Low code e no-code: guia completo

O low code e o no code se tornaram buzzwords recentemente. Ambos os conceitos, porém, são muito valiosos para empresas que desenvolvem plataformas e softwares ou as utilizam em sua rotina operacional. Não por menos, com a transformação digital, muitas soluções, tecnologias e tendências surgiram para facilitar e aprimorar a gestão em TI. Entre essas …

Equipe TOTVS | 19 outubro, 2022

O low code e o no code se tornaram buzzwords recentemente. Ambos os conceitos, porém, são muito valiosos para empresas que desenvolvem plataformas e softwares ou as utilizam em sua rotina operacional.

Não por menos, com a transformação digital, muitas soluções, tecnologias e tendências surgiram para facilitar e aprimorar a gestão em TI.

Entre essas novidades, podemos citar o no-code e o low code. 

Na teoria, duas abordagens sem precedentes para o desenvolvimento e programação computacional.

Na prática, trata-se da nova revolução em linguagens de programação, com plataformas que simplificam o dia a dia de empresas e profissionais de TI.

Que tal entender mais sobre o tema? Preparamos um guia completo com tudo que você precisa saber sobre os conceitos de low code e no-code. Siga a leitura!

O que é uma solução low code?

Afinal, o que é low code? É uma técnica de desenvolvimento de software que usa ferramentas de modelagem visual para criar lógica de aplicativo com “menos” código do que o desenvolvimento tradicional.

As plataformas de low code (LCPD) fornecem uma interface gráfica do usuário (Graphical User Interface ou GUI) que permite “arrastar e soltar” (drag and drop) blocos de componentes que representam tarefas comuns de desenvolvimento de software, como regras if/then ou processos de fluxo de trabalho.

Essa abordagem pode ser usada para desenvolver aplicativos simples e mais complexos que tradicionalmente exigiriam codificação em uma linguagem de programação.

Na prática, pode ser usado por pessoas com certo conhecimento em programação e codificação, bem como por devs profissionais que desejam acelerar o processo de desenvolvimento.

Ou seja, o público-alvo desse tipo de solução são desenvolvedores e organizações que buscam otimizar seu ritmo de trabalho.

Em ambos os casos, a abordagem permite a criação mais rápida de aplicativos e softwares de alta qualidade, tudo isso com menos esforço, em menos tempo e com menos custos.

Como surgiu esse conceito?

O termo “low code” foi cunhado em 2014 pela consultoria Forrester. No princípio, foi utilizado para descrever plataformas baseadas em GUI.

Para a empresa, o termo referia-se a aplicações que focavam na facilidade de uso e na simplicidade para desenvolvimento.

Além da Forrester, outra grande consultoria corporativa, a Gartner, adotou o termo e ajudou a espalhá-lo pelo mundo e popularizá-lo entre as pessoas.

Porém, além disso, conforme dados divulgados pela Globe Newswire, o mercado de LCPDs deve atingir cerca de US$187 bilhões em valor até 2030, com um crescimento anual composto estimado em mais de 31%.

Como funciona o low code?

Uma LCPD permite aos usuários criar e implantar aplicativos com um uso mínimo de códigos manuais.

Aqui, vale um adendo: o low code ainda requer certo conhecimento de linguagens de programação.

Por isso, é normalmente utilizado para criar aplicativos que provavelmente exigirão integração com outros sistemas e várias fontes de dados.

Um exemplo é um software corporativo, que precisará ser conectado a outros sistemas já existentes no ecossistema de inteligência de dados da empresa.

As LCPDs normalmente vêm com uma biblioteca de componentes e modelos pré-criados que podem ser usados para acelerar o processo de desenvolvimento de aplicativos.

Embora essas plataformas não sejam adequadas para todos os tipos de aplicativos, elas podem ser uma ferramenta útil para criar aplicativos simples e de forma rápida.

As categorias de plataformas low code

No relatório da Forrester que introduz o termo ao público, são também citados 5 categorias de plataformas que compõem o conceito:

  1. Plataformas dedicadas a dados e integrações;
  2. Plataformas dedicadas a automação de processos;
  3. Plataformas dedicadas a User Experience (UX);
  4. Plataformas dedicadas a testes, deployment e gestão de aplicativos;
  5. Plataformas dedicadas a ferramentas e aplicativos de segurança.

Qual a diferença entre no-code e low code?

Quando falamos sobre plataformas no-code/low code pensamos em agilidade e simplicidade no desenvolvimento de sistemas. Mas apesar de serem semelhantes, existem diferenças fundamentais entre suas funções.

