Balanço patrimonial: o que é, estrutura, como fazer e calcular

Equipe TOTVS | 11 maio, 2022

O balanço patrimonial é uma ferramenta essencial para a melhor gestão financeira de um negócio. Trata-se de um relatório que elenca todos os ativos e passivos da empresa, mostrando a situação contábil e financeira da organização.

É muito provável que, se você já abriu uma empresa ou liderou um negócio, tenha ouvido falar do balanço patrimonial.

Muito mais do que uma burocracia contábil, é uma ferramenta que ajuda uma empresa a tomar decisões sobre investimentos e práticas financeiras.

É por isso que é extremamente importante entender tudo sobre o assunto. Se há um documento que todo empreendedor e gestor precisa conhecer, é o balanço contábil.

Que tal acompanhar tudo que descreveremos neste guia completo? Veja só:

  • O que é balanço patrimonial? 
  • Qual é o objetivo do balanço patrimonial?
  • Qual a importância do balanço patrimonial?
  • Em quais situações o balanço patrimonial deve ser feito?
  • Como é a estrutura do balanço patrimonial?
  • Quais os tipos de balanço patrimonial? 
  • Como elaborar o relatório contábil?
  • O registro contábil é obrigatório?
  • Não tenho um balanço contábil, o que fazer?
  • Como fazer um balanço patrimonial de uma empresa?
  • Modelo de balanço patrimonial
  • Como fazer a análise de balanço patrimonial?
  • Como calcular o balanço patrimonial? Confira os principais indicadores
  • Como calcular o capital próprio no balanço patrimonial?
  • Qual a diferença entre balanço patrimonial e DRE?
  • Onde vai o CMV no balanço patrimonial?
  • É possível fazer o balanço patrimonial no Excel?
  • A importância da tecnologia para dar suporte nessa tarefa

Para aprender tudo, é só continuar a leitura conosco!

O que é balanço patrimonial? 

Balanço patrimonial é um relatório que elenca todos ativos e passivos de uma empresa. Ou seja, todos os seus bens e fontes de recursos (ativos), bem como dívidas, direitos e obrigações (passivos).

É um levantamento que detalha a situação financeira do negócio em determinado período, que lista todos os ativos, passivos, dinheiro que a empresa deve e o valor de seu patrimônio líquido.

O nome “balanço” vem do entendimento de que os ativos devem sempre ser iguais aos passivos mais o patrimônio líquido, de forma a compor um equilíbrio financeiro.

Atualmente, o balanço patrimonial de uma empresa é considerado um dos relatórios mais importantes sobre o cenário contábil e econômico.

No Brasil, o balanço patrimonial é exigido por lei para demonstrar a evolução do patrimônio do negócio (exceto as optantes pelo Simples Nacional) ao fim de cada exercício social.

Qual é o objetivo do balanço patrimonial?

O balanço é um dos levantamentos mais essenciais para uma boa gestão financeira. Mas na prática, para que serve o balanço patrimonial? De forma básica, ele lista tudo que seu negócio possui e o que deve.

Desse modo, o balanço financeiro de uma empresa ajuda seus líderes a compreender quanto dinheiro sobraria caso vendesse todos os seus seus bens e pagasse todas as suas dívidas.

Ou, é claro, quanto dinheiro faltaria.

A finalidade do balanço patrimonial, no entanto, não se resume a um único indicador da saúde financeira do negócio.

Na verdade, o documento fornece as bases para calcular as taxas de retorno dos investidores, bem como avaliar a estrutura de capital da empresa.

Ao aprender como montar um balanço patrimonial, a empresa tem em mãos um desenho detalhado do que possui, do que deve e o valor que foi investido por acionistas/sócios.

Os balanços podem ser usados de forma individual ou em conjunto com outras demonstrações para realizar análises aprofundadas sobre a gestão financeira, o direcionamento estratégico e a definição de metas do negócio.

Qual a importância do balanço patrimonial?

A importância do balanço patrimonial de uma empresa é que o levantamento oferece uma visão objetiva, embora detalhada, da situação financeira do negócio. É um documento fácil de entender e que mostra exatamente o cenário econômico e contábil do negócio.

Sem essa fotografia da situação, empresários e contadores podem tomar decisões apressadas ou embasadas em informações errôneas, impactando negativamente na gestão do negócio.

De acordo com dados divulgados pela Forbes em 2019, ficar sem dinheiro no caixa foi o motivo para mais de 29% das falências empresariais nos últimos anos.

