sistema legado

Saiba o que é sistema legado e como modernizar a sua empresa

Equipe TOTVS | GESTÃO | novembro 13, 2019

Um sistema legado é um desafio na rotina das empresas. O problema vai muito além da área de TI e envolve todos os colaboradores que utilizam ferramentas digitais ao longo do dia. Recursos lentos, bugs, ausência de funcionalidades, travamento e perda de dados são algumas das dificuldades enfrentadas.

A melhor solução é migrar o software legado para modelos mais modernos e associados às novas tecnologias. No entanto, na hora de tomar essa decisão, gestores e responsáveis pela área devem estar alinhados e cientes da necessidade de adaptação e capacitação da equipe.

Outro ponto que deve ser levado em conta são os indícios de que seu sistema está ultrapassado. Normalmente, a definição de o que é um sistema legado envolve uma herança da organização que foi transmitida de geração em geração. Os modelos atuantes no mercado são vindos dos anos 90 e, por isso, não conversam bem com novos recursos.

Assim, o sistema antigo não oferece clareza e transparência nas operações com um banco de dados e funcionalidades que talvez estejam ultrapassadas. Nesse cenário, o maior prejuízo para as empresas diz respeito à falta de relatórios com dados estratégicos sobre todos os setores do negócio, entre outros pontos.

Sistema legado: software X hardware

Antes de definir os termos dos sistemas legados características, é preciso definir o que é software e hardware e onde o sistema se encaixa. O ponto fundamental é que tanto o software como o hardware precisam um do outro para coexistir e realizar as tarefas solicitadas pelo usuário.

Enquanto o hardware é a parte mais “visível” de um sistema em operação, como são o teclado e o mouse de um computador, por exemplo, o software é a lógica operante da parte física e tem como responsabilidade executar programas e aplicações. Assim, ambos podem ficar obsoletos.

Por isso, a dica é contar com a equipe de TI na hora de diagnosticar tais problemas, principalmente em empresas que possuem datacenters e aplicativos complexos. Desta forma, é possível atualizar esses sistemas legados contando com a manutenção do provedor contratado ou equipe interna.

Sistemas legados: características

Sabe aquele momento da operação no sistema em que é necessário realizar outra atividade enquanto o software organiza os dados e realiza as tarefas? Essa é uma das características que percebemos em um sistema legado: a lentidão.

Por ser construído a partir de tecnologias desatualizadas, é de difícil operação. Mas, mesmo diante disso, muitos gestores sentem receio em alterar os códigos que regem o sistema da empresa, devido à incerteza das mudanças e por acreditarem que será um processo lento e cheio de mudanças.

Para fazer a transição com menos perdas possíveis, o ideal é que os dados e formatos presentes em um sistema legado possam ser migrados para novos softwares, assim como aplicações disponíveis encontrem semelhantes em versões atualizadas.

Indícios de sistema legado

Abaixo, confira os principais indícios de que você está operando um sistema ultrapassado.

  1. Pesado: traduzido na perda de tempo na hora de realizar tarefas e na ausência de relatórios categorizando dados;
  2. Software desatualizado: se você opera com software terceirizado, sabe da importância em acompanhar a modernização do prestador de serviço. Quando isso não ocorre, a tendência é o sistema ficar desatualizado;
  3. Falta de Mobilidade: a era móvel chegou como complemento de sistemas robustos. Diversos aplicativos no mercado realizam funções primordiais na gestão de sistemas;
  4. Sistemas não dialogam entre si: na hora de contratar soluções complementares ao sistema de gestão, pode ocorrer incompatibilidade entre os códigos;
  5. Treinamento ou especialista: apenas determinadas pessoas da equipe sabem operar o sistema. Nesse cenário, qualquer ausência de colaborador pode ser prejudicial à rotina de trabalho, além do tempo gasto em treinar novos funcionários para aprenderem a mexer nas ferramentas disponíveis,
  6. Não é escalável: se um sistema legado não acompanha o crescimento da empresa, os recursos tornam-se limitados com o aumento da demanda.

Por que sistemas legados estão obsoletos?

Sistemas ultrapassados configuram como um risco à segurança de armazenamento de dados. É preciso padronizar processos para identificar os chamados ativos de “fim de vida” (EOL) a fim de evitar que cibercriminosos invadam o sistema.

Sistemas mais antigos também tendem a ser mais vulneráveis a malwares e a violações modernas. É recomendado que as empresas trabalhem constantemente na criptografia desses dados, atualizando os patches de segurança.

Como integrar o sistema legado às novas tecnologias

Para saber como transformar o seu negócio, conheça mais sobre jornada digital e entenda o potencial que você está perdendo sem investir na tecnologia. Assim, é possível encontrar soluções que se integrem com seus sistemas legados, preservando as operações antigas e revitalizando os processo.

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