Supply Chain: O que é, como funciona e dicas

Supply Chain é um fator que muito provavelmente seja a diferença entre a sua empresa e a concorrente líder de mercado. Já pensou nisso? Essa abordagem é comum entre empresas que buscam por máxima eficiência nas suas operações internas para entregar o melhor ao consumidor final. No entanto, não apenas isso: elas focam na continuidade. …

Equipe TOTVS | 18 janeiro, 2021

Supply Chain é um fator que muito provavelmente seja a diferença entre a sua empresa e a concorrente líder de mercado. Já pensou nisso?

Essa abordagem é comum entre empresas que buscam por máxima eficiência nas suas operações internas para entregar o melhor ao consumidor final.

No entanto, não apenas isso: elas focam na continuidade.

Ou seja, manter a “engrenagem girando” para não falhar com os clientes, com uma linearidade produtiva e estratégica imperando.

E isso se refere tanto à empresa em si, mas também aos seus componentes essenciais: fornecedores, transportadores e atacadistas.

Todos que fazem parte dessa complexa teia de players relevantes.

No entanto, não dá para pensar apenas neles, pois é preciso considerar o cenário como um todo.

No Brasil, o contexto do mercado sofre com volatilidades inesperadas. É preciso resiliência e uma boa estratégia, bem como conhecimento do que torna uma Supply Chain boa.

Quais conceitos não devem ser esquecidos? Quais tendências rastrear para colocar em prática e melhorar resultados? E quais as ferramentas tecnológicas ideais para gerenciar uma Supply Chain de sucesso?

São dúvidas frequentes e muito importantes — e que vamos responder neste conteúdo.

Para aprender tudo sobre Supply Chain, basta seguir na leitura!

O que é Supply Chain?

A Supply Chain (Cadeia de Suprimentos) abraça todos os processos que um produto passa desde a captação de matérias-primas até a entrega para o consumidor final. São os métodos e operações que compõem a fabricação, logística e distribuição.   

Ou seja, a lógica que envolve todos os setores de um segmento e que afetem diretamente na entrega de um produto ou serviço ao cliente.

Uma organização de todo fluxo da mercadoria.

Ela é relacionada igualmente entre os pares da empresa, como fornecedores, transportadores, operadores de logística e portos ou recintos alfandegados.

Hoje em dia, uma Supply Chain completa também leva em conta setores mais estratégicos (e não apenas operacionais), como Compras, Marketing, Armazenamento e RH.

Em uma realidade ideal, deve-se imaginar a Supply Chain como uma corrente ampla que passa por todos os processos dentro e fora da empresa. Ou seja, aplicada não apenas em seu negócio, mas em seus pares.

O que quer dizer “fora da empresa”? Vamos dar um exemplo prático! 

Imagine que você é um vendedor de tortas de morango na sua região. A época de colheita do insumo – ou seja, dos morangos – é um dos pilares que devem compor a sua cadeia de suprimentos. Apesar do seu negócio ser o de tortas, saber e gerenciar em seu plano estratégico a captação da matéria-prima, por mais que ela não seja função da sua equipe interna, também é fundamental!

De certa forma, todas as empresas possuem ou fazem parte de uma Supply Chain específica que lide com as próprias demandas.

Assim, a Supply Chain funciona de forma particular em cada  empresa, mas considera  todo o cenário de alinhamento entre todas as outras que orientam e contribuem para a entrega do produto. Ou seja, na Supply Chain, cada setor (e em um aspecto macro, cada empresa) compõe um elo da corrente, impactando no outro de forma direta.

Quais são as principais funções da Supply Chain?

A Supply Chain funciona como uma forma prática de identificar as necessidades e o funcionamento de um segmento. Ou seja, mais estratégica e menos holística.

O desafio é justamente ser analítico, respondendo de forma imediata ao consumidor.