Essa foi a segunda maior causa de falência detectada na época.

E falando a verdade, essa não é uma novidade — e nem algo que precisamos de dados para entender.

A falta do controle financeiro (ou seja, de entender a sua situação financeira, realizar o controle de caixa adequado e planejar-se corretamente) é uma dificuldade inerente ao empreendedorismo.

Ao entender o que é balanço patrimonial, bem como sua importância, fica claro o papel que o levantamento tem de fornecer maior contexto e uma base informacional confiável para melhor administrar a empresa.

Em quais situações o balanço patrimonial deve ser feito?

O balanço patrimonial é um levantamento que não pode faltar ao seu negócio. É por isso que, ao fim de cada ano-exercício (ou seja, após completar o ciclo de 12 meses de janeiro a dezembro) o balanço deve ser feito.

Ele é produzido normalmente no fim do ano, logo antes de finalizar o exercício, para ser apresentado no começo do ano seguinte.

No Brasil, é obrigatório para todas as empresas — exceto aquelas enquadradas no Simples Nacional.

A dica é conferir com o seu contador ou a assessoria contábil para ter certeza de qual situação sua empresa se encaixa e quais as suas obrigações.

Como é a estrutura do balanço patrimonial?

Por ser um levantamento exigido por lei, convencionou-se um padrão de estrutura do balanço patrimonial: ativo e passivo, bem como o patrimônio líquido são informações que devem constar no documento.

Mas afinal, como montar um balanço patrimonial? É preciso que o responsável contábil reúna todos esses dados — referentes, é claro, ao ano-exercício em questão.

Um balanço patrimonial simples normalmente inclui as datas (de início e fim) a qual os dados se referem, bem como um detalhamento dos ativos, passivos e do patrimônio líquido, como mencionamos antes.

Que tal entender o que cada um desses fatores quer dizer? Explicamos a seguir, veja só:

Patrimônio Líquido

O patrimônio líquido é, basicamente, tudo que a empresa possui em capital próprio. Ou seja, uma soma de todos os seus recursos, bem como os valores investidos pelos sócios, o capital social, as reservas de lucros, entre outros.

O cálculo dele é simples: trata-se da diferença entre ativos e passivos.

É muito utilizado como um índice financeiro, pois indica o retorno financeiro dos sócios e acionistas, bem como outras fontes de recursos, como reservas contábeis e ajustes contábeis.

Ativos

Os ativos de uma empresa são tudo aquilo que ela possui, como bens, direitos, recursos e o dinheiro em caixa. Basicamente, tudo que é de seu patrimônio e que possa gerar valor econômico.

Estes ativos representam os recursos de uma empresa, seja referente às receitas presentes.

Na teoria, os ativos são divididos em dois conceitos:

Ativo circulante

Os ativos circulantes são aqueles com menor liquidez, que a empresa consegue transformar em dinheiro em curto prazo (menos do que 12 meses).

No caso, falamos do dinheiro em caixa, contas a receber, estoque, tributos a recuperar, aplicações financeiras, etc.

Ativo não circulante

Já os ativos não-circulantes são o contrário: a liquidez é maior, normalmente precisando de um período maior do que um ano para transformá-los em dinheiro.

O principal exemplo são ativos imobilizados, como imóveis ou terrenos de propriedade da empresa, bem como móveis, veículos, maquinário, entre outros.

Alguns tipos de investimento também entram na conta, bem como ativos intangíveis, como direitos autorais, patentes e mesmo contratos firmados e que geram valor econômico.

Passivos

Passivos são as dívidas ou obrigações de uma empresa — o que ela deve e ainda precisa pagar. Trata-se de um saldo capaz de reduzir o patrimônio.

Pode-se dizer que empresas com passivo alto valem menos.

Assim como os ativos, os passivos de um negócio também são divididos em duas categorias, confira:

Passivo circulante

O passivo circulante refere-se a toda dívida ou obrigação com vencimento em um período menor do que um ano.

Aqui, podemos incluir o salário dos funcionários, as obrigações trabalhistas atreladas, os acordos com fornecedores, tributos e impostos, bem como alguns empréstimos e financiamentos (aqueles que precisam ser pagos mensalmente, por exemplo).

Passivo não circulante

Já o passivo não-circulante, assim como o ativo não-circulante, também refere-se às obrigações com vencimento maior do que um ano.