As plataformas no-code permitem, em teoria, que uma pessoa sem nenhum conhecimento de programação consiga desenvolver produtos, como um website, jogo eletrônico ou aplicativo.

Quando falo de plataformas no-code, eu ainda vou criar soluções e inovações. Mas não estou falando de uma pessoa técnica, que precisará programar. Estou falando de guias visuais”, explica José Faria, Business Strategy da TOTVS.

Já no low code, diversas soluções prontas são utilizadas pelos developers ou desenvolvedores, para acelerar o desenvolvimento de um software.

As melhores LCPDs são modulares, utilizadas por pessoas com perfil técnico, que vão programar o mínimo possível no desenvolvimento de um aplicativo.

Principais benefícios do no-code

Já deu para perceber como o desenvolvimento no-code (ou no-code development) pode ser benéfico para os negócios, certo? A seguir, listamos quatro razões pelas quais essa abordagem deve ser adotada na sua empresa.

Velocidade no desenvolvimento

O desenvolvimento por meio desse método ocorre de maneira mais rápida, como dito. Isso representa um trabalho cada vez menor de codificação e, ainda, a possibilidade de realizar testes de forma automatizada.

Além disso, diversos elementos (como relatórios, formulários e estrutura de dados) podem ser atualizados em tempo real. Isso amplia ainda mais a agilidade nos negócios — característica que gera vantagem competitiva.

Segurança contra Shadow IT

Shadow IT é a utilização de sistemas ou dispositivos sem que o setor de TI tenha conhecimento. Ou seja, significa usar aplicativos e softwares sem aprovação para ter acesso aos dados da empresa.

Assim, sempre que algum departamento utiliza uma solução de terceiros para acompanhar ou executar determinados processos, aumentam-se as chances de colocar toda a organização em risco. Com um software no-code, esse risco é minimizado.

ROI satisfatório

Podemos afirmar que o Retorno sobre o Investimento (ROI) de adotar essa plataforma é satisfatório. Na prática, isso quer dizer que o capital investido trará retornos financeiros positivos para o negócio.

Embora o investimento inicial para aquisição de uma plataforma exija planejamento, posteriormente, a agilidade adquirida para a resolução de problemas garante processos mais rápidos e eficazes.

Maior flexibilidade

Com o desenvolvimento tradicional, qualquer alteração em uma funcionalidade ou um recurso demanda tempo e não pode ser feita de uma hora para a outra.

Por outro lado, a abordagem no-code permite fazer e implementar alterações de forma mais imediata e ágil, principalmente pelo fato de não demandar uma codificação complexa. O resultado disso é maior flexibilidade na atuação.

Benefícios do low code

Existem diversas LCPDs usadas no contexto corporativo que permitem que pessoas que não entendem muito sobre desenvolvimento utilizem esse recurso. Confira!

Flexibilidade

Como o sistema é modular, é mais simples e ágil remover peças antigas para preenchê-las com outras novas, diferentemente do modelo tradicional, em que a alteração do código pode levar um longo tempo.

Esse diferencial também vale para a adaptação do produto feito em editores, que consegue ser consideravelmente mais tranquila, especialmente porque é possível incrementar o software com estruturas e elementos que já estão “prontos”.

Mais possibilidades

Contar com um bom desenvolvedor no seu time não é tarefa simples. Os melhores profissionais são reconhecidos por altos salários e pela falta de disponibilidade, uma vez que costumam ser ligados a grandes players do mercado.

Essa dificuldade em encontrar os profissionais certos pode ser sanada com a utilização de uma LCPD, em que um desenvolvedor iniciante, e com relativamente pouco conhecimento em linguagens de programação, consegue customizar e criar produtos satisfatórios.

Autonomia

A facilidade em usar aplicações do low code permite que mesmo quem não possui background técnico crie aplicações simples e teste novas ideias.

Essa democratização do desenvolvimento de software acaba ajudando as equipes de TI em empresas.

Em vez de concentrar todas as demandas dos setores em uma mesma equipe de TI, é possível permitir que qualquer um crie aplicações simples para a gestão de RH, funcionalidades de contabilidade, detalhes operacionais e muito mais.

Personalização

O sistema de gestão integrado é uma ferramenta poderosa para a administração de qualquer tipo de negócio. Isso porque fornece informações precisas e auxilia a otimizar processos e a tomada de decisão.

Contudo, não é raro que pessoas sem perfil técnico realizem alterações nas especificações do sistema, o que é muito difícil no modelo tradicional.

Aplicativos low code simplificam esse processo, permitindo que praticamente qualquer colaborador seja capaz de personalizar as camadas externas de um ERP.

