7 práticas do controle de estoque para adotar no seu negócio

Em um mercado cada vez mais competitivo, é fundamental adotar práticas que proporcionem um bom controle de estoque. A reposição ganha em agilidade e qualidade, os gastos são reduzidos, a relação com os fornecedores é melhorada e uma série de outros benefícios afeta todos os departamentos da empresa.

Pensando nisso, a TOTVS reuniu algumas dicas de gestão de estoque que você pode adotar na sua empresa. Confira!

1. Padronização

Para que o estoque seja organizado, é necessário implementar uma padronização dos itens e da sua disposição no local de armazenamento. Dividir o ambiente em setores com o uso de numeração, letras e cores, por exemplo, é uma boa alternativa.

Cada corredor pode ser destinado a um tipo ou classe de itens, e as prateleiras para os subtipos dos produtos daquele corredor. Quanto maior o estoque, maior o benefício dessa organização. Tudo deve ser etiquetado com informações específicas, por exemplo: Corredor Amarelo, Armário 1, Prateleira 2 (CA-A1-P2).

É aconselhável que os itens com maior fluxo de saída sejam alocados em áreas mais acessíveis, fazendo com que a dinâmica do estoque seja otimizada.

2. Mapeamento de processos

O estoque não pode ser tratado como um armário abarrotado, ele é um setor e, como tal, deve contar com um mapeamento de processos que definam a rotina a ser seguida em cada atividade.

Para isso, deve-se criar um fluxo de trabalho no qual regras e políticas sejam especificadas como, por exemplo, qual é o procedimento para solicitar um item.

Da mesma forma, é importante elaborar periodicamente relatórios detalhados sobre o setor. Eles ajudarão a identificar processos que precisam ser melhorados, assim como itens que tiveram maior fluxo de entrada e saída, extravios, etc.

Nova call to action

3. Monitoramento constante

Realizar um monitoramento constante e baseado em indicadores é a melhor forma de visualizar os resultados e problemas do estoque, cujo desempenho ou dificuldades afetam toda a empresa.

Ao monitorar, é possível compreender melhor a rotina, já que seus dados ajudam na elaboração do planejamento, nas tomadas de decisão do gestor e na definição de novas estratégias. Alguns indicadores de maior relevância são o controle de perdas, a curva de saída (vendas), os itens deteriorados e o índice de desperdício.

4. Aproximação com fornecedores

A aproximação não significa simplesmente ter uma relação amigável. Trata-se de uma ação estratégica que insere os fornecedores nos processos da empresa. Quanto mais alinhados ambos estiverem, melhor será o fluxo de trabalho, assim como o estabelecimento de protocolos a serem seguidos.

Cada material deve ser monitorado desde o ponto de partida, garantindo previsibilidade na redistribuição dos itens. A qualidade dos produtos e do serviço devem ser consideradas, assim como prazos e agilidade da entrega, e forma de pagamento, por exemplo. Jamais escolha fornecedores apenas pelo preço.

5. Conferência antes do armazenamento

Todo setor deve contar com processos que garantam a qualidade dos produtos. No caso do estoque, é fundamental conferir os materiais que vêm de fora da empresa antes de armazená-los. Para isso, é importante estabelecer critérios de acordo com cada material, afinal, quantidade e código do produto podem não ser suficientes.

Em lojas que lidam com produtos finalizados deve-se checar a integridade dos itens e, se possível, o seu funcionamento, por exemplo.

É fundamental que haja conferência para evitar problemas na entrega, na ausência de itens ou, até mesmo, nas trocas. Após assinada a nota de recebimento, poucos fornecedores estão dispostos a receber de volta um produto com a alegação de que ele não confere com o solicitado.

6. Definição de quantidades mínimas e máximas

A otimização do controle de estoque depende da integração com os demais setores da empresa. Com a integração, é possível realizar ações conjuntas para estipular, para cada produto, qual é a quantidade mínima e máxima a ter em estoque.

O objetivo é definir uma margem que evite a falta de um material e, ao mesmo tempo, não permita o armazenamento em excesso. Com relatórios periódicos é possível ver a sazonalidade de certos itens, sendo possível estimar as vendas e adequar o estoque desses produtos conforme a época do ano.

7. Uso de software de gestão (ERP)

Planilhas e controles manuais já não são suficientes e apresentam um risco grande de sofrer com falhas humanas. O ERP mitiga esses erros, permitindo a automação dos processos de gestão e proporcionando precisão no controle de estoque.

A empresa pode, por exemplo, dar aos fornecedores acesso ao sistema, permitindo que eles identifiquem uma baixa de um produto e adiantem um pedido. A previsibilidade se torna muito maior e o gestor ganha tempo para focar em ações que dependem das suas decisões estratégicas.

Consulte a TOTVS

Uma gestão eficiente de estoque é algo que te interessa ou que a sua empresa está precisando? Converse com um dos nossos consultores e venha conhecer as nossas soluções tecnológicas para o seu negócio.

Comentários

  1. Estoque é dinheiro, tendo um bom controle de estoque evitasse perder dinheiro. O ideal seria ter estoque de acordo com sua demanda! Parabéns pelo conteúdo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *