Cross Docking: O que é, funcionamento e como implementar

Equipe TOTVS | GESTÃO PARA O ATACADISTA DISTRIBUIDOR | 28 abril, 2021

Investir em cross docking é uma maneira de oferecer à sua empresa um método de entrega ágil capaz de aumentar a satisfação do seu cliente. Trata-se de uma estratégia logística que otimiza toda operação de transporte de produtos e agiliza os envios.

Quando implantado de maneira adequada, é possível acelerar processos de distribuição de mercadorias sem se preocupar com a gestão de estoque.

Esse sistema também permite gerar economia e simplificar a gestão de boa parte de sua cadeia de suprimentos (supply chain).

Para suprir com a necessidade cada vez maior dos consumidores, que buscam muito mais do que qualidade de um produto, o cross docking é a escolha certa.

Trata-se de um diferencial competitivo indispensável para empresas que buscam se destacar no mercado, oferecendo alta qualidade logística.

Para mostrar os benefícios desse modelo logístico, desenvolvemos esse conteúdo completo.

Aqui, você vai encontrar a conceituação, as principais características e benefícios, além de modos de implementar e facilitar a aplicação do cross docking no dia a dia da sua empresa.

E então, que tal continuar nessa jornada de conhecimento? Basta seguir a leitura!

O que é cross docking?

Cross docking pode ser definido como uma estratégia de distribuição que muda os conceitos tradicionais de armazenamento. O conceito em si pode sofrer algumas leves alterações de fonte para fonte, mas geralmente indica o seguinte:

Nesse sistema, o cliente faz a compra no site da empresa, o pedido é enviado para um centro de distribuição (que chamaremos também de CD) e de lá sai para entrega para o cliente.

Ou seja, no cross docking, todo o sistema de distribuição da empresa é envolvido no processo e ele deve seguir uma sequência de processos praticamente colados.

Assim, é possível fazer com que as entregas de produtos sejam mais rápidas e, ao mesmo tempo, economiza espaço físico.

Afinal, no cross docking, não há a necessidade de estocar o produto.

Quando a mercadoria chega aos centros de distribuição, já existe um sistema que separa e envia as encomendas aos seus destinatários em, no máximo, 24 horas.

Como e onde surgiu o cross docking?

O termo cross docking significa, na tradução, “cruzando as docas”.

Os Estados Unidos foram os pioneiros no seu uso, caracterizando-o por descarregar vagões de trens ou caminhões e já colocar os itens em outros meios de transporte, iniciando o frete na mesma hora.

Outra característica dessa prática, que teve início nos anos 30, é o pouco (ou mesmo nenhum) espaço entre cargas.

Era uma prática que se destinava tanto para mudar o tipo de meio de transporte, classificar o material a destinos diferentes ou para combinar cargas de origens variadas mas com destinos semelhantes.

Como funciona o cross docking?

Um dos maiores obstáculos que os varejistas enfrentam ao lidar com grandes quantidades de produtos é o armazenamento.

Afinal, quando o produto não está nas prateleiras de uma loja de varejo, ele precisa ser armazenado em algum lugar e a um custo.

E sem um sistema eficiente de gerenciamento de estoque, você corre o risco de ficar sobrecarregado e pagar pelo armazenamento de muito estoque.

O cross docking é como uma resposta direta a esse problema.

A estratégia logística minimiza essas necessidades de armazenamento, evitando o efeito chicote.

Funciona da seguinte forma:

Os fornecedores recebem os pedidos diretamente da empresa. No caso de e-commerces, geralmente são produtos já vendidos.

No entanto, no varejo, falamos de mercadorias com vazão certa — de acordo com as necessidades do estoque.

Então, os fornecedores enviam os caminhões com os produtos aos centros de distribuição da empresa. No CD, os produtos são reembalados, passando pelo processo próprio da organização, e imediatamente redistribuídos.

Ou seja, essas mercadorias não ficam armazenadas no estoque.

Há também casos de empresas que enviam seus próprios caminhões para buscar os produtos nas docas dos fornecedores, levando diretamente ao CD.

Apenas e-commerce deve investir em cross docking?

Hoje em dia, é uma estratégia logística muito utilizada por e-commerces, que recebem a ordem de compra do consumidor e a repassam ao fornecedor.

A partir daí, se tem origem todo processo, com o produto sendo enviado ao CD da empresa e, então, ao cliente final.

No entanto, todo mercado varejista e mesmo industrial utiliza dessa estratégia.

Um grande varejista que serve de bastião da estratégia é a rede de supermercados Walmart.

Há centenas de cases por aí que explicam a dominância do seu supply chain, que utiliza o cross docking como base logística para as entregas entre lojas.

É um dos principais exemplos para citar o cross docking, e você verá algumas menções à essa que é uma das maiores varejistas do mundo.

