Segurança da informação: o que é, importância e boas práticas

A segurança da informação é certamente um dos temas mais atuais e de maior relevância no contexto corporativo, e por essa razão, merece toda atenção por parte dos gestores e líderes de uma empresa. Em razão da necessidade de se obter dados e informações imprescindíveis para as organizações é crucial implantar procedimentos de segurança da …

Equipe TOTVS | 04 maio, 2021

A segurança da informação é certamente um dos temas mais atuais e de maior relevância no contexto corporativo, e por essa razão, merece toda atenção por parte dos gestores e líderes de uma empresa.

Em razão da necessidade de se obter dados e informações imprescindíveis para as organizações é crucial implantar procedimentos de segurança da informação com o objetivo de prevenir riscos.

Atualmente, ações maliciosas voltadas à invasão de sistemas empresariais, quebra de sigilo de dados e ataques cibernéticos estão em alta, e as ações hackers são sempre prejudiciais, tanto para imagem da empresa, dos prejuízos causados e dos dados divulgados..

Nesse sentido, empresas que não detém o aparato necessário para se proteger certamente estão colocando as suas atividades em risco e prejudicando a segurança de dados de clientes.

Isso tudo pode causar muitos prejuízos, tanto no bolso como na imagem da empresa.

E não se engane: esse é um tema de suma importância. Afinal, em média, apenas 5% dos arquivos das empresas estão devidamente protegidos, conforme levantamento da Veronis.

Cientes da importância da segurança da informação, preparamos este post para aprofundar um pouco mais a discussão sobre o tema.

A seguir, você poderá descobrir o que é segurança da informação, seus pilares, sua importância e, principalmente, como promovê-la. Continue a leitura e confira!

O que é segurança da informação?

Segurança da informação nada mais é do que a união de esforços e medidas voltadas para a defesa dos dados, principalmente aqueles mais sensíveis, de usuários e organizações.

Em síntese, o grande cerne da segurança da informação está em manter o acesso aos dados sempre protegido.

Ou seja, livre de invasões e outras ações maliciosas que podem comprometer o sigilo, a integridade e o valor das informações.

A segurança da informação é importante porque protege todas as categorias de dados contra roubo e danos.

Isso inclui dados confidenciais, informações de identificação pessoal, informações de saúde, propriedade intelectual, dados e sistemas de informações, tanto corporativas como governamentais.

Sem uma estratégia de segurança cibernética, sua organização não pode se defender contra ações maliciosas de violação de dados.

Já se foi o tempo em que firewalls simples eram as únicas medidas de segurança. Hoje, é preciso de mais. Por isso, os gestores não podem mais deixar a segurança da informação em segundo plano.

Esse entendimento é essencial, já que o cibercrime e as ameaças digitais exigem que cada vez mais as empresas adotem medidas de proteção.

Só para você ter noção, de acordo com o 2020 Webroot Threat Report, 93,6% dos malwares analisados eram considerados polimórficos.

Você sabe o que isso significa? Um malware polimórfico possui a habilidade de constantemente mudar seu código para fugir dos mecanismos de detecção.

A boa notícia é que  existem diversas maneiras de garantir uma comunicação segura dos dados, restringindo o acesso somente por quem, de fato, está autorizado a fazê-lo, como veremos mais adiante.

Os pilares da segurança da informação

A segurança da informação moderna se apoia, basicamente, em três pilares: confidencialidade, integridade e disponibilidade.

Uma abordagem recomendada para a segurança digital é uma que seja constituída de várias camadas, capaz de impedir qualquer ataque cibernético.

Uma combinação de firewalls, software e uma variedade de ferramentas de gestão ajudará sua empresa a combater malwares que podem afetar seu ecossistema de dispositivos e sistemas.

Ainda assim, uma estrutura cibernética de qualidade depende dos três pilares que mencionamos. São a base para o desenvolvimento de uma estratégia multicamadas.

