Empowerment: importância, pilares e como aplicar na empresa

Equipe TOTVS | 22 março, 2022

Não há como negar que engajar funcionários e reter os principais talentos não sejam metas de negócios hoje, certo? Falamos da manutenção e da melhoria interna de uma empresa, que passa diretamente por esses pontos. Porém, como conseguir isso? Uma forma é através do empowerment.

Já ouviu falar no termo e sabe qual a aplicação do empowerment na sua operação?

Na prática, um ambiente profissional que empodera os funcionários encoraja à criação de relações mais positivas entre os mesmos, inspirando-os a atingir seus objetivos.

No entanto, o empowerment é um movimento com o poder de transformar o ambiente de trabalho de várias maneiras.

Que tal compreender tudo sobre o tema? Preparamos um guia completo, onde abordaremos:

  • O que é empowerment? Como ele funciona?
  • Qual a importância do empowerment nas empresas?
  • Quais são os 4 pilares do empowerment?
  • Empowerment: vantagens e desvantagens
  • Um panorama sobre empowerment no Brasil
  • Como aplicar empowerment na sua organização?
  • Exemplos de empresas que utilizam empowerment
  • A importância da tecnologia para aplicação do empowerment nas empresas

Ficou interessado? É só seguir a leitura para aprender mais!

O que é empowerment? Como ele funciona?

O empowerment é a ação de fornecer aos funcionários os recursos, autoridade, oportunidades e motivação necessária para realizar seu trabalho. Assim, eles terão liberdade para tomar (e questionar) decisões, resolver problemas e propor ideias.

Empowerment é um termo em inglês que significa empoderar, ou seja, responsabilizar os funcionários por suas ações, tornando-os mais proficientes, proativos e donos de suas decisões.

Assim, em um ambiente que estimule o empoderamento dos colaboradores, os mesmos possuem a autoridade para realizar o trabalho de acordo com o que desejam.

Desse modo, os funcionários trabalham seu próprio autocontrole, sendo livres para estabelecer seus próprios objetivos e correr atrás para alcançá-los.

E como isso pode ser importante?

Cada vez mais, as empresas buscam por funcionários dotados de soft skills específicas, como proatividade, capacidade de autogestão e liderança.

Porém, muitas vezes, o ambiente sufocante de um departamento pode limitar o surgimento dessas habilidades.

Com o empowerment, a empresa passa a confiar nos seus funcionários, de modo que confiem também na sua capacidade de pensar, produzir e decidir.

Isso significa que todo o “poder” passa às mãos dos funcionários e os líderes perdem seu posto hierárquico?

Claro que não, mas que há a criação de um ambiente de confiança entre todas as partes, de modo que todos assumam responsabilidades e riscos.

Entender a aplicação do empowerment na empresa não é tão difícil quando você compreende como funciona. Claro, cada organização é diferente, mas normalmente o processo é baseado em:

  • Permitir que os funcionários atinjam seu sucesso: Dê oportunidades de assumir novas tarefas que sejam do interesse do colaborador.
  • Traçar objetivos e limites: Com diretrizes claras, os funcionários têm uma melhor compreensão da sua rotina operacional e onde eles têm mais autonomia.
  • Proporcionar os recursos necessários: Dê aos funcionários ferramentas e tecnologia para que tomem suas próprias decisões.
  • Liberdade e autonomia no que estão fazendo: Dê aos funcionários total autoridade sobre suas tarefas.
  • Manter a comunicação aberta: Esteja disponível para perguntas, comentários ou para ajudá-los a trocar ideias.
  • Estar aberto a erros: Erros acontecem, mas quando o funcionário também sabe que será apoiado por sua organização ou gerente quando isso acontecer, ele será mais encorajado a aprender com a situação e fazer melhor da próxima vez, em vez de temer as repercussões.

Qual a importância do empowerment nas empresas?

Talvez um dos principais desafios por trás da aplicação do empowerment seja justamente compreender sua necessidade. Afinal, empoderar funcionários é realmente importante? O mercado de trabalho, em um modelo hierárquico tradicional, funcionou muito bem até hoje… Certo?

Bom, pode-se dizer que sim, mas não há como negar que as coisas mudam: necessidades, objetivos, metas de vida e comportamentos geracionais.

Um exemplo são os millennials.

Conforme estudo da Deloitte, 71% dos dos colaboradores dessa geração esperam deixar seu emprego em menos de 2 anos por estarem insatisfeitos com a forma como suas habilidades de liderança estão sendo desenvolvidas.

Há uma busca incessante pelo empoderamento — e não, isso nem sempre quer dizer que a meta é ser líder, gestor ou diretor.

Falamos de autonomia, liberdade e outros valores compatíveis com as novas gerações.

