A importância de contar com um banco de dados corporativo

A importância de um banco de dados corporativo

Equipe TOTVS | GESTÃO DE NEGÓCIOS | 13 dezembro, 2019

Se uma empresa pudesse controlar melhor as ações de vendas, prever demandas, automatizar processos administrativos e reduzir custos, qual seria o impacto dessa revolução nos resultados? A solução que oferece tais benefícios chama-se banco de dados e já faz parte da realidade de muitos negócios.

O que é banco de dados?

Trata-se de uma coleção de dados levantados nos processos comerciais e internos, nas redes sociais, no controle de fornecedores, no atendimento e nas demais fontes relacionadas à operação da empresa.

É importante estimar a procura por determinado produto e identificar qual o nível de satisfação dos clientes. Para isso, é preciso tratar e analisar os registros transformando-os em informações. É aí que o Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD) entra.

Funcionamento do SGBD

O banco de dados da empresa precisa ser conquistado. Todo registro em sistemas e canais são dados que, quando guardados devidamente, constroem um dos patrimônios mais relevantes do negócio. Os comentários nas redes sociais, as conversas no call center, os e-mails recebidos, tudo isso faz parte da construção do banco de registros.

No entanto, para que possam ser agrupados e analisados, precisam de tratamento específico. O seu sistema de gerenciamento, por sua vez, é organizado em 4 esferas: dados, softwares, hardwares e usuários. Assim, as ferramentas tecnológicas são responsáveis por trazer aplicabilidade e funcionalidade para os usuários.

lgpd

Tipos de banco de dados

Os bancos de dados podem ser aplicados em diversas áreas de mercado. Além disso, têm algumas tipificações. Para complementar essa análise, é importante entender que eles podem ser do tipo relacional ou não.

Relacional

Nesse caso, os registros são tabelados e estruturados em colunas e linhas que podem se relacionar. Tipo muito comum em sistemas de ERP e CRM. Com eles, é possível criar relações valiosas para a tomada de decisão.

Um exemplo seria comparar informações sobre o volume de vendas na loja física e o período de uma campanha promocional na TV. O impacto nos resultados, positivos ou negativos, pode conduzir gestores a insights importantes, como o quanto seu público é sensível àquela mídia.

Não relacional

Os dados não relacionais não são tão versáteis como os primeiros para análises comparativas, mas são igualmente importantes. Os seus formatos são menos convencionais, como as imagens publicadas nas redes sociais.

Apesar de terem um formato não relacional, também podem ser avaliados. Por exemplo, o número de fotografias tiradas e publicadas nas redes sociais como um sinal de aprovação da marca.

Motivos para ter um banco de dados

Boa parte dos motivos para se ter um banco de dados está ligado às necessidades e exigências dos consumidores. Eles desejam ter experiências relevantes e que vão além de comprar um item e pagá-lo no caixa.

A personalização do atendimento é muito mais abrangente que isso e pode começar, até mesmo, na seleção de produtos do varejo. Se você possui um nicho de mercado bem específico e que levanta diversas bandeiras de ativismo e causas sociais, o banco de dados pode ser usado. Assim, você pode identificar quais produtos fabricar e distribuir para cada uma de suas lojas.

Outros motivos que fortalecem sua estratégia são:

  • permitir o acesso facilitado dos dados da empresa: seja por não ter uma equipe específica para gestão e análise, seja por ter diversas áreas e filiais que podem usufruir da ferramenta. Um banco de dados garante o compartilhamento de seu acesso e utilização simplificada;
  • criar análises e comparativos entre seus dados: o que aumenta consideravelmente seu nível de acerto são os dados estruturados dos bancos, que podem criar relatórios e informações estratégicas para as tomadas de decisão,
  • facilitar atualizações e melhorias das informações: com um sistema para gerenciamento de dados, a curadoria dos registros é facilitada. O gestor  identifica aqueles que podem ser relevantes para o negócio e outros que podem ser descartados, como antigos parâmetros ou leis que foram modificadas.

Dicas para escolher o melhor

Para escolher a melhor solução de SGBD, a análise das necessidades da empresa, o seu orçamento e o potencial de crescimento devem ser considerados. Também merecem atenção elementos como:

Forma de uso

Existem dois tipos de solução: transacionais e analíticas. A primeira é utilizada nas atividades e rotinas da empresa, não gerencia grande volume de dados e armazena os registros por um tempo reduzido.

Já a segunda modalidade permite a manipulação dos registros para criar relatórios de análise, com históricos prolongados e cruzamento de informações de forma complexa e estratégica.

Compatibilidade de formato 

É importante avaliar se a solução utiliza a mesma linguagem padrão do mercado. Ou se será o caso de rever requisitos dos sistemas utilizados, do processador e da memória que já fazem parte da infraestrutura do negócio.

A capacidade de expandir seus registros e processamento também é muito relevante. Assim como suas barreiras de segurança contra ataques virtuais maliciosos, pois tais informações são consideradas um dos ativos mais valiosos da organização.

Importância do banco de dados

A importância do banco de dados é tão indiscutível quanto seu crescimento exponencial. A cada interação entre empresa e cliente, são gerados milhares de registros. Quando organizados, eles podem trazer insights fundamentais para a gestão do varejo.

Esse crescimento é tão impactante, que a análise de todos esses dados pode ser considerada extremamente complexa. Nesse momento, entram em cena o Big Data e a Inteligência Artificial. Entenda mais sobre as aplicações de IA nas empresas.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *