Educação Inclusiva: entenda a importância e os seus princípios

Equipe TOTVS | 17 setembro, 2020

Para 86% dos brasileiros as escolas se tornam melhores com a educação inclusiva, segundo mostra a pesquisa O que a população brasileira pensa sobre educação inclusiva, feita pelo Instituto Alana com o Datafolha em 2019.

Outro dado desta pesquisa mostra que 9 em cada 10 brasileiros acreditam que as escolas se tornam mais eficientes ao incluir crianças com deficiência, e 76% dos entrevistados acreditam que as crianças com deficiência aprendem mais estudando em escolas inclusivas.

Mas você sabe como funciona a educação inclusiva na prática e como ela pode transformar sua instituição de ensino?

Sabemos que aprender, desenvolver suas capacidades e ser incluído, de fato, na sociedade é um direito de todos

E é dentro deste contexto que a educação inclusiva atua, transformando a escola em um espaço de integração entre o ensino regular e o ensino especial.

Esse formato acolhe todos os alunos, oferecendo suportes distintos e personalizados para crianças e jovens que têm barreiras de aprendizagem, por serem portadores de necessidades especiais. 

Como a pesquisa citada anteriormente também mostra, o apoio da sociedade como um todo tem um impacto muito grande para fazer da educação inclusiva uma realidade para todos os estudantes. 

Afinal, seguir com os modelos tradicionais de escolas separadas acaba sendo um retrocesso quando pensamos na melhoria do aprendizado, promoção da diversidade e respeito às diferenças. 

Ou seja, a escola inclusiva acaba sendo uma forma de melhorar a educação para todos, gerando resultados positivos que impactam vários outros fatores da sociedade.

Se você tem interesse em saber mais sobre esse tema, confira abaixo o que é escola inclusiva, sua importância e também seus desafios. Boa leitura!

O que é educação inclusiva?

Muitas pessoas definem a educação inclusiva como a modalidade de ensino mais contemporânea e efetiva de promover o acesso à educação a todos, promovendo a inclusão e respeito à diversidade.

O grande princípio da educação inclusiva é promover a igualdade de oportunidades e a valorização das diferenças humanas em todos os aspectos, seja pelas diversidades étnicas, culturais, sociais, intelectuais, físicas, sensoriais e de gênero.

Ou seja, além de promover uma transformação na cultura do ensino, a educação inclusiva também reflete em adaptações promovidas por políticas públicas, gestão escolar, envolvimento de comunidade externa e interna, revisões de estratégias pedagógicas, treinamento e capacitação de professores e demais profissionais da área da educação.

Para explicarmos ainda melhor o que é educação inclusiva, é necessário colocar esse modelo em comparação com o sistema de educação especial. 

Enquanto a educação inclusiva é uma modalidade de ensino em que todas as pessoas participam da escolarização, como uma forma de processo social de inclusão, a segunda é um modelo que compreende desenvolver as habilidades das pessoas com deficiência.

Ou seja, no modelo inclusivo a educação especial é dissolvida dentro da escola regular, transformando-a em um espaço de convívio entre todos, considerando que qualquer aluno pode vir a ter necessidades especiais em seu processo de aprendizado.

Dentro desse conceito, portanto, uma escola regular deve passar por adaptações, para que possa receber, com a atenção e os cuidados necessários, alunos com deficiências. 

Por isso, é preciso ter apoio especializado e utilização de recursos, tornando esse processo realmente mais inclusivo.

O Plano Nacional de Educação e a Educação Inclusiva

Você já deve ter ouvido algumas notícias e discussões em relação à Educação Especial e Inclusiva no Brasil nos últimos anos, por conta de revisões feitas na Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (PNEEPEI), de 2008, pelo Ministério da Educação (MEC).

O texto que foi proposto nessa revisão gerou bastante debate público por estimular a volta da separação dos ensinos, retrocedendo em relação à proposta da educação inclusiva.

Em relação ao Plano Nacional de Educação (PNE), Lei N° 13.005/2014, ele traz 20 metas para o país para o desenvolvimento ao longo de 10 anos.

Na meta número 4, que dispõe sobre a educação inclusiva, o que se tem é o seguinte texto:

META 4: Universalizar, para a população de 4 (quatro) a 17 (dezessete) anos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, o acesso à educação básica e ao atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino, com a garantia de sistema educacional inclusivo, de salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados.

Além do PNE, existem outros decretos, legislações, o Estatuto da Pessoa com Deficiência, portarias, resoluções e notas técnicas que discutem como a educação inclusiva deve ser promovida.

No entanto, em alguns textos, ainda existem alguns pontos que são considerados de retrocesso e que não colaboram para a evolução desse modelo de ensino.

