Gerenciamento de riscos: o que é, benefícios e como fazer

O gerenciamento de riscos é uma questão de atenção que vem de muito antes da era da automação e da inovação digital. No entanto, sua aplicação depende de negócio para negócio. Afinal, cada empresa enfrenta seus próprios obstáculos. No entanto, é essencial para que a organização se mantenha forte no mercado. Pois os riscos são …

Equipe TOTVS | 17 fevereiro, 2022

O gerenciamento de riscos é uma questão de atenção que vem de muito antes da era da automação e da inovação digital. No entanto, sua aplicação depende de negócio para negócio. Afinal, cada empresa enfrenta seus próprios obstáculos. No entanto, é essencial para que a organização se mantenha forte no mercado.

Pois os riscos são entidades diversificadas.

Eles podem impactar tanto na reputação de uma empresa, bem como em seus resultados e também no que diz respeito aos seus colaboradores, compliance, setores jurídicos e tributários, entre outros.

E sim, nós sabemos: o gerenciamento de riscos ainda não é uma prioridade para muitos gestores — mas deveria ser.

Isso porque algumas ameaças podem prejudicar de maneira definitiva uma empresa.

Que tal entender mais sobre o assunto em nosso guia completo? Explicamos tudo sobre gerenciamento de riscos neste conteúdo. Continue a leitura para aprender!

O que é gerenciamento de riscos?

O gerenciamento de riscos é o processo de identificar, analisar e controlar (ou minimizar) os riscos do negócio. Trata-se de, sistematicamente, avaliar as incertezas sobre o que a empresa pensa sobre o mundo — no que diz respeito ao seu mercado — e, especialmente, o futuro.

Estabelecer um plano de gerenciamento de riscos é compreender, entre etapas, quais fatores podem impactar o seu negócio, além de quais atitudes podem ser tomadas para contornar possíveis efeitos danosos.

É por meio do gerenciamento de riscos que é possível evitar prejuízos ou ações que abalem uma empresa, que prejudiquem o seu crescimento ou gerem a sua depreciação.

A questão também está diretamente ligada à falha humana, que talvez seja o ponto mais complexo para se sanar, sem ruídos ou prejuízos internos.

Gerenciar riscos não é, via de regra, eliminar todas as ameaças.

Na verdade, é ter consciência da sua existência e ser capaz de manejar esses riscos de forma que a organização possa cumprir seus objetivos, seguindo um caminho sólido e sustentável de expansão.

Quais são os objetivos da gestão de riscos?

O objetivo do gerenciamento de riscos é fornecer às empresas uma análise precisa sobre os riscos de um negócio, bem como desenhar os melhores métodos para agir em cima dos mesmos, de modo a diminuir seu impacto imediato ou futuro.

É uma disciplina exata e que, quando bem feita, não leva em conta a presunção dos fatos.

Afinal, considera-se que um bom gerenciamento de riscos só pode funcionar com apuração constante, acompanhado de uma visão atualizada de mercado, bem como aprendizado com experiências passadas.

Na prática, o gerenciamento de riscos tem tudo a ver com os fundamentos de um negócio e a manutenção dos mesmos. Quais seriam?

  • Processos;
  • Tecnologias;
  • Tendências de mercado;
  • Linhas de produtos ou diferentes serviços.

Tudo isso é resultado de um movimento que, constantemente, busca mudanças (melhorias nos resultados, novos designs, aplicações otimizadas etc.), sempre em ritmos e prazos inconstantes.

Assim, embora não seja possível saber o que o futuro reserva, pode-se presumir os riscos que podem surgir.

Desse modo, ter uma estrutura de gerenciamento de riscos em vigor proporciona poder suficiente para agir rapidamente.

Quais os benefícios do gerenciamento de riscos para as empresas?

Ao entender o conceito sobre gerenciamento de riscos, é fácil compreender a importância desta disciplina. Ou seja, os benefícios são evidentes e basicamente não há malefícios.

Afinal, é uma tarefa de melhoria contínua.

Mas, na prática, como identificar os benefícios de uma boa gestão de riscos? Separamos alguns pontos para que você compreenda, veja só!

Ajuda a identificar problemas

O primeiro e mais importante benefício é que um planejamento de gestão de riscos torna mais transparentes os problemas da empresa.

Essa capacidade de visualização é, normalmente, o que ajuda as empresas diante de situações que possam prejudicá-las.