Um desses cases é o da Walmart com a P&G, gigante dos bens de consumo, com marcas como Gillette e Pantene em seu portfólio.

Os caminhões da P&G descarregam os produtos diretamente em caminhões com destino às lojas do Walmart. Não há armazenamento desses produtos.

Praticamente não há intermediários no processo, seja no armazenamento em CD ou na loja.

Assim, a Walmart reduz os danos causados ​​aos produtos, especialmente no caso dos perecíveis e, é claro, diminui os custos indiretos.

O cross docking também consegue reduzir os custos de transporte, pois há significativamente menos tempo de trânsito (no caso do Walmart, é possível pois eles possuem um CD a cada 210 km).

Dessa forma, a rede de supermercados pode negociar melhores margens de preços com os fornecedores. 

Isso acontece pois, sem a necessidade de armazenar produtos como estoque nas próprias, o Walmart tem mais espaço nas prateleiras para oferecer.

Com o aumento do espaço, vem a capacidade de comprar em volumes maiores, a preços mais baixos.

Uma situação “win-win” onde o Walmart reduz os custos em cada negociação, mas possibilita que os fornecedores vendam mais produtos.

Qual a diferença entre cross docking e transit point?

O transit point é um tipo de estratégia com semelhanças ao cross docking, mas que essencialmente emprega uma forma diferente de logística.

De forma geral, o que muda é a quantidade de empresas atendidas.

O cross docking é mais presente ou empresas com múltiplos centros de distribuição ou centros de distribuição que atendem múltiplas empresas.

Assim, é possível estabelecer uma malha logística versátil e ágil, que funciona conforme descrito nos tópicos anteriores.

No caso do transit point, seu funcionamento é mais localizado. Como a tradução diz, se trata de um ponto de trânsito. Isso quer dizer que se trata de um ponto de passagem das mercadorias.

Sendo assim, em um transit point, uma carreta repleta de mercadorias chega para distribuir sua carga em caminhões menores, que se enraízam pelos arredores para realizar as entregas.

É algo comum em grandes cidades ou mesmo regiões mais interioranas, pois possui uma lógica de funcionamento mais simples.

Além disso, o transit point é um local que recebe mercadorias de uma única empresa ou fornecedor.

Quais são os tipos de cross docking?

Existe mais de um tipo que pode ser implementado pela empresa e, por isso, é importante conhecê-los.

Veja os tipos de cross docking que sua empresa pode adotar:

Movimentação contínua

É quando a mercadoria é recebida e despachada o mais rápido possível — de preferência, assim que chega ao CD.

Essa é a forma mais tradicional da estratégia, evitando o acúmulo de produtos em estoque.

Movimentação híbrida

Também conhecida como movimentação consolidada, é quando os itens são recebidos e separados.

Desse modo, parte deles pode ser enviada ao cliente final e a outra parte é destinada ao estoque separado.

Essa versão permite que a empresa tenha um armazenamento de itens de alto giro (cujo custo é menor), junto com um processo que dá vazão mais rápida aos itens de baixo giro (mais apropriados ao cross docking).

Movimento de distribuição

Nesta opção, a mercadoria é recebida e separada para distribuição em cargas FTL (Full Truckload).

Essa alternativa permite que a empresa tenha à sua disposição um caminhão inteiro para transportar seus produtos.

É bastante utilizada para o setor B2B, pois proporciona uma entrega mais rápida da mercadoria.

Quais são os níveis do cross docking?

Dentro do CD, o cross docking também é dividido em alguns níveis. Dependendo da estrutura da empresa, cabe mais utilizar um ou outro.

Ele vai ditar o nível de exigência do seu processo logístico, bem como facilitar alguns aspectos, como separação e embalagem.

É essencial também que, ao estabelecer alguns desses níveis, o CD esteja preparado para lidar com a rapidez dos processos envolvidos.

Aqui, a gestão é essencial e é necessário contar com ferramentas que complementam o processo — algumas que você irá conhecer logo mais.

Por hora, entenda mais sobre os diferentes níveis do cross docking:

Cross docking paletizado

Considerado o primeiro nível, caracterizado pelo uso de paletes para posicionar as mercadorias.

Assim, do momento em que chegam ao CD, são descarregadas em paletes para então serem recarregadas em outros caminhões, sem seleção ou preparação prévia.

Cross docking com separação

No segundo nível, a organização já é um pouco mais robusta: existe uma separação, feita com caixas específicas que são destinadas a regiões específicas.

Assim, os caminhões com destino X são carregados com as caixas destinadas a X.

Cross docking com separação e reembalagem

O terceiro e mais complexo nível, é bastante utilizado em empresas que necessitam integrar o processo de entrega e distribuição — como operadores logísticos.

Nesse caso, ocorre a separação e a reembalagem do produto, para então realizar o envio da mercadoria ao cliente final.