Dessa forma, uma das principais funções da Supply Chain é servir de base para fazer a estruturação de um processo estratégico de análise de demandas e de mercado.

No entanto, é claro, há muito mais por trás disso, como:

  • Integração de dados;
  • Cumprimento assertivo dos prazos;
  • Controle de indicadores de performance.

A Supply Chain permite que a empresa qualifique e crie cálculos precisos  para medir o seu potencial operacional e capacidade logística. Além disso, com uma cadeia de suprimentos estruturada, é possível prever gargalos ou escassez de matéria-prima no seu segmento. 

Dessa forma, através da integração dos dados em cada etapa, é possível agir de forma eficaz na resolução de problemas diversos.

Outro ponto aqui é a tecnologia.

A Supply Chain é uma abordagem complexa do fluxo de mercadoria. Ela exige um grande potencial de análise e, por isso, depende da tecnologia para uma aplicação precisa.

Portanto, uma das funções da Supply Chain é incentivar a modernização dos métodos na empresa, por meio da adoção de ferramentas e sistemas tecnológicos.

Assim, é possível automatizar tarefas (e acredite, há incontáveis em todo esse processo), controlar as operações e aprimorar a tomada de decisão.

Por meio de um sistema de gestão integrada, a tecnologia se mostra eficiente no gerenciamento da Supply Chain mais uma vez! Ter um espaço virtual para acoplar os dados e disponibilizá-los para diferentes setores da sua empresa, ajuda principalmente a criar um alinhamento interno eficaz e prever possíveis gargalos. 

No fim das contas, falemos também de custos.

Para se ter uma noção, de acordo com a Cerasis, ao usar uma solução TMS (Software de Gestão de Transporte), a empresa pode reduzir de 90% a 95% os custos com frete.

indústria 4.0

Qual é a importância da Supply Chain para uma empresa?

Entre seus principais pilares, a Supply Chain visa o melhor atendimento ao consumidor final. Sua importância está na forma com que conduz a empresa a esse objetivo, tornando os processos mais ágeis e integrados.

De forma geral, podemos apontar que a Supply Chain é importante especialmente, mas não exclusivamente, na otimização do estoque da empresa.

Para isso, não basta apenas “se livrar” do excesso.

É preciso garantir que, de forma contínua, a empresa possua mercadores em quantidade e qualidade adequadas para comercialização, sem faltar ou sobrar.

É uma visão bem simples do problema que a Supply Chain procura resolver, mas é um recorte que basta.

Veja bem:

A Supply Chain busca atender com precisão às demandas do mercado. Para isso, é preciso de agilidade na produção, mas sem sacrificar a qualidade. Só aqui já temos um grande desafio.

Porém, pense nos outros, como otimização logística, apuração da gestão de fornecedores, melhorias de controle no armazenamento e etc.

É algo que realmente impacta nos resultados.

De acordo com o Logistics Bureau, as empresas com Supply Chain otimizada veem uma redução de 15% nos custos totais.

Os dados não terminam aí:

Essas mesmas empresas gozam de um fluxo de caixa até 3 vezes maior, além de contarem com pelo menos 50% da reserva de estoque em comparação às organizações sem Supply Chain implementado e otimizado.

Porém, uma ressalva e um alerta: essas são informações estatísticas focadas no mercado americano, em que há uma malha logística muito mais versátil.

No Brasil, o cenário é diferente e, com certeza, um pouco atrasado.

Há uma dependência voraz de um modal de transporte (o rodoviário), que custa muito e inflexibiliza a operação.

Portanto, para as empresas brasileiras, a Supply Chain tem muito a agregar, sendo configurada como importante parte de um negócio de sucesso.

Quais são as vantagens do Supply Chain?

Uma vez alinhada, sua Supply Chain pode resultar em vários benefícios práticos para a empresa e ao consumidor. A seguir, separamos os principais:

Redução dos custos operacionais

A Supply Chain permite uma organização de processos de modo a garantir mais eficiência nos processos.