Para se ter noção, de acordo com dados da SHRM, 7 a cada 10 funcionários afirmam que o empoderamento é um elemento vital para seu engajamento no trabalho.

E veja bem, a perspectiva aqui não é apenas do funcionário, mas também dos líderes de negócio.

Em pesquisa da Gallup, os negócios que melhor trabalharam o engajamento dos colaboradores também demonstraram lucratividade até 21% maior que as outras empresas.

Além disso, as organizações com uma força de trabalho considera altamente engajada superaram em 17% no quesito produtividade.

Quais são os 4 pilares do empowerment?

Ao trabalhar o empowerment em seu ambiente de trabalho, é certo que a empresa precisará se desenvolver de diferentes formas. Mas como garantir que a cultura esteja direcionada para o empoderamento?

A resposta está nos 4 pilares fundamentais por trás do conceito de empowerment, que são:

  • Poder
  • Desenvolvimento
  • Liderança
  • Motivação

Na Internet, existem diferentes definições e mesmo distintas listas que falam sobre o tema, trazendo diferentes elementos à conversa.

Muitas vezes, esses textos abordam mais a questão do engajamento profissional. Ou seja, como fazê-lo se sentir mais à vontade com as demandas, cultura e estrutura da empresa.

Quando falamos de empowerment, apesar de incluir esses pontos de engajamento, nós diminuímos o foco para as ações que realmente podem empoderar um funcionário.

Digamos que Flávia seja funcionária há mais de 1 ano da empresa de Luis.

No entanto, embora seja engajada nas demandas, Luis observa que ela ainda não destravou todo seu potencial pois falta algo: empoderá-la!

Por isso, ele identificou que é necessário desenvolver o poder dela dentro da organização, bem como trabalhar seu desenvolvimento, capacidade de liderança e estimular sua motivação.

Que tal entender mais sobre cada um dos tópicos?

Poder 

Quando o assunto é empowerment no ambiente de trabalho, é necessário fornecer poder aos funcionários. Na prática, o que isso significa?

Basicamente, falamos de autonomia e poder de decisão em sua rotina de tarefas.

É claro, não se trata simplesmente de mudar a cultura organizacional de um dia para outro. Na verdade, proporcionar poder aos funcionários é um processo de médio e longo prazo.

Para isso, é preciso ouvir e reconhecer os problemas, necessidades e pontos críticos relacionados a sua atuação.

Então, após isso, trabalha-se em cima dos fatores que vão verdadeiramente proporcionar poder aos colaboradores.

Desenvolvimento 

Já o desenvolvimento tem relação com o fato de que, com maior autonomia e liberdade, os funcionários devem mirar a melhoria contínua e o desenvolvimento do negócio.

Com isso, cria-se um ambiente de colaboração e proatividade. Dessa forma, é mais fácil para que os obstáculos e diferenças sejam superadas e o ambiente de trabalho adote uma cultura de inovação.

Esse ponto também tem a ver com a gestão de aprendizagem profissional.

Ou seja, quais ações que a empresa toma para armazenar e evoluir seus conhecimentos ao longo dos anos.

Liderança

A liderança é uma soft skill muito valiosa hoje em dia.

Isso significa que todos os funcionários devem buscar, de forma incessante, pela posição de líderes ou gestores? Sabemos que não funciona assim.

No entanto, no aspecto do empowerment, o desenvolvimento da liderança é essencial para que a empresa possa conhecer a fundo o potencial de seus colaboradores — e para que eles mesmos conheçam até onde podem ir!

E entender a sua posição na empresa — o plano de carreira, suas responsabilidades atuais e os caminhos possíveis — é muito mais determinante do que você imagina.

De acordo com a Gallup, 53% dos funcionários não entendem claramente como sua função contribui para os objetivos da empresa.

Motivação 

Por fim, trabalhar a motivação é essencial para que os funcionários se motivem a fazer mais. Ou seja, aproveitar a liberdade e o empoderamento que possuem para entregar melhor.

Além disso, de acordo com dados divulgados pela Forbes, funcionários que sentem que sua voz é ouvida se sentem quase 5 vezes mais empoderados para desempenharem mais e melhor.

Empowerment: vantagens e desvantagens

Entre os esforços por trás do empowerment, é possível definir várias vantagens. Mas e desvantagens, empoderar os funcionários pode trazer consequências para o seu negócio?

De acordo com um artigo da Harvard Business Review, foi comprovado que quando funcionários se sentem empoderados no trabalho, seu desempenho tende a melhorar, sua satisfação como colaborador e o comprometimento com os objetivos do negócio.

Entre as principais vantagens, podemos mencionar:

  • Mais produtividade;
  • Redução na taxa de turnover;
  • Melhor qualidade nas entregas;
  • Maior motivação na sua força de trabalho;
  • Mais qualidade no relacionamento com o cliente.