Escalabilidade e segurança 

Quando se trata de armazenamento de dados, a maioria das plataformas tem seus próprios bancos de dados, o que torna muito mais fácil gerenciar e garantir a segurança.

Além disso, as LCPDs também são mais escaláveis que os sistemas tradicionais: à medida que a empresa cresce ou muda, o sistema pode se adaptar de modo rápido e eficiente.

Velocidade

Desenvolver uma aplicação a partir do zero leva tempo e envolve muito esforço.

LCPDs permitem que você crie aplicações rapidamente, pois elas têm uma variedade de modelos e módulos que podem ser usados e personalizados de acordo com a necessidade.

Isto é ideal para aqueles que querem criar protótipos ou testar novas ideias rapidamente.

Essa abordagem também otimiza o trabalho dos desenvolvedores, pois eles podem se concentrar em tarefas mais complexas, deixando as “simples” para a plataforma.

Acesso a recursos visuais

Além de aumentar a produtividade, essas plataformas também possibilitam a criação de aplicações mais bonitas, intuitivas e de interação simplificada.

O motivo é que elas oferecem uma grande variedade de modelos e recursos visuais que podem ser usados para criar uma interface que é agradável ao olho e fácil de usar.

Economia de custos

Como falamos, o desenvolvimento de um software normalmente custa bem caro, especialmente se você precisar contratar alguém para fazer isso por você.

Com LCPDs, é possível fugir dos altos custos de desenvolvimento, especialmente relativos à contratação de profissionais especializados.

Além disso, a maioria das plataformas oferecem planos com custos acessíveis para todo tipo de projeto.

Produtividade

O low code oferece uma ampla gama de recursos que podem ajudá-lo a ser mais produtivo.

Eles têm ferramentas de gerenciamento de tarefas, fluxos de trabalho e outros recursos que podem ajudá-lo a otimizar seus processos e fazer mais em menos tempo.

É ideal para aqueles que querem implementar inovações ou melhorias rapidamente.

Redução de erros humanos

Como essas plataformas facilitam o desenvolvimento de aplicativos com um uso mínimo de código, elas também ajudam você a evitar erros em suas aplicações.

Além disso, a maioria das plataformas oferece vários recursos visuais que podem ajudá-lo a entender o código de um ponto vista mais analítico e prático, de modo a facilitar a detecção de erros.

É algo que pode lhe poupar muito tempo e frustração no longo prazo.

Além disso, vale mencionar que a LCPD é uma solução que contribui para melhorar a colaboração entre os membros da equipe.

Nova call to action

As desvantagens do low code

Embora existam muitas vantagens em usar uma plataforma de low code, também existem algumas desvantagens que devem ser consideradas.

Uma das principais é a dependência do fornecedor da plataforma.

Como você está confiando em uma solução específica para construir seus aplicativos, você pode ficar preso a ela e limitar-se caso queira desenvolver coisas diferentes ou fora do escopo de recursos.

Vale reforçar outros pontos negativos que podem pesar na decisão:

  • Opções limitadas de personalização;
  • Recursos limitados por plataforma;
  • Necessidade de auditoria de segurança para entender o nível de proteção aos dados.

Além disso, essas plataformas podem ser mais caras do que as ferramentas de desenvolvimento tradicionais e podem não oferecer tanta flexibilidade — ou seja, recomendamos pesquisar muito antes de fazer o investimento.

Necessidade de conhecimento básico para navegar

Por ser um conceito mais novo e menos estabelecido, é possível que hoje existam menos profissionais qualificados para lidar com soluções do tipo.

Além disso, mesmo que as plataformas tenham muitos recursos que facilitam o desenvolvimento de aplicações sem código, elas ainda requerem algum conhecimento básico para navegar na interface e usar todos os recursos.

Ou seja, é algo que pode ser visto como uma desvantagem para aqueles que querem desenvolver suas aplicações rapidamente e sem ter que aprender nada de novo.

Incompatibilidade com sistemas mais complexos

Finalmente, vale mencionar que essas plataformas podem não ser adequadas para aplicações ou sistemas mais complexos.

Afinal, muitas vezes eles não têm a flexibilidade e o poder para lidar com tarefas mais sofisticadas de desenvolvimento — ou ainda não estão capacitadas para tal.

Além disso, elas podem não ter todas as características que as ferramentas de desenvolvimento mais tradicionais oferecem.

Conheça alguns exemplos de criação de low code

E agora, como empresas podem utilizar e se aproveitar de uma LCPD em sua rotina? Afinal, a tecnologia não apenas se destina a empresas de tecnologia e TI, mas a todo tipo de negócio com demandas digitais.