Assim, sua empresa gasta menos com produção e estoque (e, de quebra, com fornecedores e mesmo em ocasiões de recalls), por meio da otimização da logística.

Aqui, o efeito da previsibilidade de demanda elimina a necessidade de ocupação desnecessária do seu estoque.

Nova call to action

Tudo isso resulta em uma operação eficaz de ponta a ponta, reduzindo custos.

Mais eficiência

Uma boa Supply Chain não admite que sua empresa “pare no tempo”.

É preciso se atualizar, buscar o melhor, em um ciclo de melhoria contínua que só tem a agregar ao negócio.

Assim, sua organização se torna capaz de lidar com as demandas do mercado em tempo real, independente do teor das mudanças.

É uma forma de se manter resiliente, cumprindo com as obrigações de prazos, sem perder a qualidade e mantendo (ou subindo) sua força de vendas na corrida contra a concorrência.

Integra diferentes setores

Várias áreas da empresa devem compor a Supply Chain, tanto braços operacionais como estratégicos. O objetivo não é tornar complexa a operação, mas de alguma forma, alinhar todos os pares internos (e também externos) na rotina produtiva.

Entre os setores mais acionados, podemos mencionar:

  • Vendas;
  • Contábil;
  • Compras;
  • Produção;
  • Tributário;
  • Marketing;
  • Recursos Humanos;
  • Estoque e Armazenamento.

O objetivo é realmente criar uma estratégia baseada em uma abordagem multidisciplinar. Só assim os elos se complementam e a cadeia de suprimentos se torna verdadeiramente eficaz.

Maior competitividade

Com a Supply Chain, sua empresa consegue lidar com as demandas da melhor maneira possível. Afinal, a estratégia é baseada nisso, construída em cima deste cenário.

No entanto, ela é versátil e se apoia em várias outras premissas.

Por isso, leva em conta a sazonalidade dos insumos, os períodos de alta na demanda, as questões relativas ao transporte (como a perecibilidade), entre outros aspectos. Esse complexo esquema fortalece as ações predefinidas, redefinindo a logística empresarial.

Entende agora como o volume de dados é denso e exige um espaço virtual intuitivo para acessar as informações necessárias?

Dessa forma, a empresa fica mais preparada para lidar com vários cenários distintos, conseguindo traçar planos mais estratégicos de sua matriz de risco, cumprindo com suas obrigações e responsabilidades.

E claro, mais importante, servindo com qualidade ao consumidor final!

Aumento dos lucros

Com a redução de custos operacionais, a empresa se vê em um estado de equilíbrio financeiro que gera espaço para uma margem de lucro mais instigante.

Seu fluxo de caixa se torna mais e mais saudável. Sem a necessidade de ativos fixos, como estoque ou manutenção, você reduz custos.

Além disso, uma boa  Supply Chain estipula metas e novas políticas de negociação com fornecedores.

Assim, dá a chance de ressignificar vários acordos, firmando parcerias ainda mais valiosas e que lhe dêem mais respiro financeiro.

Como a Supply Chain se relaciona com a logística?

Apesar de soar como sinônimo, Supply Chain não é o mesmo que logística. São conceitos complementares de certa forma, mas não iguais.

Entenda:

A logística diz respeito ao processo de transporte de um ponta A à B, bem como seus documentos, dados e armazenamento.

No caso do Supply Chain, falamos de uma ampla cadeia de  processo de fluxo da mercadoria. Ou seja, tanto operacional, mas especialmente na parte estratégica. Envolve muito mais do que o transporte em si. 

Indo mais além, a Supply Chain não é focada apenas nos processos internos do funcionamento da empresa, mas em identificar e analisar fluxos desde a produção da matéria-prima até a chegada do produto para o cliente final. 

No entanto, vale ressaltar:

Sem um bom desenho da Supply Chain, a logística pode se tornar insustentável.