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Qual é a importância do cross docking para os processos logísticos de uma empresa?

Uma empresa que busca se colocar à par das necessidades de seus clientes, sejam B2B ou B2C, precisa de uma operação logística de alta qualidade e agilidade.

O cross docking é uma garantia dessa segunda condição, contribuindo para um tempo de entrega menor. Ou seja, você agiliza todo pós-venda até que a mercadoria alcance o cliente final.

Um grande diferencial para potencializar seu lead time, não acha?

No entanto, a maior importância do cross docking é que é uma estratégia extremamente eficiente para reduzir custos logísticos.

E o motivo é simples, você já aprendeu ao ler sobre o case da Walmart:

Com o cross docking, não há necessidade de estoque. É possível simplificar o armazenamento de produtos ou realmente eliminá-lo de suas necessidades.

Para se ter uma noção, um dado um tanto antigo pode dar a noção do impacto financeiro do cross docking.

Em 1989, nos Estados Unidos, graças a sua gestão de supply chain e a implementação do cross docking, o Walmart divulgou que seus custos de distribuição significavam o mesmo 1,7% de seu faturamento com vendas.

Além disso, no caso de cargas perigosas, o cross docking estreita os canais de contato (fornecedor x CD), o que diminui o tempo e distância de estrada.

A redução no tempo também possibilita a entrega de produtos mais frescos, dentro da validade e livres de contaminações que podem ocasionar em perdas.

E claro, com o cross docking, a empresa tem a oportunidade de reduzir custos em geral, o que acaba impactando positivamente no capital de giro necessário para manter o local.

Isso acontece pois investimentos como a construção e manutenção de grandes armazéns simplesmente não são necessários.

Quando implementar o cross docking em sua empresa?

A decisão sobre implementar o cross docking deve ser baseada nas suas necessidades logísticas, bem como objetivos corporativos e metas a serem cumpridas.

É uma estratégia ideal para empresas que buscam agilidade e possuem estrutura para encurtar distâncias de entrega.

Dessa forma, com uma rede de CDs distribuída em alguma região, podem gerir um processo tão versátil quanto o do cross docking.

O principal a se analisar é a compatibilidade do seu negócio com essa modalidade logística. Além disso, é preciso se alinhar com fornecedores e ajustar seu supply chain, possibilitando a melhor execução do método.

Outro ponto importante é a necessidade de uma gestão ampla, capaz de analisar pontos — sejam macros ou micros — na execução de cada etapa do cross docking.

Um sistema de gestão é mais do que fundamental para garantir o melhor controle das tarefas, rastreabilidade de mercadorias, bem como para análise de dados atualizados em tempo real.

Dessa forma, é possível aliar tanto prática como estratégia, com alto poder analítico que vai dar base para criação de insights que melhorem o processo de forma contínua.

Principais vantagens de implementar o cross docking?

Conheça os benefícios da adoção de um sistema cross docking, tornando mais ágil a logística de mercadorias no centro de distribuição.

Redução de custos com estoque

Esse sistema de distribuição reduz a necessidade de armazenar produtos em um almoxarifado, gerando economia de valores que seriam investidos em operacionalização, manutenção e higienização desse setor.

Os gastos logísticos são consideráveis, e reduzir custos de estocagem pode gerar grandes economias e até ajudar no lucro da empresa.

Isso porque os itens não são guardados no armazém da empresa, pois são destinados aos clientes após chegarem do fornecedor e serem checados.

Portanto, diminui-se ou até elimina-se o custo de armazenagem ou de estocagem. Por esse motivo, é muito vantajoso adotar o cross docking no e-commerce.

Maior agilidade na movimentação de mercadorias

É possível solicitar o envio de produtos de todos os fornecedores para um centro de distribuição e aumentar a produtividade.

Assim, as encomendas podem ser agrupadas para que sejam distribuídas em um bairro ou local específico.

Dessa forma, a frota sai do CD com carga completa (Full Truck Load), além de ter as suas rotas de entrega aprimoradas.

Dessa forma, toda a gestão da supply chain da organização se torna produtiva e mais ágil, além de o cliente receber os seus itens mais rapidamente.

Não há falta de mercadoria

Outra vantagem é a redução ou até eliminação de problemas com falta de mercadoria para entregar ao cliente.

Como o produto só é encomendado após o pedido do consumidor, então a empresa dependerá diretamente do fornecedor que, muitas vezes, é quem produz a mercadoria.

Eliminação dos índices de falhas

O cross docking é um processo sistemático e dinâmico para sua logística, que funciona como um efeito dominó de ações que engatilham reações operacionais.

Dessa forma, é mais fácil criar e manter um padrão na execução de cada tarefa, reduzindo de forma escalável os índices de falha.