Qual é o objetivo da educação inclusiva?

A educação inclusiva é um tipo de ensino que tem como objetivo principal estabelecer a igualdade de possibilidades e oportunidades no âmbito da educação. 

Ou seja, visa tornar um direito de todos estudantes (crianças, adolescentes e adultos em ensino superior) o de frequentar um ambiente educacional inclusivo.

Isso porque a filosofia da educação inclusiva se dá ao aceitar e reconhecer a diversidade na escola, entendendo a necessidade de mudar a estrutura e cultura escolar para receber todas as pessoas independente de suas diferenças individuais.

Dessa forma, a educação inclusiva torna-se uma alternativa mais contemporânea e necessária ao modelo que separa a educação regular da educação especial.

Na proposta da educação inclusiva, a ideia é englobar todos os envolvidos, tanto a comunidade interna como externa, aproximando escola, gestores e professores de pais, alunos e responsáveis.

Por consequência, representa um modelo de educação construído em conjunto, mas exige uma série de políticas públicas, mudanças culturais e estruturais para tornar a escola um ambiente inclusivo e de acessibilidade.

Entre as mudanças necessárias, existem vários fatores essenciais, como a capacitação de professores e demais profissionais da educação.

Isso porque a escola tem um papel fundamental para o desenvolvimento humano, e os modelos de educação inclusiva se mostram eficientes em vários aspectos para o avanço da educação e aprendizagem.

A diferença entre inclusão e integração no processo educacional

É bastante comum o uso de inclusão e integração como sinônimos dentro desse tema, mas tratam-se de situações distintas. A integração em relação ao processo de educação inclusiva, do ponto de vista do que foi feito ao longo dos anos até o momento, se dá pela busca da normalização, em um sentido de negar as diferenças.

Ou seja, se baseia em padrões, requisitos e condições pré-definidos para, a partir disso, definir exceções.

A inclusão é diferente no sentido de reconhecer e valorizar a diversidade como um direito humano.

Ou seja, um modelo de escola inclusiva abre as portas para todos, sem discriminação, e a partir da necessidade de cada indivíduo, busca soluções para proporcionar o melhor ensino e experiência de aprendizagem.

Dessa forma, o princípio da inclusão é garantir a todos os alunos o direito à educação na escola, sendo a instituição a responsável por promover mudanças estruturais e pedagógicas para incluir todas as diferenças.

Em um modelo de integração, o aluno teria de se adaptar às condições da escola que, muitas vezes, podem ser insuficientes para promover um bom aprendizado.

Entre as várias lacunas de um modelo de ensino de integração, podemos citar o fato de ser um modelo que não elabora metodologias e transformações que garantam acesso, permanência e aprendizagem no tempo adequado para cada indivíduo dentro de suas singularidades.

Qual a importância da educação inclusiva?

A educação inclusiva é importante porque, diferentemente da educação especial, ela não separa o aluno do convívio e aprendizado dos estudantes de uma escola regular, permitindo que ele se desenvolva como parte integrante da sociedade. 

Ao mesmo tempo, a escola oferece todo o suporte necessário em suas particularidades, como em uma escola especial. 

É, portanto, uma integração entre os dois tipos de ensino, se mostrando benéfica para os alunos que frequentam instituições com tais características.

Há também a percepção de que a convivência na diversidade contribui para que todos os alunos se desenvolvam sem que haja discriminação entre eles. 

Afinal, é um modelo que promove a diversidade, respeito e o direito ao aprendizado a todos os estudantes, trazendo resultados positivos para a aprendizagem de todos, além de conseguir envolver a comunidade escolar e externa para pensar em soluções, inovações e novos modelos de ensino.

Essa igualdade de oportunidade é, inclusive, pautada na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da Organização das Nações Unidas, que foi ratificada no Brasil em 2006.

Quais são os princípios da educação inclusiva?

Para saber se um planejamento pedagógico está realmente sendo inclusivo, é importante levar em consideração alguns princípios da educação inclusiva.

Esses princípios devem ser levados em conta como referência, tanto para elaborar as mudanças necessárias como também para rever se as práticas implementadas estão de acordo com o propósito de fazer da instituição de ensino, um lugar que promova o direito de todos à educação e a promoção da diversidade.

Conheça os cinco princípios abaixo:

  • Toda pessoa tem o direito de acesso à educação
  • Toda pessoa aprende
  • O processo de aprendizagem de cada pessoa é singular
  • O convívio no ambiente escolar comum beneficia todos
  • A educação inclusiva diz respeito a todos

A tecnologia assistiva e a educação inclusiva

Em meio às discussões sobre educação inclusiva, sempre surge o debate sobre a importância da tecnologia assistiva, mas você sabe do que se trata?