Os exemplos incluem empréstimos e financiamentos de longo prazo, créditos provisionados com prazo de pagamento acima de 12 meses, debêntures, entre outros.

Quais os tipos de balanço patrimonial?

Quanto à estrutura do balanço patrimonial, podemos dizer que existe um tipo convencionado: que detalha os ativos, passivos e o patrimônio líquido.

Ele serve para demonstrar os resultados do ano-exercício em questão, detalhando a situação financeira do negócio.

Porém, existe um outro tipo de levantamento: o balanço patrimonial projetado. Você conhece?

A diferença deste balanço para o “normal”, que é o foco deste guia, é que trata-se de uma projeção da situação financeira futura da empresa.

Com base nas informações que se tem em mãos na hora, é possível criar um balanço patrimonial projetado que mostre o que pode acontecer com as finanças em um médio a longo prazo.

Esse levantamento é muito comum para empresas que buscam investidores, pois permite demonstrar qual o desempenho projetado de seu negócio.

Assim, os investidores e possíveis acionistas podem entender se a empresa é promissora e pode trazer bons retornos.

Como elaborar o relatório contábil?

O relatório contábil é uma prática mais ampla do que apenas o balanço patrimonial, elencando todas as movimentações financeiras da empresa em determinado período.

Inclusive, você apenas conseguirá montar um balanço patrimonial assertivo se contar com o relatório contábil em mãos.

Este relatório é escriturado no Livro Diário do negócio e é um controle que visa registrar exatamente todos os fatos (contábeis e financeiros) da organização, bem como todas as entradas e saídas.

O registro contábil é obrigatório?

Uma das obrigações de quem cria o balanço patrimonial de um negócio é realizar o registro contábil do negócio.

Novamente, ressaltamos a importância de contar com o auxílio de um contador para conduzir ou guiá-lo nesta jornada, já que pode ser repleta de burocracias e processos específicos.

Segundo a lei, o registro contábil é obrigatório e deve ser realizado por todas as empresas — até mesmo optantes pelo Simples Nacional, com exceção de MEIs.

A obrigatoriedade veio após a ITG 2000, aprovada pela Resolução do CFC (Conselho Federal de Contabilidade) 1330/2011.

Não tenho um balanço contábil, o que fazer?

Se a sua empresa não é optante pelo Simples Nacional e nunca fez um balanço patrimonial, a primeira ação é buscar o auxílio de um contador.

Lembrando que, exceto para MEIs, é obrigatório que empresas realizem a sua contabilidade — na maioria das vezes, o serviço básico já inclui a entrega de obrigações acessórias, como o DRE ou o balanço patrimonial!

Outra dica é contar com um ERP que se encaixe em seu negócio e permita que você acompanhe toda a contabilidade e seus índices financeiros.

Como fazer um balanço patrimonial de uma empresa?

Bom, agora que você sabe tudo sobre esse levantamento e as informações que o compõem, é hora de entender como montar um balanço patrimonial.

Na prática, os passos não são tão complexos — no entanto, ressaltamos que conhecimento sobre as ações e processos contábeis é essencial.

Por isso, na hora de aprender como montar um balanço patrimonial completo, lembre-se da importância de contar com a assessoria contábil.

E agora, que tal entender os passos? Vamos lá:

  • Passo 1: detalhe todos os ativos e passivos contábeis da organização. Separe-os por ordem de liquidez, natureza e datas. Assim, é mais fácil realizar a análise do balanço patrimonial.
  • Passo 2: É hora de fazer a conciliação dos saldos contábeis, comparando com extratos bancários e Livros Diários.
  • Passo 3: Reclassifique as contas patrimoniais, de modo a mostrar um saldo atualizado do momento financeiro e econômico do negócio de acordo com o que o balanço evidenciou.
  • Passo 4: Esse passo é um complemento, mas muito útil — realize os cálculos para saber se o negócio foi lucrativo ou apresentou prejuízos ao final do período analisado. Ou seja, realize a Apuração do Resultado do Exercício (ARE). 
  • Passo 5: Por fim, faça a classificação das contas patrimoniais, demarcando os resultados positivos como lucros e os negativos como prejuízos acumulados.

Como fazer o balanço patrimonial de uma empresa pequena?

Para micro e pequenas empresas, aprender como montar um balanço financeiro é um desafio semelhante ao de grandes corporações. Isso porque o passo a passo (como mostramos acima) é o mesmo!

Mas afinal, as PMEs precisam mesmo apresentar o balanço patrimonial? De acordo com a Lei, sim!

