Inteligência artificial: por que a tecnologia tem se tornado cada vez mais estratégica?

Entender o que é Inteligência Artificial (IA) é essencial para a empresa que deseja se modernizar. Isso porque ela é uma das principais tecnologias disruptivas da atualidade, tendo o potencial de modificar consideravelmente o modo de funcionamento das organizações. De acordo com a PWC, o mercado projetado dessa tecnologia, até 2020, atingirá US $ 70 bilhões.

Há um potencial benéfico para organizações que adotaram essa tecnologia, independentemente da área em que se encontram. Isso porque ela vai além da automação mecânica, englobando processos cognitivos, que geram uma capacidade de aprendizado. Dessa forma, um sistema de Inteligência Artificial consegue realizar atividades não apenas repetitivas, numerosas e manuais, como também as que demandam análise e tomada de decisão.

Quer entender melhor como ela funciona e quais são suas vantagens e seus riscos? Continue lendo e acompanhe o guia que fizemos sobre IA!

O que é Inteligência Artificial e como ela funciona?

Uma solução de IA envolve um agrupamento de várias tecnologias, como redes neurais artificiais, algoritmos, sistemas de aprendizado, entre outros que conseguem simular capacidades humanas ligadas à inteligência. Por exemplo, o raciocínio, a percepção de ambiente e a habilidade de análise para a tomada de decisão.

Podemos dizer que o conceito de IA está relacionado à capacidade de soluções tecnológicas realizarem atividades de um modo considerado inteligente. IAs também podem “aprender por si mesmas” graças a sistemas de aprendizado que analisam grandes volumes de dados, possibilitando a elas ampliarem seus conhecimentos.

A Inteligência Artificial (IA) também é um campo da ciência, cujo propósito é estudar, desenvolver e empregar máquinas para realizarem atividades humanas de maneira autônoma. Também está ligada à robótica, ao Machine Learning (Aprendizagem de Máquina), ao reconhecimento de voz e de visão, entre outras tecnologias.

Como surgiu a Inteligência Artificial?

A concepção de algo artificial que simula a inteligência humana, ou algo próximo a isso, tem sido motivo de discussão há muito tempo na história da humanidade. Já a conceituação moderna disso remota a meados da década de 1920.

Se, em 1943, Warren McCulloch e Walter Pitts publicaram um artigo referenciando redes neurais, a indústria cinematográfica já tinha lançado, em 1927, o filme Metrópolis, em que aparecia uma androide.

Antes disso, em 1921, o escritor tcheco Karel Čapek produziu uma peça de teatro intitulada R.U.R. (iniciais de Rosumovi Univerzální Roboti). No Brasil, foi publicada como “Fábrica de Robôs”. Ela deu origem ao termo “robô” e apresentou a ideia de seres humanoides artificiais, dotados de certa inteligência, embora se parecessem mais a clones. Contudo, o termo robô se popularizou e hoje é usado mais na área tecnológica. Em resumo, podemos dizer que arte e ciência buscaram abordar o conceito há muito tempo.

Após a descrição das redes neurais de McCulloch e Pitts — estruturas de raciocínio artificiais cujas bases eram modelos matemáticos que simulariam nosso sistema nervoso —, em 1950, Claude Shannon apresentou seu trabalho sobre como programar uma máquina para conseguir jogar xadrez. Isso usando cálculos de posição simples.

Alan Turing, nesse mesmo ano, desenvolveu uma maneira de analisar se um equipamento consegue se passar por um ser humano durante uma interação por escrito: o teste de Turing. Outros marcos se sucederam:

  • em 1951, Marvin Minsky desenvolveu uma calculadora de operações matemáticas imitando sinapses — o SNARC;
  • em 1952, Arthur Samuel desenvolveu um jogo de damas no primeiro computador científico comercial da IBM, o IBM 701. Esse jogo conseguia se otimizar por conta própria;
  • em 1956, ocorreu uma conferência no campus da Dartmouth College, em que se reuniram alguns dos citados com outros nomes importantes, como Nathan Rochester e John McCarthy. Esse último batizou a área de Inteligência Artificial. Na conferência, também surgiram alguns eixos que conceituaram e passaram a nortear o campo de pesquisa da IA;
  • em 1957, é apresentado, por Frank Rosenblatt, o perceptron. Trata-se de um algoritmo que funciona como um tipo de rede neural artificial, de uma camada, que classifica resultados. É um classificador linear.