Mas sim, há desvantagens — ou melhor, riscos — a serem consideradas.

Ainda conforme o artigo da HBR, um dos estudos mencionados descobriu que, ao tentar empoderar os funcionários com mais responsabilidades e desafios, alguns líderes perderam a mão.

Ou seja, eles acabaram ocasionando maior estresse e burnout nos seus colaboradores.

O principal ponto que o artigo discute (e defende) é que, em empresas onde o empowerment foi bem-sucedido, houve uma melhor comunicação sobre os objetivos e a mudança cultural.

Assim, os colaboradores podem compreender melhor os motivos para tal, bem como também entenderam mais facilmente o que levou seus líderes a fazer isso.

Independente, é algo que precisa ser muito bem trabalhado pela liderança e pelo setor de RH.

Os funcionários podem ver maior autonomia ou tomada de decisão compartilhada como uma indicação de que o líder confia neles e está oferecendo oportunidades de autodesenvolvimento e crescimento — ou podem ver isso como uma evidência de que o líder não pode liderar e está tentando evitar a função de tomar decisões difíceis.

No último cenário, os funcionários podem ficar frustrados e incertos sobre seu papel, levando a um pior desempenho em tarefas rotineiras. Portanto, é vital que, ao tentar capacitar seus funcionários, os líderes não adicionem muita pressão ou criem incerteza.

Um panorama sobre empowerment no Brasil

No Brasil, o empowerment ainda é um assunto em desenvolvimento. Muito embora existam centenas de organizações engajadas em proporcionar um ambiente de trabalho empoderado, certamente falta ampliar o mindset para PMEs.

Até o momento, pouco podemos saber sobre dados, pois ainda faltam pesquisas esclarecedoras sobre o tema e sua aplicação brasileira.

No entanto, é possível tirar algumas conclusões com as informações que temos atualmente. Uma das fontes é o top 50 empresas mais amadas do Brasil, lista divulgada pela Revista Exame.

As três primeiras posições são de empresas do setor de tecnologia, com a primeira sendo uma consultoria de softwares e as duas seguintes startups.

Além disso, no top 10 como um todo, destacam-se as organizações que nasceram no ambiente tecnológico — e, em geral, empresas muito mais novas que outras que figuram na lista, como a Braskem e a Odebrecht.

Ou seja, é possível apontar que empresas que nasceram sob uma plataforma de cultura de inovação, com políticas bem definidas de empowerment e diversidade, saem na frente quando o quesito é engajamento dos funcionários.

Como aplicar empowerment na sua organização?

Agora que você entendeu a teoria e a importância do empowerment, é hora de compreender como aplicar o conceito em seu negócio.

Como falamos, empoderar os funcionários não é mais uma “tarefa” ou um projeto de curto prazo. Significa, na verdade, uma mudança cultural que pode transformar as bases da operação.

Por isso, deve ser um processo feito com calma e seguindo todos os passos indicados, como:

Contrate profissionais capacitados

O primeiro ponto que você deve se atentar é na construção de uma equipe realmente capacitada. É algo que deve fazer parte do seu processo e da filosofia de recrutamento e seleção.

Existem profissionais no mercado que não se adequam a uma cultura que favorece o empoderamento.

É com esse perfil que você quer contar ou com um tipo de profissional mais apto a aproveitar sua autonomia?

Essa questão deve ser considerada no processo de recrutamento e deve guiar o RH da empresa, especialmente na avaliação de desempenho.

Incentive a participação dos colaboradores

Uma cultura de empowerment só funciona se os funcionários compram a ideia.

É por isso que insistimos tanto na transformação da cultura e do clima organizacional.

A empresa deve “respirar” aquilo que prega, especialmente quando falamos a respeito da forma que os funcionários devem desempenhar suas funções.

Portanto, incentivá-los a serem ativos no negócio — inclusive oferecendo benefícios por proatividade e resultados, por exemplo — é crucial.

Invista na comunicação interna

Um ambiente proativo e produtivo deve, de qualquer maneira, ser totalmente integrado. Isso quer dizer que a comunicação interna precisa estar muito bem definida.

Desse modo, é possível realmente delegar tarefas e dar autonomia aos funcionários, pois há a certeza de que qualquer dúvida ou apontamento será devidamente entregue pelos mecanismos e ferramentas de comunicação.

Compartilhe informações sobre a empresa

Afinal, seus funcionários entendem sua missão e a visão de negócios da empresa?

Compartilhar (e ainda melhor, reforçar!) os valores da organização é crucial na construção de um time empoderado.

Afinal, falamos essencialmente de motivação e da vontade de querer mais e de entregar melhor.

Porque seus colaboradores o fariam se sequer sabem porque trabalham e por qual motivo recebem seu salário? É um questio extremamente importante a considerar.