Por exemplo, conforme texto da Lei 8.666/93, qualquer empresa que pretende contratar com o Estado deve, obrigatoriamente, comprovar sua qualificação econômico-financeira através do balanço patrimonial, entre outros relatórios.

Além disso, conforme a ITG 1000, aprovada na Resolução CFC 1.418/12, foi estabelecido o Modelo de Contábil para Microempresa e Empresa de Pequeno Porte, que inclui o balanço patrimonial.

Modelo de balanço patrimonial

Que tal conferir um modelo de balanço patrimonial simples para entender, visualmente, como esse levantamento é apresentado?

Buscamos um demonstrativo publicado pelo Clube de Finanças que detalha todas as informações necessárias. Confira:

Balanço Patrimonial Exemplo

Como fazer a análise de balanço patrimonial?

O balanço patrimonial é uma excelente ferramenta para basear suas análises financeiras e da situação econômica do negócio.

Existem diversas interpretações possíveis de um balanço patrimonial simples.

Entre elas:

  • Análise de liquidez
  • Análise de potencial de rentabilidade
  • Análise de sustentabilidade financeira
  • Acompanhamento de indicadores financeiros do negócio, como:
    • Lucratividade
    • Endividamento

De forma geral, os balanços proporcionam uma visão objetiva dos ativos e passivos da empresa.

Assim, é possível responder várias perguntas pertinentes à saúde financeira do negócio, como:

  • A empresa tem um patrimônio líquido positivo?
  • A empresa está muito endividada com seus funcionários ou fornecedores?
  • A empresa possui caixa e ativos de curto prazo suficientes para cobrir suas obrigações?

Como calcular o balanço patrimonial? Confira os principais indicadores

Como mencionamos anteriormente, o balanço patrimonial permite que a empresa faça uma melhor gestão de indicadores, possibilitando acompanhar o desenvolvimento de vários KPIs essenciais para sua operação.

Que tal entender os principais deles? Confira!

Indicadores de liquidez

Indicadores de liquidez mostram ao gestor ou líder do negócio a capacidade da empresa de pagar as suas dívidas de curto prazo, bem como o montante de passivo circulante e não-circulante.

Entre os principais indicadores, podemos mencionar:

  • Indicador de liquidez corrente: basicamente, a capacidade de uma organização de pagar suas dívidas no curto prazo.
  • Indicador de liquidez seca: o quanto uma organização pode dedicar dos seus recursos circulantes, exceto estoque, para pagar dívidas.
  • Indicador de liquidez imediata: todos os valores de alta liquidez que estão disponíveis para a empresa (dinheiro em caixa, nas contas bancárias e de investimentos de curto prazo, por exemplo).
  • Indicador de liquidez geral: uma amostra mais ampla sobre a capacidade da empresa de pagar suas dívidas com prazo maior do que 1 ano.

Indicadores de dívidas

Já os indicadores de dívida demonstram o nível de endividamento de uma empresa. Ele pode ter relação com dívidas com funcionários, com o Governo, com fornecedores e também sócios e acionistas.

Entre os principais KPIs desse modelo, podemos mencionar:

  • Participação de Capitais de Terceiros (PCT): basicamente, o quanto do capital total da empresa é oriundo de terceiros.
  • Composição do endividamento (CE): esse indicador mede o quanto das dívidas da empresa são de curto e de longo prazo.
  • Imobilização do Patrimônio Líquido (IPL): o quanto do patrimônio líquido da organização está imobilizado. Quanto mais imobilizado, menos recursos próprios disponíveis e maior a dependência de terceiros para financiar suas operações (e o passivo de forma geral).
  • Imobilização dos Recursos a Longo Prazo (IRLP): mede o quanto de recursos a longo prazo e de seu patrimônio líquido a empresa imobilizou — proporcionando maior vida útil aos seus recursos.

Indicadores de renda

Os indicadores de renda ou rentabilidade servem para medir o nível de retorno financeiro de uma empresa. O ROI é um dos KPIs mais populares, mas existem outros:

  • Margem líquida (ML): a diferença entre o lucro líquido e as vendas líquidas (o valor das vendas subtraindo seu custo para o negócio) em determinado período de tempo.
  • Retorno sobre ativos (ROA): a capacidade de gerar retorno sobre os ativos da empresa. Ou seja, bens, direitos e posses que aumentam o poder econômico do negócio.
  • Ebitda: um indicador que significa “Lucros Antes dos Impostos, Juros, Amortizações e Depreciações“. É um índice essencial para entender o lucro operacional do negócio.
  • Retorno sobre patrimônio líquido (ROE): basicamente, o quanto de lucro uma organização tem a partir do montante investido por sócios ou acionistas.