Desde então, a IA tem se popularizado e desenvolvido ainda mais até chegar à atualidade, em que vem se tornando realidade no mundo tecnológico.

Quais são as tecnologias por trás?

Existem algumas tecnologias que despontam dentro do campo da Inteligência Artificial ou que contribuem para que ela evolua. Veja algumas das principais adiante.

Machine Learning

O Aprendizado de Máquina envolve um método de avaliação de dados que automatiza o desenvolvimento de padrões analíticos. Tem como base a concepção de que sistemas tecnológicos podem aprender usando dados, de modo a descobrir padrões, tomar decisões e se aperfeiçoar com pouca interferência humana. Dessa forma, pode melhorar a realização de uma atividade ao longo do tempo.

Plataformas de Machine Learning são capazes de fornecer capacidade computacional, bem como dados, algoritmos, APIs, entre outras soluções para se projetar, treinar e aplicar modelos da área em máquinas, aplicativos, processos etc.

Deep Learning

O Deep Learning, ou aprendizagem profunda, é um tipo especial de aprendizado de máquina. Envolve redes neurais artificiais com várias camadas de abstração, sendo aplicado para reconhecimento de padrões e aplicativos de classificação amparados por conjuntos de dados.

O processo de aprendizado ocorre entre suas camadas de neurônios matemáticos, em que a informação é transmitida através de cada camada. Nesse esquema, a saída da camada anterior é a entrada da posterior.

O Deep Learning “treina” máquinas para executarem atividades como se fossem humanos. Por exemplo, identificação de imagens e reconhecimento de fala. Também processa dados.

Processamento de Linguagem Natural (PLN)

O Processamento de Linguagem Natural visa ao estudo e à tentativa de se reproduzir processos de desenvolvimento ligados ao funcionamento da linguagem humana. Para isso, emprega softwares, programação e outras soluções.

Por meio do PLN, as máquinas podem compreender melhor os textos — o que envolve reconhecimento de contexto, extração de informações, desenvolvimento de resumos etc. Também é possível compor textos partindo de dados obtidos por computadores. O PLN pode ser usado em áreas como atendimento ao consumidor e na produção de relatórios corporativos.

Quais são os principais benefícios da IA?

A Inteligência Artificial é capaz de gerar vantagens para os negócios. Veja algumas das principais adiante!

Melhora na tomada de decisão

A IA pode auxiliar na simplificação de processos de análise, especialmente uma empresa que preza pela tomada de decisão baseada em dados (data-driven). Isso porque ela é capaz de organizar e conferir maior clareza a dados “nebulosos” ou “confusos”, os quais dificultam o estabelecimento de estratégias.

Um sistema de Inteligência Artificial pode desenvolver processos que envolvem correlações, regressões, estruturação de análises dos dados gerados etc. que servem de base para executivos tomarem decisões. Principalmente se estiver vinculada a uma solução de Big Data, que é capaz de lidar com um gigantesco volume de dados não-estruturados.

Comodidade e escalabilidade

Uma solução de IA virtual é capaz de empregar algoritmos para realizar segmentações mais precisas, de modo a sugerir mercadorias sintonizadas com os perfis de consumidores analisados. Isso aumenta as chances de se desenvolver boas estratégias comerciais.

A IA também tem alto nível de replicabilidade de processos, já que os sistemas que a compõem são capazes de realizar as mesmas análises diversas vezes. Isso assegura que qualquer fluxo de trabalho se torne escalável.

A obtenção de informações relevantes de relatórios também pode se tornar mais rápida. Isso porque já há algoritmos de text mining (mineração de textos) capazes de analisar um documento e encontrar informações nele.

Esses fatores geram comodidade, já que são feitos de maneira mais rápida e simplificada pela solução de Inteligência Artificial.