Falta entendimento sobre problemas e falhas, de modo a identificá-las o mais cedo possível.

Se você entende um pouco de conceitos industriais, sabe que existem algumas filosofias de manutenção, entre elas a preventiva e a corretiva.

A primeira diz respeito a uma série de práticas e ações que visam prevenir que defeitos aconteçam, bem como identificá-los ainda em sua origem.

Já a segunda procura simplesmente corrigir o problema — depois que ele acontece.

Obviamente a melhor estratégia, do ponto de vista de redução de custos e otimização da rotina operacional, é a manutenção preventiva, correto?

O mesmo pensamento pode ser aplicado ao gerenciamento de riscos.

Reduz custos com ações corretivas

Por consequência, um bom gerenciamento de riscos acaba reduzindo os custos com ações corretivas — afinal, os problemas são evitados, em vez de a empresa simplesmente esperar que aconteçam.

É de um enorme alívio para o caixa da organização, permitindo que equilibre sua saúde financeira e possa, entre outras coisas, aumentar sua lucratividade.

Facilita a tomada de decisão

Já se viu em meio a um turbilhão de problemas e se sentiu estagnado, sem saber o que fazer? A falta de transparência no entendimento dos problemas resulta nisso.

É difícil agir quando não se sabe os problemas ou as consequências dos mesmos.

Por isso, um bom gerenciamento de riscos é tão importante: ele facilita a tomada de decisão, tornando-a mais eficaz.

Aumenta a satisfação dos clientes

E por fim, uma operação sem problemas recorrentes e que saiba controlar os próprios riscos e desviar-se dos obstáculos, tende a se destacar no mercado.

Isso é bom não apenas para a organização, mas para os consumidores, que recebem mais atenção em toda a jornada do cliente.

Todos os riscos são iguais?

Para entender quais pontos podem impactar negativamente a sua instituição, é preciso distinguir os tipos de riscos: os que podem ser prevenidos, os estratégicos e os fatores externos. São eles:

  • Riscos externos: aqueles que não podem ser controlados e incluem questões político-sociais, desastres naturais etc.;
  • Riscos estratégicos: os que a empresa conhece e assume. De certa forma, são riscos que podem ser controlados ou avaliados,
  • Riscos que podem ser previstos: deve-se pensar nos que estão inerentes ao dia a dia e aos processos realizados pela empresa. De maneira estratégica, podem ser identificados e eliminados para o bom funcionamento da corporação e para que não aconteçam ruídos ou danos de valor à companhia.

Os riscos podem envolver perdas financeiras, estratégias, operacionais e mesmo humanas.

São situações influenciadas por vários fatores, como uma tomada de decisão errada, o uso equivocado de uma ferramenta ou mesmo a inexperiência acerca de uma função ou dispositivo.

Além disso, riscos podem ser inerentes ao planejamento estratégico de um negócio, como a falta de visão sobre o futuro do mercado, que pode levar a marca a se complicar diante dos concorrentes e novos players.

Risco financeiro

Os riscos financeiros são as questões mais relacionáveis ​​que se aplicam a todos os tipos de empresas e têm a ver com as incertezas relativas ao fluxo de caixa.

Exemplos desse tipo de risco?

Dívidas ou empréstimos que não podem ser pagas, perda de lucros, riscos patrimoniais por meio da compra de ações, custos extras operacionais, clientes inadimplentes ou mesmo multas.

Risco estratégico

Os riscos estratégicos dizem respeito a investidas relativas a mudanças de rumo no planejamento, pautadas pela inovação disruptiva e baseadas em novas tecnologias.

Também pode significar o fracasso de uma decisão de negócios, o lançamento de novos produtos ou novos serviços que não trouxeram os lucros esperados.

Além disso, podem ser relacionadas à estratégias de marketing que fracassaram em alcançar as metas.

Os riscos estratégicos também incluem novas demandas do mercado — às quais algumas empresas não conseguem se adaptar.

Riscos de conformidade

O risco de conformidade é bastante simples e diz respeito a todos os tipos de regras e regulamentos cobrados pelo Governo ou outras autoridades.

Eles tem relação à segurança e proteção dos consumidores, trabalhadores, meio ambiente, dados de negócio, entre outros.

Isso inclui regulamentos de segurança alimentar, autorização de construção para novos projetos, conformidade química para a produção de produtos à base de substâncias perigosas, compliance relativo à diretrizes legais como a LGPD, entre muitos outros.