Que tal conferir algumas aplicações? Separamos três exemplos, veja só:

Organização de processos empresariais

Uma das principais aplicações do low code é na organização de processos dentro de uma empresa.

Uma plataforma completa pode oferecer um ambiente versátil e criativo para que os profissionais possam, de maneira intuitiva, organizar a rotina de projetos e complementar os frameworks de processos utilizados.

Assim, o aspecto visual da gestão de projetos ganha um “extra” com o uso de uma LCPD que simplifica o fluxo de tarefas.

Um exemplo bem comum é o Trello, por exemplo, que oferece uma interface gráfica simplificada para o gerenciamento de projetos.

Além disso, pense na aplicação para um setor como o RH: com o low code, é possível criar processos e fluxos de trabalho que atendem às necessidades exclusivas e que podem ser adaptados rapidamente à medida que os requisitos internos mudam.

Para dar suporte à colaboração, uma LCPD pode ser aproveitada para criar formulários de maneira fácil e ágil, personalizando o acesso do usuário.

Processamento de dados mais eficaz

Além disso, é possível contar com soluções do tipo para processar dados e criar aplicações ainda mais integradas ao ecossistema tecnológico da empresa.

É uma forma de otimizar a produtividade e contribuir para a automação de processos.

Aplicativos para consumidores

Por fim, vale ressaltar que o low code simplifica a criação de aplicativos para consumidores de forma rápida e ágil.

Ou seja, fica mais fácil para conceitualizar o layout e toda experiência de usuário (UX), quase que de maneira intermitente com o teste de funcionalidade.

Um ponto extra aqui é que isso contribui para uma grande evolução dos desenvolvedores envolvidos, especialmente os mais novatos.

São detalhes que otimizam indicadores como o time to market, de modo a agregar mais eficiência e velocidade na gestão de projetos.

Um exemplo são os aplicativos de bancos e fintechs, que constantemente precisam de atualizações para atender às demandas voláteis de um público cada vez mais interessado.

O low code é o conceito ideal para empresas do tipo, que possuem um contato constante com seus clientes — e que necessitam de atualizações rápidas para se manterem competitivas no mercado.

Com o low code, profissionais da TI serão extintos?

Esta é uma pergunta que é feita com frequência e que gera muito debate.

O fato é que, embora o low e no-code tenham muitas vantagens, eles ainda têm algumas limitações que tornam necessário ter profissionais de TI a bordo para supervisionar seu uso.

Em outras palavras, com abordagens como o low e no-code não significa que os profissionais de TI não serão mais necessários, mas sim que seu papel irá mudar.

No futuro, eles podem estar mais focados em orientar e supervisionar o uso dessas plataformas ao invés de desenvolver aplicações a partir do zero.

Mas essa é uma transformação que ainda está por ser vista e que só será possível com a evolução destas soluções.

Hoje, as ferramentas low e no-code são eficazes para simplificar alguns problemas de UI/UX e automatizar o fluxo de trabalho.

No entanto, ainda há uma necessidade substancial de desenvolvedores profissionais superarem as possibilidades limitadas de personalização e agir, muitas vezes manualmente, para entregar o aplicativo/recurso que a empresa ou cliente quer.

Soluções low code e transformação digital: como se relacionam?

Como já vimos, LCPDs são um tipo de solução que pode ajudar a simplificar e acelerar o desenvolvimento de aplicações.

No entanto, estes não são os únicos benefícios que elas podem trazer.

Na verdade, o low code também está intimamente relacionado à transformação digital.

Afinal, como vimos, uma das principais vantagens de usar uma dessa plataforma é sua capacidade de melhorar a colaboração entre os membros da equipe.

E este é precisamente um dos objetivos da transformação digital: promover a colaboração e permitir que as empresas trabalhem de forma mais eficiente, com base em soluções tecnológicas.

Além disso, esse tipo de solução pode ajudar sua empresa a desenvolver aplicações rapidamente, com uma breve curva de aprendizagem — outro dos objetivos da transformação digital.

Assim, é possível dizer que essa abordagem é um sinônimo de transformação digital para qualquer negócio.

Qual a melhor plataforma de low code?

No mercado, existem incontáveis soluções low code que o seu negócio pode utilizar. Como falamos, eles se dividem em diferentes categorias.

Por isso, é necessário avaliar muito bem as opções e filtrar aquelas que melhor se encaixem em suas necessidades.

Se você está procurando uma plataforma para ajudar na transformação digital de sua empresa, é importante saber o que procurar neste tipo de solução.

