Business Agility: O que é, princípios, vantagens e aplicação

Equipe TOTVS | INOVAÇÕES | 20 abril, 2021

É difícil encontrar um negócio bem-sucedido hoje em dia que não implemente os conceitos e boas práticas previstas no  Business Agility.

Há vários movimentos corporativos que exigem a atenção de gestores e empreendedores: a transformação digital, a indústria 4.0, o design thinking, DevOps, entre muitos outros.

Adotar todos eles pode ser um desafio muito complexo e demorado.

Portanto, como prosperar em um mercado tão volátil e competitivo, de modo que sua empresa seja vista e se posicione de forma inovadora?

Com o Business Agility.

Trata-se de uma forma diferente de encarar e conduzir um negócio.

Uma espécie de obsessão (no bom sentido, claro) em entregar valor aos clientes, em uma dinâmica de trabalho calcada no talento da equipe e direcionada por algumas diretrizes.

Entre elas, a metodologia ágil, que é quase como a ponta do iceberg de tudo que o Business Agility envolve.

Mas o que de fato é o Business Agility e porque, de repente, se tornou tão importante para o sucesso das empresas?

O que torna essa metodologia diferente de outras já difundidas e porque a sua organização deveria adotá-la?

São questões pertinentes e que vamos responder!

Neste conteúdo, que será um guia completo, vamos te explicar tudo sobre Business Agility e como essa metodologia pode alimentar o sucesso da sua organização — independente dos desafios que enfrenta.

O que é Business Agility?

Business Agility é um modelo que busca aumentar a capacidade de uma empresa adaptar-se às constantes transformações do mercado, tornando-a cada vez mais competitiva e bem-sucedida na era digital. Ou seja, seu potencial de se manter alinhado à volatilidade do mercado e das pessoas, através de soluções inovadoras, habilitadas para os meios digitais e focadas no cliente final.

Trata-se de um conceito complexo e multifacetado que abrange todos os aspectos de uma organização.

Seu propósito de tornar a empresa cada vez mais resiliente e capaz de servir seus clientes, independente das mudanças que o futuro traz.

Conforme a executiva americana Sherrie Suski escreveu em artigo para a Forbes, “a agilidade é um seguro para o desconhecido“.

E cada vez mais, como foi visto em 2020 com a pandemia, o desconhecido é algo temido pelo mercado.

Para que sua empresa sobreviva a essas mudanças, baques e transformações, é necessário mais do que recursos, mas uma estratégia baseada no Business Agility.

E no que isso se reflete? Em algumas características, como:

  • Responder com rapidez e flexibilidade às demandas dos clientes;
  • Posicionar-se de forma contínua em estado de vantagem competitiva;
  • Adaptação rápida às mudanças do mercado – tanto interna, como externamente;
  • Adaptar-se e liderar a mudança de maneira produtiva e econômica, sem comprometer a qualidade;

Por isso, o Business Agility vai além do mérito de equipe (algo mais restrito à metodologia ágil) e abrange a empresa como um todo.

Há uma preocupação constante com a adoção e evolução de valores, comportamentos e capacidades.

Assim, é possível que empresas e indivíduos sejam mais adaptáveis, criativos e resilientes ao lidar com a complexidade, incerteza e mudança, levando a um ambiente agradável e melhores resultados.

Qual é a história do Business Agility?

O Business Agility tem origem na metodologia ágil (ou agile), conceito e aplicação que se difundiu especialmente no mercado de desenvolvimento de softwares.

A metodologia ágil busca organizar o framework de desenvolvimento, de forma que os indivíduos sejam a prioridade.

Além disso, num ambiente agile, a colaboração com o consumidor é essencial, bem como a capacidade e resiliência de responder às mudanças.

Foi uma resposta calculada da comunidade de desenvolvedores, que lançou o Manifesto para Desenvolvimento Ágil de Software em 2001.

O Business Agility nasceu daí, mas evoluiu alguns anos depois, em especial com o boom de crescimento das empresas com serviços, produtos e soluções digitais.

São exemplos a Amazon, Apple, Facebook, Google e Microsoft.