É uma especialidade essencial para o sucesso da operação!

Quais áreas fazem integração com a Supply Chain?

Entre as áreas que se conectam à Supply Chain, podemos mencionar e  aprofundar nas principais. Veja só a função de cada uma:

Pessoas

São as pessoas por trás de cada setor que fazem a roda girar.

Por isso, é preciso pensar nelas como pilares da estratégia, de modo que precisam ser gerenciadas e treinadas para melhor eficiência operacional.

Insumos

Os insumos que servem de matéria-prima para a produção devem ser a base da Supply Chain. Por isso, o olhar atento aos fornecedores, suas condições e sua qualidade é essencial para o sucesso da estratégia.

Transporte

Muito mais do que parceiros, as transportadoras devem ser qualificadas o suficiente para cumprir com suas demandas, entregando eficiência e segurança.

Documentos

Cada passo deve ser documentado, mas não em um sentido burocrático. O intuito é ter todas as informações em mãos para enriquecer o processo de análise.

Informações

Com as informações em mãos, fica mais fácil para a equipe estratégica encontrar oportunidades de melhorias.

Dessa forma, o processo se renova, em constante desenvolvimento para melhor atender o consumidor.

Custos

Criando uma gestão da Supply Chain eficiente, é possível identificar pontos específicos de demanda do seu mercado. Logo, em períodos sazonais do produto, o repasse de preços para os consumidores finais já estará previsto na sua agenda financeira do ano, em decorrência do aumento de preço do seu fornecedor. 

Logo, ajuda na precificação do seu produto com uma análise completa de toda a cadeia. 

Organização

Apesar de não ser um setor em si, é preciso que a organização seja fruto de um esforço coletivo na Supply Chain.

No entanto, ela deve ser fomentada pela tecnologia adequada, que facilite a gestão e torne as operações mais transparentes.

Assim, é possível se encontrar, mesmo em uma realidade operacional complexa e repleta de players.

Equipamentos

Se há um fator dentro da Supply Chain que você não pode esquecer é o dos equipamentos.

Os equipamentos são verdadeiros pilares do seu setor produtivo. São eles que darão vazão às suas demandas e servirão de ferramentas para colocar a Supply Chain em prática – pelo menos, no que diz respeito aos procedimentos internos da sua empresa.

É preciso, portanto, refinar suas estratégias de manutenção e monitoramento, garantindo que os equipamentos não te deixem na mão.

Quais são os principais desafios da Supply Chain?

A Supply Chain busca ser um motor para o desenvolvimento escalável do negócio, potencializando seu alcance. Em relação aos seus desafios, podemos elencá-los em duas categorias:

  • Desafios Operacionais: àqueles que dizem respeito ao simples (embora difícil) objetivo de cumprir com as demandas do consumidor. Ou seja, no âmbito produtivo e especialmente logístico, ainda mais com as limitações do transporte de carga que são um problema no Brasil.
  • Desafios Estratégicos: àqueles que se tratam da integração desses vários players, buscando o alinhamento de ideias para que a corrente se complete. É preciso de inteligência de negócios e, especialmente, da ferramenta tecnológica certa.

Como é a aplicação da Supply Chain em uma empresa?

É possível resumir a aplicação da Supply Chain em três importantes etapas, veja quais são:

  • Formalização: desenvolvimento de uma política que aborde regras, objetivos e processos que devem ser cumpridos e documentados. Será a base para a Gestão da Supply Chain (Supply Chain Management), permitindo entender sua extensão e necessidades operacionais e estratégicas.
  • Monitoramento de Desempenho: análise constante das informações operacionais (sejam internas ou externas), com intuito de angariar insumos de inteligência para melhorar estrategicamente a operação.
  • Adoção e Uso da Tecnologia: as informações apenas serão coletadas e bem administradas com o uso de um sistema de gestão logística eficiente. É aqui que a adoção de soluções como TMS entram na jogada de forma decisiva.