Conheça mais sobre elas:

Confidencialidade

Esse conceito se relaciona com o ideal de privacidade das informações, isto é, da restrição do acesso.

A segurança da informação, nesse ponto, é pensada e implantada para garantir o total sigilo de dados sensíveis, evitando que ações maliciosas possam expor o seu conteúdo e causar prejuízos para a organização.

Integridade

Por outro lado, a integridade está associada à confiabilidade dos dados.

Ou seja, por esse viés, o foco maior está em garantir que as informações se mantenham exatas, livre de alterações e possam ser empregadas de maneira eficiente pela empresa.

Vale mencionar que a integridade é de extrema relevância no cenário empresarial atual, em que as decisões precisam se embasar em dados concretos e precisos.

Por isso, qualquer interferência externa pode corromper as informações, conduzindo profissionais a decisões equivocadas e que podem causar perda de competitividade.

Disponibilidade

Aqui, o foco está em manter os dados e as informações sempre ativos, acessíveis e disponíveis para serem utilizados, mas também identificar para quem ele deve estar acessível

Atualmente, como as companhias estão se valendo cada dia mais de sistemas de informação, qualquer ruptura na disponibilidade deles pode inviabilizar decisões, contratos, vendas e outras ações necessárias, além de prejudicar a relação com o cliente.

A importância da segurança da informação

Como vimos, é nítido que, hoje mais do que nunca, a segurança da informação tem uma grande importância para as organizações.

Ser hackeado não é apenas uma ameaça direta aos dados confidenciais das empresas.

Uma situação dessa também pode arruinar seus relacionamentos com os clientes e até mesmo colocá-los em risco legal.

O fato é que, independente do seu negócio ser pequeno ou uma grande multinacional, ele depende de sistemas computacionais todos os dias.

Não há como relegar essa realidade.

Cada vez mais empresas estão migrando seu negócio para o ambiente online, não só em relação a vendas, mas toda a sua operação, e isso fez com que no último ano, com a ascensão do home office, houve um BOOM de casos de invasões em empresas brasileiras.

Com as novas tecnologias, de carros autônomos a sistemas de segurança doméstica habilitados para internet, os perigos do crime cibernético se tornam ainda mais sérios.

Sem políticas adequadas para garantir a segurança, os riscos de acessos indesejados, quebra de sigilo e fraudes nas comunicações são problemas constantes.

Os dados hoje ocupam a posição de verdadeiros ativos para as empresas, sendo eles indispensáveis para a tomada de decisão, para o relacionamento com o cliente e para a gestão empresarial como um todo.

Logo, algo que é tão valioso merece uma proteção robusta, já que indivíduos mal intencionados reconhecem o valor desses dados e vão querer se apropriar deles para tirar algum tipo de vantagem.

Não à toa, conforme relatório da Gartner, o setor de data security vai atingir valor de mercado de mais de US$ 170 bilhões até 2022.

Nesse sentido, é fundamental investir em metodologias que garantam essa proteção, blindando os sistemas e as informações da empresa contra qualquer ação externa que possa prejudicá-la.

Confira, a seguir, quais recursos e ações podem ser adotadas.

Os procedimentos de segurança da informação indispensáveis

Você já entendeu o que é a segurança da informação, mas sabe o que é preciso para torná-la realmente eficiente? Afinal, “proteger os dados” é uma ordem quase subjetiva.

Qual o escopo de ações, processos e decisões que levam uma empresa a melhorar a segurança da informação?

Bom, atingir esse nível de maturidade não depende de uma ação.

Como você deve imaginar, trata-se de uma série de procedimentos que devem ser seguidos, aprofundados e personalizados conforme sua infraestrutura digital e de processos.

Confira alguns deles:

Política de segurança da informação

Antes de investir em infraestrutura, a empresa precisa preparar a sua cultura interna para a segurança da informação.

Nesse ponto, por exemplo, é indispensável criar e implantar uma política que reforce esse ideal, incutindo na mente de cada membro a relevância desse tema.

