Tecnologias disruptivas: conheça aplicações, impactos e novidades

Tecnologias disruptivas: conheça aplicações, impactos e novidades

Equipe TOTVS | INOVAÇÕES | 30 janeiro, 2019

No mundo dos negócios, as empresas estão sempre em busca de maneiras de melhorar as suas operações, a qualidade dos serviços e a inovação. Isso forma o cenário ideal para o surgimento de tecnologias disruptivas.

Romper com o antigo modus operandi e propor algo nunca visto. Isso parece ficção científica, mas, na verdade, vem acontecendo na sociedade há muitos anos. Se antes era impossível imaginar conversar ao telefone sem que o aparelho fixo fosse acionado, hoje, as funcionalidades de um smartphone são bem mais extensas do que a simples comunicação.

O mais incrível é que, no primeiro momento, se as tecnologias disruptivas parecem frutos da imaginação humana, em pouco tempo, já tornam-se parte do cotidiano das pessoas, fazendo com que as suas experiências e os seus resultados sejam cada vez mais significativos.

Por conta dessa imensidão de possibilidades, revisitamos o seu conceito neste post, avaliamos algumas de suas principais aplicações e lançamos também os nossos olhares às tendências. Aproveite o futuro: ele está bem aqui!

Afinal, o que é uma tecnologia disruptiva?

É importante entender o conceito da disrupção, visto que algumas inovações não estão nessa categorização.

Tecnologia disruptiva é aquela que revoluciona, de maneira significativa, a solução que era anteriormente utilizada ou simplesmente cria um novo mercado, produto ou serviço.

Normalmente, os critérios para a definição de seu fator disruptivo giram em torno da melhoria da relação custo-benefício dos processos que gerencia, da sua performance, do aperfeiçoamento prático ou da inovação que proporciona.

Quais são as principais tecnologias disruptivas de hoje?

Como mencionado, várias empresas já estão inseridas e aproveitando o futurismo que tais tecnologias podem proporcionar. Entre as mais relevantes, é possível citar:

Internet das Coisas

Internet of Things (IoT) conecta máquinas em uma rede que permite o compartilhamento de dados que possam complementar as atividades de cada uma delas.

Segundo os dados do infográfico produzido pela Intel, a indústria (40,2%), os serviços de saúde (30,3%) e o varejo (8,3%) são os setores que mais adotam a IoT em seus processos atualmente.

Além disso, com comandos de robôs de Inteligência Artificial, máquinas de IoT podem ser programadas para executarem ações sem a intervenção humana.

O controle de estoque de uma empresa, por exemplo, pode ser otimizado com soluções de IoT conectadas ao ERP da empresa. Esse sistema identifica a redução do volume de alguma matéria-prima e envia o comando para a compra de reposição.

Inteligência Artificial

Existem diversos robôs de Inteligência Artificial. Alguns têm capacidade de aprendizado com as suas experiências; outros seguem exclusivamente as orientações de seus bancos de dados.

Esses dispositivos de IA podem conduzir transações de vendas no e-commerce da empresa, realizar atendimentos nos call centers e chats do negócio e, até mesmo, fazer análises complexas do comportamento do consumidor, indicando aos seus gestores as tendências e probabilidades de sucesso em cada tomada de decisão e estratégia.

Realidade Virtual e Aumentada

O estudo Gartner Predicts 2017 aponta que, até 2020, 100 milhões de consumidores usarão a Realidade Aumentada para realizar compras.

Essa previsão da pesquisa não é em vão. Óculos de Realidade Aumentada permitem simular as características de carros e também podem ser utilizados para treinamentos de equipes. Ou seja, são extremamente úteis e versáteis.

Analytics

Também disruptiva, a mineração e o Analytics trouxeram significado para o Big Data que crescia cada vez mais nas empresas, mas era pouco aproveitado.

Com as suas funções complexas, o Analytics permite criar relações entre as variáveis e os dados do negócio cujos resultados nem sempre chegavam no momento certo para a tomada de decisão, devido ao processamento manual.

Inclusive, os seus benefícios suprem as necessidades não só dos gestores, mas também de setores estratégicos, como a área de vendas, logística e finanças.

Robótica avançada

A robótica avançada tem dois grandes benefícios para o negócio. A possibilidade de aumentar a sua produtividade, já que pode atuar em jornadas superiores a dos humanos e, claro, permitir que os profissionais atuem mais no campo estratégico do que no operacional.

Etapas burocráticas do processo comercial que eram executadas pelos colaboradores agora podem ser delegadas aos robôs — garantindo, assim, que a equipe foque no relacionamento com o cliente, por exemplo.

Qual é o impacto das tecnologias disruptivas?

Como pôde ser visto, as tecnologias disruptivas podem ser aplicadas em diversos segmentos e setores do negócio, desde a área operacional ao treinamento de funcionários. E não para por aí!

Na economia

Novas oportunidades de negócios e os novos valores sociais. A economia sentirá cada vez mais as alterações que as novas tecnologias proporcionarão.

Com isso, existe uma tendência que os profissionais tenham cada vez menos relações únicas de trabalho. A chamada Gig Economy, que eleva o status dos serviços por demanda, se intensificará.

São milhares de especialistas disponíveis no mercado. Sem vínculo empregatício, eles poderão contribuir de forma ampla com diversos negócios, aumentando a competitividade e, ao mesmo tempo, reduzindo os seus custos fixos com recursos humanos.

Em diferentes indústrias

As diferentes indústrias verão a competitividade ficar cada vez mais intensa. Com as novas tecnologias e a ascensão das startups e de suas infraestruturas escaláveis, será preciso focar na redução de custos e na melhoria da qualidade dos seus produtos.

No futuro do trabalho

Com o uso de robôs e soluções tecnológicas para executarem processos básicos, os profissionais poderão se dedicar às estratégias e melhorias das relações com os seus clientes.

Novas carreiras e habilidades serão requeridas, tanto no aspecto técnico quanto no psicológico, facilitando a forma como os profissionais interagem e se tornam dependentes das máquinas.

Na construção de cidades inteligentes

Cidades são como organismos vivos. Portanto, apresentam carências e necessidades a serem atendidas. São nessas adversidades que as tecnologias disruptivas atuam.

Criar um aplicativo ou um cartão único para identificação, licença para dirigir, seguridade social e compras no supermercado é uma delas. Facilita a vida de seus moradores e também do governo, na distribuição de benefícios e nas cobranças de impostos, por exemplo.

Sistemas de trânsito que identificam variação no tráfego e recalculam o tempo dos semáforos, além do ensino à distância de matérias complementares nas escolas também são bons exemplos.

Há espaço para mais novidades?

A resposta é fácil: com certeza, sim. Não só para tecnologias que quebram as antigas maneiras de executar tarefas e se relacionar com clientes, como também para aquelas que trazem melhorias significativas para os processos atuais, como atualizações e novos módulos para um ERP.

Todas as soluções que vierem com o intuito de otimizar as operações, evitar gastos desnecessários e melhorar a experiência dos consumidores e da população, em geral, terão espaço e mercado para conquistar. Isso inclui as tecnologias disruptivas que lidam com a hiperconectividade nas empresas, como a Internet das Coisas.

Quer continuar a sua leitura descobrindo se a sua empresa está preparada para a hiperconectividade? Então, leia mais neste post completo!

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