Supply Chain: 5 práticas para otimizar a gestão

Uma vez que sua empresa adotar a Supply Chain, é preciso estar de olho nas execuções diariamente.

O objetivo de conciliar essa estratégia tão completa é justamente ter acesso aos dados de forma quase instantânea, possibilitando a rápida tomada de decisões.

Utilize um sistema de gestão eficiente

Sem um sistema de gestão completo, você fica cego para várias partes do processo. 

Por isso, ao escolher a tecnologia, opte pela melhor do mercado, que possibilite um overview completo de cada fase da cadeia de suprimentos.

Sincronize os dados com os fornecedores da empresa

Sempre que possível, busque integrar os dados dos fornecedores para que você possa visualizar o andamento de cada demanda.

Com o sistema de gestão certo, é possível realizar essa integração sem maiores problemas, obtendo acesso completo aos dados que lhe competem e de outras áreas de interesse.

Faça com que toda a equipe esteja envolvida nos processos

O alinhamento não é uma questão de setores, mas de pessoas.

É preciso que cada uma delas entenda a importância de suas entregas e como o sucesso da operação depende (e muito!) delas.

Análise dos indicadores internos e externos

Não se esqueça do monitoramento!

Parte essencial da Supply Chain, é a análise de indicadores internos e externos que vai lhe dar base para um panorama geral desde a produção até as entregas.

Esse poder de inteligência é muito valioso, portanto, busque sempre atualizá-lo para se manter à frente das mudanças do mercado.

Análise de demandas e despesas

Por fim, a análise de demandas e despesas deve estar em seu checklist de forma obrigatória.

O entendimento sobre o balanço das operações vai lhe indicar o sucesso da estratégia, bem como apontar as eventuais falhas.

Esse conhecimento será necessário também na hora de otimizar a operação, quando você precisar reduzir ainda mais os custos. Assim, mostrando o que é essencial para cumprir as demandas e o que pode ser descartado.

Que tal ter o potencial para realizar tudo isso com alguns cliques, em um sistema inteligente, 100% brasileiro e otimizado para aplicação da melhor Supply Chain?

Confira a suíte de soluções logísticas da TOTVS e entenda como ela pode ajudar sua empresa a se posicionar no topo do mercado.

Com ela, você otimiza tanto as fases iniciais da produção e até mesmo as entregas, com acesso a dados super qualificados. Confira!

Conclusão

Nesta década, o papel da logística no negócio aumentou tanto em escopo quanto em sua importância estratégica.

Conceitos como integração da cadeia de suprimentos, resposta rápida, gerenciamento do inventário com o Kanban e filosofia just in time, revolucionaram não somente a forma pela qual as empresas gerenciam suas atividades logísticas, mas também como fazem a gestão de todo o seu negócio.

As estratégias logísticas influenciam no projeto do produto, nas parcerias, na seleção de fornecedores e em outros processos vitais do negócio.

A TOTVS acredita em três novos conceitos:

Primeiro: a logística desempenha um papel crucial. Devido a habilidade de se ampliar múltiplas funções e fronteiras da organização, a logística está posicionada para se tornar a nova inteligência da empresa, coordenando e integrando todas as atividades ao longo da cadeia de suprimentos.

Segundo: este novo papel da logística coloca-a numa posição única de ser capaz de criar valor ao cliente e, como resultado, uma oportunidade para diferenciar produtos no mercado.

Terceiro: a oportunidade da logística desenvolver novas infraestruturas e integrar a cadeia logística — manufatura — agroindústria.

Para cumprir o seu novo papel, à medida que a nova inteligência da empresa exigirá o desenvolvimento de novas infraestruturas e a adoção de novas práticas logísticas, será necessário integrar as funções industriais e agrícolas num único sistema estratégico focado no cliente.

Para ficar por dentro de temas como este e outros, continue acompanhando o nosso blog.

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