Aumento da automação

A IA contribui para automação de atividades lógicas, analíticas e cognitivas, gerando maior velocidade no tratamento de informações. Isso serve como complemento à automação das tarefas físicas, especialmente da produção, que costuma ser propiciada por máquinas robóticas.

Redução de erros, de riscos e de custos operacionais

Uma solução de Inteligência Artificial pode ser empregada no monitoramento de máquinas e sistemas computacionais da empresa. No caso dos equipamentos, ela pode usar dados de sensores, de câmeras, de registros em softwares de monitoramento, dentre outras fontes. Em relação aos sistemas, suas informações são provenientes de bancos de dados, de relatórios, de históricos etc.

Graças aos conteúdos obtidos, ela tem a capacidade de descobrir gargalos, falhas e outros pontos fracos nos processos da empresa, diminuindo erros e aumentando a eficiência operacional. Isso reduz custos e evita dificuldades para as equipes.

Aliás, dá até para realizar previsões sobre eventuais dificuldades, para que a empresa tome providências a tempo. Tal fato se dá porque ela gera diagnósticos de diversos setores e processos, contribuindo para o mapeamento de riscos (e também de oportunidades). Para tanto, ela pode checar frequentemente indicadores-chave de desempenho do negócio, com o propósito de relatar possíveis empecilhos às equipes.

Outro ponto interessante é que seus processos de análise costumam apresentar baixo custo. Ela também contribui para que haja maior nível de acerto nas estratégias definidas pelos gestores, que tiveram por base os dados coletados e processados pela IA.

Atendimento otimizado ao público

A Inteligência Artificial pode otimizar o atendimento oferecido ao público em diferentes aspectos, como na entrega de uma comunicação mais eficiente, no aumento da agilidade em transações e em uma personalização ampliada. De acordo com uma pesquisa da PWC:

  • 60% dos consumidores ouvidos concordam que a IA pode diminuir o tempo necessário para conseguir respostas e, simultaneamente, ser bastante adaptada às suas preferências;
  • 38% dos consumidores concordam que a Inteligência Artificial pode fornecer uma “experiência pessoal personalizada superior”.

Além disso, vale destacar que, anualmente, US$62 bilhões são perdidos por causa de um insatisfatório serviço ao cliente oferecido pelas empresas. A Inteligência Artificial pode contribuir para a redução dessa perda.

Qual é a aplicação da IA na rotina das organizações?

Existem muitas aplicações da Inteligência Artificial nas empresas, em diferentes segmentos. Adiante, confira algumas dos principais!

Financeiro

Devido a sua capacidade de análise e processamento de dados, a IA é muito útil na avaliação de indicadores e no suporte à tomada de decisão, pois pode fornecer sugestões de medidas a serem aplicadas no negócio. Também pode atuar diretamente em processos gerenciais, como ao automatizar o cálculo de preço e a avaliação sobre qual aplicação pode proporcionar melhor Retorno Sobre o Investimento (ROI).

Além disso, tem papel de destaque na prevenção a fraudes, pois automatiza e otimiza a análise de concessão de seguros, de crédito e de risco. Em entidades do setor financeiro, também pode conciliar transações em massa, durante a madrugada. Graças aos dados obtidos pela interação com clientes, ela é capaz de fornecer uma compreensão ampliada sobre suas demandas, suas expectativas e seus desejos.

Recursos Humanos (RH)

No RH, essa tecnologia poderá contribuir para redirecionar os colaboradores empregados em tarefas repetitivas para atividades de maior valor agregado, já que ela mesma será capaz de executar operações que necessitam de menos análise e raciocínio. Outro ponto em que ela será importante é o gerenciamento de longos processos de ambientação de profissionais recém-admitidos.

O surgimento do gerente de Inteligência Artificial também é uma possibilidade real. Esse profissional trabalhará para aprimorar a implementação e o gerenciamento da IA na organização.

Marketing

A IA poderá colaborar no mapeamento de tendências, comportamentos e oportunidades com o público, além de antever demandas.

Como mencionado antes, ela tem o potencial de ajudar no atendimento ao público. Aliás, podemos considerar os chatbots usados em caixas de mensagens de sites e redes sociais, mensageiros instantâneos, salas virtuais de atendimento etc. como precursores dela, pois conseguem interagir com consumidores, mas têm capacidade inferior.