Em seu escopo, muitas ideias hoje vistas no Business Agility têm origem nos desafios que desenvolvedores enfrentaram e ainda enfrentam em seu dia a dia.

Entre elas, a necessidade de compreender e dominar sistemas complexos e adaptativos.

Nesses cenários, os desenvolvedores deveriam não apenas compreender partes do processo, mas todo o ecossistema.

Assim, seria possível implementar mudanças e recursos em sistemas de forma dinâmica, acompanhando as necessidades do cliente e do mercado.

Essa é a base de pensamento do Business Agility.

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Como funciona a estratégia Business Agility?

O Business Agility funciona no momento em que a empresa coloca a inovação na frente de todos os pilares estratégicos de negócio.

Ok, isso pode soar um pouco vago, mas faz todo sentido quando você entende o contexto.

E a primeira coisa, antes de compreender a lógica do Business Agility, é entender por que Business Agility?

Bom, veja: o futuro é totalmente imprevisível. Em grande escala, todos vimos isso em 2020 com a pandemia. Mas falamos também de outras coisas, como a tecnologia.

Com as rápidas mudanças, criam-se novas soluções, mas também novas incertezas.

Afinal, suprir novas demandas depende dos recursos que as empresas possuem.

E as empresas que adotam o Business Agility tendem a se adaptar mais rapidamente.

Ou seja, com entregas frequentes, testando suas soluções e mantendo o foco no cliente.

Esse é o primeiro ponto.

Agora, e na prática, como o Business Agility funciona?

Apenas adotar metodologias ágeis não é o suficiente para uma empresa ser considerada adepta ao Business Agility. 

Afinal, ferramentas como o Kanban são apenas ferramentas.

O Business Agility exige que a empresa seja ágil em seu core business. É uma proposta muito mais holística.

Ser ágil em um negócio significa um processo estratégico de ponta a ponta, bem como algumas mudanças fundamentais em toda a empresa.

Business Agility significa fluidez e flexibilidade, com funcionários e equipes capazes de se mover facilmente entre as funções.

Ou seja, é preciso que os times sejam autônomos e independentes — afinal, se de outro jeito, como seriam ágeis?

Confiança, empoderamento e liderança são palavras-chaves para a execução das tarefas.

É necessário promover uma estrutura que permita que a criatividade e a espontaneidade sejam plausíveis.

A distribuição de recursos também importa. Por isso, é essencial que eles estejam disponíveis onde necessário, quando requisitados.

Tudo isso, claro, depende de uma série de processos preestabelecidos, bem como uma infraestrutura robusta que possibilita a melhor governança tecnológica.

Desse modo, é possível crescer e se adaptar rapidamente, trazendo melhores resultados para o negócio.

Qual é a importância do Business Agility para as organizações?

Para as empresas que buscam o sucesso constante acima de tudo, o Business Agility é importante pois possibilita que se adaptem rapidamente às mudanças de mercado.

Assim, a empresa tem não apenas capacidade de se adequar ao que o mercado ou o consumidor pedem, mas possuem estrutura suficiente para inovar e se transformar.

Ou seja, não se trata apenas de se alinhar às tendências de mercado, mas de ativamente se posicionar na crista da onda das mudanças — ser uma referência.

De forma geral, ser ágil traz uma série de qualidades que beneficiam o negócio, como:

  • maior flexibilidade operacional;
  • processo organizacional mais ágil;
  • maior adaptabilidade às mudanças;
  • melhor capacidade de alcançar o mercado;

Tudo isso foi visto em uma pesquisa da Accenture, o “2020 Business Agility Report” que fez uma varredura global da aplicação da metodologia.

Para a maior parte dos participantes, os principais benefícios da implementação do Business Agility foram:

  • Rapidez de mercado;
  • Satisfação do cliente;
  • Melhores formas de trabalhar;
  • Melhor colaboração e comunicação;

Desse modo, quando o Business Agility faz parte do core business da empresa, é possível se colocar rapidamente no topo do seu mercado, independente dos novos desafios que surgirem. 

Qual é a relação do Business Agility com os métodos ágeis? 

