o bom trabalho.

Pensando por esse lado, o negócio pode explorar a humanidade, a humildade, o espírito de equipe e a cooperação, por exemplo. Sabia que existem hoje empresas e profissionais especializados em desenvolver esse tipo de atributo em colaboradores? Esse pode ser um ótimo caminho.

Plano de carreira

Sem dúvida, uma boa gestão de capital humano passa por ações que se propõem a fortalecer a motivação das equipes. Quais quesitos podem despertar o verdadeiro potencial de cada colaborador? Pois um bom plano de carreira costuma figurar nas primeiras posições dessa lista de possibilidades.

Certamente, o gestor que quer fortalecer o engajamento e a motivação dos funcionários deve pensar na estruturação de um plano de carreira interessante, já que essa é uma forma de ao mesmo tempo valorizar o trabalho feito e ajudar cada membro do time a evoluir dentro da hierarquia da companhia.

Na prática, o plano de carreira funciona como um grande atrativo para os funcionários. A partir dele, os profissionais passam a visualizar uma oportunidade de crescimento dentro da empresa graças ao reconhecimento por seu bom trabalho prestado. Cria-se assim um gatilho poderoso, que estimula a competitividade saudável e a busca por aperfeiçoamento contínuo — pontos essenciais para a boa gestão de capital humano.

Qualificação do ambiente interno

O ambiente de trabalho também tem grande implicação na qualidade dos recursos humanos das empresas. Atualmente, ambientes marcados pela colaboração, pelo bem-estar e pela liberdade, por exemplo, são muito mais produtivos que ambientes excessivamente formais, rígidos e competitivos. Ainda que os serviços não sejam efetivamente prestados em suas instalações, é dever da empresa procurar qualificar seu ambiente interno.

Nesse quesito, vale reforçar a importância de estimular a colaboração entre profissionais, de tornar a comunicação mais transparente e humanizada, além de buscar promover uma maior proximidade das lideranças com os liderados. Tudo isso torna a empresa mais agradável de se trabalhar, o que acaba por estimular a boa prestação de serviços e a permanência de talentos nos quadros do negócio.

Quais os desafios para prestadores de serviços?

Pelas próprias características de suas atividades, as empresas que atuam no ramo da prestação de serviços apresentam alguns desafios particulares quando o assunto é gestão do capital humano. Explicaremos melhor alguns desses desafios a seguir. Veja!

Cultura e clima organizacional

Como as equipes nem sempre trabalham internamente, é mais difícil para os líderes conseguirem realizar ajustes e alinhar todo o pessoal da forma como necessitam. Nesse caso, a distância acaba enfraquecendo os vínculos com a cultura da empresa, o que prejudica um pouco a gestão do capital humano.

Especialmente no setor de serviços, a cultura e o clima organizacionais podem se transformar em verdadeiros desafios para os líderes, sobretudo quando não é estabelecida uma comunicação mais ativa e produtiva com os colaboradores. A empresa precisa se fazer presente nas atividades dos funcionários, orientando e auxiliando sempre que necessário.

Além disso, é fundamental promover reuniões e alinhamentos periódicos para ouvir os profissionais e fortalecer as diretrizes da empresa em relação à sua cultura e ao clima organizacional.

Desenvolvimento da liderança

Outro ponto de atenção na gestão de capital humano em empresas de serviços diz respeito ao desenvolvimento da liderança. A dificuldade aqui pode ser a mesma citada no tópico anterior: o fato de o colaborador estar em campo e só se reportar à liderança em momentos específicos acaba prejudicando os vínculos com a empresa.

A boa notícia é que, com os avanços tecnológicos e a maior facilidade para se estabelecer comunicação hoje em dia, é muito mais fácil para as empresas gerenciarem suas equipes, ainda que estejam atuando externamente. Plataformas, aplicativos e dispositivos móveis mantêm os times sempre conectados com os gestores, facilitando o contato a qualquer momento e de qualquer local.

Assim, por mais que o desenvolvimento da liderança seja de fato um desafio nas empresas de serviços, atualmente já é possível contorná-lo de maneira bastante produtiva e eficaz.

Por que desenvolver o capital humano?

Como você já sabe, o capital humano está diretamente associado ao desempenho das empresas de serviços. Desenvolvê-lo é, assim, sinônimo de resultados cada vez mais satisfatórios — o que certamente é o desejo de todo gestor.

Na prática, são diversos os benefícios percebidos a partir do momento em que os colaboradores do negócio apresentam um alto desempenho. Listamos os principais a seguir. Confira!

Aumento da satisfação dos funcionários

Não tem jeito: o investimento na melhoria das condições de trabalho das equipes, na estruturação do ambiente interno e no desenvolvimento pessoal e profissional de cada integrante da empresa acaba refletindo diretamente no nível de satisfação dos colaboradores.

Profissionais que têm uma percepção de valorização do trabalho por parte da empresa, certamente se sentem mais pertencentes a ela. Nesse contexto, acabam por se dedicar com mais afinco a suas funções. Podemos dizer, assim, que colaboradores mais satisfeitos trabalham melhor, queixam-se menos e produzem mais.

Elevação da taxa de retenção

De que o capital humano é um ativo extremamente valioso para as empresas não temos mais dúvida, correto? O detalhe é que reter esse capital não é tarefa fácil, especialmente quando a organização insiste em não investir em ações para a melhoria das condições dos colaboradores.

