A saúde segue avançando em um ritmo acelerado, influenciada por novas demandas dos pacientes, pressões de custos e uma rápida evolução tecnológica. As instituições enfrentam um ambiente mais competitivo, onde eficiência operacional, qualidade assistencial e segurança passam a ser prioridades estratégicas.
Para 2026, a digitalização deixa de ser uma iniciativa pontual e se torna o eixo central da gestão em saúde.
Esse avanço tecnológico cria novas oportunidades para otimizar processos, reduzir falhas e entregar experiências mais completas ao paciente.
Ao mesmo tempo, ele exige preparo: sistemas atualizados, dados integrados, equipes capacitadas e investimentos em segurança. É um momento decisivo para hospitais, clínicas e operadoras que desejam manter a sustentabilidade de seus modelos de negócio e garantir mais previsibilidade assistencial.
A seguir, você vai conhecer as tendências que vão definir o setor da saúde em 2026 e reforçar a capacidade das instituições de inovar de forma inteligente, escalável e sustentável.
Continue a leitura!
Tendências para o setor de saúde em 2026
As tendências de 2026 refletem um movimento de maturidade digital, em que hospitais, clínicas e operadoras passam a depender menos de iniciativas isoladas e mais de ecossistemas integrados, governança de dados e inteligência aplicada ao cuidado.
Confira as principais tendências para o próximo ano.
Inteligência Artificial como núcleo da eficiência operacional
Em 2026, a Inteligência Artificial deixa definitivamente de ser experimental e passa a ocupar o centro da estratégia das instituições.
A integração da IA aos ERPs e aos sistemas de gestão hospitalar cria um ambiente de dados unificado que reduz erros administrativos, elimina tarefas repetitivas e permite decisões mais rápidas e seguras.
A automação inteligente assume papéis críticos, desde auditorias médicas até o preenchimento automático de informações em prontuários. O objetivo é liberar o tempo do profissional de saúde para o que realmente importa: o cuidado direto ao paciente.
Além disso, a IA contribui para a otimização de recursos, prevendo demandas, reduzindo ociosidade e ajudando a controlar custos operacionais. Para muitas instituições, essa tendência será determinante para sustentar sua competitividade nos próximos anos.
Integração total de dados e ecossistemas unificados
A maturidade digital exige dados estruturados, atualizados e integrados em todos os pontos da operação. Em 2026, três pilares tornam-se indispensáveis para sustentar a evolução tecnológica:
• manter sistemas atualizados;
• operar em nuvem para garantir disponibilidade;
• qualificar e estruturar dados para análises avançadas.
Sem essa base, não é possível aplicar IA com segurança, integrar serviços, ou evoluir para modelos de medicina preditiva.
A interoperabilidade também assume papel fundamental, permitindo que informações circulem entre departamentos, especialidades e unidades de forma segura e eficiente.
A integração total dos dados é o que transforma a tecnologia em inteligência aplicada, viabilizando controles mais precisos, assistência mais coordenada e resultados clínicos superiores.
Medicina preditiva alimentada por wearables e dados em tempo real
A popularização de smartwatches, smart rings e sensores vestíveis abre espaço para uma nova fase da medicina preditiva. Esses dispositivos capturam dados contínuos, como frequência cardíaca, padrões de sono e níveis de atividade, alimentando modelos que ajudam a antecipar riscos e agilizar diagnósticos.
Em 2026, a combinação entre dados em tempo real e IA potencializa a medicina personalizada, permitindo intervenções mais assertivas e tratamentos que se adaptam ao perfil individual do paciente.
Para as operadoras, isso representa controle de sinistralidade. Para hospitais, melhor gestão da jornada e do tempo de atendimento.
Os wearables deixam de ser acessórios e se tornam parte estratégica da cadeia de cuidado, ajudando instituições a acompanhar pacientes de forma remota e preventiva.

Experiência omnichannel e jornada do paciente integrada
A experiência do paciente se torna um diferencial competitivo em 2026. A saúde passa a adotar estratégias já consolidadas no varejo, criando jornadas fluidas e conectadas em todos os canais.
A omnicanalidade se fortalece com:
• agendamento digital integrado;
• comunicação contínua e personalizada;
• prontuários disponíveis em diferentes pontos de atendimento;
• acompanhamento pós-consulta com orientação ativa.