O descumprimento de regulamentos obrigatórios pode ter consequências múltiplas, desde multas, processos legais, sanções administrativas e a publicidade negativa que prejudica a reputação do negócio.

Risco de reputação

De certa forma, a reputação é o maior patrimônio de um negócio.

Não é novidade que os consumidores provavelmente vão escolher uma marca de renome em vez de uma empresa com reviews ruins, um suporte ao cliente ruim ou mesmo uma ação judicial.

Hoje em dia, com a ascensão das mídias sociais, as marcas estão muito vulneráveis ​​a riscos de reputação, com praticamente qualquer pessoa tendo o poder de deixar um comentário ou crítica negativa para o público ver.

Portanto, é essencial cuidar e prever para que esses riscos não afetem o negócio.

Riscos operacionais

Muitas pessoas confundem risco operacional com risco estratégico, mas há uma diferença significativa.

O fracasso de uma estratégia não significa que a empresa deixaria de operar.

No entanto, se uma empresa estiver passando por uma crise operacional, ela não conseguirá executar boa parte das estratégias de negócios sem problemas.

Os riscos operacionais podem envolver danos ambientais, acidentes ou contratempos, greves, interrupções técnicas e do sistema etc.

Quando o gerenciamento de riscos deve ser aplicado?

Não há momento específico para sua empresa começar a colocar em prática um planejamento de gestão de riscos. Essa é uma etapa que, inclusive, deveria ser feita logo na criação da empresa.

Ou seja, quais os riscos sobre lançar sua marca e seus produtos ou serviços no mercado?

A origem do gerenciamento de riscos está relacionada ao próprio processo de criação do negócio.

Agora, se falamos de uma empresa já estabelecida, saiba que a prerrogativa é a mesma: o gerenciamento de riscos é uma atividade crucial para a operação, que deve ser aplicada em todos os momentos.

Quais são as etapas do gerenciamento de riscos?

Para ter um bom planejamento de gestão de riscos corporativos, é preciso que alguns processos sejam implementados na empresa. Confira as quatro etapas importantes:

1. Estabelecer os objetivos da empresa

O primeiro passo é realmente estabelecer os objetivos relacionados à gestão de riscos. Quais problemas a empresa quer evitar?

Sabemos que a resposta mais popular seria:”todos!

No entanto, o importante é hierarquizar os problemas. Analise seu histórico e entenda quais as principais dificuldades dos últimos anos.

Eles serão o suficiente para que você e seu time compreendam os principais riscos ao negócio.

2. Identificar e analisar os riscos

É essencial reconhecer um problema para enfrentá-lo e conseguir superar essa dificuldade. Essa é a principal característica da fase inicial para fazer a gestão do risco.

Nessa etapa, é realizada a avaliação sistemática de cada área, analisando possíveis brechas e peculiaridades. É preciso avaliar o que acontece para que os riscos identificados realmente ocorram. Todos os setores de uma empresa devem ser mapeados, desde o recursos humanos à área de vendas, RH ou financeiro.

É importante entender que não há fórmula para a gestão, já que o processo varia de acordo com a estrutura de cada organização e com as suas necessidades mais urgentes. É, também, nessa fase inicial de gerenciamento dos riscos que entram as falhas passadas (ou superadas), que devem ser lembradas para que não voltem a acontecer.

3. Classificação dos riscos

Com os riscos identificados e analisados, é preciso classificá-los de acordo com a urgência e a agilidade em que cada um deles deve ser solucionado. Os riscos com possíveis impactos mais drásticos devem ser priorizados.

A escala de importância ou iminência é o que determina de qual maneira será realizado o gerenciamento de riscos em projetos.

4. Planejamento efetivo

Ciente de todos os riscos e com a urgência determinada, chega a fase de mitigar as possíveis falhas que podem impactar negativamente uma organização ou um setor.

Cada área deve estabelecer formas de atacar esses riscos, por meio de um planejamento estratégico.

5. Monitoramento

O gerenciamento de riscos corporativos é um trabalho constante, que nunca acaba, mas que, ao ser incorporado na cultura de uma empresa, passa a agregar constantes benefícios.

É o que fortalece corporações, reduz prejuízos, otimiza estratégias operacionais e potencializa ganhos.