De nada adianta altos investimentos em equipamentos, softwares e soluções de segurança, se os recursos humanos da organização ainda não estão alinhados. 

Assim, o primeiro passo é conscientizar, educar, treinar e preparar o ambiente para, então, seguir com o processo.

Automatização de backups

Como se viu, a disponibilidade é um dos pilares da segurança da informação.

Nesse sentido, a automatização de backups é uma das ações mais importantes para reforçar essa disponibilidade.

A política de backups é o que garante que os dados se manterão resguardados, protegidos e acessíveis, mesmo em situações críticas, em que o repositório central for comprometido, por exemplo.

A automatização, nesse ponto, evita erros humanos, como o esquecimento de gerar cópias dos dados, e otimiza o cronograma de backup ao aumentar o rigor dessa importante tarefa.

Implantação da gestão de riscos de TI

A segurança da informação também precisa se apoiar em estratégias de prevenção, antecipando riscos e gerindo-os da maneira menos prejudicial possível.

Por essa razão, também é altamente recomendado que a empresa trabalhe com uma gestão de riscos de TI.

Nela, os profissionais precisam verificar de forma ativas os sistemas, procurando falhas e identificando pontos de atenção que podem dar margem a rupturas na segurança.

Além de ser uma forma mais econômica de aumentar o controle sobre as informações, é a forma mais eficiente de blindar os dados da companhia, solucionando falhas antes mesmo que elas evoluam para algo mais catastrófico.

Utilização de ferramentas de criptografia para senhas

Outro procedimento de segurança da informação que toda empresa precisa adotar são as ferramentas de criptografia para senhas.

Essa é, talvez, a medida mais básica para proteger o acesso aos sistemas, sobretudo quando a comunicação é feita pela Internet.

A criptografia é um recurso de segurança que impede que o conteúdo das senhas possa ser acessado por softwares maliciosos, hackers etc.

A tecnologia utiliza chaves próprias para embaralhar os caracteres, inviabilizando a leitura da informação, ainda que o sistema tenha sido invadido.

Sem a chave criptográfica, dificilmente se consegue traduzir o conteúdo, o que impede que criminosos se apropriem de credenciais de acesso dos funcionários de uma empresa, por exemplo.

Configuração de firewalls

Em tempos de jornada digital, o meio on-line e a utilização da rede para as comunicações e operações empresariais é massiva.

Logo, os riscos nessas atividades também são. No entanto, uma das maneiras de proteger as informações da empresa é por meio de firewalls.

Na prática, essa tecnologia é o que qualifica a comunicação de dados entre empresas e fontes externas.

Ela funciona filtrando o fluxo de dados, permitindo somente acessos autorizados em portas específicas.

Atualmente, grande parte dos sistemas operacionais já incluem firewalls.

Porém, quando se trata de empresas, em que os dados são os bens mais valiosos, é preciso adotar sistemas ainda mais robustos e configurações mais sensíveis, o que requer apoio especializado de profissionais de TI.

Instalação e atualização constante de software antivírus

Conforme o tempo passa e os recursos de segurança da informação se tornam mais eficientes e abrangentes, os riscos também seguem pelo mesmo caminho. 

Diariamente são criados novos softwares maliciosos, malwares e tantas outras “pragas virtuais” para burlar a segurança dos dados.

Por esse motivo, é fundamental que a empresa não só instale softwares de antivírus em suas máquinas e sistemas, mas mantenha-as sempre atualizadas, para que estejam aptas a identificar e combater ameaças em tempo integral.

Cloud Computing

Investir em computação na nuvem é uma forma mais segura de armazenar dados e torná-los disponíveis de maneira personalizada. 

A computação em nuvem é uma forma eficiente de evitar a perda de documentos, mas a verdade é que sua criptografia dificilmente pode ser quebrada, o que dá a ela uma vantagem competitiva quando o assunto é segurança digital. 