Confie na sua equipe

Você já percebeu que um dos pontos essenciais do empowerment é a confiança da liderança no seu time, certo?

Como mencionamos antes, através da citação do artigo da HBR, uma liderança fraca e que não demonstra confiança pode mais prejudicar do que facilitar o trabalho.

A confiança, ao cultivar o empoderamento, é essencial, pois dá aos funcionários uma motivação extra para serem autônomos, tomarem decisões e mesmo arriscar!

Reconheça o bom trabalho

Além de confiança, é importante desenvolver um senso de gratificação com os funcionários que melhor desempenharem.

Não é fácil sair de uma posição hierarquicamente “abaixo” e se encontrar em uma cultura onde a proatividade e a liberdade são incentivadas.

Por isso, procure desenvolver junto com seu time de RH diferentes formas de reconhecer bons resultados e metas batidas, servindo de incentivo extra.

Desenvolva a cultura do feedback

A cultura do feedback é um fator determinante para o sucesso da estratégia de empowerment.

Independente do tipo de feedback, é essencial desenvolver uma rotina de avaliação com base no desempenho dos funcionários e líderes.

Como falamos, o empowerment é o resultado de um processo — por isso, não espere excelentes resultados logo de primeira.

É preciso lapidar sua equipe para tal — e o feedback (além do feedforward) é uma ferramenta incrível para ajudar nessa missão.

Diminua a burocracia e hierarquia 

Por fim, vale a pena olhar para tudo que rodeia a rotina operacional e aumenta a burocracia dos processos, bem como faz sua empresa depender da hierarquia.

Processos antiquados e muito tradicionais, calcados em silos setoriais e em diferentes fontes de verdades, podem atrasar a evolução do seu negócio.

Nesse sentido, apostar na tecnologia e em soluções como sistemas de gestão é uma excelente alternativa, pois você integra processos e setores, simplificando a gestão e a tomada de decisão.

Exemplos de empresas que utilizam empowerment

Existem vários exemplos no mercado de empresas comprometidas com suas estratégias de empowerment — e que já possuem cases no assunto.

Que tal conferir alguns e se inspirar? Veja só!

Microsoft

A Microsoft é um exemplo de empresa que envolve seus funcionários nas decisões organizacionais.

Em suas avaliações sobre a cultura, foi perguntado aos colaboradores suas opiniões em várias questões, como no programa de benefícios flexíveis, programa de qualificação e lifelong learning, plano de carreira e muito mais.

Esse feedback foi utilizado para ajudar os líderes a tomarem decisões, moldando seus programas ao que era melhor encarado pelo próprio time.

Valve

No caso da Valve, desenvolvedora do popular FPS “Counter Striker”, permite que seus funcionários escolham seus próprios horários de trabalho e dos projetos, de modo a deixá-los mais à vontade para escolher o que mais lhes agradar.

Flamingo

A Flamingo, consultoria estratégica americana, também permite que os funcionários escolham seus horários de trabalho e o modelo (como anywhere office).

Além disso, há um ambiente propício para novos insights e ideias — independente do cargo ou anos de casa do colaborador.

Starbucks

Por fim, vale a pena mencionar a maior rede de franquias de cafeterias do mundo.

A Starbucks há anos trabalha para empoderar funcionários, inclusive com ações como o Laboratório de Liderança, um programa de incentivo ao desenvolvimento de habilidades — que pode ser feito por qualquer colaborador, independente do nível.

A importância da tecnologia para aplicação do empowerment nas empresas

Como mencionamos, hoje, a gestão de pessoas é uma atividade que depende inteiramente da integração de processos e atividades — o que, hoje, só é possível com uso da tecnologia.

Um sistema de RH para ajudar a empresa a aplicar o empowerment aos seus funcionários. Como? De várias maneiras!

As soluções líderes no mercado oferecem plataformas completas, com funcionalidades capazes de integrar o estratégico com o operacional, centralizando dados, automatizando tarefas e ajudando no desenvolvimento, retenção e empoderamento de talentos.

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Conclusão

Em nosso guia completo sobre empowerment, explicamos tudo sobre o assunto, do conceito até sua importância e como aplicar no ambiente de trabalho.

E sua empresa, já investe em estratégias que enriqueçam a experiência do humana e deem mais autonomia aos colaboradores, indo na mesma direção das principais organizações do mundo?

Que esse conteúdo possa ajudar seu negócio a compreender de maneira aprofundada o empowerment e sirva de base para aplicá-lo em sua operação!

E claro, não se esqueça de agregar a tecnologia nesse processo, como as soluções da TOTVS para RH!Para estender o assunto, que tal ler nosso guia definitivo sobre psicologia positiva no trabalho? Confira!

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