Antes de tudo, é essencial que a plataforma escolhida seja fácil de usar e tenha uma curva de aprendizado curta.

Ela também deve oferecer recursos que facilitem a colaboração entre os membros da equipe.

Além disso, a plataforma ideal deve permitir certo grau de personalização — afinal, as suas demandas são diferentes de outras empresas.

Avalie o nível de integração com outras ferramentas do seu ecossistema tecnológico e se é possível conectá-las às fontes de dados certas para otimizar ainda mais o seu trabalho.

Finalmente, também vale a pena considerar a escalabilidade da solução.

Afinal de contas, à medida que sua empresa crescer, suas necessidades também crescerão — a plataforma deve acompanhar seu nível de demanda.

Conheça o TOTVS Fluig No-Code

O TOTVS Fluig No-Code é uma solução que permite que empresas de todos os tamanhos desenvolvam aplicações de maneira rápida e fácil, sem a necessidade de alto conhecimento em linguagem de programação.

A plataforma é simples, o que a torna ideal para empresas que querem digitalizar seus processos, mas não têm recursos ou tempo para investir em um time completo e versátil de devs — ou mesmo que buscam otimizar a rotina dos profissionais da casa.

O melhor? O TOTVS Fluig No-Code é um sistema de workflow. Ou seja, é uma solução única para melhorar sua gestão de processos, projetos e equipes em uma só interface!

Além disso, a solução oferece recursos que facilitam a colaboração entre os membros da equipe, tais como atribuição de tarefas, chat e comentários.

A plataforma também permite um alto grau de personalização, de modo que todas as aplicações fiquem com a cara da sua empresa!

Entre as aplicações do TOTVS Fluig, podemos mencionar:

  • Pages: criação de páginas interativas e customizadas;
  • Forms: criação de formulários completos e 100% integrados;
  • Tasks: gerencie as tarefas de seu time de modo organizado e conforme as prioridades de cada projeto;
  • Collab: gerencie todo fluxo de trabalho e integre todos os envolvidos;
  • Flow: por fim, aproveite de toda tecnologia para automatizar vários processos em seu fluxo de trabalho.

Conheça mais sobre o TOTVS Fluig No-Code e suas possibilidades!

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Conclusão

Neste artigo, observamos o que é e quais as as vantagens das plataformas no-code e low code, cada uma com suas características individuais e diferentes níveis de aplicação para a indústria e mercado.

Uma LCPD capacita as empresas e aprimora sua vantagem competitiva, especialmente na entrega de aplicações personalizadas e em tempo recorde.

Assim, mesmo as equipes não-técnicas podem desenvolver e implantar mudanças de processo à medida que as condições de mercado ou as estratégias de negócios evoluem.

Gostou do conceito e acha que pode agregar valor na rotina da sua empresa? Então conheça o TOTVS Fluig No-Code!

Essa plataforma permite criar e viabilizar projetos voltados para desenvolvimento e inovação dentro das empresas. Por meio dela, é possível unificar sistemas e processos em uma interface intuitiva e única.Agora, antes de finalizar, siga a jornada de aprendizagem em nosso blog e leia nosso guia sobre Customer Data Platform e entenda como essa solução pode transformar sua operação e torná-la data-driven!

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Comentários deste post

  1. Julio Cesar diz:

    Muito bom o conteúdo. Estou pesquisando algumas plataformas para desenvolvimento de um MVP e saber que a Totvs está entrando nesse mercado é muito bom.

  2. Alan Amorim diz:

    Olá, Julio Cesar. Poxa, que belo comentário. Ficamos felizes com essa recepção. Acompanhe o blog para mais novidades :)

  3. LUCIANO ALVES BARBOSA diz:

    Ótima matéria, ajuda a definir nossas escolhas de qual plataforma utilizar.

  4. Alan Amorim diz:

    Olá, Luciano. Poxa, agradeço o comentário. Sempre fico feliz quando nossos conteúdos são elogiados. Vou repassar para toda a equipe :) Espero ter ajudado.

  5. Azor Corona diz:

    Boa tarde,........ Muito interessante a materia discorrida sobre Plataforma Low-Code & No-Code. Por gentileza, a TOTVS disponibiliza CURSO / TREINAMENTOS inerentes as plataformas Low-Code & No-Code ? Atenciosamente e saudações

  6. Alan Amorim diz:

    Olá, Azor. Você pode acessar o https://treinamentos.totvs.com/ e conferir as temáticas de cada treinamento e suas datas. Qualquer dúvida, pode entrar em contato conosco por este link. Espero que tenha ajudado :)

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