Nova call to action

Como implementar uma boa SI?

Existem diferentes ações estratégicas, operacionais e práticas que devem ser adotadas para fortalecer a sua segurança da informação.

No entanto, não se engane: há uma série de procedimentos que devem ser aplicados em vários níveis do negócio.

Nesse tópico, vamos falar do nível mais essencial: relativo à segurança da sua empresa contra as principais ameaças da atualidade.

Você as conhece bem o suficiente e sabe quais ações pode tomar para evitá-las? 

Entender esse ponto é o primeiro passo para fortalecer sua infraestrutura de proteção de dados.

E é justamente isso que vamos explicar agora:

Segurança contra ataques DDoS

Os ataques DDoS (que significa Negação Distribuída de Serviço), são uma ameaça comum que ocorre quando um hacker inunda sua rede, serviço ou servidor com tráfego (diversos computadores simultâneos) para interromper suas operações.

Essas ameaças são lançadas com pacotes de dados, solicitações de conexões ou mensagens falsas.

Tudo isso afeta sua conexão, que fica muito lenta. À princípio, esse tipo de ataque parece não representar muitos riscos.

No entanto, não se engane:

Ataques DDoS não afetam apenas suas oportunidades de negócios, a receita e a produtividade, mas também a reputação de uma organização.

Na maioria dos cenários, os custos operacionais aumentam rapidamente enquanto as organizações lutam para encontrar e resolver seus pontos fracos de segurança.

Os ataques DDoS não miram um tipo de organização em específico. Pelo contrário, costumam atingir qualquer tipo de usuário, desde o pessoal até o corporativo.

Um firewall pode ser uma das soluções, que vai identificar os endereços IPs que estão forçando acesso ao seu servidor, para então bloqueá-los.

Entre outras alternativas, o monitoramento constante do tráfego da empresa, bem como uma rotina de ciber higienização do sistema.

Segurança contra ataques Ransomware

Ransomware é um malware que criptografa os arquivos da vítima, seja uma pessoa física ou uma empresa. Assim, o titular dos dados e arquivos não consegue mais acessar essas informações, apenas mediante pagamento ao hacker.

É um tipo de ameaça que, literalmente, sequestra dados.

Uma vez que a empresa caia no golpe, ela recebe instruções para realizar o resgate — que normalmente deve ser feito em alguma criptomoeda.

Agora, porque um hacker sequestraria os dados da sua empresa?

Existem várias razões, o que já indica que não importa muito o tamanho ou relevância da empresa.

Às vezes é somente uma questão de oportunidade, como a identificação de uma brecha de segurança na empresa ou mesmo um histórico de conivência da diretoria (de ter realizado outros pagamentos no passado).

E como se proteger do ransomware?

Felizmente existem várias medidas protetivas que sua empresa pode adotar, como:

  • Realização periódica de backup dos arquivos;
  • Mantenha seu SO atualizado, garantindo que ele apresente menos vulnerabilidades;
  • Adotar a simples prática de recomendar a não instalação de softwares e arquivos desconhecidos;
  • Uso de antivírus, capaz de detectar programas maliciosos como ransomware na hora que entram no sistema, colocando-os em quarentena e impedindo-os de agir.

Segurança relacionada a Blockchain

O blockchain é um sistema distribuído e replicável. Ele usa o consenso dos participantes e a altíssima segurança de criptografia (não é à toa que ele surgiu como uma forma de proteção para transações com criptomoeda).

Desse modo, qualquer solução baseada em blockchain é mais resistente a ataques cibernéticos do que os sistemas convencionais.

Funciona com a seguinte lógica:

O Blockchain possui algumas partes integradas à uma mesma Supply Chain. Quando um desses elos sofre alteração, acesso indevido, todos os outros envolvidos são avisados. 

Isso significa que cada alteração ou mudança em qualquer dado é rastreada e absolutamente nenhum dado é perdido ou excluído, porque os usuários sempre podem olhar para as versões anteriores de um bloco para identificar o que é diferente na versão mais recente.