O objetivo é transformar a relação entre instituição e paciente em uma experiência mais acolhedora, transparente e eficiente. Quanto mais coesa a interação, maior é o engajamento do paciente no próprio tratamento.
A jornada deixa de ser um conjunto de etapas isoladas e se torna uma experiência única, capaz de criar vínculo e fidelização.
Cibersegurança como alicerce da saúde digital
A expansão da conectividade e o aumento do volume de dados sensíveis elevam significativamente o risco de ataque cibernético. Em 2026, a cibersegurança se torna uma das prioridades estratégicas das instituições de saúde.
Mais do que cumprir legislações como a LGPD, proteger dados passa a ser uma forma de garantir confiança e preservar a integridade do cuidado. Ataques podem gerar indisponibilidade de sistemas, perda de informações críticas e impactos diretos no atendimento ao paciente.
O investimento em soluções robustas de segurança se consolida como requisito básico para operar em um ambiente digitalizado. Firewalls avançados, monitoramento contínuo, autenticação forte e gestão de vulnerabilidades se tornam componentes essenciais da infraestrutura de TI.
Sem segurança, a inovação não se sustenta.
O que foi tendência no setor de saúde em 2025
As tendências de 2025 prepararam o terreno para o avanço tecnológico mais profundo que veremos em 2026. Entre os principais movimentos observados, destacam-se:
- Tecnologia na jornada do paciente: instituições ampliaram apps próprios, chatbots e atendimento digital, tornando a experiência mais ágil e acessível;
- Uso avançado de dados: a inteligência de dados passou a apoiar decisões estratégicas e a reduzir custos, especialmente para operadoras focadas em controle de sinistralidade;
- Avanço da Inteligência Artificial: a IA passou a apoiar processos assistenciais e administrativos, como registro de informações em prontuários e automação de estoque;
- Demanda crescente por capacitação profissional: instituições perceberam a necessidade de treinar equipes para lidar com novas tecnologias, embora o desafio ainda permaneça;
- Crescimento do investimento em cibersegurança: hospitais e operadoras reforçaram sistemas de segurança após aumento dos riscos e ataques cibernéticos.
Esses movimentos ajudaram o setor a amadurecer digitalmente e pavimentaram a evolução apresentada nas tendências de 2026.
A tecnologia como aliada das instituições de saúde
Como vimos, a tecnologia ocupa um papel central nas tendências de saúde para 2026. As ferramentas certas permitem otimizar tarefas rotineiras, aprimorar o atendimento e crescer de maneira sustentável em meio a um cenário tão dinâmico.
Nesse contexto, as ferramentas da TOTVS foram desenvolvidas para atender a diferentes tipos de instituição, de hospitais a operadoras de planos de saúde, oferecendo soluções personalizadas para cada segmento.
Os sistemas proporcionam interoperabilidade, permitindo que informações importantes sejam acessadas de forma integrada entre diferentes departamentos, o que resulta em um atendimento mais ágil e eficiente.
Além disso, você tem acesso a ferramentas de controle de custos detalhados para simplificar a tomada de decisões e torná-la mais estratégica.
Quer transformar a gestão da sua empresa com tecnologia de ponta? Descubra como as soluções da TOTVS para as instituições de saúde podem otimizar processos e melhorar a eficiência operacional!
Conclusão
As tendências para o setor de saúde em 2026 revelam um futuro mais inteligente, integrado e seguro. A tecnologia assume papel central na evolução dos processos, trazendo eficiência e precisão para instituições que precisam responder a um ambiente competitivo e regulado.
A inteligência artificial se destaca como motor de inovação, enquanto a integração de dados, os wearables e a jornada omnichannel fortalecem a qualidade da assistência e elevam a entrega de valor ao paciente. Ao mesmo tempo, a cibersegurança se consolida como pilar de confiança e continuidade operacional.
Para gestores que desejam modernizar suas instituições e direcionar esforços para um cuidado mais sustentável e centrado nas pessoas, acompanhar essas tendências é essencial.
E, para explorar ainda mais esse movimento, recomendamos a leitura do conteúdo completo sobre IoMT (Internet das Coisas Médicas), que aprofunda como sensores, dispositivos conectados e monitoramento contínuo estão redefinindo o cuidado em saúde.
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