As IAs também são capazes de otimizá-los, de modo que consigam responder melhor aos questionamentos dos consumidores com base em análises feitas no conteúdo dos diálogos.

Outra atividade que a IA aprimora é a avaliação do comportamento do usuário. Isso porque ela é capaz de analisar conteúdo digital e aplicar um algoritmo a fim de segmentar perfis, tendo por base os hábitos do público. Graças a esse fator, dá para recomendar produtos que os consumidores têm maior probabilidade de comprar.

O processo de retargeting (impactar mais de uma vez o consumidor) é outro que se favorece. Por conseguir identificar hábitos de compra e de navegação online de usuários, a IA ajuda a automatizar essa estratégia. Ela pode mandar uma oferta ou um alerta sobre a redução de preço de um item para aqueles que quase o adquiriram antes, mas abandonaram o processo de compras.

De acordo com uma pesquisa do IDC/Salesforce, até 2021, atividades de Customer Relationship Management (CRM) habilitadas pela Inteligência Artificial teriam a possibilidade de ampliar os ganhos de negócios, em nível mundial, em cerca de US$1,1 trilhão. Nesse caso, organizações que a adotarem poderão incrementar seus resultados.

Operações ou produção

A Inteligência Artificial é uma das tecnologias que encabeçam a chamada quarta revolução industrial ou indústria 4.0, junto à realidade aumentada, à Internet das Coisas (IoT), à virtualização de elementos físicos da fábrica para criação de cópias (gêmeos digitais) etc.

Aliás, é graças à IoT que a IA consegue obter dados não só de sistemas virtuais, como de dispositivos físicos que não são de informática ou eletrônica. Por exemplo, máquinas industriais.

As aplicações da inteligência artificial na indústria são vastas, uma vez que ela pode ser empregada tanto em atividades produtivas quanto gerenciais. Veja algumas de suas principais aplicações:

  • monitoramento de robôs — a IA aliada à robótica tem o potencial de aprimorar processos fabris ao mapear gargalos e reduzir erros gerados por robôs. Isso devido ao acompanhamento contínuo de sensores, câmeras, equipamentos de telemetria, entre outros dispositivos de monitoramento;
  • manutenção preditiva — ao analisar dados como temperatura, nível de ruído, pressão etc., a IA pode antecipar a necessidade de manutenção antes que um problema afete algum equipamento. Também evita manutenções desnecessárias, que podem paralisar a produção. Consequentemente, reduz custos com esse processo;
  • melhora nas simulações — a IA pode realizar testes em simulações virtuais do parque fabril (gêmeos digitais) em busca de processos de maior performance, de disposição otimizada dos elementos da fábrica, de eliminação de gargalos etc.

Por que a IA tem se tornado tão estratégica e quais são seus riscos?

Um dos principais fatos sobre a inteligência artificial é que ela não vem sem riscos e exigências. Um deles é a necessidade de maior capital intelectual para lidar com suas exigências. Sem isso, a empresa poderá subutilizá-la, perdendo dinheiro no processo.

Além disso, é preciso planejar bem a requalificação e o remanejamento de capital humano dentro da empresa, para que possam exercer atividades que demandam criatividade e geram maior valor agregado, bem como para preservar talentos. Eles precisarão de treinamento para lidar com os sistemas de IA, a fim de se maximizar essa relação.

Uma tendência é que muitas estruturas corporativas se tornem mais fluídas e enxutas, com equipes menores e mais colaborativas. É preciso ficar preparado para isso, para que o funcionamento e os fluxos de trabalho da empresa sejam adaptados e não fiquem comprometidos.

A IA é uma tecnologia capaz de reduzir custos, otimizar a produção e gerenciar atividades. Isso gera vantagens competitivas aos negócios, tornando-a uma solução estratégica. Muitos líderes já começam a ter essa percepção.

Uma pesquisa da PWC, feita com executivos de negócios e de Tecnologia da Informação (TI), apontou que 54% deles fazem investimentos substanciais em IA. Além disso, 72% acreditam que essa solução gerará vantagens significativas no futuro.