Aumento do controle

Um bom cross docking é feito com auxílio de ferramentas que ampliam seu controle sobre cada etapa do processo.

Dessa forma, sua tomada de decisões é mais rápida e os insights obtidos direcionam à mudanças assertivas.

Como implementar o cross docking na sua empresa?

Para esse sistema dar certo, é importante ter eficiência na sincronização de pedidos recebidos e solicitações feitas aos fornecedores, bem como no fluxo das mercadorias e das informações trocadas com os seus parceiros.

Veja algumas dicas essenciais:

Invista em um sistema de gerenciamento

É indicado contar com um sistema de gerenciamento com um módulo logístico. Essa solução possibilita coordenar e estruturar os dados desses processos.

Esse software ERP ajuda a registrar informações sobre quando as cargas serão recebidas, qual é o destino delas, qual é o número de pacotes etc.

Isso auxilia no bom planejamento das operações.

Esse sistema de gestão também agrupa e sintetiza as informações entre os vários setores do cross docking, como o departamento de compras e o de transporte.

Treine sua equipe

É fundamental treinar a equipe para conseguir lidar com as demandas.

Afinal, a implantação do cross docking pode alterar profundamente o funcionamento da cadeia de suprimentos.

Deste modo podem exigir competências e habilidades diferentes das necessárias atualmente de seu quadro de colaboradores.

Invista em um centro de distribuição

Como visto acima, o CD é importante para que o sistema funcione.

Afinal, esse é o lugar em que os produtos chegarão dos fornecedores para serem reorganizados e enviados aos clientes.

Para isso, é possível procurar um parceiro que possa disponibilizar um CD ou um espaço dele.

Inclusive, dá para buscar uma transportadora especializada que tenha um centro de distribuição.

Nesse caso, verifique se ela trabalha com cross docking, de modo a ter a expertise necessária para lidar com esse sistema.

Esse tipo de experiência pode ser vantajosa para o seu negócio.

E para entender mais sobre o melhor tipo de distribuição para sua empresa, leia nosso artigo.

Tenha bons fornecedores

Não se esqueça que sua carteira de fornecedores deve ser impecável, com parceiros que viabilizem mercadorias no momento que você necessitar delas.

O cross docking é um método incrível para modernizar a logística, mas como todo processo dentro do supply chain, exige comprometimento e qualidade.

A facilidade de negociação também é um bônus a se considerar!

Monitore os resultados

Em qualquer ambiente corporativo, o sucesso é uma questão de qualidade da gestão. No caso da implementação do cross docking, esse fator é essencial.

Por isso, o monitoramento contínuo de resultados e de performance é essencial para lapidar sua estratégia e otimizar processos logísticos. Assim, é possível alcançar os objetivos do negócio!

Tecnologia para fazer a gestão do cross docking

Agora que você chegou aqui, temos uma notícia: não é porque sua empresa aderiu ao cross docking que o centro de distribuição não merece atenção.

Pelo contrário: é necessário ainda mais controle sobre o CD, para garantir a eficiência e alta qualidade dos processos dessa metodologia logística incrível.

Por isso, o uso de um sistema tecnológico para auxiliar na gestão do cross docking é essencial.

A tecnologia pode potencializar sua administração, automatizando tarefas simples e fornecendo dados qualificados para realizar a melhoria dos processos.

E é claro que a melhor opção vem da TOTVS, confira!

TOTVS WMS 

O TOTVS WMS é uma tecnologia que moderniza cada aspecto da gestão do seu centro de distribuição (e também armazém).

A ferramenta oferece ampla funcionalidade, com módulos dedicados para empresas varejistas, industriais e operadores logísticos.

Com o TOTVS WMS é possível fazer o controle total da entrada de cargas no estoque, de forma mais segura e eficiente. 

Sua implementação auxilia na administração de uma estratégia cross docking. Não por menos, cerca de 2 milhões de m² de armazéns brasileiros são geridos com uma das soluções TOTVS.

A confiança do mercado atesta a qualidade do sistema: uma tecnologia ideal, sob medida, para fortalecer seu potencial logístico.

Utilize o TOTVS WMS para rastrear a movimentação das mercadorias, aumentar a eficiência das operações e reduzir custos e mais. Conheça tudo sobre a solução!

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Conclusão

O cross docking é um método inovador, e bastante utilizado, para agilizar suas operações logísticas.

Para empresas que buscam utilizá-lo, é sempre bom ter em mente a importância do planejamento, bem como a gestão do supply chain.

Apenas assim é possível ter sucesso em sua implementação, que depende também da tecnologia para integrar cada etapa e dar maior poder de controle à empresa.

Seu negócio está preparado para o cross docking? Esperamos que esse conteúdo guie boas decisões para sua organização!

E para mais conteúdos sobre logística, é só continuar de olho em nosso blog!

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