Medicina Integrativa: entenda o que é e a importância

Equipe TOTVS | 05 julho, 2021

Para quem é dono ou gestor de uma instituição de saúde fica a questão: como você moderniza e, principalmente, faz a diferença na vida de seus clientes? Um dos caminhos possíveis é por meio da medicina integrativa

Se você nunca ouviu falar sobre o termo ou até conhece, mas pouco, prossiga a leitura deste conteúdo! 

A TOTVS traz todas as informações de como o tipo de medicina integrativa funciona, quais são suas vantagens, como implementá-la em sua clínica ou consultório e demais informações importantes. 

Confira!

O que é medicina integrativa? 

A medicina integrativa é a prática de cuidados com a saúde dos pacientes estabelecida por três pontos: 

  • Os pacientes também são agentes promotores de saúde, ou seja, eles têm a consciência de que possuem responsabilidade sobre o próprio bem-estar e que  devem agir a favor disso;
  • Há maior proximidade e troca entre médico e paciente para que essa relação se torne mais clara, objetiva, humanizada e eficaz;
  • Existe, também, a promoção de saúde que integra diferentes aspectos da vida dos pacientes (estado físico, emocional, mental e até espiritual).

Como é possível notar, para ser realizada, a medicina integrativa envolve vários quesitos da vida de pacientes e o papel de diferentes profissionais — tudo de uma só vez.

Esses fatos também justificam o termo escolhido, ou seja, realmente existe uma medicina que integra diversos componentes. 

Até porque, não dá para garantir conforto físico a outras pessoas sem cuidar, também, das emoções, pensamentos e espiritualidade desses indivíduos. 

Vale ressaltar, ainda, que — de acordo com a Academic Consortium for Integrative Medicine and Health —, esse tipo de medicina não é considerado como uma especialidade, mas, sim, outra forma de se cuidar dos outros e proporcionar saúde e bem-estar.  

Qual é o objetivo da medicina integrativa? 

O objetivo da medicina integrativa é colocar o paciente como o centro de todo o tratamento, o verdadeiro protagonista da sua própria vida, procedimentos  e cura. 

Por isso, os profissionais da área da saúde precisam ser bons ouvintes, dar a verdadeira atenção aos pacientes para que, dessa forma, consigam entender o que é importante para esses enfermos. 

Isso não significa que as decisões dos pacientes se sobressaem ao conhecimento dos médicos e demais profissionais. 

Na medicina integrativa, os tratamentos são sempre embasados em evidências científicas e definidos em conjunto pela equipe de saúde. 

A liberdade do paciente é sobre como ele deseja seguir as orientações para o seu bem-estar, a partir das medidas possíveis encontradas por médicos, fisioterapeuta, psicólogo, etc. 

Como funciona a medicina integrativa? 

Tudo começa com a relação médico-paciente. Ambos devem ter uma conversa clara e franca para que haja o entendimento das necessidades do enfermo: físicas, emocionais, psicológicas, sociais e espirituais. 

Depois, já é estabelecido o tipo de tratamento a ser seguido. De novo: vale lembrar que é extremamente importante que, na abordagem escolhida, o paciente também consiga executar o que é melhor para si mesmo. 

Afinal, ele também tem o papel de promotor da própria saúde. 

Para simplificar, vale usar um exemplo prático:

Imagine uma pessoa que descobre um câncer e, durante a conversa com o seu médico, declara o desejo de ser tratada em casa. 

Se realmente houver essa possibilidade diante da ciência para não comprometer o seu tratamento, os profissionais de saúde farão de tudo para que o paciente consiga ser cuidado no próprio lar. Isso é medicina integrativa!

Além disso, há outro aspecto extremamente importante, de acordo com os princípios da medicina integrativa.

O tratamento não será focado apenas em determinada parte física do paciente. Tudo o que ele pensa e sente também será levado em conta e respaldado. Isso mostra uma preocupação em tratar o indivíduo como um todo, e não somente a enfermidade específica.

Medicina integrativa x Medicina tradicional: quais as diferenças?

Existem vários pontos de divergência entre um método e outro. 

A medicina integrativa é voltada para abordagens terapêuticas holísticas com eficácia comprovada cientificamente (por exemplo: acupuntura, meditação, yoga, massagens relaxantes, entre outras).

Já a medicina tradicional foca em abordagens não-terapêuticas (com o uso de medicamentos farmacológicos e procedimentos cirúrgicos). 

Em alguns casos, pode ser que a medicina de modo integrativo precise usar tratamentos não-terapêuticos, mas é preciso ressaltar que ela sempre terá preferência por tratamentos terapêuticos e o desejo do paciente em primeiro lugar.