Como definir uma estratégia de utilização para a IA?

Existem algumas etapas que merecem atenção na hora de definir como será o emprego de Inteligência Artificial no negócio. Veja quais são a seguir!

Estabelecer objetivos e realizar um bom planejamento

A implantação de uma IA precisa ser realizada com bastante planejamento. Para começar, é essencial definir os objetivos que ela terá no negócio. Para tanto, é preciso realizar questionamentos, como:

  • Ela será implementada para corrigir falhas e ampliar o desempenho fabril?
  • Deverá ser empregada para o desenvolvimento de novos produtos/serviços?
  • O foco será o aumento da produtividade, da eficiência e da performance das mercadorias?
  • Sua utilização se dará na interação com o cliente, a fim de aperfeiçoar esse setor?
  • Será usada para aprimorar a gestão geral do negócio?

Há a chance de a IA ser usada para todos esses propósitos, o que poderá demandar um processo de implantação mais complexo e demorado. Para conseguir uma aplicação eficiente, é importante preparar bem a estratégia de adoção dela.

Nesse caso, lembre-se de conhecer bem o potencial da ferramenta e verificar que colaboradores e conhecimentos serão necessários para isso. Também analise bem a cultura da empresa para saber se ela é compatível com novidades, como a IA.

Coletar um grande volume de dados

Para que a IA possa ser implementada e se adapte bem à empresa, ela precisa de muitos dados. Eles serão importantes também para o processo de integração da plataforma de IA com os fluxos de trabalho e softwares do negócio, bem como para aumentar a precisão das informações geradas por ela. Isso demanda tempo e esforço.

Os dados podem ser obtidos nas soluções internas de gerenciamento do negócio, como o sistema de gestão (também conhecido como ERP) e o CRM. Uma solução de Big Data Analytics é importante para gerar insights e informações provenientes de dados não estruturados, que serão usados pela solução de Inteligência Artificial.

Ainda é possível utilizar IoT para captar informações dos equipamentos que alimentarão a IA, que serão agrupados aos dados gerados pelas soluções que os gerenciam.

Também dá para obter conteúdos de parceiros, como fornecedores, clientes e empresas de consultoria e pesquisa. Uma observação: o sistema de gestão (ERP) e as demais soluções precisam ser compatíveis com a IA, para que ela consiga captar seus dados adequadamente.

Preparar a equipe de Tecnologia da Informação (TI) da empresa

Para lidar com IA, é fundamental contar com colaboradores especializados na área, ou seja, que tenham grande conhecimento sobre soluções cognitivas. É preciso que saibam os principais exemplos de tecnologias ligadas à IA e como podem ser empregadas. Também é importante que conheçam como integrá-las a outras soluções, especialmente as existentes na empresa.

Além disso, é necessário que consigam “traduzir” conceitos de IA para profissionais de outras áreas, a fim de permitir uma maior compreensão sobre essa tecnologia. CIOs, analistas, técnicos etc. da área de TI terão importantes papéis ao:

  • prepararem o ambiente empresarial para essa grande inovação;
  • programarem a solução para se integrar às especificidades da empresa;
  • corrigirem erros que ela venha a apresentar ao longo de sua implementação e de seu uso na organização;
  • fornecerem assistência a outros setores para que consigam atuar em conjunto com a IA.

Adotar uma solução de IA eficiente

É essencial buscar uma solução de IA renomada e eficiente, capaz de automatizar de maneira adequada os fluxos de trabalho da organização para que se perpetuem de forma sistemática. Seu fornecedor precisa ser confiável e renomado no mercado, estando apto a contribuir na implementação dela.

Entender bem o que é Inteligência Artificial e como ela funciona também é vital, pois você e sua equipe terão maiores chances de acompanhar a implementação dessa tecnologia sem ficarem “perdidos”. Dominar seus preceitos também é importante para que o negócio não dependa unicamente de agentes externos quando precisar realizar ajustes ou melhorias nela.

Quer aprender mais sobre IA? Confira outro artigo especial que preparamos sobre essa tecnologia disruptiva!

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