Ou seja, tudo fica registrado e pode ser resgatado.

O uso dessa forma completa de manutenção de registros torna mais fácil para o sistema detectar blocos com dados incorretos ou falsos, evitando perdas, danos e entre outros prejuízos.

Importância do certificado SSL

O certificado SSL é uma validação de segurança que garante a segurança da conexão do site.

Este é um certificado comprado pela empresa para ser conferido ao seu site, garantindo que a conexão do endereço web com o usuário final seja criptografada.

É algo essencial para manter tanto os dados privados protegidos das mãos de hackers, como também as informações dos usuários.

Para obter um certificado SSL, é preciso que você compre um.

Existem vários tipos diferentes por aí, por isso a dica é buscar exatamente aquele que melhor se encaixe nas suas necessidades.

Além disso, a compra de um certificado SSL só é possível por meio de um provedor certificado, que vai validar principalmente se a sua empresa e o seu pedido de certificação é realmente legítimo.

Validação de domínios (Domain Validation)

Outra certificação popular e bastante necessária é o DV (Domain Validation ou Validação de Domínio).

É um modelo que usa criptografia para conferir a procedência e os mecanismos de segurança básicos do site, também garantindo que tudo esteja correto.

O Domain Validation normalmente é adotado por sites que utilizam de formulários — como é um recurso muito comum, o DV também acaba sendo.

O DV também pode ser adquirido via Internet.

Validação de organização (Organization Validation)

Um passo além no universo das certificações pode ser conquistado através do Organization Validation — ou OV, que pode ser traduzido como Validação da Organização.

No entanto, sua função é bem simples: garantir que a empresa por trás de um site corporativo realmente existe.

Ela faz isso validando o CNPJ junto à Receita Federal.

Sua aquisição é bastante recomendada para sites que armazenam informações de login e outros dados mais sensíveis dos usuários (como dados pessoais ou mesmo financeiras).

Cloud

A cloud security é outro tema de destaque que deve ser levado em conta.

Quanto mais as empresas adotam soluções e dependem da nuvem, mais é necessário se preocupar com a integridade das soluções.

Isso depende de uma série de ações, como:

  • Controle e hierarquização de acessos;
  • Implementação da autenticação multifator;
  • Escaneamento rotineiro de brechas e falhas;
  • Uso de criptografia na nuvem, garantindo a segurança dos dados.

Treinamento de equipe

É comum atribuir a responsabilidade da segurança da informação apenas aos profissionais de TI. É verdade que esses especialistas serão responsáveis por fazer a garantia de incorporar sistema que irão apoiar a SI, mas, cabe a todo o time o papel de “guardiões dos dados”. 

A internet  é cheia de oportunidades e sites malfeitores que são as portas de entrada para hackers, por essa razão, orientar a equipe sobre as melhores práticas para uso do computador na empresa é fundamental – especialmente durante o home office. 

Principais erros cometidos na Segurança da Informação

Você já notou como, além de ações práticas, a implementação de uma boa estratégia de segurança da informação depende também da forma que a empresa mitiga os erros e falhas?

Para isso, no entanto, é preciso conhecê-los. Nesse tópico, vamos explicar alguns deles para que você fique atento:

1. Falha em ir além da conformidade e se manter na zona de conforto

Algo que acontece com frequência é que, uma vez que a empresa recebe seus certificados, seu compromisso com a SI se afrouxa.

Como resultado, muitas violações de cibersegurança nos últimos anos aconteceram em organizações que, no papel, estão em conformidade.

2. Falha em reconhecer a necessidade de segurança centralizada de dados

Uma organização hoje pode ter um ambiente híbrido de várias nuvens, que está em constante mudança e crescimento. É necessário atenção nesse ponto, buscando sempre centralizar os dados de modo a facilitar o controle.