De qualquer modo, o cuidado integrativo é uma forma diferente de olhar para o ser humano, uma nova proposta diante da medicina comum que, no caso, entende o corpo humano em partes. 

E, justamente, cada área é tratada por uma especialidade médica. Mas, apesar disso, os defensores da medicina do tipo integrativa compreendem que o indivíduo é um sistema maior.

O corpo, então, é todo integrado. Uma mulher com dificuldades para engravidar, muitas vezes, não necessita apenas de tratamento com um endocrinologista e um ginecologista. 

Ela também pode passar por dilemas da mente e, dessa maneira, necessitar da atenção, também, de um psicólogo e de um psiquiatra. 

Ou seja, se faz imprescindível ouvir a paciente, entender todas as suas sensações e queixas e, depois, buscar a ação integrada de profissionais capacitados da saúde.

Mais uma diferença entre as medicinas é que, na integrativa, o paciente também se torna promotor da própria saúde. Na verdade, ele é considerado como o protagonista do seu tratamento, cura e estabelecimento de uma vida mais saudável. 

Sendo assim, há o entendimento de que a promoção da saúde e do bem-estar precisam estar focados nas demandas do paciente.

Além disso, claro, existe a tarefa de adotar e manter mudanças de hábitos. Sobre esse aspecto, os profissionais de saúde ressaltam a maior aderência aos tratamentos.

Afinal, quando o paciente se enxerga como responsável pelo seu próprio bem-estar, ele deixa de ser apenas um ser passivo, que só recebe as instruções de cuidados, e passa a identificar, também, pontos de melhoria para si mesmo. 

Diante das vantagens do tratamento, o paciente tem muito mais chances de seguir com os bons hábitos. 

Quais são os princípios da medicina integrativa?

Para colocar em prática a medicina integrativa é necessário um olhar mais empático sobre o paciente e trabalhar muito bem a comunicação com o mesmo. A seguir, separamos os princípios básicos para aplicar esse conceito novo na prática:

  • A relação entre médico e paciente é considerada como uma parceria voltada para a melhora da saúde e do bem-estar;
  • A saúde é entendida de forma ampla, que abrange o estado físico, mental, social e espiritual dos pacientes;
  • O paciente deve ser orientado a  diminuir ou descartar aspectos que sejam estressantes em sua rotina;
  • O paciente tem poder de decisão dentro do planejamento para tratar uma doença específica;
  • Tudo que acontece no círculo social do paciente é levado em consideração no tratamento;
  • A alimentação do paciente também é considerada como parte do acolhimento e tratamento, por isso, os profissionais passam as devidas orientações sobre os alimentos benéficos – em alguns casos, podem indicar um nutricionista;
  • O tratamento é compartilhado com todos os profissionais envolvidos na promoção da saúde e do bem-estar do paciente;
  • Nenhuma abordagem terapêutica é descartada.,Os profissionais consideram e avaliam tudo;
  • O foco do tratamento deve ser o de oferecer  saúde e dentro do recomendado pela ciência;
  • Cada paciente deve passar por um acolhimento específico, considerando o grau de enfermidade e o aspecto emocional da pessoa enferma.  

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Quais tratamentos compõem a medicina integrativa?

A medicina integrativa, como dito anteriormente, considera todos os tipos de abordagens terapêuticas que tenham eficácia comprovada cientificamente. 

Já a escolha de quais serão os tipos de tratamento depende da doença e das queixas a serem enfrentadas e, também, das preferências do paciente. 

Abaixo, confira um pouco mais sobre algumas abordagens comuns na medicina integrativa:

Acupuntura 

A acupuntura é uma técnica de origem chinesa que consiste na aplicação de  agulhas em diferentes partes do corpo. 

As agulhas, no caso, são bem finas e, de acordo com estudos, promovem o reequilíbrio das energias pelo corpo. 

Além disso, os pequenos instrumentos garantem efeitos anti-inflamatório e analgésico. 

É possível tratar ansiedade, depressão, compulsão alimentar, enxaqueca, refluxo gástrico e diversos outros problemas de saúde. 

Yoga 

A Yoga é uma modalidade de exercício físico. A prática parte do princípio de que todos podem ter mais consciência corporal e, assim, executar movimentos e posturas específicas. 

Tudo isso não só faz com que o corpo fique em forma, como também ajuda a aliviar o estresse e a ansiedade. 

Outro ponto muito positivo é que todos podem praticar Yoga, ou seja, desde adultos a crianças. 

Meditação 

A meditação é mais uma prática antiga e de origem na sociedade oriental. Para exercitar, basta ficar em uma posição confortável, seja em pé, sentado ou deitado e deixar a mente agir. 

É preciso focar toda a atenção na própria respiração. A repetição disso, dia após dia, melhora a concentração, o foco no presente e, ainda, alivia sintomas da ansiedade e do estresse. 