Apesar da relação próxima, como já mencionamos, o Business Agility não é a mesma coisa que metodologia ágil.

Se a sua empresa implementa as metodologias ágeis, pense o seguinte:

O framework pode sim impactar lançamentos individuais de produtos, regendo todo seu desenvolvimento através de princípios ágeis.

No entanto, em nada isso impacta a tomada de decisão da empresa, em nenhuma de suas pontas.

Assim, de forma objetiva, a empresa não se beneficia de todo o potencial que a agilidade tem a oferecer.

Isso significa que as metodologias ágeis fazem parte do Business Agility, mas não a sua definição total. 

Para implantar o Business Agility em toda a empresa, é necessário um compromisso muito maior e mudanças fundamentais em como uma organização está estruturada e opera.

É preciso, de certa forma, abraçar a existência da incerteza e a necessidade de ser maleável.

Afinal, o Business Agility é uma matéria muito mais comportamental, com foco cognitivo, do que puramente organizacional.

É um pensamento diferente, talvez flexível demais para algumas empresas, mas que para muitas já significa um dos motivos por trás de seu sucesso.

Desse modo, é possível implementar aos poucos os recursos que a organização necessita, bem como modelar os processos, de modo que todas as necessidades e oportunidades imediatas sejam atendidas.

Diferente das metodologias ágeis, que são baseadas em frameworks e ferramentas próprias e sistemáticas, o Business Agility tem como base a prática, o erro e o acerto, o contexto no qual a empresa está inserida.

Enquanto as metodologias ágeis focam em um conjunto de processos, o Business Agility busca entender e influenciar o todo:

De dentro da empresa até o seu mercado e os seus consumidores.

Quais são os princípios do Business Agility? 

Antes de sair implementando o modelo ágil na sua empresa, é preciso ter paciência para compreender tudo que essa metodologia incorpora. Afinal, falamos de agilidade como um conceito corporativo e global, aplicado do front ao backoffice.

É, como você já pôde ler, uma matéria que deve ser considerada de ponta a ponta na empresa.

No entanto, há algo a se considerar: a autonomia.

Os times devem ter a capacidade de se organizarem sozinhos. Assim, quando surge um problema, situação ou oportunidade, as partes interessadas com conjuntos de habilidades relevantes podem rapidamente montar e enfrentar o desafio.

Mas para uma organização apoiar essa espontaneidade, é preciso construir uma infraestrutura capaz de sustentar as reações rápidas que acontecem na superfície do negócio, com:

  • Suporte contínuo aos produtos, compromissos e clientes atuais;
  • Infraestrutura para suportar a plataforma e a equipe agindo de forma rápida;
  • Processos e governança para examinar adequadamente as decisões, desenvolvendo consenso;

Mas nós sabemos que delegar a tomada de decisões não é algo fácil para muitos executivos.

Encontrar o equilíbrio entre independência e supervisão pode ser um desafio constante.

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É por isso que a implementação do Business Agility deve se calcar em alguns princípios, como:

O cliente é o foco 

Não existe Business Agility se o foco da empresa não está no cliente.

É preciso trabalhar essa característica de várias formas, criando uma estrutura capaz de ouvir, ser empática e suprir com as dores dos clientes da maneira mais rápida possível.

Assim, é possível se tornar mais atraente sob a visão do consumidor, o que naturalmente fará mais pessoas entrarem em contato com sua marca.

Além disso, como o foco está no cliente e as empresas ágeis possuem processos adequados, é mais fácil para elas identificar seus erros e deficiências.

Desse modo, a organização pode criar soluções mais assertivas e significativas, que realmente impactem positivamente na experiência do cliente e agreguem valor ao negócio.

Tudo isso, claro, de forma rápida e concisa, na velocidade que o mercado competitivo exige.

Melhoria contínua

O termo “melhoria contínua” segue povoando os conteúdos dedicados aos gestores e empreendedores. Por que?

Bom, é a sua aplicação e a obsessão em buscá-la que torna as empresas verdadeiramente competitivas.

Não à toa, é citada como princípio de incontáveis outras metodologias, como a transformação digital.