A tecnologia assistiva representa uma área de conhecimento interdisciplinar que ajuda a desenvolver, criar e aprimorar produtos, metodologias, serviços, recursos e tecnologias que ajudam a melhorar o cotidiano de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida.

A ideia é promover a autonomia e independência, além de proporcionar mais qualidade de vida e inclusão, através do desenvolvimento desses novos recursos, serviços e afins.

Em relação ao universo digital, existem vários exemplos de tecnologias assistivas usadas para melhorar a educação inclusiva, como:

  • Alto contraste entre tela e texto;
  • Mouses adaptados para necessidades especiais;
  • Teclados alternativos;
  • Programas e aplicativos de comunicação alternativa;
  • Textos em Braille;
  • Leitores de texto;
  • Chaves e acionadores especiais;
  • Aparelhos de escuta assistida etc.

Exemplos de práticas inclusivas para instituições de ensino

Para realmente preparar uma instituição de ensino para a educação inclusiva, é necessário contar com a elaboração de um planejamento e projeto pedagógico específico e com a promoção de diversas mudanças, tanto estruturais como na capacitação de profissionais.

Assim, é possível ter um direcionamento mais assertivo para que a escola ou instituição de ensino em questão consiga promover uma educação realmente inclusiva, promovendo a equidade de oportunidade e a diversidade.

Alguns exemplos de práticas inclusivas envolvem:

  • Ambientes com acessibilidade
  • Salas multifuncionais
  • Salas de apoio
  • Equipe multidisciplinar
  • Recursos e tecnologias especializadas disponíveis
  • Aulas ativas que promovem interação, colaboração e cooperação de todos os envolvidos
  • Adaptação e flexibilização curricular que promova melhorias na aprendizagem
  • Avaliações e atividades que considerem o desenvolvimento de habilidades e conhecimentos que vão além do conteúdo

Para que esses exemplos e outros sejam possíveis, é necessário investimento constante para melhorar os processos, além do investimento na formação de professores e rede de apoio.

Além do investimento na comunidade interna, é fundamental promover a participação de pais, responsáveis e dos alunos.

Quais os desafios da educação inclusiva?

Um dos grandes desafios da educação inclusiva é ter materiais, espaços e profissionais capacitados e treinados para atender a uma demanda que exige diversidade e maior atenção no dia a dia. 

Apenas dessa forma é possível suprir as necessidades de cada aluno com o respeito e a atenção exigidos. 

Dentro dessa política de inclusão escolar, se faz necessário ter, por exemplo, salas multifuncionais, sistemas educacionais inclusivos e professores capacitados com o AEE (Atendimento Educacional Especializado).

Confira alguns desses pontos:

  • Ter uma formação docente capacitada, como dito acima, com o AEE, estimulando que os professores façam cursos e se aprimorem profissionalmente
  • Promover diálogos entre as famílias dos alunos, funcionários e docentes da instituição e também os alunos, valorizando o convívio mútuo e o respeito entre todos, envolvendo toda a comunidade na participação e realização de uma escola inclusiva
  • Ter tecnologias assistivas que facilitem a inclusão dos alunos, como, por exemplo, teclado virtual, headmouse e máquinas de escrever em braille
  • Propor um projeto político-pedagógico inclusivo, que inclua espaços acolhedores de aprendizagem e planos de desenvolvimento individuais dos alunos
  • Promover a flexibilização do currículo para que os estudantes se desenvolvam de acordo com suas necessidades e avanços

O que é AEE e qual a sua função na educação inclusiva?

O AEE é um serviço que visa eliminar barreiras que obstruem o processo de aprendizagem de estudantes com deficiência, altas habilidades ou superdotação, e que tenham transtornos globais de desenvolvimento.

Por meio da PNEEI (Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva), criada pelo Ministério da Educação em 2008, responsável pelas diretrizes da AEE, estabelece alguns objetivos do serviço:

  • Identificar as necessidades de alunos contemplados pelo serviço
  • Desenvolver um plano de atuação que proponha soluções e serviços com acesso ao conhecimento
  • Adquirir ou produzir materiais acessíveis, que permitam o desenvolvimento de cada aluno
  • Mapear e adquirir materiais de apoio variados, como softwares, recursos, móveis, equipamentos tecnológicos, recursos ópticos e visuais, dicionários e outros
  • Capacitar e promover orientações a professores do ensino regular
  • Estimular os responsáveis dos alunos a utilizar os materiais e recursos disponibilizados para seu aprendizado
  • Promover e acompanhar o uso dos materiais na sala de aula do ensino regular

Dentre os pontos citados, a capacitação dos professores é fundamental nesse processo.