Essas e outras abordagens realmente são muito comuns em clínicas, consultórios e hospitais voltados à medicina integrativa. 

Para conhecer mais algumas formas de tratamento da medicina do tipo integrativa, vale trazer o exemplo do que o Hospital Albert Israelita Einstein (referência em toda a América Latina) faz frequentemente. 

Dentro do ambiente hospitalar, profissionais da medicina integrativa realizam o atendimento de pacientes e de seus familiares e demais acompanhantes. 

O objetivo, nesse caso, é passar técnicas corporais não-invasivas, por exemplo: alongamentos, exercícios de respiração, massagens e práticas de relaxamento por meio da própria voz dos terapeutas. 

A partir disso, todos podem sentir o alívio do estresse e da tensão, consequentemente, a sensação de bem-estar também ganha mais espaço. 

É algo extremamente vantajoso para qualquer pessoa, ainda mais para aqueles que estão enfrentando a batalha contra doenças. 

Quais são as principais vantagens da medicina integrativa?

A medicina integrativa coloca em prática o famoso atendimento humanizado, e otimiza o trabalho dos médicos para identificar um problema, oferecendo uma visão mais ampla de tratamentos.

Confira quais são especificamente os fatores positivos:

Melhoria do relacionamento com o paciente

Verdadeiramente, na medicina de tipo integrativa, o contato entre médico e paciente precisa ser claro e transparente. 

É preciso estabelecer uma parceria, mesmo, para que todas as demandas do paciente sejam ouvidas, compreendidas e atendidas. 

Ao mesmo tempo, o profissional de saúde deve passar segurança para que o outro entenda como será o tratamento e, claro, que possa seguir todos os passos corretamente. 

Aumento da qualidade de vida

Um dos princípios da medicina integrativa é frisar a promoção da saúde e do bem-estar. 

Por meio das abordagens terapêuticas e, também, com a paciente no papel de promotor do próprio autocuidado, há o aumento da qualidade de vida. 

Afinal, tudo o que faz parte do tratamento (massagens relaxantes, dieta saudável, acupuntura, alongamentos físicos, etc.) proporcionam o equilíbrio da mente e do corpo. 

Todo o estilo de vida do paciente pode ser avaliado e ajustado conforme as necessidades dele. 

E o melhor é que, em muitos casos, o paciente adota as medidas benéficas para a vida toda e não só durante a fase do tratamento. 

Mais eficácia no tratamento

De nada adianta os melhores profissionais de saúde definirem um tratamento de alta qualidade e eficácia, se o paciente não adotar as mudanças. 

Esse tipo de problema, na medicina que é integrativa, já é descartado. Desde as primeiras conversas, o médico já mostra que o paciente é o ponto focal do tratamento. 

Ou seja, a postura do enfermo não deve ser passiva, de quem só atende às prescrições. Ele também tem o seu poder de escolha e de decisão. 

Mais do que isso, também é responsável pela sua própria saúde e sensação de conforto. 

Toda essa consciência faz com que o paciente se sinta parte do movimento de transformação e que, logo, siga todas as boas práticas. 

Com o tempo, todos os envolvidos no tratamento podem notar maior eficácia das abordagens terapêuticas. 

Prevenção de outras doenças

Os cuidados terapêuticos não só podem conduzir o paciente até o caminho da cura, como também são o ponto-chave para se viver com mais saúde sempre.

A meditação e a Yoga, por exemplo, podem ser o início de um tratamento. Com o passar dos dias e com a cura, o paciente entende que aquelas práticas são indispensáveis para o seu bem-estar geral. 

Dessa forma, ele passa a adotar os exercícios como hábitos diários, o que prevenirá doenças e aumentará a qualidade e expectativa de vida. 

Medicina Integrativa: Como implementar em uma clínica?

O principal fator para implementar a medicina integrativa em uma clínica é ter profissionais de diferentes áreas. 

Afinal, esse tipo de cuidado médico crê que o corpo é um sistema integrado e que, para promover a saúde e o bem-estar, é necessário cuidar do todo em conjunto. 

Ou seja, os pacientes necessitam de atenção sobre seus estados físicos, psicológicos e sociais. 

Por isso, tenha, em seu espaço, médicos, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, educadores físicos e demais profissionais capacitados e focados no atendimento humanizado. 

Além disso, também é fundamental que todos os especialistas trabalhem em ação, que se comuniquem de forma intensa e, por meio disso, consigam determinar tratamentos excelentes e singulares para os pacientes. 

Como um software pode auxiliar na aplicação da medicina integrativa em uma clínica?

Impossível falar a respeito da implementação da medicina integrativa e, claro, do sucesso de uma clínica médica sem citar o uso de software. 