Mas e quando a empresa tem uma visão moderna a ponto de colocar os funcionários como elementos indispensáveis para o alcance dos resultados? Com essa ideia, o negócio passa a investir em medidas capazes de desenvolver o capital humano, reforçar o bem-estar e retribuir o bom trabalho. Concorda que, nesse contexto, a taxa de retenção de profissionais tende a aumentar?

O fato é que todo funcionário deseja trabalhar em um ambiente produtivo, agradável, humano e justo em termos salariais e de oportunidades. É mais que natural, portanto, que o indivíduo queira permanecer por mais tempo em uma empresa que ofereça esse pacote.

Redução de custos operacionais

Especialmente em relação às empresas de serviços, uma das maiores vantagens da gestão de capital humano é a redução nos custos operacionais e de investimentos. De modo geral, desenvolver e estimular as capacidades de funcionários acaba sendo muito mais econômico que aumentar o quadro ou mesmo investir em infraestrutura.

Em certa medida, portanto, investir em pessoas é mais vantajoso que apostar apenas em equipamentos e ativos físicos. Em muitos casos, profissionais devidamente preparados e treinados erram menos, produzem mais e dependem menos de intervenções e auxílios externos para dar conta de suas funções.

Melhora na relação com os clientes

Como já dissemos, em tratando do ramo de serviços, o capital humano tem um impacto direto sobre a percepção do público. Assim sendo, é essencial que os profissionais não só estejam capacitados tecnicamente, mas que também estejam com a motivação em alta, transparecendo sua satisfação para os clientes em forma de bom trabalho, presteza e respeito — elementos cruciais para o fortalecimento da relação entre empresa e público.

Quais são as tendências para a gestão de capital humano?

Em tempos de transformação digital, é natural que a gestão de capital humano da atualidade sofra um grande impacto dos recursos tecnológicos. Hoje, diferentes tendências antecipam a tônica do que pode ser a gestão de pessoal em um futuro não tão distante. Entenda!

Inteligência artificial e machine learning

No contexto da gestão de capital humano, tanto a inteligência artificial quanto o machine learning estão se tornando cada vez mais comuns. Já falamos hoje em chatbots dotados de inteligência artificial para a realização de entrevistas e avaliação de profissionais, por exemplo, assim como em sistemas de gestão (ERP) para recrutamento e seleção.

Além de aprofundar as avaliações feitas por profissionais, esse tipo de tecnologia ainda ajuda o setor de recursos humanos a tomar decisões com quantidade e qualidade muito maior de informações, coletadas das mais diferentes fontes.

Os conceitos de inteligência artificial e machine learning também estão presentes no dia a dia das atividades empresariais. Hoje é muito comum, por exemplo, a utilização de sistemas baseados em machine learning, que aprendem com a repetição de comportamentos e automatizam atividades operacionais repetitivas.

Gerenciamento conjunto da força de trabalho

É cada dia mais comum que as empresas lidem com profissionais atuando em diferentes perfis. Alguns são empregados, outros atendem a chamados esporádicos, enquanto outros são freelancers, por exemplo. Surge, assim, a necessidade de gerenciar adequadamente todas essas pessoas, aproveitando suas capacidades da melhor maneira possível.

Para tanto, uma alternativa é optar pelo gerenciamento conjunto da força de trabalho, uma tendência poderosa para a gestão de capital humano. Nesse caso, ferramentas e tecnologias auxiliam os gestores na administração dos profissionais, levando em conta suas características específicas.

Realidade virtual e realidade aumentada

Outras prováveis tendências para aprimorar a gestão do capital humano são a realidade virtual e a realidade aumentada. Lembrando que tais tecnologias funcionam a partir da criação de cenários fictícios, por meio da computação gráfica. E sabia que já existem aplicações dessas tecnologias para o treinamento corporativo?

A ideia é utilizar instrumentos criados virtualmente em associação com o mundo real, possibilitando interações mais ricas e a recriação de diferentes situações que podem ajudar no treinamento de pessoal. Não parece interessante?

Gestão de desempenho e feedback em tempo real

Plataformas digitais de gerenciamento de RH permitem que as empresas abandonem os tradicionais ciclos de revisão de desempenho. Assim, deixa de existir a necessidade de agendar reuniões demoradas, bem como de limitar a avaliação de desempenho por mês ou ano, por exemplo.

Com o apoio de um software especializado, os funcionários podem receber feedbacks consistentes em tempo real, baseados em uma série de variáveis e dados analisados. Além dos benefícios logísticos, esse retorno em tempo real oferece aos profissionais uma ferramenta precisa para seu desenvolvimento ao proporcionar orientações capazes de resultar em mais performance e engajamento praticamente imediato.

Por fim, como vimos, o capital humano especialmente no contexto das empresas de serviços exerce um papel fundamental para a consecução dos resultados desejados. Mais do que nunca, hoje é perceptível que os profissionais precisam ser valorizados, cuidar da sua saúde e estar motivados para produzirem mais e melhor. Por esses e outros muitos motivos, o investimento no setor deve ser prioridade para as empresas. Esse é o caminho para alcançar o equilíbrio operacional e formular times mais coesos e produtivos.

Então, gostou deste material? Aproveite para se informar mais sobre o tema lendo também nosso post sobre a importância de se investir no capital humano!

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