Exemplo de gerenciamento de riscos

Todos os setores enfrentam seus próprios tipos de riscos. Que tal conferir alguns exemplos? Veja o que separamos:

  • Setor de Seguros: as empresas enfrentam um cenário de risco constante, com mudanças contínuas na população, geografia, aspectos financeiros etc.
  • Setor de Manufatura: essas empresas enfrentam riscos em suas cadeias de suprimentos, nas ações de seus fornecedores, na segurança de suas fábricas, entre outros.
  • Setor de Transporte: vários fatores afetam as empresas de transporte, incluindo o preço da gasolina, a introdução de novos players disruptivos (como o Uber) e potenciais riscos de fabricação. 

Ferramentas básicas para gerenciamento de riscos

É claro que uma gestão de riscos eficiente não se dá apenas com papel, caneta e análise dos números do seu negócio e do mercado.

Para isso, existem algumas ferramentas extremamente úteis. Que tal conhecer as mais básicas? Confira!

Análise Preliminar de Riscos

A Análise Preliminar de Risco ou APR é uma ferramenta utilizada para entender, de forma detalhada e antecipada, os riscos ao longo da realização de um trabalho ou projeto.

A APR é feita por meio de alguns passos, como identificação dos perigos e riscos, suas causas, quem está sujeito, os possíveis efeitos e a definição de medidas de controle e prevenção.

Matriz GUT

A Matriz GUT (Gravidade, Urgência e Tendência) ajuda gestores a definirem prioridades do negócio, melhorando a resolução de problemas.

A partir da GUT, as empresas podem classificar os problemas mapeados, hierarquizando-os em relação aos três critérios da matriz.

É uma ferramenta essencial que apoia a tomada de decisões.

What If

O método “What If” é um dos mais simples, mas também mais compreensíveis. Basicamente, trata-se de realizar várias perguntas acerca de um produto, serviço, processo ou projeto.

O “What If” significa “E se?” e serve para criar situações hipotéticas, possibilitando o mapeamento dos problemas.

Por exemplo, imagine que sua empresa está pensando em lançar um novo modelo de webcam no mercado. O método What If seria aplicado para realizar perguntas como:

  • E se o nosso produto for inferior a outros da mesma faixa de preço?
  • E se o nosso produto não cativar o público e não for vendido?
  • E se o nosso produto for um sucesso e nossos estoques se esgotarem rapidamente?

PFMEA

O PFMEA (Process Failure Mode and Effective Analysis) é uma ferramenta utilizada para avaliar problemas em processos ou na produção.

Ela trabalha com 3 indicadores: severidade, ocorrência e detecção.

Cada um deles recebe pontuações, que são então utilizadas no cálculo de um quarto indicador, o RPN (Número de Prioridade de Risco).

O RPN serve para indicar o grau de urgência em solucionar o problema.

Qual a relação entre gerenciamento de riscos e compliance?

Afinal, seria a gestão de riscos o mesmo que o compliance? Apesar de semelhantes e interligadas, os conceitos são bastante diferentes entre si.

De forma prática, o compliance é o conjunto de regras e regulamentos estabelecidos em uma empresa (ou para ela, como a LGPD).

O gerenciamento de riscos é a atividade que gerencia a aplicação dessas práticas ou analisa o cumprimento destas normas.

Sem um bom gerenciamento de riscos, não existe um compliance eficiente.

Como a tecnologia ajuda a proteger o seu negócio?

As soluções tecnológicas, como um sistema integrado de gestão empresarial, são uma forma de proteger a empresa das falhas humanas e fazer uma gestão de riscos financeiros.

Com essa solução, também é possível obter dados verdadeiros e preservar informações sigilosas, além de possibilitar o uso de ferramentas de monitoramento e segurança para dados.

É por meio da antecipação possibilitada pelo uso da tecnologia que grandes danos jurídicos e tributários, que colocam em risco sólidas empresas, podem ser evitados. 

Entenda mais sobre como fazer uma análise de riscos eficiente para seu negócio.

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Conclusão

O gerenciamento de riscos é essencial para os negócios — e deve fazer parte de todas as decisões corporativas, das mais simples às mais críticas.

É preciso ir além das práticas cotidianas, instaurando uma cultura de gestão de riscos, com aplicação de ferramentas e sistemas tecnológicos, como os ERPs da TOTVS!

E na sua empresa, o gerenciamento de riscos é uma realidade? Esperamos que esse guia completo ajude seu negócio a estruturar essa disciplina.Agora, convidamos você a seguir de olho em nossos conteúdos: confira como realizar uma análise quantitativa de riscos!

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Comentários deste post

  1. Roberto Dias Santos diz:

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