Sim, hoje em dia, tudo não só pode como deve ser digital na gestão de centros médicos.

A tecnologia facilita o dia a dia, economiza tempo de trabalho dos profissionais, garante mais segurança de dados aos pacientes e mais outras vantagens. 

Para entender melhor essa parte, veja o que é possível explorar com uma plataforma digital: 

Gestão financeira

A atenção às finanças é algo imprescindível para qualquer negócio. 

Sem o controle do dinheiro que entra e que sai do caixa, não dá para administrar corretamente o capital humano, os recursos materiais e, assim, atender às expectativas dos pacientes. 

Então, para garantir que tudo fique equilibrado, dá para contar com o recurso de gestão financeira do software que registra todos os dados de pagamentos de profissionais, despesas e investimentos.

Tenha o controle de absolutamente tudo com facilidade e segurança! 

Atendimento mais rápido e próximo 

Todas as informações dos pacientes (nome, documentos, histórico médico, exames e mais) também ficam guardadas no software para clínica médica

Isso otimiza bastante o atendimento, afinal, não é preciso anotar ou, ainda, procurar as informações em papéis quando os clientes chegam à clínica. 

Aliás, o registro digital também soma à segurança de dados das pessoas. 

Ao contrário do que acontece quando as informações ficam em papéis — materiais perenes e que também podem pegar fogo, molhar ou serem furtados. 

Prontuário eletrônico

Foi-se o tempo em que clínicas e consultórios médicos precisavam fazer prontuários de papel. 

Atualmente, os softwares também disponibilizam campos específicos para a construção do histórico médico dos pacientes.

As informações, no prontuário eletrônico, podem ser acessadas a qualquer hora e lugar pelos funcionários do centro médico. 

Isso também é muito importante para integrar o trabalho de todos os especialistas. Os dados dos pacientes e, também, o planejamento do tratamento ficam armazenados em um só lugar. 

E, claro, em um formato simples e fácil de usar. Dá para conferir os documentos no computador ou, ainda, na palma da mão por meio de um tablet ou um celular. 

Agendamento, cancelamento e remarcação de consultas

 Administrar dias e horários de consultas também fica muito mais fácil com um software. 

Na plataforma digital, você encontra uma agenda fácil e intuitiva para registrar todos os horários das consultas. 

Também é possível conferir os cancelamentos e fazer a remarcação de consultas. 

Vale frisar que uma agenda bem organizada também soma à otimização dos atendimentos e, consequentemente, à satisfação dos pacientes. 

Você poderá evitar atrasos no atendimento médico, a marcação de duas consultas no mesmo horário, entre outros problemas comuns em clínicas e consultórios. 

Quais são os impactos do uso da tecnologia na medicina?

Ao longo de todo este conteúdo, você viu o quanto a medicina integrativa propõe uma nova forma de lidar com a saúde e o bem-estar das pessoas. 

Absolutamente tudo o que o paciente sente e pensa também é colocado em evidência, além das próprias vontades dele. 

Isso facilita bastante a adesão ao tratamento e, dessa forma, aumenta as possibilidades de cura.

Mas, também é preciso lembrar que, para aplicar a medicina integrativa no dia a dia, a clínica precisa de uma gestão eficiente. 

É aqui que entra o papel crucial da tecnologia, essa área tão poderosa proporciona vantagens em diversos aspectos. 

É possível melhorar o atendimento aos pacientes por meio do software para centros de saúde. 

Mais do que isso, a conectividade também aprimora o entendimento dos pacientes sobre seus próprios estados de saúde. 

Na plataforma online, por exemplo, as pessoas podem conferir seus exames, diagnósticos, laudos e demais informações de modo prático. 

A relação entre profissionais e pacientes também pode ficar ainda melhor, se você optar por usar chats em seu software, além de explorar as redes sociais (WhatsApp e Instagram). 

Mais um impacto da tecnologia para a saúde é a maior exatidão para diagnósticos por meio de exames laboratoriais. 

Isso porque os recursos tecnológicos também se estendem a computadores e aparelhos para análises clínicas. 

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Conclusão 

A medicina integrativa no Brasil é uma forma de dar ainda mais atenção aos pacientes e às suas demandas. 

Desde a definição do tratamento, os profissionais de saúde praticam uma escuta atenta e focada nas necessidades e desejos dos enfermos. 

Com isso, é possível traçar estratégias terapêuticas em busca da cura e do melhor estilo de vida. 

O conjunto de vantagens faz com que os pacientes também se tornem responsáveis pela sua própria saúde e que, consequentemente, consigam aderir totalmente ao tratamento. 

Sem dúvidas, é uma prática excelente para se executar em clínicas, consultórios e hospitais, desde que também haja uma gestão eficiente para a instituição de saúde. 

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