E entre as necessidades mais urgentes estão a compreensão e o uso da língua de sinais, planos de desenvolvimento individual, conhecimento dos casos de cada aluno e promoção da integração entre os estudantes.

Como desenvolver um projeto pedagógico inclusivo?

Para desenvolver um projeto pedagógico inclusivo é necessária a união de diversas esferas. Em resumo, são cinco pontos principais para realizar um bom planejamento que promova a diversidade nas escolas: implementação e apoio de políticas públicas, boa gestão escolar, estratégias pedagógicas, inclusão da família e apoio de parcerias.

Ou seja, a realização da educação inclusiva não depende apenas da comunidade interna, isto é, dos professores e gestores.

É necessário um movimento coletivo para fazer a educação inclusiva com a melhor estrutura possível.

Entre as parcerias, por exemplo, podemos listar o papel de empresas, áreas e departamentos da saúde, assistência social e outros que possam fortalecer a educação inclusiva para promover a sensação de pertencimento a todos os alunos.

Como a gestão escolar pode atuar na educação inclusiva?

A gestão escolar que atua com educação inclusiva deve estar em constante aprendizado. Novas abordagens, investimento em equipamentos e tecnologias, corpo docente capacitado e relação de troca de informações com as famílias dos alunos, são alguns pontos que devem ser estruturados nesse processo.

Dessa forma, a escola consegue traçar estratégias pedagógicas que atendam às necessidades de seus alunos, conquistando o objetivo principal, que é a formação de conhecimento em diversas escalas educacionais.

O papel da diretoria, por exemplo, é fundamental para que as mudanças necessárias no sistema de ensino sejam implementadas, sendo a gestão de um diretor ou diretora um facilitador de todas as mudanças.

Além disso, boas lideranças também são fundamentais para tranquilizar e gerir toda comunidade interna e externa, mostrando todos os benefícios da educação inclusiva para todos os alunos e professores.

Entre as atividades de um gestor, podemos citar a importância de reuniões pedagógicas, desenvolvimento de ações e mudanças para promover acessibilidade universal, adaptações curriculares, conversa com os pais e todos os envolvidos.

TOTVS Educacional

Para colocar em prática com mais facilidade o planejamento de um modelo de educação inclusiva, as instituições de ensino podem contar com diversas ferramentas inovadoras que visam modernizar os processos de gestão de ensino.

Atualmente, existem soluções pensadas para a necessidade de cada estágio de aprendizagem, do ensino básico, ensino superior e a educação continuada, entendendo que em cada etapa de ensino, o aluno e todo corpo acadêmico possuem necessidades diferentes de gestão e recursos.

É o caso do TOTVS Educacional, uma tecnologia completa para otimizar a gestão administrativa e acadêmica das instituições.

Por meio dessa tecnologia, os gestores conseguem ter mais agilidade na administração dos processos e uma comunicação simplificada entre professores, alunos e responsáveis.

Com o apoio de um sistema como o TOTVS Educacional, sobra mais tempo para focar nas mudanças necessárias para implementar a educação inclusiva, dedicando mais tempo no que realmente importa: educação dos alunos de acordo com as necessidades de cada indivíduo.

Confira alguns dos recursos disponíveis:

  • Captação e seleção
  • Gestão e permanência
  • Gestão de processos pedagógicos de ensino presencial, ensino híbrido e EAD
  • Gestão de recebíveis (contratos, financiamentos, inadimplências, convênios etc)
  • Organização acadêmica e da secretaria
  • Gestão do egresso e melhoria do relacionamento com alunos e formandos, além de outras funções que favorecem a relação do aluno com o educador e a instituição

Conheça mais sobre o TOTVS Educacional e todas tecnologias especializadas para sua instituição de ensino

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Conclusão

Neste conteúdo, você aprendeu o que é educação inclusiva e os desafios que enfrenta nas escolas. 

Viu também o que é AEE e como esse serviço é importante na implementação desse modelo de ensino em uma instituição.

A TOTVS é a maior empresa de tecnologia do país, com sistemas e softwares que se encaixam nos mais diversos segmentos de mercado, seja em pequenas, médias ou grandes empresas. 

Se você gostou de entender mais sobre a educação inclusiva, confira também nosso artigo sobre captação de alunos

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Comentários deste post

  1. Maria da Conceição ramos da siva diz:

    Maravilhoso. 👏👏amei ler sobre Educaçao inclusiva

  2. Alan Amorim diz:

    Fico feliz, Maria! Convido você a assinar a nossa newsletter de Educação para ficar sempre por dentro do que há de novo ;) Para conhecer as nossas edições anteriores clique aqui: https://conteudo.totvs.com/newsletters-totvs Abs

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