Ao buscar pela melhoria contínua, uma empresa se coloca à frente das rivais.

Isso permite que elas aprendam com os sucessos de suas concorrentes e, em pouco tempo, as superem.

Além disso, a melhoria contínua como parte da cultura organizacional cria um clima de engajamento e de foco em resultados.

Com a liberdade e a criatividade como pilares, fica mais fácil para a equipe demonstrar seus talentos e buscar, de forma ativa e autônoma, por soluções.

É algo que não fica na empresa, mas se espalha pelo mercado e pelos profissionais, que começam a ser atraídos a trabalhar em um lugar com uma cultura tão inclusiva e moderna.

Gestão integrada

Não falamos até agora, mas a tecnologia naturalmente ocupa um papel decisivo no Business Agility.

É ela quem possibilita a gestão integrada, fator essencial para o sucesso da estratégia.

Afinal, se a metodologia da forma que é prega tanta liberdade, é preciso que o C-Level da empresa esteja apto a acompanhar suas entregas de alguma forma.

E esse aspecto não é deixado de lado pelo Business Agility, que prega a implementação de uma gestão integrada e baseada em dados.

O que vale entender é que, de fato, não há um manual para a correta adoção do Business Agility. Ele é único, de empresa para empresa.

O que é necessário é definir os indicadores de desempenho corretos e buscar acompanhá-los, de modo que ações de melhoria sejam mapeadas e implementadas.

O necessário aqui é a busca pela resiliência — só que ela não apenas acontece. É preciso de investimento e tempo, especialmente por parte dos líderes da empresa.

Mas como colocar isso tudo na prática? Algumas dicas:

  • Use ferramentas de avaliação comportamental para atingir um equilíbrio entre pensadores criativos e operadores lineares na equipe.
  • Crie parcerias entre “profissionais de planilha” e pessoas consideradas mais “criativas”.

Essa é uma forma de alcançar o equilíbrio operacional, gerando um ambiente de influenciamento e enriquecimento intelectual e produtivo.

É algo que pode ser incorporado Isso também se aplica à liderança.

Quer um exemplo? Unir um CEO mais criativo com um CFO mais analítico pode ser uma ótima combinação.

  • Use estudos de caso para inspirar e educar sua equipe.

Fluxo ágil

Por fim, nada mais próprio do Business Agility que um fluxo ágil de execuções, aprovações e implementações.

Mas calma, se a sua organização não é nada ágil, não é preciso se desesperar e jogar tudo que você leu até aqui fora.

Porque a agilidade é uma habilidade que sua empresa pode aprender.

Mesmo para pessoas mais orientadas ao processo, é possível aprender e desenvolver a criatividade na hora de resolver problemas se instigadas a isso.

Mas novamente, é algo que deve ser implementado em toda empresa — de ponta a ponta.

Vantagens do Business Agility para as empresas

O Business Agility agrega ao negócio de diversas formas, como com:

Gestão de desafios

As organizações que adotam o Business Agility podem facilmente reagir e responder a oportunidades e ameaças no mercado, enquanto permanecem centradas no cliente.

Com planos e estratégias flexíveis e de longo prazo, essas organizações podem se adaptar a situações muito mais rápido do que suas concorrentes, especialmente as mais burocráticas.

Vantagem competitiva

As empresas ágeis podem aproveitar oportunidades de curto prazo, dando-lhes a capacidade de serem os primeiros a agir quando necessário.

Eles podem aprender com seus erros e contratempos, reajustar trajetórias e não permanecer comprometidos com seus planos.

E eles podem reagir de forma proativa e segura para acompanhar (ou ultrapassar) a concorrência.

Colaboração multifuncional

O Business Agility também pode quebrar os silos organizacionais e promover a criatividade graças à polinização cruzada de ideias e ao ambiente de apoio.

Desse modo, é mais fácil chegar a soluções inovadoras, que realmente agreguem valor para o cliente.

Como a tecnologia auxilia na implementação do Business Agility?

 

O Business Agility é uma metodologia que se alimenta da agilidade, um  fator intrinsecamente relacionado à presença da tecnologia no backbone da empresa.

