time to market

Conheça o time to market e sua relação com a indústria

Equipe TOTVS | GESTÃO INDUSTRIAL | 30 dezembro, 2019

Você sabe o que é time to market? É uma expressão usada para identificar o tempo gasto no processo de desenvolvimento de um produto, desde sua concepção até a hora de anunciá-lo para os clientes.

O planejamento de tempo é um ponto crucial dentro das empresas. Saber aproveitar o momento certo para lançar algo novo, é tão importante quanto a qualidade do produto em si. Quando há uma velocidade baixa para sua divulgação, não importa o grau de inovação, seus concorrentes estarão na frente.

O tempo que um setor de marketing leva para elaborar a divulgação de produtos não pode ser um gargalo. Esse processo deve fluir de forma rápida e simples. A capacidade de se adaptar conta muito, quando falamos de sobreviver e se destacar nos negócios digitais.

A qualidade

É comum, porém errado, pensar que o time to market e a qualidade dos produtos caminham em direções opostas. O TTM realmente pode ser encurtado ao saltar etapas do processo de desenvolvimento, comprometendo a qualidade do produto. 

No entanto, em processos estruturados, o desenvolvimento de produtos é visto como uma sequência definida de passos a serem seguidos. Saltar uma etapa pode não só afetar a qualidade negativamente, como também acabar prolongando o TTM ao ter que refazer uma fase anterior. 

Como mensurar?

Na definição do time to market, não existe um padrão específico para medi-lo. Há uma grande variação na maneira como empresas estabelecem o início desse período. Se pegarmos a criação de veículos como exemplo, o período de desenvolvimento começa quando o projeto de um carro novo é aprovado.

Outras empresas, porém, podem não considerar um projeto iniciado se ele ainda não foi de fato construído e visualizado. Para essas empresas, o ponto inicial só existe quando o projeto está pronto. 

As definições do final do período de TTM também variam. Alguns consideram um projeto concluído quando é encaminhado à fabricação. Outros definem que a conclusão acontece quando o primeiro modelo do novo produto é enviado para a loja. E outros chegam acreditar que é apenas quando o primeiro cliente compra.

Medições de time to market também dependem da complexidade do produto e da organização interna dos processos ligados ao projeto. Isso inclui as tecnologias que ele exige e seus processos de fabricação. Lançar algo novo leva muito mais tempo do que criar variações de produtos que já existem.

Mesmo com níveis diferentes, o grande diferencial no planejamento do tempo é a capacidade da empresa de otimiza-lo em relação à concorrência. 

Como o time to market gera valor com seus clientes?

O foco da maioria das organizações é o cliente. Se pegarmos como exemplo o conceito de balanced scorecard, o ponto de vista do cliente conta muito. Sendo que algumas de suas metas gerais de desempenho, têm foco em acelerar o lançamento de produtos padronizados no mercado, para ser o fornecedor preferido dos clientes e desenvolver produtos inovadores.

Portanto, a performance da empresa na visão do consumidor é prioridade para os gestores. O interesse do cliente costuma se dividir em quatro categorias:

  • prazo;
  • qualidade;
  • desempenho e serviços,
  • custo.

O lead time mede o prazo necessário para atender às demandas do consumidor.  Para os produtos que já existem, o lead time começa no recebimento do pedido ao fornecimento do produto ou serviço aos clientes.

Para produtos novos, o prazo para lançamento vai desde a fase de definição do produto até chegar ao consumidor final. A avaliação de qualidade estuda os defeitos nos produtos conforme a percepção do cliente.

Outro fator que define a qualidade é a exatidão na previsão de entrega. A partir dessa visão, podemos definir a criação para o cliente baseada em dois pilares. O serviço/produto oferecido e o desempenho da marca durante o processo.

Um indicador confiável de inovação é a consistência ao desenvolver e lançar com rapidez produtos padronizados, responsáveis pela maior parte das futuras vendas. A meta é alcançar a regularidade na fabricação de novos produtos, em vez de simplesmente melhorar a fabricação dos produtos que já estão em circulação.

Como reduzir o TTM na sua empresa?

Depois de entender melhor o significado de time to market e algumas de suas especificações, você deve estar se perguntando como reduzi-lo dentro do seu negócio. Confira a seguir as dicas que preparamos para você!

Fluxos de trabalho bem definidos

O primeiro passo para otimização é definir os fluxos de trabalho. Isso é importante para evitar atrasos e minimizar períodos de ociosidade durante os procedimentos, tanto por parte dos colaboradores quanto das máquinas.

Sistemas tecnológicos são muito bem-vindos nesse cenário para gerenciar sua planta de produção com espaços de colaboração, guias de atividades e instruções sob medida para os operadores e supervisores.

A ferramenta também ajuda na rastreabilidade, compartilhando informações visuais e facilitando a visibilidade dos processos com transparência e agilidade.

Metodologias coerentes

Quando o objetivo é reduzir o time to market, procure metodologias que priorizem a produtividade da equipe à rapidez dos processos organizacionais.

O método scrum é uma ótima opção, pois informa aos integrantes o que cada um está fazendo e suas respectivas responsabilidades. Também é possível saber os progressos que estão ocorrendo e a que ponto se deve chegar, levando os prazos em consideração.

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Automação de processos

Automatizar processos é via de regra dentro das indústrias. Para melhorar o time to market, é fundamental contar com soluções que permitam que os ciclos de desenvolvimento dos produtos e serviços sejam automatizados em algum grau.

As automatizações conseguem reduzir os desperdícios de tempo e promovem um ganho geral em eficácia. Por meio de recursos disponíveis no software de automação, o desenvolvimento de produtos é monitorado desde a engenharia até à gestão de projetos.

A cadeia de suprimentos e compras, flui com muito mais facilidade com a tecnologia aplicada na formulação de contratos, planejamento e controle de qualidade. Um mau gerenciamento de armazém e ruptura de estoque, está fora de cogitação ao contar com uma solução adequada.

Por meio do monitoramento do sistema, é possível se prevenir contra perdas relacionadas à manutenção de máquinas e frota. Outro destaque da automação é a integração com a logística e o setor de vendas, uma vez que a entrega do produto deve ser eficiente e mensurada por meio da análise de satisfação.

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