3. Falha em atribuir responsabilidade pelos dados

Mesmo quando cientes da necessidade de segurança de dados, muitas empresas não têm ninguém responsável pela sua proteção.

Essa situação geralmente se torna aparente durante um incidente de segurança de dados ou auditoria. Essa é, inclusive, uma das exigências da LGPD.

4. Falha em priorizar o monitoramento de dados

Monitorar o acesso e o uso de dados é uma parte essencial de qualquer estratégia de segurança de informações.

As empresas precisam saber quem, como e quando as pessoas estão acessando essas informações.

Esse monitoramento deve abranger se essas pessoas devem ter acesso, se esse nível de acesso está correto e se representa um risco elevado para a empresa, etc.

Dicas adicionais para implementar SI eficiente na sua empresa

Interessou no assunto? Temos ainda algumas dicas adicionais para que você possa caprichar na estruturação de um modelo de segurança da informação em sua empresa.

Confira!

Como estabelecer políticas de segurança

Um processo tão repleto de camadas e decisões deve ser guiado por uma série de diretrizes.

Por isso, é essencial entender como estabelecer políticas de segurança para cada setor do negócio, bem como cada operação digital (TI, armazenamento na nuvem, infraestrutura física, etc).

Ferramentas de monitoramento para segurança da informação

Não se esqueça de apostar em ferramentas de monitoramento para segurança da informação.

Elas ajudam a tornar seu processo de segurança de dados mais proativo e eficiente, apresentando dados em tempo real sobre a situação dos sistemas e servidores.

Desse modo, essas ferramentas permitem uma melhor e mais ágil tomada de decisões.

Segurança de dispositivos móveis

A segurança da informação não se trata apenas do que você e seu time fazem no escritório ou no notebook da empresa.

É preciso ampliar o olhar para a segurança de dados dos dispositivos móveis, assegurando mecanismos de defesa tanto nos aparelhos mobile, como também na rede, evitando a criação de brechas.

Como um ERP pode ajudar na segurança da informação?

Buscar por empresas que vão ajudar a criar uma rede segura para suas informações é fundamental. ,. O ideal é procurar por empresas engajadas com a proteção dos dados de seus clientes e processos digitais bastante maduros.

Essas companhias devem assegurar a proteção dos dados corporativos que trafegam por suas soluções, com camadas de segurança, assistência técnica e suporte contínuo.

É algo que se aplica tanto para prestadores de serviço específicos de data security, como nas fornecedoras de outras soluções, como o seu sistema de gestão, CRM, WMS e etc.

O ERP é um sistema de gestão integrado que permite o armazenamento de dados na nuvem, com informações criptografadas que impedem o acesso de pessoas de fora da instituição. 

Por meio dele é possível incluir módulos que vão facilitar a rotina, ajudar no alinhamento do time e de quebra garantir maior segurança das suas informações e de seus clientes. 

A TOTVS, maior empresa de tecnologia brasileira, oferece diversas tecnologias que podem ajudar a tornar a segurança da informação uma realidade para sua empresa. Quer conhecer mais sobre cada uma delas? Entre em contato com a gente!

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Sempre disponível, é a única nuvem do mercado que oferece total disponibilidade e infraestrutura para o seu sistema. 

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Conclusão

Ao longo deste conteúdo, nos aprofundamos no tema da segurança da informação.

Proteger os dados da sua empresa, de seus clientes e de seus colaboradores é obrigatório não apenas diante da lei, mas também como uma forma de se posicionar com seriedade no mercado.

Por isso, adotar mecanismos, recursos, ferramentas e frameworks de segurança de dados é sempre uma ação bem-vinda.

Esperamos que, com esse guia completo sobre o assunto, você possa desenhar uma estratégia de segurança da informação em sua empresa, evitando danos e prejuízos.

E lembre-se: se quiser continuar aprendendo as melhores dicas e práticas de gestão de negócios, continue lendo os conteúdos do Blog da TOTVS!

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