Não há como ter rápidas execuções sem ferramentas que proporcionem alcance, rapidez e eficiência.

É o caso de um sistema integrado de gestão, que integra a gestão de modo que centraliza as informações e facilita todo processo de tomada de decisões.

Além disso, em boa parte do processo de análise de resultados, o uso de Inteligência Artificial é altamente incentivado.

Afinal, todo potencial de automatização de processos contribui para que uma cultura de inovação e ágil seja instaurada com sucesso.

Como aplicar o Business Agility na prática? 

Adotar o Business Agility não é algo simples, mas exige um esforço que faça jus à complexidade da sua aplicação.

Tudo começa com as pessoas. É preciso entender que tipo de profissionais você trará para a equipe.

É através delas que você vai moldar a estratégia e todas as táticas de processos e dados.

Geralmente, isso significa ter um Centro de Excelência na organização.

O objetivo é aumentar a agilidade dos negócios com relatórios detalhados que auxiliem na tomada de decisão.

Agora é hora de considerar o processo.

É aqui que a metodologia ágil, a original, entra em cena.

Ela pode ajudar sua empresa a lapidar os processos, otimizando todas as execuções e aplicando mudanças significativas no seu jeito de atuar.

É após essa etapa que você deve pensar nos dados.

Os dados vão servir como insumo para realizar análises, remodelar estratégias e aplicar novas táticas corporativas.

Esse movimento não é novidade — muitas empresas já utilizam dados hoje em dia. O grande problema é entender quais dados utilizar.

Ou seja, como reunir os insumos corretos?

Para isso, é necessário sair do lugar comum e buscar soluções que proporcionem segurança e governança.

Nesse ponto, a gestão integrada é essencial para centralizar o acesso a essas informações e facilitar seu uso.

Chegou o momento de pensar na análise. É onde os indicadores-chave de produtividade e desempenho entram.

Busque relacioná-los aos problemas da empresa e dos clientes, buscando nas leituras as brechas para que soluções criativas e inovadoras sejam criadas,

É possível tanto apostar no potencial de análises descritivas, como preditivas.

A utilização de ferramentas de Business Intelligence é outra alternativa de fortalecer essa parte dos processos, o que potencializa a automação de processos e torna suas execuções realmente data-driven.

TOTVS Consulting

Agora que você já entendeu tudo sobre Business Agility, é hora de considerá-lo em sua empresa, não acha?

Porém, nós sabemos: são muitos passos a serem considerados. Só de ler até aqui, já dá para ver que o processo é repleto de desafios.

Para ajudar sua empresa a ultrapassá-los, você pode contar com a TOTVS Consulting.

A TOTVS é a maior empresa de tecnologia do Brasil.

Tamanha expertise e know-how capacitam o time da TOTVS Consulting a prestar uma consultoria completa para melhorar e otimizar a gestão da sua empresa.

Um dos focos é justamente o Business Agility, fomentado pelo amplo background da equipe multidisciplinar em metodologias ágeis.

Desse modo, junto com sua empresa, a TOTVS Consulting se compromete a desenhar estratégias e revelar caminhos inovadores para a maximização de resultados.

Saiba mais sobre a TOTVS Consulting!

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Conclusão

Neste guia completo sobre Business Agility, você aprendeu tudo sobre o tema, sua importância, benefícios e como implementar na empresa.

De forma simples, é possível apontar o Business Agility como um dos caminhos possíveis para que uma organização se posicione no topo de seu mercado.

Ao menos considerando o futuro.

No entanto, sua implementação é repleta de desafios. É preciso alterar o core de uma empresa, abraçar a agilidade como um dos pilares do negócio.

E lembre-se: a agilidade na empresa não se trata apenas de rapidez.

Se trata de eficiência e maleabilidade.

É uma única palavra, mas que tem um grande significado para empresas do futuro, que realmente se preocupam com os clientes e buscam agregar valor para eles.

Agora, colocar isso na prática vai depender de uma série de decisões.

Você acha que sua organização está pronta para essa organização ou mesmo quer saber qual o melhor próximo passo para ela? Converse com a TOTVS Consulting!

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