Patrimônio líquido

Por fim, existe o patrimônio líquido, que por si só é um indicador financeiro essencial para uma melhor gestão do negócio.

Sua leitura permite entender a situação da empresa em relação às dívidas: afinal, há dinheiro no caixa para realizar investimentos no próximo ano ou será necessário repensar as estratégias e focar em diminuir o passivo?

Essa é só uma das interpretações possíveis!

Aliás, é aqui que entra o capital social no balanço patrimonial, já que esse montante (junto com vários outros, como ações em tesouraria e reservas de lucro) são consideradas no patrimônio líquido.

Como calcular o capital próprio no balanço patrimonial?

Um dos resultados possíveis de se obter com o balanço patrimonial em mãos é o capital próprio. Basicamente, a diferença entre o capital ativo e o que se deve a terceiros.

Lembrou de algo? É que o capital próprio é a mesma coisa que o patrimônio líquido — só que com nomes diferentes.

É uma coincidência, mas muitos gestores e líderes podem encontrar literatura que menciona o “capital próprio”.

Da próxima vez, você já sabe: o capital próprio é o mesmo que patrimônio líquido — a diferença entre o que a empresa possui e o que deve a terceiros.

Qual a diferença entre balanço patrimonial e DRE?

Outro levantamento essencial (e obrigatório) para as empresas é o Demonstrativos de Resultados do Exercício ou DRE. São relatórios importantes e, para a análise financeira, complementares.

Isto porque o DRE apresenta o resultado financeiro do ano-exercício, relacionando todas as receitas e despesas do negócio, considerando seu regime de competência.

Já o balanço patrimonial detalha o quanto de ativos e passivos a organização possui.

O DRE em si não leva em conta os ativos e passivos, mas sim a movimentação de receitas e despesas do período em questão.

Onde vai o CMV no balanço patrimonial?

O Custo das Mercadorias Vendidas (CMV) é um indicador que mostra o quanto foi gasto em uma mercadoria. Ou seja, quanto a empresa investiu para tê-lo, possibilitando uma melhor precificação do mesmo.

Em relação ao balanço patrimonial, o CMV não é incluído neste demonstrativo. Porém, ele pode ser incluído no DRE, justamente porque mostra o lucro bruto sobre as mercadorias vendidas.

É possível fazer o balanço patrimonial no Excel?

É possível utilizar uma planilha de balanço patrimonial, criando o documento no seu Excel ou Google Planilhas.

No entanto, lembre-se que será necessário adicionar todas as informações detalhadas sobre ativos, passivos e patrimônio líquido do negócio.

Ou seja, a planilha de balanço patrimonial é sim utilizável, mas não deixa de ser um desafio, já que há vários detalhes e cálculos a considerar.

A melhor saída, especialmente para uma empresa que demonstra sinais de crescimento e possui várias informações a considerar em seus demonstrativos (e na sua rotina contábil como um todo) é apostar na tecnologia.

A importância da tecnologia para dar suporte nessa tarefa

O balanço patrimonial é um demonstrativo de extrema importância para o negócio. Logo, é essencial que seja realizado sem erros.

Nesse ponto, utilizar um sistema que dê todo suporte à contabilidade do negócio e facilite a emissão de relatórios contábeis pode fazer toda diferença.

Simplesmente porque, em apenas alguns cliques, você pode emitir os demonstrativos e relatórios necessários, bem como ter um canal direto para se comunicar com seu contador.

O melhor de tudo é contar com uma tecnologia avançada, que moderniza sua operação e simplifica a condução do negócio.

Assim, não apenas a contabilidade, mas toda gestão da empresa se torna mais palpável, orgânica e simples de fazer — permitindo que você e seus funcionários foquem em resultados.

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Conclusão

E você, gostou de aprender tudo sobre o balanço patrimonial?

Em nosso guia completo, passamos por cada aspecto relevante sobre o assunto, do conceito até a estrutura, tipos, como fazer e como analisar o levantamento.

Na prática, esse tipo de conhecimento — apesar de ser uma burocracia — é essencial para que gestores, líderes e empreendedores tenham uma visão mais concreta da sua operação, o que lhes possibilita tomar melhores decisões.

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